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Foram encontradas 55 questões.

1544613 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Alternative
Orgão: Câm. Santa Terezinha Progresso-SC
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CULTURA


Ele disse: “O teu sorriso é como o primeiro suave susto de Julieta quando, das sombras perfumadas do jardim sob a janela insone, Romeu deu voz ao sublime Bardo e a própria noite aguçou seus ouvidos.”

E ela disse: “Corta essa”.

E ele disse: “A tua modéstia é como o rubor que assoma à face de rústicas campônias acossadas num quadro de Bruegel, pai, enaltecendo seu rubicundo encanto e derrotando o próprio simular de recato que a natureza, ao deflagrá- lo, quis.”

E ela disse: “Cumé que é?”

E ele: “Eu te amo como jamais um homem amou, como o Amor mesmo, em seu autoamor, jamais se considerou capaz de amar.”

E ela: “To sabendo...”

“Tu és a chuva e eu sou a terra; tu és ar e eu sou o fogo; tu és estrume, eu sou raiz.”

“Pô!”

“Desculpe. Esquece este último símile. Minha amada, minha vida. A inspiração é tanta que transborda e me foge, eu estou bêbado de paixão, o estilo tropeça no meio-fio, as frases caem do bolso...”

“Sei...”

“Os teus olhos são dois poços de águas claras onde brinca a luz da manhã, minha amada. A tua fronte é como o muro de alabastro do templo de Zamaz-al-Kaad, onde os sábios iam roçar o nariz e pensar na Eternidade. A tua boca é uma tâmara partida... Não, a tua boca é como um... um... Pera só um pouquinho...”

“Tô só te cuidando.”

“A tua boca, a tua boca, a tua boca... ( Uma imagem, meu Deus!)”

“Que qui tem a minha boca?”

“A tua boca, a tua boca... Bom, vamos pular a boca. O teu pescoço é como o pescoço de Greta Garbo na famosa cena da nuca em Madame Walewska, com Charles Boyer, dirigido por Clarence Brown, iluminado por...”

“Escuta aqui...”

“Eu tremo ! Eu desfaleço ! Ela quer que eu a escute ! Como se todo o meu ser não fosse uma membrana que espera a sua voz para reverberar de amor, como se o céu não fosse a campana e o Sol o badalo desta sinfonia especial: uma palavra dela...”

“Tá ficando tarde.”

“Sim, envelhecemos. O Tempo, soturno cocheiro deste carro fúnebre que é a Vida. Como disse Eliot, aliás, Yeats – ou foi Lampedusa? - , o Tempo, esse surdo – mudo que nos leva às costas...”

“Vamos logo que hoje eu não posso ficar toda a noite.”

( ...)

“Já sei!”

“O quê ? Volta aqui, pô...”

“Como um punhado de amoras na neve das estepes. A tua boca é como um punhado de amoras na neve das estepes!”


VERÍSSIMO, Luiz Fernando. Cultura. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.


O trecho da crônica de Veríssimo irá servir como base para responder as questões de 01 a 06:

“...sob a janela insone...” A figura de linguagem presente nesse excerto é denominada:

 

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1544612 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Alternative
Orgão: Câm. Santa Terezinha Progresso-SC
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CULTURA


Ele disse: “O teu sorriso é como o primeiro suave susto de Julieta quando, das sombras perfumadas do jardim sob a janela insone, Romeu deu voz ao sublime Bardo e a própria noite aguçou seus ouvidos.”

E ela disse: “Corta essa”.

E ele disse: “A tua modéstia é como o rubor que assoma à face de rústicas campônias acossadas num quadro de Bruegel, pai, enaltecendo seu rubicundo encanto e derrotando o próprio simular de recato que a natureza, ao deflagrá- lo, quis.”

E ela disse: “Cumé que é?”

E ele: “Eu te amo como jamais um homem amou, como o Amor mesmo, em seu autoamor, jamais se considerou capaz de amar.”

E ela: “To sabendo...”

“Tu és a chuva e eu sou a terra; tu és ar e eu sou o fogo; tu és estrume, eu sou raiz.”

“Pô!”

“Desculpe. Esquece este último símile. Minha amada, minha vida. A inspiração é tanta que transborda e me foge, eu estou bêbado de paixão, o estilo tropeça no meio-fio, as frases caem do bolso...”

“Sei...”

“Os teus olhos são dois poços de águas claras onde brinca a luz da manhã, minha amada. A tua fronte é como o muro de alabastro do templo de Zamaz-al-Kaad, onde os sábios iam roçar o nariz e pensar na Eternidade. A tua boca é uma tâmara partida... Não, a tua boca é como um... um... Pera só um pouquinho...”

“Tô só te cuidando.”

“A tua boca, a tua boca, a tua boca... ( Uma imagem, meu Deus!)”

“Que qui tem a minha boca?”

“A tua boca, a tua boca... Bom, vamos pular a boca. O teu pescoço é como o pescoço de Greta Garbo na famosa cena da nuca em Madame Walewska, com Charles Boyer, dirigido por Clarence Brown, iluminado por...”

“Escuta aqui...”

“Eu tremo ! Eu desfaleço ! Ela quer que eu a escute ! Como se todo o meu ser não fosse uma membrana que espera a sua voz para reverberar de amor, como se o céu não fosse a campana e o Sol o badalo desta sinfonia especial: uma palavra dela...”

“Tá ficando tarde.”

“Sim, envelhecemos. O Tempo, soturno cocheiro deste carro fúnebre que é a Vida. Como disse Eliot, aliás, Yeats – ou foi Lampedusa? - , o Tempo, esse surdo – mudo que nos leva às costas...”

“Vamos logo que hoje eu não posso ficar toda a noite.”

( ...)

“Já sei!”

“O quê ? Volta aqui, pô...”

“Como um punhado de amoras na neve das estepes. A tua boca é como um punhado de amoras na neve das estepes!”


VERÍSSIMO, Luiz Fernando. Cultura. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.


O trecho da crônica de Veríssimo irá servir como base para responder as questões de 01 a 06:

“...que espera a sua voz para reverberar de amor,...” O verbo em destaque pode ser substituído sem acarretar prejuízo de sentido ao texto, por:

 

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1544611 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Alternative
Orgão: Câm. Santa Terezinha Progresso-SC
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CULTURA


Ele disse: “O teu sorriso é como o primeiro suave susto de Julieta quando, das sombras perfumadas do jardim sob a janela insone, Romeu deu voz ao sublime Bardo e a própria noite aguçou seus ouvidos.”

E ela disse: “Corta essa”.

E ele disse: “A tua modéstia é como o rubor que assoma à face de rústicas campônias acossadas num quadro de Bruegel, pai, enaltecendo seu rubicundo encanto e derrotando o próprio simular de recato que a natureza, ao deflagrá- lo, quis.”

E ela disse: “Cumé que é?”

E ele: “Eu te amo como jamais um homem amou, como o Amor mesmo, em seu autoamor, jamais se considerou capaz de amar.”

E ela: “To sabendo...”

“Tu és a chuva e eu sou a terra; tu és ar e eu sou o fogo; tu és estrume, eu sou raiz.”

“Pô!”

“Desculpe. Esquece este último símile. Minha amada, minha vida. A inspiração é tanta que transborda e me foge, eu estou bêbado de paixão, o estilo tropeça no meio-fio, as frases caem do bolso...”

“Sei...”

“Os teus olhos são dois poços de águas claras onde brinca a luz da manhã, minha amada. A tua fronte é como o muro de alabastro do templo de Zamaz-al-Kaad, onde os sábios iam roçar o nariz e pensar na Eternidade. A tua boca é uma tâmara partida... Não, a tua boca é como um... um... Pera só um pouquinho...”

“Tô só te cuidando.”

“A tua boca, a tua boca, a tua boca... ( Uma imagem, meu Deus!)”

“Que qui tem a minha boca?”

“A tua boca, a tua boca... Bom, vamos pular a boca. O teu pescoço é como o pescoço de Greta Garbo na famosa cena da nuca em Madame Walewska, com Charles Boyer, dirigido por Clarence Brown, iluminado por...”

“Escuta aqui...”

“Eu tremo ! Eu desfaleço ! Ela quer que eu a escute ! Como se todo o meu ser não fosse uma membrana que espera a sua voz para reverberar de amor, como se o céu não fosse a campana e o Sol o badalo desta sinfonia especial: uma palavra dela...”

“Tá ficando tarde.”

“Sim, envelhecemos. O Tempo, soturno cocheiro deste carro fúnebre que é a Vida. Como disse Eliot, aliás, Yeats – ou foi Lampedusa? - , o Tempo, esse surdo – mudo que nos leva às costas...”

“Vamos logo que hoje eu não posso ficar toda a noite.”

( ...)

“Já sei!”

“O quê ? Volta aqui, pô...”

“Como um punhado de amoras na neve das estepes. A tua boca é como um punhado de amoras na neve das estepes!”


VERÍSSIMO, Luiz Fernando. Cultura. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.


O trecho da crônica de Veríssimo irá servir como base para responder as questões de 01 a 06:

Na crônica, a personagem feminina:

 

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1544610 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Alternative
Orgão: Câm. Santa Terezinha Progresso-SC
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CULTURA


Ele disse: “O teu sorriso é como o primeiro suave susto de Julieta quando, das sombras perfumadas do jardim sob a janela insone, Romeu deu voz ao sublime Bardo e a própria noite aguçou seus ouvidos.”

E ela disse: “Corta essa”.

E ele disse: “A tua modéstia é como o rubor que assoma à face de rústicas campônias acossadas num quadro de Bruegel, pai, enaltecendo seu rubicundo encanto e derrotando o próprio simular de recato que a natureza, ao deflagrá- lo, quis.”

E ela disse: “Cumé que é?”

E ele: “Eu te amo como jamais um homem amou, como o Amor mesmo, em seu autoamor, jamais se considerou capaz de amar.”

E ela: “To sabendo...”

“Tu és a chuva e eu sou a terra; tu és ar e eu sou o fogo; tu és estrume, eu sou raiz.”

“Pô!”

“Desculpe. Esquece este último símile. Minha amada, minha vida. A inspiração é tanta que transborda e me foge, eu estou bêbado de paixão, o estilo tropeça no meio-fio, as frases caem do bolso...”

“Sei...”

“Os teus olhos são dois poços de águas claras onde brinca a luz da manhã, minha amada. A tua fronte é como o muro de alabastro do templo de Zamaz-al-Kaad, onde os sábios iam roçar o nariz e pensar na Eternidade. A tua boca é uma tâmara partida... Não, a tua boca é como um... um... Pera só um pouquinho...”

“Tô só te cuidando.”

“A tua boca, a tua boca, a tua boca... ( Uma imagem, meu Deus!)”

“Que qui tem a minha boca?”

“A tua boca, a tua boca... Bom, vamos pular a boca. O teu pescoço é como o pescoço de Greta Garbo na famosa cena da nuca em Madame Walewska, com Charles Boyer, dirigido por Clarence Brown, iluminado por...”

“Escuta aqui...”

“Eu tremo ! Eu desfaleço ! Ela quer que eu a escute ! Como se todo o meu ser não fosse uma membrana que espera a sua voz para reverberar de amor, como se o céu não fosse a campana e o Sol o badalo desta sinfonia especial: uma palavra dela...”

“Tá ficando tarde.”

“Sim, envelhecemos. O Tempo, soturno cocheiro deste carro fúnebre que é a Vida. Como disse Eliot, aliás, Yeats – ou foi Lampedusa? - , o Tempo, esse surdo – mudo que nos leva às costas...”

“Vamos logo que hoje eu não posso ficar toda a noite.”

( ...)

“Já sei!”

“O quê ? Volta aqui, pô...”

“Como um punhado de amoras na neve das estepes. A tua boca é como um punhado de amoras na neve das estepes!”


VERÍSSIMO, Luiz Fernando. Cultura. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.


O trecho da crônica de Veríssimo irá servir como base para responder as questões de 01 a 06:

Quanto ao perfil dos personagens, pode-se afirmar que a personagem feminina é:

 

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1544609 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Alternative
Orgão: Câm. Santa Terezinha Progresso-SC
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CULTURA


Ele disse: “O teu sorriso é como o primeiro suave susto de Julieta quando, das sombras perfumadas do jardim sob a janela insone, Romeu deu voz ao sublime Bardo e a própria noite aguçou seus ouvidos.”

E ela disse: “Corta essa”.

E ele disse: “A tua modéstia é como o rubor que assoma à face de rústicas campônias acossadas num quadro de Bruegel, pai, enaltecendo seu rubicundo encanto e derrotando o próprio simular de recato que a natureza, ao deflagrá- lo, quis.”

E ela disse: “Cumé que é?”

E ele: “Eu te amo como jamais um homem amou, como o Amor mesmo, em seu autoamor, jamais se considerou capaz de amar.”

E ela: “To sabendo...”

“Tu és a chuva e eu sou a terra; tu és ar e eu sou o fogo; tu és estrume, eu sou raiz.”

“Pô!”

“Desculpe. Esquece este último símile. Minha amada, minha vida. A inspiração é tanta que transborda e me foge, eu estou bêbado de paixão, o estilo tropeça no meio-fio, as frases caem do bolso...”

“Sei...”

“Os teus olhos são dois poços de águas claras onde brinca a luz da manhã, minha amada. A tua fronte é como o muro de alabastro do templo de Zamaz-al-Kaad, onde os sábios iam roçar o nariz e pensar na Eternidade. A tua boca é uma tâmara partida... Não, a tua boca é como um... um... Pera só um pouquinho...”

“Tô só te cuidando.”

“A tua boca, a tua boca, a tua boca... ( Uma imagem, meu Deus!)”

“Que qui tem a minha boca?”

“A tua boca, a tua boca... Bom, vamos pular a boca. O teu pescoço é como o pescoço de Greta Garbo na famosa cena da nuca em Madame Walewska, com Charles Boyer, dirigido por Clarence Brown, iluminado por...”

“Escuta aqui...”

“Eu tremo ! Eu desfaleço ! Ela quer que eu a escute ! Como se todo o meu ser não fosse uma membrana que espera a sua voz para reverberar de amor, como se o céu não fosse a campana e o Sol o badalo desta sinfonia especial: uma palavra dela...”

“Tá ficando tarde.”

“Sim, envelhecemos. O Tempo, soturno cocheiro deste carro fúnebre que é a Vida. Como disse Eliot, aliás, Yeats – ou foi Lampedusa? - , o Tempo, esse surdo – mudo que nos leva às costas...”

“Vamos logo que hoje eu não posso ficar toda a noite.”

( ...)

“Já sei!”

“O quê ? Volta aqui, pô...”

“Como um punhado de amoras na neve das estepes. A tua boca é como um punhado de amoras na neve das estepes!”


VERÍSSIMO, Luiz Fernando. Cultura. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.


O trecho da crônica de Veríssimo irá servir como base para responder as questões de 01 a 06:

Sobre a crônica:

1. Pode-se inferir que a situação retratada no texto é um monólogo entre duas pessoas que possuem um relacionamento amoroso, ou ainda uma tentativa de sedução por parte do personagem masculino.

2. No texto, fica implícita a ideia de que o amor é algo inexequível.

3. A crônica foi escrita em terceira pessoa.

4. O personagem masculino utiliza um vocabulário esmerado por acreditar que isso o fará conquistar a amada.

 

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1544608 Ano: 2019
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Alternative
Orgão: Câm. Santa Terezinha Progresso-SC
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Com base na Lei 101 de 2000, Lei de Responsabilidade Fiscal, conforme o seu art. 50, além de obedecer às demais normas de contabilidade pública, a escrituração das contas públicas observará:

Indique a alternativa CORRETA:

 

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1544607 Ano: 2019
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: Alternative
Orgão: Câm. Santa Terezinha Progresso-SC
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De acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público, sobre a Depreciação indique (V) para VERDADEIRO e (F) para FALSO e em seguida indique a alternativa CORRETA:

A. (___) Os métodos de depreciação devem ser compatíveis com a vida útil econômica do ativo e aplicados uniformemente.

B. (___) Não estão sujeitos ao regime de depreciação os terrenos e os bens de natureza cultural.

C. (___) A depreciação de bens imóveis deve ser calculada com base, exclusivamente, no valor de mercado, deduzido o valor dos terrenos.

D. (___) O valor depreciado, apurado mensalmente, deve ser reconhecido nas contas de resultado do exercício.

E. (___) As demonstrações contábeis devem divulgar em nota explicativa as informações do método utilizado, a vida útil econômica, taxa utilizada, o valor contábil bruto e a depreciação acumuladas no início e no fim do período.

 

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1544606 Ano: 2019
Disciplina: Direito Tributário
Banca: Alternative
Orgão: Câm. Santa Terezinha Progresso-SC
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De acordo com o Código Tributário Nacional, sobre o Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza, é CORRETO afirmar:

 

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1544605 Ano: 2019
Disciplina: Legislação Tributária Federal
Banca: Alternative
Orgão: Câm. Santa Terezinha Progresso-SC
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A Lei 116/2003 em seu art. 2º determina que o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, de competência dos Municípios e do Distrito Federal – ISS, não incide sobre:

Analise as assertivas e indique a alternativa CORRETA:

I. As exportações de serviços para o exterior do País.

II. Os serviços relacionados a operações de câmbio em geral, edição, alteração, prorrogação, cancelamento e baixa de contrato de câmbio.

III. A elaboração de planos diretores, estudos de viabilidade, estudos organizacionais e outros, relacionados com obras e serviços de engenharia.

IV. A pesquisa, perfuração, cimentação, mergulho, perfilagem, concretação, testemunhagem, pescaria, estimulação e outros serviços relacionados com a exploração e explotação de petróleo, gás natural e de outros recursos minerais.

V. A prestação de serviços em relação de emprego, dos trabalhadores avulsos, dos diretores e membros de conselho consultivo ou de conselho fiscal de sociedades e fundações, bem como dos sócios-gerentes e dos gerentes-delegados.

 

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1544604 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Alternative
Orgão: Câm. Santa Terezinha Progresso-SC
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A Lei n° 8.666/93, que trata dos contratos e licitações, descreve no art. 19 que os bens imóveis da Administração Pública, cuja aquisição haja derivado de procedimentos judiciais ou de dação em pagamento, poderão ser alienados por ato da autoridade competente, observadas as seguintes regras:

Indique a alternativa CORRETA:

 

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