Foram encontradas 30 questões.
1312432
Ano: 2012
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
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Para solicitar uma obra ao governo estadual o vereador deverá propor um (a):
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1309767
Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
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De acordo com o Art. 17 da Lei Orgânica do município de Poço Verde qual o prazo final para fixação da remuneração do Prefeito, Vice-Prefeito e Vereadores para a Legislatura seguinte?
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1306594
Ano: 2012
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
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De acordo com o Art. 10 do regimento interno da câmara de Poço Verde, qual a composição da mesa diretora da casa?
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1302592
Ano: 2012
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
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- Lei de Responsabilidade FiscalDespesa Pública (arts. 15 ao 24)Despesas com Pessoal e Seguridade Social (arts. 18 ao 24)
A Lei de Responsabilidade Fiscal em seu Art. 19, estabelece os limites de gastos com pessoal, em cada período de apuração e em cada ente da Federação, estes limites são respectivamente:
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A tribo que mais cresce entre nós
“A nova tribo dos micreiros cresceu tanto que talvez já não seja mais apenas uma tribo, mas uma nação, embora a linguagem fechada e o fanatismo com que se dedicam ao seu objetivo de culto sejam quase de uma seita, {...}
Sua linguagem lembra a dos funkeiros em quantidade de importações vocabulares adulteradas, porém é mais ágil e rica, talvez a mais rápida das tribos urbanas modernas. Dança quem não souber o que é BBS, internet, modem, interface, configuração, acessar e assim por diante. Alguns termos são neologismos e, outros, reações semânticas de velhos significados, como janela, sistema, ícone, maximizar. Quando ouvi outro dia que ‘fulano é ‘interneteiro’, achei que era uma grave acusação.
No começo da informatização das redações de jornais, não faz muito tempo, houve um divertido mal-entendido quando uma jovem repórter disse pela primeira vez: ‘Eu abortei!’ Ela acabava de rejeitar não um filho, mas uma matéria. Hoje, ninguém mais associa essa palavra ao ato pecaminoso. Aborta se tão impune e frequentemente quanto se acessa.
Nada mais tem forma e sim ‘formatação’. Foi-se o tempo em que ‘fazer programa’ era uma aventura amorosa. O ‘vírus’ que apavora os micreiros não é o HIV, mas uma intromissão indevida no ‘sistema’, outra palavra cujo sentido atual nao tem nada a ver com os significados anteriores. A geração de 1968 lutou para derrubar o sistema; hoje o sistema cai a toda hora.
{...}
Falar mal hoje do computador é tão inútil e reacionário quanto foi quebrar máquinas no começo da primeira Revolução Industrial. Ele veio pra ficar, como se diz, e seu sucesso é avassalador. Basta ver o entusiasmo das adesões.
Está bem que não se deve ser ‘neoconservador’, como diria o presidente. Devemos ser modernos, se possível pós- modernos. Mas também é ridículo ficar rendendo homenagem à arrogância e onipotência do computador como se fosse tornar obsoleta a inteligência humana, como um salvador da pátria, como se fosse resolver todos os nossos problemas, como se fosse o marco zero de uma nova civilização, como um exterminador do futuro: ‘Ele vai acabar com o livro, vai acabar com o jornal, vai acabar com isso e com aquilo.’ Se a tecnofobia é obsoleta, a tecnofilia pode ser mistificadora. {...}
Talvez esteja na hora de baixar um pouco a bola do computador --- até porque, {...}, ele é burro, burro como um robô, só sabe repetir, não sabe nada que você já não tenha sabido antes. Além de não ter imaginação, rejeita o desconhecido e a originalidade. {...}
Como é que se pode confiar no discernimento de uma máquina que não é capaz de reconhecer a palavra árvore, ou qualquer outra, se lhe faltar apenas uma simples letra. {...}
No fundo, o computador é o personagem daquela famosa piada do próprio Millôr: ‘Para bom entendedor meia palavra basta, não é becil?’”
(VENTURA, Zuenir, In: Crônicas de um fim de século. Rio de Janeiro: Objetiv, 1999, p. 56 - 8)
No final do 2º parágrafo o autor faz a seguinte afirmação: “Quando ouvi outro dia que ‘fulano é interneteiro’, achei que era uma grave acusação”. Em razão disso, o que o autor entendeu com isso?
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Quem não se comunica...
“Havia no Rio de Janeiro nos anos 1920 um gramático famoso, professor do Pedro II, inimigo dos galicismos, dos pronomes mal colocados e da linguagem descuidada. Falava empolado e exigia correção de linguagem até em casa com a família. Uma vez, esse gramático {...} foi passar férias em um hotel-fazenda de Teresópolis. Lá, um dia, decidiu dar um passeio a cavalo pelos terrenos da fazenda. Por segurança, ia
acompanhado de um cavalariço montado em um burrinho. Pelas tantas, o cavalo do gramático disparou. O cavalariço foi atrás em seu burrinho, gritando: “Doutor, puxe a rédea! Doutor, puxe a rédea!”
acompanhado de um cavalariço montado em um burrinho. Pelas tantas, o cavalo do gramático disparou. O cavalariço foi atrás em seu burrinho, gritando: “Doutor, puxe a rédea! Doutor, puxe a rédea!”
Nada aconteceu, até que o cavalo saltou um valado e jogou o gramático numa moita de urtiga. Finalmente o cavalariço o alcançou, levantou-o e ajudou-o a se livrar de uns espinhos que se grudaram nele. “Doutor, por que o senhor não puxou a rédea? Eu vinha gritando atrás, doutor, puxe a rédea, doutor, puxe a rédea!”
O gramático, já senhor de si, perguntou: “E o que é puxar a rédea?”
‘É fazer isso, ó, e fez o gesto explicativo.
“Ah! Dissesses sofreia o corcel, eu teria entendido.”
VEIGA, José J. O Almanach de Piumhy. Rio de Janeiro:
Record, 1988.
Julgue as assertivas:
I. A palavra “cavalariço” é um substantivo simples e comum.
II. Na frase: “puxe a rédea” o verbo está no modo imperativo.
III. A expressão “pelas tantas” é uma adverbial de modo.
IV. A frase: “Doutor, puxe a rédea!” a palavra “doutor” é um aposto.
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1111520
Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
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Em que ano faleceu o Cardeal Dom Eugênio Sales?
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Considere os seguintes períodos:
I. Já estamos chegando. Brasília fica ..... 100 quilômetros.
II. A Prefeitura de São Paulo fará o ......... da população.
III. É hora de ......... a lareira por causa do frio.
IV. Havia um perigo ..........durante a viagem.
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Quem não se comunica...
“Havia no Rio de Janeiro nos anos 1920 um gramático famoso, professor do Pedro II, inimigo dos galicismos, dos pronomes mal colocados e da linguagem descuidada. Falava empolado e exigia correção de linguagem até em casa com a família. Uma vez, esse gramático {...} foi passar férias em um hotel-fazenda de Teresópolis. Lá, um dia, decidiu dar um passeio a cavalo pelos terrenos da fazenda. Por segurança, ia
acompanhado de um cavalariço montado em um burrinho. Pelas tantas, o cavalo do gramático disparou. O cavalariço foi atrás em seu burrinho, gritando: “Doutor, puxe a rédea! Doutor, puxe a rédea!”
acompanhado de um cavalariço montado em um burrinho. Pelas tantas, o cavalo do gramático disparou. O cavalariço foi atrás em seu burrinho, gritando: “Doutor, puxe a rédea! Doutor, puxe a rédea!”
Nada aconteceu, até que o cavalo saltou um valado e jogou o gramático numa moita de urtiga. Finalmente o cavalariço o alcançou, levantou-o e ajudou-o a se livrar de uns espinhos que se grudaram nele. “Doutor, por que o senhor não puxou a rédea? Eu vinha gritando atrás, doutor, puxe a rédea, doutor, puxe a rédea!”
O gramático, já senhor de si, perguntou: “E o que é puxar a rédea?”
‘É fazer isso, ó, e fez o gesto explicativo.
“Ah! Dissesses sofreia o corcel, eu teria entendido.”
VEIGA, José J. O Almanach de Piumhy. Rio de Janeiro:
Record, 1988.
De acordo com o texto, há duas variedades linguísticas.
Assinale os parágrafos em que elas estão presentes.
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Quem não se comunica...
“Havia no Rio de Janeiro nos anos 1920 um gramático famoso, professor do Pedro II, inimigo dos galicismos, dos pronomes mal colocados e da linguagem descuidada. Falava empolado e exigia correção de linguagem até em casa com a família. Uma vez, esse gramático {...} foi passar férias em um hotel-fazenda de Teresópolis. Lá, um dia, decidiu dar um passeio a cavalo pelos terrenos da fazenda. Por segurança, ia
acompanhado de um cavalariço montado em um burrinho. Pelas tantas, o cavalo do gramático disparou. O cavalariço foi atrás em seu burrinho, gritando: “Doutor, puxe a rédea! Doutor, puxe a rédea!”
acompanhado de um cavalariço montado em um burrinho. Pelas tantas, o cavalo do gramático disparou. O cavalariço foi atrás em seu burrinho, gritando: “Doutor, puxe a rédea! Doutor, puxe a rédea!”
Nada aconteceu, até que o cavalo saltou um valado e jogou o gramático numa moita de urtiga. Finalmente o cavalariço o alcançou, levantou-o e ajudou-o a se livrar de uns espinhos que se grudaram nele. “Doutor, por que o senhor não puxou a rédea? Eu vinha gritando atrás, doutor, puxe a rédea, doutor, puxe a rédea!”
O gramático, já senhor de si, perguntou: “E o que é puxar a rédea?”
‘É fazer isso, ó, e fez o gesto explicativo.
“Ah! Dissesses sofreia o corcel, eu teria entendido.”
VEIGA, José J. O Almanach de Piumhy. Rio de Janeiro:
Record, 1988.
As reticências são usadas em várias situações de pontuação.
Dessa forma, por que o autor utilizou-as no título do texto?
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