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Foram encontradas 50 questões.

Acerca dos conhecimentos básicos sobre Hardware, assinale a alternativa que apresenta um periférico que é classificado simultaneamente como de ENTRADA e SAÍDA (E/S).
 

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Em relação aos paradigmas de programação, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. A programação estruturada é uma forma de programação que sugere que todos os programas podem ser reduzidos a três estruturas básicas: sequência, decisão e repetição.
II. A programação modular é uma forma de programação na qual o desenvolvimento das rotinas é feito por módulos interligados através de uma interface comum.
III. Na programação orientada a objetos, são implementos um conjunto de classes para definir os objetos presentes no mundo real.
 

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Em um sistema monoprogramado, a área de memória do computador é dividida em duas partes: uma área para o sistema operacional e uma área para o programa que está sendo executado. Em um sistema multiprogramado, a área de memória ‘do usuário’ é subdividida para executar vários programas.
Essa subdivisão é feita de forma dinâmica pelo sistema operacional e é conhecida como
 

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Analisando o seguinte código escrito em linguagem Delphi, o que vai acontecer quando a função “Exemplo” for executada?
1. Procedure Exemplo;
2. var
3. ar: Array of Integer;
4. begin
5. SetLength(ar,3);
6.
7. ar[0] := 34;
8. ar[1] := 45;
9. ar[2] := 745;
10.
11. SetLength(ar,5);
12.
13. ar [3] := 561;
14. ar [4] := 99;
15. end;
 

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Em banco de dados, existe o Sistema Gerenciador de Banco de Dados ou SGBD.
Sabendo disso, é correto afirmar que SGBD é
 

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As escolas deveriam ensinar os alunos a falhar
Até os erros têm sua função: ensinar às crianças como lidar com desafios e dificuldades.
Será que só tirar notas dez na escola é garantia de sucesso na vida adulta?
Você sabe como funciona a escola: tire notas boas e todos os professores vão gostar de você, te elogiar e exclamar o tempo todo que você tem um futuro brilhante. Agora, tire notas ruins ou ande um pouco fora da linha. Automaticamente, você vira o baderneiro da turma, o desatento que nunca será ninguém na vida.
Será mesmo?
Tony Little, especialista em educação e ex-diretor de uma das escolas particulares mais famosas do Reino Unido (a Eton, que já formou 19 primeiros-ministros e membros da família real), pensa justamente o contrário. Segundo ele, alunos precisam passar por experiências de falha na escola, para que tenham mais chances de se reerguer em situações mais delicadas na vida adulta. “Não é só ter a experiência de falhar, mas de poder fazê-lo em um ambiente seguro, para que a experiência possa ensinar algo”, disse o ex-diretor no Fórum Global de Educação e Habilidades, em Dubai.
Ou seja, ser sempre popular, só tirar notas boas e nunca sofrer na escola não ajuda ninguém a crescer de verdade. Sem ter de lidar com derrotas, eles não desenvolvem a habilidade para enfrentar dificuldades. “Eles nunca tiveram nada significante para combater”, disse Little.
A declaração de Little, na verdade, já foi cientificamente comprovada. Em 2014, um estudo americano concluiu que determinação e força de vontade, em momentos de dificuldade, ajudam a encarar desafios.
Outro experimento, dessa vez de pesquisadores de Singapura, dividiu 75 adolescentes: o primeiro grupo teve aulas normais com a fala de um professor e terminava com exercícios; já o segundo precisou resolver, em grupos pequenos e sem muita ajuda do professor, problemas bem mais complexos. O segundo grupo, depois de muitos erros, recebia orientação de um professor e, surpresa: tiveram resultados muito melhores do que a outra turma.
O estudo concluiu que, ao falhar, os alunos ativam uma parte do cérebro que possibilita um aprendizado mais profundo. É que eles precisam organizar e analisar mentalmente três coisas: o que já sabem, as limitações daquele conhecimento e, principalmente, o que não sabem. Ou seja: errar, além de ser humano, é muito mais eficaz no processo de aprendizagem.
POR Helô D’Angelo ATUALIZADO EM 17/03/2016
Fonte: http://super.abril.com.br/cotidiano/as-escolas-deveriam-ensinar-os-alunos-a-falhar-1
Assinale a alternativa correta.
 

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Existem diversos padrões acerca do cabeamento de redes de computadores.
Um deles é o TIA/EIA-568-B.3 que é responsável por especificar os padrões de componente e os requisitos de transmissão para
 

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As escolas deveriam ensinar os alunos a falhar
Até os erros têm sua função: ensinar às crianças como lidar com desafios e dificuldades.
Será que só tirar notas dez na escola é garantia de sucesso na vida adulta?
Você sabe como funciona a escola: tire notas boas e todos os professores vão gostar de você, te elogiar e exclamar o tempo todo que você tem um futuro brilhante. Agora, tire notas ruins ou ande um pouco fora da linha. Automaticamente, você vira o baderneiro da turma, o desatento que nunca será ninguém na vida.
Será mesmo?
Tony Little, especialista em educação e ex-diretor de uma das escolas particulares mais famosas do Reino Unido (a Eton, que já formou 19 primeiros-ministros e membros da família real), pensa justamente o contrário. Segundo ele, alunos precisam passar por experiências de falha na escola, para que tenham mais chances de se reerguer em situações mais delicadas na vida adulta. “Não é só ter a experiência de falhar, mas de poder fazê-lo em um ambiente seguro, para que a experiência possa ensinar algo”, disse o ex-diretor no Fórum Global de Educação e Habilidades, em Dubai.
Ou seja, ser sempre popular, só tirar notas boas e nunca sofrer na escola não ajuda ninguém a crescer de verdade. Sem ter de lidar com derrotas, eles não desenvolvem a habilidade para enfrentar dificuldades. “Eles nunca tiveram nada significante para combater”, disse Little.
A declaração de Little, na verdade, já foi cientificamente comprovada. Em 2014, um estudo americano concluiu que determinação e força de vontade, em momentos de dificuldade, ajudam a encarar desafios.
Outro experimento, dessa vez de pesquisadores de Singapura, dividiu 75 adolescentes: o primeiro grupo teve aulas normais com a fala de um professor e terminava com exercícios; já o segundo precisou resolver, em grupos pequenos e sem muita ajuda do professor, problemas bem mais complexos. O segundo grupo, depois de muitos erros, recebia orientação de um professor e, surpresa: tiveram resultados muito melhores do que a outra turma.
O estudo concluiu que, ao falhar, os alunos ativam uma parte do cérebro que possibilita um aprendizado mais profundo. É que eles precisam organizar e analisar mentalmente três coisas: o que já sabem, as limitações daquele conhecimento e, principalmente, o que não sabem. Ou seja: errar, além de ser humano, é muito mais eficaz no processo de aprendizagem.
POR Helô D’Angelo ATUALIZADO EM 17/03/2016
Fonte: http://super.abril.com.br/cotidiano/as-escolas-deveriam-ensinar-os-alunos-a-falhar-1
Em “[...] Você sabe como funciona a escola: tire notas boas e todos os professores vão gostar de você, te elogiar e exclamar o tempo todo que você tem um futuro brilhante. Agora, tire notas ruins ou ande um pouco fora da linha. [...]”, a expressão em destaque estabelece relação semântica de
 

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Na lógica proposicional, é possível fazer uma operação na qual se realiza a negação de uma negação, por exemplo: !$ \neg \neg p !$.
Sendo assim, o significado semântico correto dessa operação é uma
 

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Na linguagem Delphi, o comando “continue” é um comando de controle de fluxo.
Esse comando terá qual comportamento, quando executado na primeira linha de um laço de repetição “while” ?
 

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