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Foram encontradas 80 questões.

3965413 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Câm. São José Seridó-RN
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA
A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.
É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.
Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 
Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.
Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:
I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;
II. O desafio energético da IA generativa;
III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.
É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.
Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O TEXTO apresenta uma análise sobre o futuro da inteligência artificial aplicada ao contexto empresarial, destacando uma nova fase em que diferentes abordagens tecnológicas convergem para gerar sistemas mais autônomos e confiáveis. Essa visão reflete uma transformação tanto técnica quanto estratégica no uso corporativo da IA. Considerando as ideias expostas, assinale a alternativa que expressa a tese defendida do texto.
 

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3965412 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Câm. São José Seridó-RN
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA
A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.
É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.
Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 
Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.
Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:
I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;
II. O desafio energético da IA generativa;
III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.
É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.
Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O texto analisa a trajetória recente da inteligência artificial e aponta uma mudança de paradigma na forma como a tecnologia deve evoluir. Ao criticar o gigantismo dos modelos atuais, o autor propõe uma alternativa que busca aliar eficiência técnica e transparência ética. Considerando as ideias desenvolvidas, assinale a alternativa que sintetiza a principal argumentação do texto.
 

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3965411 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Câm. São José Seridó-RN
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA
A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.
É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.
Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 
Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.
Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:
I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;
II. O desafio energético da IA generativa;
III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.
É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.
Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O texto discute o cenário atual da inteligência artificial sob a perspectiva de forças estruturais que impulsionam sua transformação. A mudança não é apresentada como uma opção estratégica, mas como uma resposta inevitável a demandas globais que envolvem ética, sustentabilidade e eficiência. Considerando as ideias expressas, assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
 

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3965410 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Câm. São José Seridó-RN
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA
A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.
É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.
Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 
Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.
Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:
I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;
II. O desafio energético da IA generativa;
III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.
É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.
Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O texto apresenta uma visão otimista sobre o papel da inteligência artificial no contexto contemporâneo, ressaltando não apenas seu potencial técnico, mas também seu impacto econômico e social. Ao defender uma postura de confiança estratégica diante dessa tecnologia, o autor sugere uma mudança de mentalidade em relação à forma como a IA deve ser compreendida e aplicada. Considerando esse ponto de vista, assinale a alternativa que expressa a mensagem contida no texto.
 

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3965409 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Câm. São José Seridó-RN
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA
A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.
É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.
Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 
Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.
Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:
I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;
II. O desafio energético da IA generativa;
III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.
É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.
Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O texto apresenta uma visão prospectiva sobre os rumos da inteligência artificial, reconhecendo desafios atuais, mas também apontando uma tendência inevitável de transformação tecnológica. A mensagem vai além do aspecto técnico, sugerindo implicações estratégicas e competitivas para as organizações. Considerando essas ideias, assinale a alternativa que expressa a interpretação contida no texto.
 

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3965408 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Câm. São José Seridó-RN
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções
De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).
Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).
"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).
O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.
O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).
Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).
Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto apresenta dados que refletem o comportamento digital de jovens usuários de internet no Brasil, destacando as plataformas mais populares entre eles. As porcentagens indicam não apenas preferências individuais, mas também tendências de uso que revelam diferentes formas de interação, consumo e comunicação. Considerando essas informações, assinale a alternativa que expressa uma conclusão que pode ser extraída do texto.
 

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3965407 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Câm. São José Seridó-RN
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções
De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).
Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).
"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).
O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.
O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).
Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).
Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto apresenta a fala de Alexandre Barbosa, que contextualiza a inclusão de um novo indicador na pesquisa sobre o uso da inteligência artificial generativa entre crianças e adolescentes. Sua explicação revela uma preocupação que ultrapassa o simples mapeamento tecnológico, evidenciando uma intenção mais ampla e estratégica. Considerando o posicionamento do autor, assinale a alternativa que expressa o propósito principal da iniciativa mencionada.
 

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3965406 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Câm. São José Seridó-RN
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções
De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).
Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).
"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).
O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.
O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).
Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).
Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto traz dados da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, revelando como crianças e adolescentes brasileiros têm incorporado o uso de ferramentas de inteligência artificial generativa em seu cotidiano. As informações destacam não apenas a frequência de uso, mas também as diferenças de comportamento entre faixas etárias e classes sociais. Considerando o conteúdo e as implicações desses dados, assinale a alternativa que reflete a interpretação expressa no texto.
 

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3965405 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Câm. São José Seridó-RN
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções
De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).
Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).
"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).
O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.
O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).
Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).
Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto apresenta dados recentes sobre o acesso de jovens brasileiros à internet, revelando não apenas a dimensão do uso, mas também as transformações nos meios tecnológicos que o possibilitam. Esses números refletem uma tendência social mais ampla, relacionada à forma como a conectividade se consolidou no cotidiano das novas gerações. Considerando essas informações, assinale a alternativa que expressa a ideia central do texto acerca deste tema.
 

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3965404 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IGEDUC
Orgão: Câm. São José Seridó-RN
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções
De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).
Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).
"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).
O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.
O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).
Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).
Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.
https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto apresenta dados que revelam uma mudança significativa no comportamento digital de jovens em ambiente escolar. A redução no acesso a plataformas online é associada a uma nova legislação que limita o uso de celulares nas escolas, trazendo implicações tanto para a rotina educacional quanto para o modo como os estudantes se relacionam com a tecnologia. Considerando essas informações, assinale a alternativa que melhor interpreta o conteúdo do texto.
 

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