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Foram encontradas 60 questões.

790600 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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De acordo com o texto constitucional, o Presidente da República ficará suspenso de suas funções nos crimes de responsabilidade, após a instauração do processo

 

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790109 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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Alzira, Bernadete e Cláudio são os únicos sócios de uma empresa que, em sua fundação, contou com investimentos de R$ 6.000,00, R$ 18.600,00 e R$ 15.400,00 de cada um, respectivamente. Atualmente, Cláudio repassou !$ \large2\over\large7 !$ da sua participação na empresa para Alzira, e Bernadete repassou !$ \large1\over\large3 !$ da sua participação na empresa para Cláudio. Depois desse remanejamento, a empresa faturou R$ 20.000,00 em um mês, que foi repartido para cada sócio de acordo com sua participação atual. Com relação à repartição dessa quantia entre eles, é correto afirmar que
 

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777952 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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Os diversos métodos de arquivamento, que ao longo dos anos foram desenvolvidos em todas as partes do mundo, podem ser utilizados tanto nas empresas como nos órgãos governamentais. Dentre eles há o Método Alfabético que, no caso de sobrenomes que vêm precedidos de prefixo ou preposição em letra maiúscula, fazendo parte integrante do sobrenome, arquiva-se pela letra do
 

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776297 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
Leia o texto para responder à questão.
A era dos excessos
Colocando foco em problemas brasileiros, lembro uma frase atribuída a Paracelso, médico e físico do século 16: “A diferença entre um veneno e um remédio está só na dosagem”.
O país precisa muito refletir sobre essa ideia, que está longe de se aplicar apenas à química e à medicina. Há um claro exagero em quase tudo no país: na polarização política, na ortodoxia econômica e monetária, nas críticas, no denuncismo e no pessimismo geral que deprime cada vez mais os brasileiros.
Nada é mais deprimente, por exemplo, do que o nível das discussões que se desenrolam nas redes sociais. Pessoas xingam-se e acusam-se mutuamente por discordâncias ideológicas ou religiosas, sem nenhum receio de cometer crimes de calúnia, injúria e difamação. É preciso diminuir a dosagem desses atritos para um nível civilizado de discussão de convicções e ideias.
Doses exageradas de crítica têm um nome: intolerância, atitude que, infelizmente, já saiu das redes sociais para a vida real. Todos vimos imagens de um ex-ministro sendo hostilizado em restaurantes, chamado de muitas coisas ruins. Assistimos, durante a Copa do Mundo do ano passado, a presidente ser xingada por grupos de torcedores com uma frase-palavrão que não dá para transcrever. Ambos são responsáveis por acertos e erros, mas não é disso que se trata. Trata-se de educação, civilidade, boas maneiras, respeito às diferenças e tolerância, coisas que estão em falta no atual momento brasileiro.
Esses excessos fazem muito mal ao país. O pessimismo é insuflado de forma estridente nas manchetes de jornais, no rádio, na televisão e, com ódio e intolerância, no dia a dia dos debates das redes sociais. Se você manifestar uma opinião um pouco diferente, é hostilizado imediatamente.
Aqueles que cometem excessos por razões políticas, unicamente pela disputa do poder, e que apostam no “quanto pior, melhor” deveriam saber que o resultado dessa disputa é o desemprego, a desagregação de famílias, o sofrimento de mães e crianças, o aumento da criminalidade, a insegurança e a desesperança geral no país.
Acreditamos que a frase de Paracelso embute uma mensagem que se aplica perfeitamente ao Brasil de hoje. Todos temos a obrigação de dosar as críticas para que elas sejam remédio e não veneno, aceitar diferenças, evitar radicalismos e buscar entendimento.
(Benjamin Steinbruch, Folha de S.Paulo. Adaptado)
De acordo com o texto, as discussões que acontecem nas redes sociais
 

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776294 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
Leia o texto para responder à questão.
A era dos excessos
Colocando foco em problemas brasileiros, lembro uma frase atribuída a Paracelso, médico e físico do século 16: “A diferença entre um veneno e um remédio está só na dosagem”.
O país precisa muito refletir sobre essa ideia, que está longe de se aplicar apenas à química e à medicina. Há um claro exagero em quase tudo no país: na polarização política, na ortodoxia econômica e monetária, nas críticas, no denuncismo e no pessimismo geral que deprime cada vez mais os brasileiros.
Nada é mais deprimente, por exemplo, do que o nível das discussões que se desenrolam nas redes sociais. Pessoas xingam-se e acusam-se mutuamente por discordâncias ideológicas ou religiosas, sem nenhum receio de cometer crimes de calúnia, injúria e difamação. É preciso diminuir a dosagem desses atritos para um nível civilizado de discussão de convicções e ideias.
Doses exageradas de crítica têm um nome: intolerância, atitude que, infelizmente, já saiu das redes sociais para a vida real. Todos vimos imagens de um ex-ministro sendo hostilizado em restaurantes, chamado de muitas coisas ruins. Assistimos, durante a Copa do Mundo do ano passado, a presidente ser xingada por grupos de torcedores com uma frase-palavrão que não dá para transcrever. Ambos são responsáveis por acertos e erros, mas não é disso que se trata. Trata-se de educação, civilidade, boas maneiras, respeito às diferenças e tolerância, coisas que estão em falta no atual momento brasileiro.
Esses excessos fazem muito mal ao país. O pessimismo é insuflado de forma estridente nas manchetes de jornais, no rádio, na televisão e, com ódio e intolerância, no dia a dia dos debates das redes sociais. Se você manifestar uma opinião um pouco diferente, é hostilizado imediatamente.
Aqueles que cometem excessos por razões políticas, unicamente pela disputa do poder, e que apostam no “quanto pior, melhor” deveriam saber que o resultado dessa disputa é o desemprego, a desagregação de famílias, o sofrimento de mães e crianças, o aumento da criminalidade, a insegurança e a desesperança geral no país.
Acreditamos que a frase de Paracelso embute uma mensagem que se aplica perfeitamente ao Brasil de hoje. Todos temos a obrigação de dosar as críticas para que elas sejam remédio e não veneno, aceitar diferenças, evitar radicalismos e buscar entendimento.
(Benjamin Steinbruch, Folha de S.Paulo. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que o autor
 

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776147 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
Leia o texto para responder à questão.
A era dos excessos
Colocando foco em problemas brasileiros, lembro uma frase atribuída a Paracelso, médico e físico do século 16: “A diferença entre um veneno e um remédio está só na dosagem”.
O país precisa muito refletir sobre essa ideia, que está longe de se aplicar apenas à química e à medicina. Há um claro exagero em quase tudo no país: na polarização política, na ortodoxia econômica e monetária, nas críticas, no denuncismo e no pessimismo geral que deprime cada vez mais os brasileiros.
Nada é mais deprimente, por exemplo, do que o nível das discussões que se desenrolam nas redes sociais. Pessoas xingam-se e acusam-se mutuamente por discordâncias ideológicas ou religiosas, sem nenhum receio de cometer crimes de calúnia, injúria e difamação. É preciso diminuir a dosagem desses atritos para um nível civilizado de discussão de convicções e ideias.
Doses exageradas de crítica têm um nome: intolerância, atitude que, infelizmente, já saiu das redes sociais para a vida real. Todos vimos imagens de um ex-ministro sendo hostilizado em restaurantes, chamado de muitas coisas ruins. Assistimos, durante a Copa do Mundo do ano passado, a presidente ser xingada por grupos de torcedores com uma frase-palavrão que não dá para transcrever. Ambos são responsáveis por acertos e erros, mas não é disso que se trata. Trata-se de educação, civilidade, boas maneiras, respeito às diferenças e tolerância, coisas que estão em falta no atual momento brasileiro.
Esses excessos fazem muito mal ao país. O pessimismo é insuflado de forma estridente nas manchetes de jornais, no rádio, na televisão e, com ódio e intolerância, no dia a dia dos debates das redes sociais. Se você manifestar uma opinião um pouco diferente, é hostilizado imediatamente.
Aqueles que cometem excessos por razões políticas, unicamente pela disputa do poder, e que apostam no “quanto pior, melhor” deveriam saber que o resultado dessa disputa é o desemprego, a desagregação de famílias, o sofrimento de mães e crianças, o aumento da criminalidade, a insegurança e a desesperança geral no país.
Acreditamos que a frase de Paracelso embute uma mensagem que se aplica perfeitamente ao Brasil de hoje. Todos temos a obrigação de dosar as críticas para que elas sejam remédio e não veneno, aceitar diferenças, evitar radicalismos e buscar entendimento.
(Benjamin Steinbruch, Folha de S.Paulo. Adaptado)
Leia a tirinha para responder à questão.
Enunciado 776147-1
(www.paraalemdocerebro.blogspot.com.br)
A partir da leitura do texto A era dos excessos e da tirinha, é correto afirmar que
 

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769847 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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Uma corda esticada de 25 metros está ligando o topo de dois postes, retilíneos e verticais em relação ao chão, como mostra a figura a seguir.
Enunciado 769847-1
De acordo com os dados fornecidos, a altura do poste maior, em metros, é igual a
 

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769637 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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Observe as 5 imagens a seguir, que representam ícones de aplicativos.
Enunciado 769637-1
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de aplicativos contidos na pasta Acessórios do MS-Windows 7, em sua configuração padrão, dentre os exibidos.
 

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762697 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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Assinale a alternativa correta a respeito do processo legislativo previsto na Lei Orgânica do Município de Pradópolis.

 

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758111 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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O preço à vista de uma geladeira é R$ 2.000,00, mas o cliente também pode comprá-la pagando R$ 250,00 de entrada, no ato da compra, e uma prestação de R$ 1.925,00 a ser paga um mês após a compra. Nas condições descritas, a taxa de juro mensal que está sendo cobrada do cliente na compra a prazo é de
 

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