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Mulher de 68 anos, com vitiligo e quadro de perda visual gradativa ao longo do tempo, miidopsia, nictalopia e fotopsia. Apresenta uveíte posterior crônica, bilateral e com lesões branco-amareladas ao redor do nervo óptico que se irradiavam para a periferia da retina, além de edema cistóide de máculas e atrofia retiniana. Relatou perda auditiva e a sorologia para HLA-A29 foi positiva.
O diagnóstico mais provável para este caso é
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Criança de 6 anos é levada ao Hospital por apresentar incapacidade para caminhar e retenção urinária, confirmando ter sofrido de uma forte infecção das vias aéreas superiores há 15 dias. O quadro era compatível com mielite transversa. Ao fundo de olho as papilas ópticas apresentavam borramento inferior e evoluíram para edema de papila e hemorragia retiniana à esquerda, com defeito pupilar aferente relativo e olhar vago. Vários exames neurológicos, de imagem e laboratoriais foram realizados durante a internação e a criança respondeu bem ao tratamento com corticóides.
Esse quadro sugere o diagnóstico de
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Mulher de 52 anos apresentou quadro de desconforto ocular esquerdo, de início insidioso, sem causa aparente, evoluindo para cefaleia latejante e contínua, fadiga, dores na mandíbula e forte dor retro-orbitária esquerda, piorando na levoversão e ao toque no globo ocular esquerdo, diplopia homônima esquerda, paresia do VI nervo à esquerda, náuseas e vômitos. Acuidade visual corrigida de 20/20 no olho direito e de 20/40 no olho esquerdo. Trouxe exames laboratoriais com provas de atividade inflamatória e VHS elevadas.
Este relato clínico nos leva a duas hipóteses diagnósticas mais prováveis.
Assinale a opção que indica a melhor sequência estratégica para conduzir este caso, considerando também eventuais condutas terapêuticas conforme os resultados das investigações forem sendo conhecidos.
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Os principais e mais frequentes micro-organismos e fatores de risco envolvidos na dacriocistite aguda são
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A transposição muscular de retos verticais para o lado temporal é a indicação ideal para
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Criança de dois anos apresentando “pálpebra arriada” à esquerda desde o nascimento e “um olho de cada cor”.
Ao exame ocular foi constatado: heterocromia da íris, sendo o olho esquerdo mais claro, pseudo-enoftalmo esquerdo e miose à esquerda. A anisocoria era maior no escuro do que no claro e os reflexos fotomotor e consensual eram normais. Para o exame de fundo de olho foi utilizado fenilefrina 2,5% e ocorreu midríase equiparada de ambas as pupilas. Após exercício, a hemiface esquerda era mais pálida do que a hemiface direita. Exame neurológico normal.
Estes sinais clínicos sugerem
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Os principais achados clínicos compatíveis com a paresia do IV nervo craniano ou a hipofunção do músculo oblíquo superior são:
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Estão relacionados à ceratoconjuntivite alérgica:
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Cerca de 50 a 70% dos pacientes com esclerite apresentam alguma doença sistêmica associada. Essa associação é mais comum em
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Paciente de 85 anos, em tratamento para arritmia cardíaca, com queixa de baixa acuidade visual associada a lacrimejamento.
AVCC: OD: 20/60, OE: 20/200. Biomicroscopia: OD: catarata cortical nuclear +1/+4. OE: catarata com opacidades finas e difusas no córtex do cristalino no qual estão disseminados corpos refrativos multicoloridos.
A catarata presente no olho esquerdo é compatível com
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