Foram encontradas 80 questões.
Um presente de natal foi colocado em uma caixa com 40cm de comprimento, 20cm de largura e 30cm de altura. Para embrulhar completamente essa caixa, quantos centímetros quadrados de papel, no mínimo, são necessários?
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Miséria Institucional, Pobreza Nacional
Um estudo feito pelo Banco Mundial concluiu que Estado eficiente e eticamente
íntegro é o mais importante fator de riqueza para todos os países.
Cidadão mexicano entra nos Estados Unidos e consegue emprego clandestino. Instantaneamente, sua produtividade aumenta cinco vezes.
Isso ocorre ........................ ele: a) levou consigo alguns quilos de cocaína; b) tornou-se astro de cinema pornô; c) matou-se de trabalhar para um fazendeiro desalmado.
As opções não são de todo implausíveis, mas falta aí uma alternativa correta: nenhuma das três. Também faltam outras que, mais a sério, decerto ocorreriam a você: mexicano ter imergido num ambiente econômico marcado por superioridade tecnológica, infraestrutura mais eficiente, urbanização mais extensa, melhor proveito dos recursos naturais.
Segundo o Banco Mundial, a verdadeira razão deve ser buscada na superioridade do “capital intangível” dos valores institucionais: menos corrupção e inépcia nas instituições, maior eficiência e responsabilidade delas, maior confiança da nação nos seus três Poderes.
Daí a riqueza intangível dos EUA ser 12 vezes a do México (crédito ao jornalista Ronald Bailey, que, ao citar essa diferença no artigo da revista “Reason”, inspirou a caricatura do emigrante mexicano).
O estudo que produziu essa conclusão saiu publicado primeiramente no Best-seller (acadêmico) de 2006, “Where is the Wealth of Nations?: Measuring Capital for the 21st Century”, e a versão atualizada que o Banco Mundial publica neste ano confirma a tese.
Na busca de resposta para a pergunta do título, especialistas do departamento de economia ambiental do banco computaram, em cada país estudado, recursos como minerais (inclusive petróleo), florestais e agrícolas, maquinário, infraestrutura, patrimônio urbano, etc.
E coçaram a cabeça: quando não computado o capital intangível das instituições do Estado, o nível de renda apurado na maioria deles não se mostrava compatível com o valor corrente dos bens acima. Conclusão do banco: um Estado eficiente e eticamente íntegro é o mais importante fator de riqueza em todos os países do mundo.
“Em larga medida, país rico o é em razão da competência técnica de suas populações e da qualidade das instituições que sustentam a atividade econômica.” O estudo demonstrou ainda que 57% do capital intangível de um país advém da qualidade de seu sistema v; e 36%, da qualidade de ensino.
A cada assalto ou intimação de esmola que sofre, você decerto se pergunta ........................ o Brasil carece tanto de segurança, saúde, educação, conforto e dignidade. Afinal, somos um dos três ou quatro países mais ricos do mundo em recursos naturais e outros fatores de riqueza, como clima, estabilidade geológica e sossego geopolítico.
Conforme dados de 2010, somos 91º país no ranking de Renda Nacional Bruta (ex-Produto Nacional Bruto) per capita do Banco Mundial. O México está na 89ª posição.
Valendo a correlação, classificamos aí a qualidade de nossas instituições? Pergunte a um parlamentar. A um governante. A um juiz.
(Fonte: Adaptado do Jornal Bem Estar, Ano 4, nº 46, jan./2012, Seção Opinião, p. 2)
Considerando o emprego dos Porquês, conforme as orientações gramaticais da Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, adequada e respectivamente, as lacunas pontilhadas nas linhas 02 e 21.
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Analise o gráfico a seguir:

A função que melhor representa o gráfico da figura a seguir é:
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O Detestável Público
Dizem os pessimistas que a política é um circo – de horrores, talvez. Pois estão errados, e a culpa é, em grande parte, do público.
No circo, a plateia é chamada de “respeitável público” e faz por merecer o tratamento. Ela come pipoca, bate palmas, ri do palhaço, arregala os olhos quando o leão entra no picadeiro, suspira com os volteios da trapezista, de pernas esguias e biografia misteriosa. No circo, o público é família. Mesmo no circo romano, o Coliseu, os espectadores costumavam se dar o respeito – e eram respeitados pelo imperador, que, vez ou outra, consultava o povo sedento de sangue para saber se o gladiador imobilizado pelo oponente deveria ou não deveria ser executado na arena. Os lutadores e o soberano se dobravam às predileções da turba, que não estava lá para contemplar mesuras e boas maneiras. De sorte que até mesmo ali, a seu modo rude e animalesco, o público era respeitável.
A política de nossos dias não é um circo, nem mesmo de horrores: ela é pior, e isso não porque os políticos desrespeitem o público, mas porque o público abdicou do próprio respeito. Às vezes, temos a sensação de que o público em nome do qual se faz tal política é repugnante, talvez mais do que as pequenas multidões que gargalhavam quando a cabeça dos nobres tamborilava aos pés da guilhotina, no terror da Revolução Francesa. O público é detestável.
Na semana passada, tivemos mais uma prova abrasiva dessa verdade. Imediatamente após a divulgação da notícia de que o ex-presidente Lula contraiu câncer na laringe, entrou em atividade, na internet, um vulcão de baixarias preconceituosas, ofensivas, injuriosas, para agredir um ser humano que adoeceu. Nas redes sociais, um grupo lançou uma campanha para tripudiar. Entre outras maldições, sentenciaram Lula a ir procurar seu tratamento no SUS, e proclamaram: “É melhor ele continuar vivo, ainda que sem voz, e parar de envenenar o mundo com suas palavras ignorantes”.
É claro que não podemos generalizar: não é a totalidade dos frequentadores das redes sociais que se comportam como hienas histéricas, como urubus descompensados, como trogloditas virtuais. Mas é claro, também, que são muitos. São milhares. Tanto que se tornou impossível ignorá-los. Eles constituem um sintoma grave – sintoma em todos os sentidos, do farmacológico ao psicanalítico – em que o ódio de classe atropela o debate das ideias.
Sim, ódio de classe. Quem manda Lula ir se tratar no SUS declara ódio contra Lula e também contra o SUS, contra a lei, contra tudo que guarde uma reminiscência de assistência social e de pobreza. Esse discurso reedita a velha máxima brasileira: “Aos amigos, tudo; aos inimigos, a lei”. Traduzindo: o SUS é a lei, e a lei só pode fazer mal; o SUS é como as penitenciárias; todo serviço público é odioso. Essa gente se recusa a admitir que, no SUS, muitos de nós já nos tratamos com sucesso, nem que tenha sido uma única vez na vida, embora a administração pública ainda padeça os males causados pelos ladrões e pelos parasitas incompetentes. Essa gente se enfurece porque Lula foi atendido num hospital de elite, mais ou menos como a personagem caricata da novela das 9, Tereza Cristina, se destempera, aos urros, porque a ex-pobretona Griselda ganhou na loteria e comprou uma casa no mesmo condomínio de luxo ela tem sua mansão. O detestável público que agora insulta Luiz Inácio Lula da Silva é uma massa ignara de Terezas Cristinas esbravejantes, defendendo aos tapas seu condomínio imaginário. Condomínio que, honestamente, é uma favela moral de palácios com vidros à prova de bala (o SUS é melhor, inclusive para a saúde).
Antes falávamos do câncer e da AIDS como metáforas de fenômenos menos visíveis. Agora somos forçados a decifrar, na internet, de onde vem a metáfora do ódio e, pior, para onde ela aponta. Um câncer de laringe num líder populista é metáfora? Evidentemente, sim, mas a fúria espalhafatosa que ele atrai é presságio de doença mais preocupante.
Faz décadas, Nelson Rodrigues caçoou de Otto Lara Resende atribuindo a ele uma frase que se tornaria célebre: “O mineiro só é solidário no câncer”. Naquele tempo, o público ia ao teatro. Hoje o público não sabe o que é solidariedade. Nem no câncer. Se ele não se der ao respeito, não haverá mais política. O debate de ideias sucumbirá ao desejo de exterminar o outro. E a voz do povo será a voz da treva.
(Fonte: Revista Época, 07/11/2011, Nº 703, p. 19. – adaptações)
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de palavras que poderiam substituir, adequada e respectivamente, os termos sublinhados nas linhas sem prejuízo de sentido, ainda que possam provocar mudança na conjugação verbal.
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Um aquário tem a forma de um paralelepípedo, com 40cm de comprimento, 20cm de largura e 30cm de altura. Denise tem um balde de forma cilíndrica, com raio da base igual a 10cm e altura igual a 20cm. Para encher o aquário com 3/4 de seu volume, quantos baldes cheios d’água serão necessários? Considere !$ \pi = 3 !$.
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Dada a função f(x+1) = 4x - 3, calcule f(a+1) - f(a),
!$ a \ne 0 !$
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O Detestável Público
Dizem os pessimistas que a política é um circo – de horrores, talvez. Pois estão errados, e a culpa é, em grande parte, do público.
No circo, a plateia é chamada de “respeitável público” e faz por merecer o tratamento. Ela come pipoca, bate palmas, ri do palhaço, arregala os olhos quando o leão entra no picadeiro, suspira com os volteios da trapezista, de pernas esguias e biografia misteriosa. No circo, o público é família. Mesmo no circo romano, o Coliseu, os espectadores costumavam se dar o respeito – e eram respeitados pelo imperador, que, vez ou outra, consultava o povo sedento de sangue para saber se o gladiador imobilizado pelo oponente deveria ou não deveria ser executado na arena. Os lutadores e o soberano se dobravam às predileções da turba, que não estava lá para contemplar mesuras e boas maneiras. De sorte que até mesmo ali, a seu modo rude e animalesco, o público era respeitável.
A política de nossos dias não é um circo, nem mesmo de horrores: ela é pior, e isso não porque os políticos desrespeitem o público, mas porque o público abdicou do próprio respeito. Às vezes, temos a sensação de que o público em nome do qual se faz tal política é repugnante, talvez mais do que as pequenas multidões que gargalhavam quando a cabeça dos nobres tamborilava aos pés da guilhotina, no terror da Revolução Francesa. O público é detestável.
Na semana passada, tivemos mais uma prova abrasiva dessa verdade. Imediatamente após a divulgação da notícia de que o ex-presidente Lula contraiu câncer na laringe, entrou em atividade, na internet, um vulcão de baixarias preconceituosas, ofensivas, injuriosas, para agredir um ser humano que adoeceu. Nas redes sociais, um grupo lançou uma campanha para tripudiar. Entre outras maldições, sentenciaram Lula a ir procurar seu tratamento no SUS, e proclamaram: “É melhor ele continuar vivo, ainda que sem voz, e parar de envenenar o mundo com suas palavras ignorantes”.
É claro que não podemos generalizar: não é a totalidade dos frequentadores das redes sociais que se comportam como hienas histéricas, como urubus descompensados, como trogloditas virtuais. Mas é claro, também, que são muitos. São milhares. Tanto que se tornou impossível ignorá-los. Eles constituem um sintoma grave – sintoma em todos os sentidos, do farmacológico ao psicanalítico – em que o ódio de classe atropela o debate das ideias.
Sim, ódio de classe. Quem manda Lula ir se tratar no SUS declara ódio contra Lula e também contra o SUS, contra a lei, contra tudo que guarde uma reminiscência de assistência social e de pobreza. Esse discurso reedita a velha máxima brasileira: “Aos amigos, tudo; aos inimigos, a lei”. Traduzindo: o SUS é a lei, e a lei só pode fazer mal; o SUS é como as penitenciárias; todo serviço público é odioso. Essa gente se recusa a admitir que, no SUS, muitos de nós já nos tratamos com sucesso, nem que tenha sido uma única vez na vida, embora a administração pública ainda padeça os males causados pelos ladrões e pelos parasitas incompetentes. Essa gente se enfurece porque Lula foi atendido num hospital de elite, mais ou menos como a personagem caricata da novela das 9, Tereza Cristina, se destempera, aos urros, porque a ex-pobretona Griselda ganhou na loteria e comprou uma casa no mesmo condomínio de luxo ela tem sua mansão. O detestável público que agora insulta Luiz Inácio Lula da Silva é uma massa ignara de Terezas Cristinas esbravejantes, defendendo aos tapas seu condomínio imaginário. Condomínio que, honestamente, é uma favela moral de palácios com vidros à prova de bala (o SUS é melhor, inclusive para a saúde).
Antes falávamos do câncer e da AIDS como metáforas de fenômenos menos visíveis. Agora somos forçados a decifrar, na internet, de onde vem a metáfora do ódio e, pior, para onde ela aponta. Um câncer de laringe num líder populista é metáfora? Evidentemente, sim, mas a fúria espalhafatosa que ele atrai é presságio de doença mais preocupante.
Faz décadas, Nelson Rodrigues caçoou de Otto Lara Resende atribuindo a ele uma frase que se tornaria célebre: “O mineiro só é solidário no câncer”. Naquele tempo, o público ia ao teatro. Hoje o público não sabe o que é solidariedade. Nem no câncer. Se ele não se der ao respeito, não haverá mais política. O debate de ideias sucumbirá ao desejo de exterminar o outro. E a voz do povo será a voz da treva.
(Fonte: Revista Época, 07/11/2011, Nº 703, p. 19. – adaptações)
As ocorrências de vírgula nas alternativas abaixo se dão pela mesma razão que a da linha 02, com EXCEÇÃO de:
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem a resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e nas respostas de algumas questões, existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Neste caso, para resolver as questões, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova, considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, normalmente disponibilizados antes das Figuras, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras das questões, se houver.
A questão baseia-se nas Figuras A e B, que mostram a mesma janela principal do Word 2007, com o mesmo documento e a mesma formatação. Essas Figuras estão em sequência, devendo-se, inicialmente, visualizar a Figura A, sobre a qual se executou uma ação, cujo resultado é mostrado na Figura B. Na Figura A, considere os seguintes aspectos: (1) a seta nº 5 aponta para o ponto de inserção de texto no formato de uma barra vertical (" | "); e (2) logo acima e abaixo dessa Figura, destacaram-se e ampliaram-se alguns ícones, de modo a facilitar a visualização e a resolução da questão. A Figura B passou a mostrar o menu apontado pela seta nº 7, após ter sido realizada determinada ação na Figura A.

Figura A - Janela principal do Word 2007 (antes)

Figura B - Janela principal do Word 2007 (após)
Para que a janela principal do Word 2007 passasse a exibir o menu apontado pela seta nº 7, bastou, antes, na Figura A, dar um clique com o botão esquerdo do mouse, sobre o ícone apontado pela seta nº
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Uma escola tem 2.000 alunos, sendo 800 rapazes e 1.200 moças. Sabe-se que:
I. Do total de alunos: 1.300 praticam algum esporte. 860 jogam xadrez. 600 praticam algum esporte e jogam xadrez.
II. Do total de moças: 600 praticam algum esporte. 540 jogam xadrez. 300 praticam algum esporte e jogam xadrez.
Desse modo, o número de rapazes que não pratica algum esporte e não joga xadrez é
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503826
Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Porto Alegre-RS
Provas:
Relativamente ao Ato Administrativo, as afirmações a seguir estão corretas, com EXCEÇÃO de:
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