Foram encontradas 80 questões.
1655681
Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
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A Lei Orçamentária anual deve compreender o
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Observe a imagem a seguir, que representa uma planilha desenvolvida no Microsoft Office Excel 2007.

Na célula D11 foi inserida uma fórmula para indicar a maior
pontuação (no intervalo de D4 à D8) entre os países
mencionados na planilha.
pontuação (no intervalo de D4 à D8) entre os países
mencionados na planilha.
Assinale a alternativa correta que indica a fórmula inserida.
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1631714
Ano: 2016
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
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Finda a legislatura, devem ser arquivadas todas as proposições que, no seu decurso tenham sido submetidas à deliberação da Câmara e ainda se encontrem em tramitação, bem como as que tenham aberto crédito suplementar, em pareceres ou sem eles, tais como as que
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Um triângulo com 50 m de base e 20 m de altura tem uma superfície, em relação á superfície de um retângulo com 100 m de base e 20 m de altura, numa faixa
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1621593
Ano: 2016
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
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A licença do cargo de Prefeito, uma vez solicitada expressamente pelo Chefe do Executivo, NÃO poderá ser concedida pela Câmara
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1620171
Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
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No que concerne às obras e serviços municipais, dispõe a Lei Orgânica do Município de Santana de Parnaíba que
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Pechada
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de "Gaúcho". Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
- Aí, Gaúcho!
- Fala, Gaúcho!
- Fala, Gaúcho!
Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, ~dos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?
- Mas o Gaúcho fala "tu"! - disse o gordo Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
- E fala certo - disse a professora. - Pode-se dizer "tu" e pode-se dizer "você". Os dois estão certos. Os dois são português.
O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.
- O pai atravessou a sinaleira e pechou_
-O que?
- O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
-O que?
- O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
- O que foi que ele disse, tia?- quis saber o gordo Jorge.
- Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
- E o que é isso?
- Gaúcho ... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
- Nós vinha ...
- Nós vínhamos.
- Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.
- Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
- E o que é isso?
- Gaúcho ... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
- Nós vinha ...
- Nós vínhamos.
- Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele jeito.
"Sinaleira", obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel, carro. Mas "pechar" o que era? Bater claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que "pechar" vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido: Pechada.
-Aí, Pechada!
- Fala, Pechada!
- Fala, Pechada!
Luis Fernando Veríssimo, Revista Nova Escola.
Assinale a alternativa correta na qual o uso do "que" tenha valor de pronome relativo. -
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Pechada
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de "Gaúcho". Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
- Aí, Gaúcho!
- Fala, Gaúcho!
- Fala, Gaúcho!
Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, ~dos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?
- Mas o Gaúcho fala "tu"! - disse o gordo Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
- E fala certo - disse a professora. - Pode-se dizer "tu" e pode-se dizer "você". Os dois estão certos. Os dois são português.
O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.
- O pai atravessou a sinaleira e pechou_
-O que?
- O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
-O que?
- O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
- O que foi que ele disse, tia?- quis saber o gordo Jorge.
- Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
- E o que é isso?
- Gaúcho ... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
- Nós vinha ...
- Nós vínhamos.
- Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.
- Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
- E o que é isso?
- Gaúcho ... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
- Nós vinha ...
- Nós vínhamos.
- Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele jeito.
"Sinaleira", obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel, carro. Mas "pechar" o que era? Bater claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que "pechar" vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido: Pechada.
-Aí, Pechada!
- Fala, Pechada!
- Fala, Pechada!
Luis Fernando Veríssimo, Revista Nova Escola.
As alternativas abaixo apresentam trechos adaptados do texto. Analise as afirmativas a respeito dos verbos.
I. "O apelido foi instantâneo e, sem que ela esperasse, naquele excepcional dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de "Gaúcho"'. O termo destacado é um verbo na forma nominal do gerúndio.
II. "Variava a pronúncia, porém o idioma é o mesmo. E os alunos não achavam espetacular que num país do tamanho do Brasil todos falassem em consonância a mesma língua". O termo destacado é um verbo na forma nominal do particípio.
IlI. A professora sorriu, porém arrependeu-se e achou que não era caso para sorrir. O termo destacado é um verbo na forma nominal do infinitivo.
É correto o que se afirma em
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Caso de recenseamento
Carlos Drummond de Andrade
O agente do recenseamento vai bater numa casa de subúrbio longínquo, aonde nunca chegam as notícias.
— Não quero comprar nada.
— Eu não vim vender, minha senhora. Estou fazendo o censo da população e lhe peço o favor de me ajudar.
— Ah moço, não estou em condições de ajudar ninguém. Tomara eu que Deus me ajude. Com licença, sim?
E fecha-lhe a porta.
Ele bate de novo.
— O senhor, outra vez?! Não lhe disse que não adianta me pedir auxílio?
— A senhora não me entendeu bem, desculpe. Desejo que me auxilie, mas é a encher este papel. Não vai pagar nada, não vou lhe tomar nada. Basta respondera umas perguntinhas.
— Não vou respondera perguntinha nenhuma, estou muito ocupada, até logo!
A porta é fechada de novo, de novo o agente obstinado tenta restabelecer o diálogo.
— Sabe de uma coisa? Dê o fora depressa antes que eu chame meu marido!
— Chame sim, minha senhora, eu me explico com ele.
(Só Deus sabe o que irá acontecer. Mas o rapaz tem uma ideia na cabeça: é preciso preencher o questionário, é preciso preencher o questionário, é preciso preencher o questionário).
— Que é que há? — resmunga o marido, sonolento, descalço e sem camisa, puxado pela mulher.
— E esse camelô aí que não quer deixar a gente sossegada!
— Não sou camelô, meu amigo, sou agente do censo.
— Agente coisa nenhuma, eles inventam uma besteira qualquer, depois empurram a mercadoria! A gente não pode comprar mais nada este mês, Ediraldo!
O marido faz-lhe um gesto para calar-se, enquanto ele estuda o rapaz, suas intenções. O agente explica-lhe tudo com calma, convertice-o de que não é nem camelô nem policial nem cobrador de impostos nem enviado de Tenório Cavalcanti. A ideia , de recenseamento, pouco a pouco, vai se instalando naquela casa, penetrando naquele espírito. Não custa atender ao rapaz, que é bonzinho e respeitoso.
E como não há despesa nem ameaça de despesa ou incômodo de qualquer ordem, começa a informar, obscuramente orgulhoso de ser objeto, pela primeira vez na vida, da curiosidade do governo.
— O senhor tem filhos, seu Ediraldo?
— Tenho três, sim senhor.
— Pode me dizer a graça deles, por obséquio? Com a idade de cada um?
— Pois não. Tenho o Jorge Independente, de 14 anos; o Miguel Urubatã, de 10; e a Pipoca, de 4.
— Muito bem, me deixe tomar nota. Jorge... Urubatã... E a Pipoca, como é mesmo o nome dela?
— Nós chamamos ela de Pipoca porque é doida por pipoca.
— Se pudesse me dizer como é que ela foi registrada...
— Isso eu não sei, não me lembro.
E, voltando-se para a cozinha:
— Mulher, sabes o nome da Pipoca?
A mulher aparece confusa.
— Assim de cabeça eu não guardei. Procura o papel na gaveta.
Reviram a gaveta, não acham a certidão de registro civil.
— Só perguntando à madrinha dela, que foi quem inventou o nome. Pra nós ela é Pipoca, tá bom?
— Pois então fica se chamando Pipoca, decide o agente. Muito obrigado, seu Ediraldo, muito obrigado, minha senhora, disponham!
Na frase: “O agente do recenseamento vai bater numa casa de subúrbio longínquo, aonde nunca chegam as notícias", o termo “aonde" está empregado de maneira correta. Assinale a alternativa na qual os termos “onde” e “aonde" estejam empregados INCORRETAMENTE.
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1575288
Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
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Celso, Walter, Milton e Miriam são quatro irmãos. Um dos homens é casado com uma mulher,20 anos mais jovem, outro com uma 5 anos mais nova e o outro tem a mesma idade da sua esposa. Miriam é divorciada. O mais velho dos irmãos tem um ano mais que um de seus irmãos, 8 anos mais quq o segundo e 10 anos mais que sua irmã. Aquele que é casado com a mulher mais jovem não é o mais jovem entre os irmãos e o casado com a esposa de mesma idade que ele, que é o Milton, não é o mais velho entre os homens. A esposa de Celso é 16 anos mais velha que a mais nova entre as cunhadas, que está com 51 anos de idade. Miriam completou 62 anos. Pode-se concluir, que Walter tem
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