Foram encontradas 285 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Celular causa câncer no cérebro?
Uma revisão sistemática sobre os possíveis efeitos à
saúde decorrentes da exposição às ondas de rádio
mostrou que os telefones celulares não estão
relacionados ao câncer no cérebro.
A análise, encomendada pela Organização Mundial da
Saúde (OMS), foi publicada nesta semana na revista
científica Environment International.
Os celulares geralmente são segurados junto à cabeça
durante o uso. E eles emitem ondas de rádio, um tipo de
radiação não ionizante. Estes dois fatores são, em
grande parte, o motivo pelo qual surgiu a ideia de que os
celulares poderiam causar câncer no cérebro.
A possibilidade de que os celulares possam causar
câncer é uma preocupação de longa data. Os celulares
— e a tecnologia wireless (sem fio) de forma mais ampla
— são uma parte importante das nossas vidas
cotidianas. Por isso, é fundamental que a ciência avalie a
segurança da exposição às ondas de rádio destes
dispositivos.
Ao longo dos anos, o consenso científico permaneceu
forte — não há associação entre as ondas de rádio dos
celulares e o câncer no cérebro, ou a saúde de forma
mais ampla.
Apesar do consenso, foram publicados estudos de
pesquisa ocasionais que sugeriram a possibilidade de
fazer mal.
Em 2011, a Agência Internacional de Pesquisa sobre
Câncer (IARC, na sigla em inglês) classificou a
exposição a ondas de rádio como um possível
carcinógeno para seres humanos. O significado desta
classificação foi amplamente mal interpretado — e levou
a um aumento na preocupação.
A IARC faz parte da Organização Mundial da Saúde. E
sua classificação das ondas de rádio como um possível
carcinógeno foi baseada, em grande parte, em
evidências limitadas de estudos observacionais com
seres humanos. Também conhecidos como estudos
epidemiológicos, eles observam a taxa de doenças, e
como elas podem ser causadas em populações
humanas.
Estudos observacionais são a melhor ferramenta que os
pesquisadores têm para investigar efeitos de longo prazo
na saúde dos seres humanos, mas os resultados podem
ser, com frequência, tendenciosos.
A classificação da IARC se baseou em estudos
observacionais anteriores, em que pessoas com câncer
no cérebro relataram que usavam o celular mais do que
realmente usavam. Um exemplo é o estudo conhecido
como Interphone.
Esta nova revisão sistemática de estudos observacionais
em seres humanos é baseada em um conjunto de dados
muito maior em comparação com o que a IARC analisou
em 2011.
Ela inclui estudos mais recentes e mais abrangentes.
Isso significa que agora podemos ter mais confiança de
que a exposição a ondas de rádio de telefones celulares
ou tecnologias sem fio não está associada a um risco
maior de câncer no cérebro.
A nova análise faz parte de uma série de revisões
sistemáticas encomendadas pela OMS para investigar
mais de perto os possíveis efeitos na saúde associados
à exposição a ondas de rádio.
Esta revisão sistemática oferece a evidência mais forte
até o momento de que as ondas de rádio de tecnologias
sem fio não são um risco à saúde humana.
É a revisão mais abrangente sobre este tema. Ela levou
em consideração mais de 5 mil estudos, dos quais 63,
publicados entre 1994 e 2022, foram incluídos na análise
final. A principal razão pela qual estudos foram excluídos
foi que eles não eram realmente relevantes; isso é muito
comum em resultados de pesquisa de revisões
sistemáticas.
Não foi encontrada nenhuma associação entre uso de
celular e câncer no cérebro, ou qualquer outro câncer na
cabeça ou pescoço.
Também não foi encontrada associação com o câncer se
a pessoa usava telefone celular por dez anos ou mais
(uso prolongado). A frequência de uso — com base no
número de chamadas ou no tempo gasto ao telefone —
tampouco fazia diferença.
É importante ressaltar que estas descobertas estão
alinhadas com pesquisas anteriores. Isso mostra que,
embora o uso de tecnologias sem fio tenha aumentado
enormemente nas últimas décadas, não houve aumento
na incidência de câncer no cérebro.
Os celulares emitem ondas de rádio de baixo nível,
abaixo destes limites de segurança, e não há evidências
de que a exposição a elas tenha impacto na saúde
humana.
Apesar disso, é importante que as pesquisas continuem.
A tecnologia está se desenvolvendo em um ritmo
acelerado. Com esse avanço, vem o uso de ondas de
rádio de diferentes maneiras, com diferentes frequências.
Por isso, é essencial que a ciência continue a garantir
que a exposição às ondas de rádio provenientes destas
tecnologias permaneça segura.
O desafio que temos agora é assegurar que esta nova
pesquisa acabe com as concepções equivocadas e a
desinformação persistentes sobre telefones celulares e
câncer no cérebro.
Ainda não há evidências de nenhum efeito para a saúde
decorrente da exposição relacionada aos telefones
celulares — e isso é uma coisa boa.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjve7y6407o
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Celular causa câncer no cérebro?
Uma revisão sistemática sobre os possíveis efeitos à
saúde decorrentes da exposição às ondas de rádio
mostrou que os telefones celulares não estão
relacionados ao câncer no cérebro.
A análise, encomendada pela Organização Mundial da
Saúde (OMS), foi publicada nesta semana na revista
científica Environment International.
Os celulares geralmente são segurados junto à cabeça
durante o uso. E eles emitem ondas de rádio, um tipo de
radiação não ionizante. Estes dois fatores são, em
grande parte, o motivo pelo qual surgiu a ideia de que os
celulares poderiam causar câncer no cérebro.
A possibilidade de que os celulares possam causar
câncer é uma preocupação de longa data. Os celulares
— e a tecnologia wireless (sem fio) de forma mais ampla
— são uma parte importante das nossas vidas
cotidianas. Por isso, é fundamental que a ciência avalie a
segurança da exposição às ondas de rádio destes
dispositivos.
Ao longo dos anos, o consenso científico permaneceu
forte — não há associação entre as ondas de rádio dos
celulares e o câncer no cérebro, ou a saúde de forma
mais ampla.
Apesar do consenso, foram publicados estudos de
pesquisa ocasionais que sugeriram a possibilidade de
fazer mal.
Em 2011, a Agência Internacional de Pesquisa sobre
Câncer (IARC, na sigla em inglês) classificou a
exposição a ondas de rádio como um possível
carcinógeno para seres humanos. O significado desta
classificação foi amplamente mal interpretado — e levou
a um aumento na preocupação.
A IARC faz parte da Organização Mundial da Saúde. E
sua classificação das ondas de rádio como um possível
carcinógeno foi baseada, em grande parte, em
evidências limitadas de estudos observacionais com
seres humanos. Também conhecidos como estudos
epidemiológicos, eles observam a taxa de doenças, e
como elas podem ser causadas em populações
humanas.
Estudos observacionais são a melhor ferramenta que os
pesquisadores têm para investigar efeitos de longo prazo
na saúde dos seres humanos, mas os resultados podem
ser, com frequência, tendenciosos.
A classificação da IARC se baseou em estudos
observacionais anteriores, em que pessoas com câncer
no cérebro relataram que usavam o celular mais do que
realmente usavam. Um exemplo é o estudo conhecido
como Interphone.
Esta nova revisão sistemática de estudos observacionais
em seres humanos é baseada em um conjunto de dados
muito maior em comparação com o que a IARC analisou
em 2011.
Ela inclui estudos mais recentes e mais abrangentes.
Isso significa que agora podemos ter mais confiança de
que a exposição a ondas de rádio de telefones celulares
ou tecnologias sem fio não está associada a um risco
maior de câncer no cérebro.
A nova análise faz parte de uma série de revisões
sistemáticas encomendadas pela OMS para investigar
mais de perto os possíveis efeitos na saúde associados
à exposição a ondas de rádio.
Esta revisão sistemática oferece a evidência mais forte
até o momento de que as ondas de rádio de tecnologias
sem fio não são um risco à saúde humana.
É a revisão mais abrangente sobre este tema. Ela levou
em consideração mais de 5 mil estudos, dos quais 63,
publicados entre 1994 e 2022, foram incluídos na análise
final. A principal razão pela qual estudos foram excluídos
foi que eles não eram realmente relevantes; isso é muito
comum em resultados de pesquisa de revisões
sistemáticas.
Não foi encontrada nenhuma associação entre uso de
celular e câncer no cérebro, ou qualquer outro câncer na
cabeça ou pescoço.
Também não foi encontrada associação com o câncer se
a pessoa usava telefone celular por dez anos ou mais
(uso prolongado). A frequência de uso — com base no
número de chamadas ou no tempo gasto ao telefone —
tampouco fazia diferença.
É importante ressaltar que estas descobertas estão
alinhadas com pesquisas anteriores. Isso mostra que,
embora o uso de tecnologias sem fio tenha aumentado
enormemente nas últimas décadas, não houve aumento
na incidência de câncer no cérebro.
Os celulares emitem ondas de rádio de baixo nível,
abaixo destes limites de segurança, e não há evidências
de que a exposição a elas tenha impacto na saúde
humana.
Apesar disso, é importante que as pesquisas continuem.
A tecnologia está se desenvolvendo em um ritmo
acelerado. Com esse avanço, vem o uso de ondas de
rádio de diferentes maneiras, com diferentes frequências.
Por isso, é essencial que a ciência continue a garantir
que a exposição às ondas de rádio provenientes destas
tecnologias permaneça segura.
O desafio que temos agora é assegurar que esta nova
pesquisa acabe com as concepções equivocadas e a
desinformação persistentes sobre telefones celulares e
câncer no cérebro.
Ainda não há evidências de nenhum efeito para a saúde
decorrente da exposição relacionada aos telefones
celulares — e isso é uma coisa boa.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgjve7y6407o
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Quando um servidor é transferido para um novo setor, o
que o Estatuto de São Mateus/ES diz sobre o período de
trânsito?
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Em uma repartição pública, um servidor envia um
memorando para solicitar a aprovação de um projeto. No
processo de comunicação descrito pelos autores, qual é
a função do memorando neste contexto?
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Em uma repartição pública, o líder imediato percebeu
que o time de servidores estão apresentado baixo
desempenho no trabalho. Com objetivo de reverter essa
situação, ele começa a adotar práticas que estimulem a
motivação na repartição.
Com base na situação descrita, qual das alternativas a seguir corresponde a uma ação eficiente de motivação no setor público?
Com base na situação descrita, qual das alternativas a seguir corresponde a uma ação eficiente de motivação no setor público?
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Uma empresa está em processo de redefinir sua missão
e visão para os próximos 10 anos. A alta direção está
analisando o mercado global e suas capacidades
internas para estabelecer os objetivos principais que
guiarão a organização. Esse processo corresponde a
qual tipo de planejamento?
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Se um servidor é readaptado devido a uma limitação em
sua capacidade física ou mental, o que o Estatuto diz sobre o cargo para o qual ele será transferido?
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Quando falamos em trabalho em equipe, qual a principal
diferença entre o conceito de grupo e o conceito de
equipe no contexto organizacional?
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Qual é o prazo para a posse de um servidor após a
publicação do Decreto no Órgão Oficial, conforme o
Estatuto do Servidor de São Mateus/ES?
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Em uma repartição pública, o líder percebe que há
muitos conflitos entre os colegas de trabalho por causa
de mal-entendidos. Para melhorar a comunicação e
reduzir esses conflitos, qual seria a melhor abordagem?
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