Foram encontradas 175 questões.
Quais os títulos de relise estão redigidos e grafados corretamente?
(1) MP denuncia acusados por acidente em bonde de Santa Teresa
(2) Sind-UTE criticou a atuação da polícia durante a greve dos professores
(3) Barbosa diz que BNDES vai se dedicar à micro e pequena empresa
(4) Projeto do Código Florestal é aprovado pela Câmara dos Deputados
(5) Economista do DIEESE critica taxas de juros dos bancos privados
Estão corretos apenas os itens
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1080711
Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Provas:
No caso de vacância decorrente de renúncia de Senador a mandato parlamentar, o direito de preenchimento da vaga é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1080314
Ano: 2012
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Provas:
- CPCSujeitos do ProcessoDo JuizDos Poderes, dos Deveres e da Responsabilidade do Juiz (arts. 139 a 143)
Randolfo foi prejudicado em sentença judicial na qual o magistrado Justiniano foi negligente e não analisou devidamente as provas produzidas no processo. Na hipótese de Randolfo pretender ajuizar ação de indenização por erro judicial, a ação deverá
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1078695
Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Provas:
“Desapropriação com pagamento mediante títulos da dívida pública de emissão previamente aprovada pelo Senado Federal, com prazo de resgate de até dez anos, em parcelas anuais, iguais e sucessivas, assegurados o valor real da indenização e os juros legais” é modalidade de desapropriação que pode ser denominada
Provas
Questão presente nas seguintes provas
NOVOS VELHOS
Walcyr Carrasco
Quando eu era criança, considerava-se velho um homem de 60 anos. Velho só, não. Velhíssimo. Lembro meus avós de cabelos brancos, gestos cautelosos. Tinham essa idade. Ou até menos. Hoje, surgiu uma geração de “novos velhos”. Não estou falando da baboseira de “melhor idade” e do lixo ideológico do politicamente correto, que tenta maquiar a realidade com palavras delicadas. Há alguns anos, um ator nessa faixa etária jamais seria galã de novela. Se restringiria ao papel de pai, tio, avô. Mas galã? Atualmente, o ator Antônio Fagundes, de 62, é disputado pelos autores. (Eu, que também escrevo novelas, sou testemunha disso.) No ano passado, em Insensato coração, fez par com a bela Camila Pitanga. José Mayer, de 63, acaba de atuar em Fina estampa. Tony Ramos, de 64, será um dos protagonistas de Guerra dos sexos, ao lado de Irene Ravache, de 67. Natália do Vale, presença constante nas novelas, está com 58. Suzana Vieira tem 68. Todos protagonizam histórias de amor, são aplaudidos pelo público e lideram as audiências. Às vezes, como no caso da própria Suzana Vieira, revelam também a vida pessoal, sem medo de mostrar que podem amar e ser amados, com a mesma intensidade dos jovens.
Fiz 60 no fim do ano passado. Absolutamente aterrorizado. “Vou me aposentar emocionalmente”, pensei. Aconteceu o contrário. Entrei numa fase que lembra minha adolescência. Tenho vontade de fazer mil coisas. Comecei a malhar todo dia. Quero voltar a pintar. Voltei a ler os clássicos e cozinho sempre. Vejo as novelas de meus colegas e todas as séries americanas de TV que consigo. Mais surpreendente, as pessoas não se comportam comigo como se eu fosse um idoso. Boa parte dos meus amigos tem metade da minha idade. Os que permanecem do passado são tão animados quanto eu. Meu colega de colegial Eduardo, divorciado e com um filho adulto, apaixonou-se novamente. Ela? Tem a idade dele e continua tão linda como na nossa adolescência. Sim, esta é uma outra característica dos novos velhos: reencontram-se depois de décadas e iniciam relacionamentos. Já vi vários amigos do passado que nunca namoraram antes se apaixonar agora.
Conversei com o professor de educação física especializado em saúde e envelhecimento Igor Yole, da Academia Bioritmo, em São Paulo. Ele conta que o número de alunos acima de 60 anos aumenta ano a ano. “Nessa faixa etária as pessoas procuram saúde. Preferem esteira e bicicletas. Também querem socializar”, diz ele. “E o fato de conseguirem malhar faz com que se sintam mais capazes em tudo: sexo, relacionamentos, viagens!”
A medicina também ajuda. Digo por mim mesmo. Há anos faço um tratamento ortomolecular com o doutor Eduardo Gomes de Azevedo, que exerce uma “pré-geriatria”. Ou seja, antecipa tratamentos para curar os males da velhice. Tomo muitas pílulas por dia. Tantas que, para engoli-las, poderia usar uma pá. Nas refeições, costumo avisar a quem não me conhece:
– Desculpe, mas não sou um paciente terminal. Isso é para ficar bem.
Em geral, me olham de um jeito muito desconfiado. Lecitina de soja, clorofila, cápsulas de ômega 3, mando ver. Há produtos variados, contra o envelhecimento. O mais venerado de todos é o hormônio do crescimento (GH). Ele engana o corpo, que aumenta o metabolismo, cria massa muscular. Quando surgiu há alguns anos, não se conhecia a dose ideal. Fez crescer o nariz, as orelhas e a ponta dos dedos de alguns pioneiros no uso. É to-mado em doses altas por quem quer um corpo tipo armário. Muitos médicos o usam como reposição hormonal, em doses mínimas, diárias. Eu tomo. Há pessoas famosas que fazem o mesmo. Meus cabelos não deixaram de ser brancos por causa do GH. Isso aconteceu, mas devido à tintura que Mário Nunes, meu cabeleireiro, me aplica mensalmente. Sinto mais disposição, sem dúvida.
Reconheço: para ser um “novo velho” é preciso vaidade. Mas não só. Também não são só os remédios. O segredo é encarar a vida de maneira positiva. Antes, chegar à terceira idade era sinônimo de aposentadoria. Avôs e avós descobriram os valores da velhice. Como os astros e estrelas nas novelas de TV, também podem se apaixonar, reinventar o cotidiano e entrar numa gloriosa etapa da existência.
Afinal, a vida está só começando. Disponível em: http://revistaepoca.globo.com/vida/walcyr-carrasco/noticia/2012/03/novos-velhos.html Acesso em 07 maio 2012 (Adaptado)
Em “novos velhos”, os termos novos e velhos têm, respectivamente, natureza
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1070271
Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Provas:
NÃO é correto afirmar que
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Qual a ordem correta dos seguintes elementos da estrutura de um programa de Relações Públicas?
(1) Estratégias
(2) Objetivos
(3) Logística de implantação
(4) Público(s) que se quer atingir
(5) Ações ou atividades e escolha dos meios de comunicação
(6) Estimativa de custos
A alternativa que contém a sequência numérica correta é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Se 4 é raiz da equação x³ + x² - 14x + c = 0, então o valor de e a soma de todas as raízes dessa equação são,
respectivamente, iguais a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os ambientes a que tradicionalmente se associa a ideia de aprendizado têm-se diversificado ao extremo, e chegam a abranger, na atualidade, todas as dimensões nas quais se podem conceber os processos ininterruptos de subjetivação. Se se pudesse observar historicamente a natureza dos meios de compartilhamento de informação, veríamos que a diversidade dos canais de comunicação, que aumenta em razão geométrica, é determinante para que se compreenda o papel hodierno da escola e para que se lhe planejem as futuras atribuições.
Em termos metodológicos e procedimentais, há uma estuante discussão acerca das muitas implicações que demanda a era digital, sem cujos claros benefícios e não tão óbvias responsabilidades são impensáveis as sociedades modernas e vindouras. Vejam-se, a título de exemplos, as novas relações interpessoais que se estabelecem, em sala de aula, diante do acesso a redes sem fio; a crescente disponibilidade de conteúdos específicos de suporte à (in)formação de alunos e de professores; e a necessidade de se considerarem novas formas de produção de conhecimento a partir de um volume impressionante de informações. Basta um rápido olhar sobre esses pontos para que nos admiremos da complexidade cognitiva em que nos inserimos.
É fácil prever que os desdobramentos dessa ampliação de espaços levam a uma redefinição de conceitos fundamentais. Percebemos, enfim e como já deveríamos ter percebido há muito tempo, que é possível aprender praticamente em qualquer lugar e a todo momento. Em vista disso, o novo laboratório de experimentação e aprendizado, que compreende o mundo exterior – e o interior – ao sujeito, impõe uma integração de conhecimentos inaudita. Talvez esta seja a principal componente dessa revolução: a perspectiva colaborativa, sinergética, descentralizada. Esse é o modelo mais propício à descoberta de aplicações inovadoras para antigas competências e ao desenvolvimento de novas habilidades para atender a exigências futuras.
Contudo, a inevitabilidade de seguir adiante não significa que o devemos fazer de qualquer maneira. Diante do peso dos séculos, o Homem aprendeu que não se pode avançar irrefletidamente, e que o progresso feito às expensas do equilíbrio e da reflexão tem um alto preço. Mais do que apenas avaliar a mensagem que desejamos passar às próximas gerações, devemos escolher a melhor forma de transmiti-la – e é possível que o espaço mais oportuno para que se ventile essa discussão venha a ser uma escola sem fronteiras.
O escopo de aplicação de expressões adverbiais permite alguma flutuação estilística, ao mesmo tempo em que se preserva o significado original de um texto. Tome-se a passagem “Diante do peso dos séculos, o Homem aprendeu que não se pode avançar irrefletidamente, e que o progresso feito às expensas do equilíbrio e da reflexão tem um alto preço.” [linhas 20-22], que pode ser alterada como apresentado nas propostas abaixo.
I. O Homem aprendeu, diante do peso dos séculos, que não se pode avançar irrefletidamente, e que o progresso feito às expensas do equilíbrio e da reflexão tem um alto preço.
II. Irrefletidamente, o Homem aprendeu que não se pode avançar diante do peso dos séculos, e que o progresso feito às expensas do equilíbrio e da reflexão tem um alto preço.
III. Irrefletidamente, o Homem aprendeu, diante do peso dos séculos, que não se pode avançar, e que o progresso feito às expensas do equilíbrio e da reflexão tem um alto preço.
IV. O Homem, diante do peso dos séculos, aprendeu que não se pode avançar irrefletidamente, e que o progresso feito às expensas do equilíbrio e da reflexão tem um alto preço.
As propostas de reescrita que preservam o sentido original da passagem são
Provas
Questão presente nas seguintes provas
1059797
Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUMARC
Orgão: Câm. Pouso Alegre-MG
Provas:
- Fundamentos de ProgramaçãoAlgoritmosConstrução de Algoritmos
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de RepetiçãoLaços Pré-testados e Pós-testados
- Fundamentos de ProgramaçãoLógica de Programação
Considere o algoritmo a seguir, que imprime a tabuada do número 5.
ALGORITMO
1. início
2. inteiro: CONT;
3. CONT !$ \leftarrow !$ 1;
4. enquanto (CONT <= 10) faça
5. escreva (CONT, " x 5 = ", CONT * 5);
6. CONT !$ \leftarrow !$ CONT + 1;
7. fimenquanto;
8. fim.
A estrutura de controle que está presente no algoritmo acima é
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container