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“Fomos para um churrasco domingo passado”. Nesta frase, o sujeito é do tipo:
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Assinale a alternativa em que a oração está grafada de forma correta, observando-se se o verbo está no tempo futuro e de acordo com o sentido do enunciado.
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente:
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Assinale a alternativa correta, na qual o termo destacado é um advérbio:
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Com relação à ilustração abaixo, assinale a alternativa incorreta:

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Leia com atenção o texto abaixo para responder as questões de 1 a 6 sobre ele.
A T I R I A
Lúcia Machado
Num bosque cheio de passarinhos e flores, aparecera certa vez uma pequenina e silenciosa crisálida colada ao tronco de uma árvore.
Uma velha jitiranaboia examinava-a admirada, pensando nas coisas extraordinárias que estavam acontecendo com ela. Pobrezinha! Ficava ali tão só e abandonada! Em toda parte, as mães borboletas gostavam de vigiar as crisálidas, esperando a hora em que se completasse o fenômeno maravilhoso da metamorfose e as filhinhas saíssem dos invólucros.
Aquele, entretanto, parecia não interessar a ninguém.
- Esse inseto não deve ter pai nem mãe, pensou a Jitirana.
Céus! Como era feia Dona Jitirana! Um corpo grande e desajeitado, uma cabeça enorme, inchada, um narigão semelhante a tromba, metia medo...Sem razão, aliás, pois Dona Jitirana era uma das melhores criaturas que se possa imaginar.
Atenção! Eis que a crisálida começou a mexer-se e, pouco a pouco, veio surgindo lá de dentro uma pequenina borboleta...
Era linda e suas asas amarelas e pretas estavam como que molhadas.
É uma Atíria!, exclamou Dona Jitirana, encantada.
A recém-nascida abriu os olhos e tentou levantar voo. Inútil, não conseguia sair do mesmo lugar.
— Espere um pouquinho, meu bem, disse a Jitirana, aproximando-se. Dentro de uma ou duas horas as asas ficarão firmes e você poderá voar.
O rosto feio assustou a pequenina, mas havia tal doçura, tal carinho no olhar de Jitirana, que Atíria acabou sorrindo, confiante.
Era tão frágil, tão ingênua e não compreendia nada ainda.
Lembrava-se vagamente do seu estado de larva, quando se arrastava pelo chão e só sabia comer folhas e dormir. Depois, o sono de seis meses...o esquecimento na crisálida... Até que um ímpeto de vida a fez tomar conhecimento real de sua personalidade.
- Experimente voar agora, disse a Jitirana.
A borboleta abriu as pequeninas asas, equilibrou-se no ar durante algum tempo, depois caiu ao chão outra vez.
Esquisito aquilo, pois já se haviam passado três horas desde que tinha abandonado a crisálida e era natural que saísse voando livremente. Seria defeituosa?
- Venha aqui, pequenina, deixe-me ver o que aconteceu, falou a Jitirana.
Dito e feito. A borboleta tinha nascido com um desvio qualquer numa das asas, o que lhe dificultava o voo.
E não havia jeito. A vida inteira ficaria assim, sem poder ir longe, sem aguentar viagens longas.
E teria de enfrentar sozinha o imenso bosque com armadilhas e perigos, surpresas e mistérios...
(Texto extraído do livro O Caso da Borboleta Atíria, 4ª edição, Editora Ática)
Qual é o cenário da história de Atíria?
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Leia com atenção o texto abaixo para responder as questões de 1 a 6 sobre ele.
A T I R I A
Lúcia Machado
Num bosque cheio de passarinhos e flores, aparecera certa vez uma pequenina e silenciosa crisálida colada ao tronco de uma árvore.
Uma velha jitiranaboia examinava-a admirada, pensando nas coisas extraordinárias que estavam acontecendo com ela. Pobrezinha! Ficava ali tão só e abandonada! Em toda parte, as mães borboletas gostavam de vigiar as crisálidas, esperando a hora em que se completasse o fenômeno maravilhoso da metamorfose e as filhinhas saíssem dos invólucros.
Aquele, entretanto, parecia não interessar a ninguém.
- Esse inseto não deve ter pai nem mãe, pensou a Jitirana.
Céus! Como era feia Dona Jitirana! Um corpo grande e desajeitado, uma cabeça enorme, inchada, um narigão semelhante a tromba, metia medo...Sem razão, aliás, pois Dona Jitirana era uma das melhores criaturas que se possa imaginar.
Atenção! Eis que a crisálida começou a mexer-se e, pouco a pouco, veio surgindo lá de dentro uma pequenina borboleta...
Era linda e suas asas amarelas e pretas estavam como que molhadas.
É uma Atíria!, exclamou Dona Jitirana, encantada.
A recém-nascida abriu os olhos e tentou levantar voo. Inútil, não conseguia sair do mesmo lugar.
— Espere um pouquinho, meu bem, disse a Jitirana, aproximando-se. Dentro de uma ou duas horas as asas ficarão firmes e você poderá voar.
O rosto feio assustou a pequenina, mas havia tal doçura, tal carinho no olhar de Jitirana, que Atíria acabou sorrindo, confiante.
Era tão frágil, tão ingênua e não compreendia nada ainda.
Lembrava-se vagamente do seu estado de larva, quando se arrastava pelo chão e só sabia comer folhas e dormir. Depois, o sono de seis meses...o esquecimento na crisálida... Até que um ímpeto de vida a fez tomar conhecimento real de sua personalidade.
- Experimente voar agora, disse a Jitirana.
A borboleta abriu as pequeninas asas, equilibrou-se no ar durante algum tempo, depois caiu ao chão outra vez.
Esquisito aquilo, pois já se haviam passado três horas desde que tinha abandonado a crisálida e era natural que saísse voando livremente. Seria defeituosa?
- Venha aqui, pequenina, deixe-me ver o que aconteceu, falou a Jitirana.
Dito e feito. A borboleta tinha nascido com um desvio qualquer numa das asas, o que lhe dificultava o voo.
E não havia jeito. A vida inteira ficaria assim, sem poder ir longe, sem aguentar viagens longas.
E teria de enfrentar sozinha o imenso bosque com armadilhas e perigos, surpresas e mistérios...
(Texto extraído do livro O Caso da Borboleta Atíria, 4ª edição, Editora Ática)
Na frase do texto: “o fenômeno maravilhoso da metamorfose”, qual o significado da palavra metamorfose?
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Leia com atenção o texto abaixo para responder as questões de 1 a 6 sobre ele.
A T I R I A
Lúcia Machado
Num bosque cheio de passarinhos e flores, aparecera certa vez uma pequenina e silenciosa crisálida colada ao tronco de uma árvore.
Uma velha jitiranaboia examinava-a admirada, pensando nas coisas extraordinárias que estavam acontecendo com ela. Pobrezinha! Ficava ali tão só e abandonada! Em toda parte, as mães borboletas gostavam de vigiar as crisálidas, esperando a hora em que se completasse o fenômeno maravilhoso da metamorfose e as filhinhas saíssem dos invólucros.
Aquele, entretanto, parecia não interessar a ninguém.
- Esse inseto não deve ter pai nem mãe, pensou a Jitirana.
Céus! Como era feia Dona Jitirana! Um corpo grande e desajeitado, uma cabeça enorme, inchada, um narigão semelhante a tromba, metia medo...Sem razão, aliás, pois Dona Jitirana era uma das melhores criaturas que se possa imaginar.
Atenção! Eis que a crisálida começou a mexer-se e, pouco a pouco, veio surgindo lá de dentro uma pequenina borboleta...
Era linda e suas asas amarelas e pretas estavam como que molhadas.
É uma Atíria!, exclamou Dona Jitirana, encantada.
A recém-nascida abriu os olhos e tentou levantar voo. Inútil, não conseguia sair do mesmo lugar.
— Espere um pouquinho, meu bem, disse a Jitirana, aproximando-se. Dentro de uma ou duas horas as asas ficarão firmes e você poderá voar.
O rosto feio assustou a pequenina, mas havia tal doçura, tal carinho no olhar de Jitirana, que Atíria acabou sorrindo, confiante.
Era tão frágil, tão ingênua e não compreendia nada ainda.
Lembrava-se vagamente do seu estado de larva, quando se arrastava pelo chão e só sabia comer folhas e dormir. Depois, o sono de seis meses...o esquecimento na crisálida... Até que um ímpeto de vida a fez tomar conhecimento real de sua personalidade.
- Experimente voar agora, disse a Jitirana.
A borboleta abriu as pequeninas asas, equilibrou-se no ar durante algum tempo, depois caiu ao chão outra vez.
Esquisito aquilo, pois já se haviam passado três horas desde que tinha abandonado a crisálida e era natural que saísse voando livremente. Seria defeituosa?
- Venha aqui, pequenina, deixe-me ver o que aconteceu, falou a Jitirana.
Dito e feito. A borboleta tinha nascido com um desvio qualquer numa das asas, o que lhe dificultava o voo.
E não havia jeito. A vida inteira ficaria assim, sem poder ir longe, sem aguentar viagens longas.
E teria de enfrentar sozinha o imenso bosque com armadilhas e perigos, surpresas e mistérios...
(Texto extraído do livro O Caso da Borboleta Atíria, 4ª edição, Editora Ática)
“Eis que a crisálida começou a mexer-se...”. O que é uma crisálida?
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Leia com atenção o texto abaixo para responder as questões de 1 a 6 sobre ele.
A T I R I A
Lúcia Machado
Num bosque cheio de passarinhos e flores, aparecera certa vez uma pequenina e silenciosa crisálida colada ao tronco de uma árvore.
Uma velha jitiranaboia examinava-a admirada, pensando nas coisas extraordinárias que estavam acontecendo com ela. Pobrezinha! Ficava ali tão só e abandonada! Em toda parte, as mães borboletas gostavam de vigiar as crisálidas, esperando a hora em que se completasse o fenômeno maravilhoso da metamorfose e as filhinhas saíssem dos invólucros.
Aquele, entretanto, parecia não interessar a ninguém.
- Esse inseto não deve ter pai nem mãe, pensou a Jitirana.
Céus! Como era feia Dona Jitirana! Um corpo grande e desajeitado, uma cabeça enorme, inchada, um narigão semelhante a tromba, metia medo...Sem razão, aliás, pois Dona Jitirana era uma das melhores criaturas que se possa imaginar.
Atenção! Eis que a crisálida começou a mexer-se e, pouco a pouco, veio surgindo lá de dentro uma pequenina borboleta...
Era linda e suas asas amarelas e pretas estavam como que molhadas.
É uma Atíria!, exclamou Dona Jitirana, encantada.
A recém-nascida abriu os olhos e tentou levantar voo. Inútil, não conseguia sair do mesmo lugar.
— Espere um pouquinho, meu bem, disse a Jitirana, aproximando-se. Dentro de uma ou duas horas as asas ficarão firmes e você poderá voar.
O rosto feio assustou a pequenina, mas havia tal doçura, tal carinho no olhar de Jitirana, que Atíria acabou sorrindo, confiante.
Era tão frágil, tão ingênua e não compreendia nada ainda.
Lembrava-se vagamente do seu estado de larva, quando se arrastava pelo chão e só sabia comer folhas e dormir. Depois, o sono de seis meses...o esquecimento na crisálida... Até que um ímpeto de vida a fez tomar conhecimento real de sua personalidade.
- Experimente voar agora, disse a Jitirana.
A borboleta abriu as pequeninas asas, equilibrou-se no ar durante algum tempo, depois caiu ao chão outra vez.
Esquisito aquilo, pois já se haviam passado três horas desde que tinha abandonado a crisálida e era natural que saísse voando livremente. Seria defeituosa?
- Venha aqui, pequenina, deixe-me ver o que aconteceu, falou a Jitirana.
Dito e feito. A borboleta tinha nascido com um desvio qualquer numa das asas, o que lhe dificultava o voo.
E não havia jeito. A vida inteira ficaria assim, sem poder ir longe, sem aguentar viagens longas.
E teria de enfrentar sozinha o imenso bosque com armadilhas e perigos, surpresas e mistérios...
(Texto extraído do livro O Caso da Borboleta Atíria, 4ª edição, Editora Ática)
A personagem Atíria é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: REIS & REIS
Orgão: Câm. Sarzedo-MG
“O ativista e escritor mineiro ............................ foi eleito no dia 05 de outubro de 2023, sendo o primeiro indígena a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Ele ocupa a cadeira nº5 que foi de José Murilo de Carvalho.”
Marque a alternativa que completa corretamente o enunciado acima:
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