Foram encontradas 150 questões.
A única das palavras abaixo que aceita três formas diferentes de plural, segundo a Norma Padrão é:
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Ao arremessar uma bolinha de papel em um lixeiro, foi observado que a trajetória descrita era dada por uma curva parabólica de lei m(s) = 2s + 2 – s 2, onde m é a altura, em metros, que a bolinha atinge em s segundos após o arremesso. Com base nisso, é correto afirmar que:
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Analise a imagem abaixo. No conjunto de pastas e arquivos, que foram criados dentro do Sistema Operacional Windows, Qual desses é um atalho?

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1337629
Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Disciplina: Administração Geral
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Sobre o relacionamento interpessoal podemos dizer que agrega valor quando:
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1263926
Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Sobre os princípios básicos da administração pública que está estruturado em regras de observância permanente e obrigatória, sendo o pilar do Estado de Direito. E é a maior garantia dos administradores frente ao poder público, estamos falando de qual serviço?
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1225571
Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Sobre a Lei de Licitação e Contratos Administrativos, Lei nº8.666/93, assinale a alternativa correta:
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1211670
Ano: 2016
Disciplina: Direito Tributário
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Disciplina: Direito Tributário
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Sobre os impostos, assinale a alternativa incorreta:
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1185286
Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Disciplina: Comunicação Social
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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Discute-se muito, no Brasil, a importância da função social do jornalismo, num momento em que as empresas jornalísticas precisam de verbas publicitárias para se manter financeiramente. Sobre a função social do jornalismo, o que é mais correto afirmar?
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1185198
Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Câm. Santarém-PA
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O sigilo da fonte, alvo de muitas discussões jurídicas, é citado pela Constituição Federal, no inciso XIV do artigo 5. O que diz a legislação brasileira sobre o sigilo da fonte?
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Texto para a questão.
DA INTELIGÊNCIA DOS ANIMAIS
Já se disse muitas vezes, um pouco a sério, um pouco por gozação, que a única diferença entre os humanos e outros animais é que nós falamos, porque já estaria demonstrado que não somos racionais, mas, em compensação, não há dúvidas de que falamos. Esse é meu mote, hoje.
Num desses dias, vi, em noticiário de televisão, uma reportagem sobre uma chimpanzé que pinta. Seus quadros estavam expostos em paredes, parecia uma vernissage dessas que a imprensa noticia, com artistas desconhecidos, mas todos modernos. Na hora, pensei que aquela chimpanzé poderia ganhar um prêmio numa dessas bienais. E pensei outras coisas, que exponho logo abaixo. Pensei também que, se eu dissesse em voz alta aquilo que estava pensando, para uma plateia de experts (composta, por exemplo, pelos críticos de arte), seria certamente considerado conservador, já que todos eles, sem exceção, são espíritos pós-modernos.
A matéria me fez pensar. Mas não naquilo que em geral se pensa, embora os tópicos correntes também não tenham sido descuidados. O que em geral nos ocorre, diante de fatos como uma Chimpanzé pintando quadros que parecem feitos por humanos (alguém estava comigo e exclamou: “pô, os quadros dela têm equilíbrio”), são as velhas dúvidas sobre os reais limites entre o humano e o animal. Mais especificamente, coisas do tipo: será que só os humanos pensam? Será que só os humanos falam? E, por associação, será que só há vida na Terra? Será que nossas almas transmigram, que a reencarnação existe? E outras perguntas típicas de Planeta.
Tive muitos azares na vida. Um deles foi o de ter lido algumas coisas muito tarde, sempre depois da hora, sempre depois dos outros. Por exemplo, só li obra infantil de Monteiro Lobato quando fazia pós-graduação. E li Alice no País das Maravilhas depois de formado. Outros leem tudo isso e muito mais já na infância. Estou em enorme desvantagem, eu acho, mas às vezes acho que isso também me dá algumas vantagens. Foi por causa de Alice, por exemplo, que agucei uma certa capacidade de formular sempre mais de uma hipótese diante de qualquer fato. Aprendi isso no início da história, quando Alice cai num buraco e se espanta com a demora em chegar ao fundo. Um humano qualquer só gritaria. No máximo, arranjaria uma (só uma) explicação. Não Alice. Ela pensa: “Ou o buraco é muito fundo, ou eu estou caindo muito devagar”.
Diante da chimpanzé pintora, ocorreu-me um dilema do mesmo tipo: “Se a chimpanzé pinta tão bem quadros neste estilo, ou ela é brilhante, ou... este tipo de arte é muito simples.” Só espero que os leitores não me digam: “se é simples, então pinte você!” Não exageremos, claro que não é assim tão simples. Mas vale a pena observar que há muitas piadas sobre a arte moderna e acho que não há nenhuma que ponha em questão, por exemplo, o gênio dos renascentistas. E nenhuma chimpanzé pintaria As meninas.
O que a matéria me fez pensar, além disso, foi o seguinte: nós nos perguntamos muito frequentemente se só os humanos são inteligentes, se só os humanos falam. Questionamos, em nossos banheiros (na pose d’O Pensador de Rodin): será que as linguagens dos golfinhos, das abelhas e das formigas não serão também sofisticadas, e nós as deixamos de lado apenas porque não as entendemos? Será que não estamos tratando os animais como antigamente (antigamente?) tratamos as mulheres, os negros, os índios? Minha resposta seria: pode ser que os animais falem, que sejam inteligentes, essas coisas todas. Mas acho que nós é que não somos muito inteligentes. Tanto que parece ser mais fácil uma chimpanzé pintar ou aprender a “comunicar-se” com 300 signos (pode-se ver isso na TV) do que nós aprendermos só uma coisa: que os animais não falam. E qualquer bebê deveria espantar-nos bem mais que os cães e gatos.
POSSENTI, Sírio. A Cor da Língua e outras croniquinhas de linguista: São Paulo,2006.
Na lexia: “... já que todos eles, sem exceção, são espíritos pós-modernos.”, a respeito da expressão já que é correto:
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