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Foram encontradas 60 questões.

1315739 Ano: 2015
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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João da Silva foi Primeiro-Secretário da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Pradópolis na legislatura anterior e agora, eleito Vereador para um novo mandato, pretende se candidatar novamente para compor a Mesa Diretora. Segundo o Regimento Interno da Casa, é correto afirmar que João
 

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1315182 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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É fixado em trinta dias, prorrogável por igual período, desde que solicitado e devidamente justificado, o prazo para que os responsáveis pelos órgãos da administração direta e indireta prestem as informações e encaminhem os documentos requisitados pelo Poder Legislativo na forma do disposto na Lei Orgânica do Município de Pradópolis. Na hipótese de não atendimento ao prazo estipulado,

 

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1309020 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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As letras X, Y e Z representam três números. Sabe-se que X é o menor número natural maior do que 5 que deixa resto 5 na divisão por 13, Y é um número racional que representa a terça parte da unidade e Z é um número inteiro menor do que –4 e maior do que –8. Nessas condições, o maior valor que o produto X.Y.Z pode assumir é igual a
 

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1303124 Ano: 2015
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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O trabalho noturno, salvo nos casos de revezamento semanal ou quinzenal, terá remuneração superior à do diurno e, para esse efeito, terá um acréscimo sobre a hora diurna de, pelo menos,
 

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1297209 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
Leia o texto para responder à questão.
A era dos excessos
Colocando foco em problemas brasileiros, lembro uma frase atribuída a Paracelso, médico e físico do século 16: “A diferença entre um veneno e um remédio está só na dosagem”.
O país precisa muito refletir sobre essa ideia, que está longe de se aplicar apenas à química e à medicina. Há um claro exagero em quase tudo no país: na polarização política, na ortodoxia econômica e monetária, nas críticas, no denuncismo e no pessimismo geral que deprime cada vez mais os brasileiros.
Nada é mais deprimente, por exemplo, do que o nível das discussões que se desenrolam nas redes sociais. Pessoas xingam-se e acusam-se mutuamente por discordâncias ideológicas ou religiosas, sem nenhum receio de cometer crimes de calúnia, injúria e difamação. É preciso diminuir a dosagem desses atritos para um nível civilizado de discussão de convicções e ideias.
Doses exageradas de crítica têm um nome: intolerância, atitude que, infelizmente, já saiu das redes sociais para a vida real. Todos vimos imagens de um ex-ministro sendo hostilizado em restaurantes, chamado de muitas coisas ruins. Assistimos, durante a Copa do Mundo do ano passado, a presidente ser xingada por grupos de torcedores com uma frase-palavrão que não dá para transcrever. Ambos são responsáveis por acertos e erros, mas não é disso que se trata. Trata-se de educação, civilidade, boas maneiras, respeito às diferenças e tolerância, coisas que estão em falta no atual momento brasileiro.
Esses excessos fazem muito mal ao país. O pessimismo é insuflado de forma estridente nas manchetes de jornais, no rádio, na televisão e, com ódio e intolerância, no dia a dia dos debates das redes sociais. Se você manifestar uma opinião um pouco diferente, é hostilizado imediatamente.
Aqueles que cometem excessos por razões políticas, unicamente pela disputa do poder, e que apostam no “quanto pior, melhor” deveriam saber que o resultado dessa disputa é o desemprego, a desagregação de famílias, o sofrimento de mães e crianças, o aumento da criminalidade, a insegurança e a desesperança geral no país.
Acreditamos que a frase de Paracelso embute uma mensagem que se aplica perfeitamente ao Brasil de hoje. Todos temos a obrigação de dosar as críticas para que elas sejam remédio e não veneno, aceitar diferenças, evitar radicalismos e buscar entendimento.
(Benjamin Steinbruch, Folha de S.Paulo. Adaptado)
A citação de Paracelso – A diferença entre um veneno e um remédio está só na dosagem. – é usada pelo autor, no texto, em sentido
 

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1296545 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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A administração de Recursos Humanos, conhecida pela sigla RH, é uma associação de habilidades e metodologias, políticas, técnicas e práticas definidas com o objetivo de administrar os comportamentos internos e potencializar o capital humano e que tem por finalidade
 

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1296527 Ano: 2015
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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Assinale a assertiva correta no que respeita ao instituto do aviso prévio.
 

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1296042 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
Leia o texto para responder à questão.
A era dos excessos
Colocando foco em problemas brasileiros, lembro uma frase atribuída a Paracelso, médico e físico do século 16: “A diferença entre um veneno e um remédio está só na dosagem”.
O país precisa muito refletir sobre essa ideia, que está longe de se aplicar apenas à química e à medicina. Há um claro exagero em quase tudo no país: na polarização política, na ortodoxia econômica e monetária, nas críticas, no denuncismo e no pessimismo geral que deprime cada vez mais os brasileiros.
Nada é mais deprimente, por exemplo, do que o nível das discussões que se desenrolam nas redes sociais. Pessoas xingam-se e acusam-se mutuamente por discordâncias ideológicas ou religiosas, sem nenhum receio de cometer crimes de calúnia, injúria e difamação. É preciso diminuir a dosagem desses atritos para um nível civilizado de discussão de convicções e ideias.
Doses exageradas de crítica têm um nome: intolerância, atitude que, infelizmente, já saiu das redes sociais para a vida real. Todos vimos imagens de um ex-ministro sendo hostilizado em restaurantes, chamado de muitas coisas ruins. Assistimos, durante a Copa do Mundo do ano passado, a presidente ser xingada por grupos de torcedores com uma frase-palavrão que não dá para transcrever. Ambos são responsáveis por acertos e erros, mas não é disso que se trata. Trata-se de educação, civilidade, boas maneiras, respeito às diferenças e tolerância, coisas que estão em falta no atual momento brasileiro.
Esses excessos fazem muito mal ao país. O pessimismo é insuflado de forma estridente nas manchetes de jornais, no rádio, na televisão e, com ódio e intolerância, no dia a dia dos debates das redes sociais. Se você manifestar uma opinião um pouco diferente, é hostilizado imediatamente.
Aqueles que cometem excessos por razões políticas, unicamente pela disputa do poder, e que apostam no “quanto pior, melhor” deveriam saber que o resultado dessa disputa é o desemprego, a desagregação de famílias, o sofrimento de mães e crianças, o aumento da criminalidade, a insegurança e a desesperança geral no país.
Acreditamos que a frase de Paracelso embute uma mensagem que se aplica perfeitamente ao Brasil de hoje. Todos temos a obrigação de dosar as críticas para que elas sejam remédio e não veneno, aceitar diferenças, evitar radicalismos e buscar entendimento.
(Benjamin Steinbruch, Folha de S.Paulo. Adaptado)
Na frase – Se você manifestar uma opinião um pouco diferente, é hostilizado imediatamente. –, o trecho destacado apresenta ideia de
 

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823931 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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A imagem a seguir foi retirada do MS-Outlook 2010, em sua configuração padrão.
Enunciado 823931-1
Assinale a alternativa que contém a funcionalidade relacionada ao ícone exibido.
 

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823256 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Pradópolis-SP
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Considerando os contratos administrativos no sentido amplo empregado pela Lei n.º 8.666/93, é correto afirmar que

 

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