Foram encontradas 82 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
5 segredos da felicidade, segundo o “homem mais
feliz do mundo”
O monge budista Matthieu Ricard é a “pessoa mais
feliz do mundo”.
Esse título foi dado por cientistas da Universidade de
Wisconsin, nos Estados Unidos, que estudaram seu
cérebro.
Mas qual é, na visão dele, o segredo para tanta felicidade? Aos 70 anos, Ricard dá cinco conselhos.
1. Defina o que é felicidade
“Felicidade é um jeito de ser. É um estado mental ótimo, excepcionalmente saudável, que dá a você os recursos para lidar com os altos e baixos da vida.”
2. Seja paciente
“Não seja como uma criança que faz pirraça. ‘Eu quero
ser feliz agora’, isso não funciona. Leva tempo cultivar
todas aquelas qualidades humanas fundamentais que
geram bem-estar.”
3. Saiba que você pode treinar sua mente
“O que você fizer vai mudar seu cérebro. Se você
aprender malabarismo, a mergulhar ou a esquiar, seu
cérebro vai mudar. Da mesma forma, se você treinar
sua concentração, se você treinar para ter mais compaixão, se você treinar para ser mais altruísta, seu cérebro vai mudar, você será uma pessoa diferente. Todas essas habilidades podem ser aprendidas, assim
como tocar piano ou jogar xadrez.”
4. Pratique pouco e com frequência
“É como quando você rega as plantas no seu apartamento. Você precisa regar um pouco todos os dias. Se
você derramar um balde uma vez por mês, a planta vai
morrer. É melhor fazer sessões curtas de meditação
com frequência do que uma muito longa de tempos em
tempos, porque o processo de neuroplasticidade não
será ativado ou mantido.”
5. Não deixe o tédio desencorajá-lo
“Devemos perseverar, porque, às vezes, quando está
chato é que uma mudança de verdade ocorre. A regularidade é uma das grandes dicas de meditação e
treinamento mental para se tornar uma pessoa melhor,
mais feliz e mais altruísta.”
Texto adaptado. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/geral-40005893>. Acessado em: 27/01/2019.
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5 segredos da felicidade, segundo o “homem mais
feliz do mundo”
O monge budista Matthieu Ricard é a “pessoa mais
feliz do mundo”.
Esse título foi dado por cientistas da Universidade de
Wisconsin, nos Estados Unidos, que estudaram seu
cérebro.
Mas qual é, na visão dele, o segredo para tanta felicidade? Aos 70 anos, Ricard dá cinco conselhos.
1. Defina o que é felicidade
“Felicidade é um jeito de ser. É um estado mental ótimo, excepcionalmente saudável, que dá a você os recursos para lidar com os altos e baixos da vida.”
2. Seja paciente
“Não seja como uma criança que faz pirraça. ‘Eu quero
ser feliz agora’, isso não funciona. Leva tempo cultivar
todas aquelas qualidades humanas fundamentais que
geram bem-estar.”
3. Saiba que você pode treinar sua mente
“O que você fizer vai mudar seu cérebro. Se você
aprender malabarismo, a mergulhar ou a esquiar, seu
cérebro vai mudar. Da mesma forma, se você treinar
sua concentração, se você treinar para ter mais compaixão, se você treinar para ser mais altruísta, seu cérebro vai mudar, você será uma pessoa diferente. Todas essas habilidades podem ser aprendidas, assim
como tocar piano ou jogar xadrez.”
4. Pratique pouco e com frequência
“É como quando você rega as plantas no seu apartamento. Você precisa regar um pouco todos os dias. Se
você derramar um balde uma vez por mês, a planta vai
morrer. É melhor fazer sessões curtas de meditação
com frequência do que uma muito longa de tempos em
tempos, porque o processo de neuroplasticidade não
será ativado ou mantido.”
5. Não deixe o tédio desencorajá-lo
“Devemos perseverar, porque, às vezes, quando está
chato é que uma mudança de verdade ocorre. A regularidade é uma das grandes dicas de meditação e
treinamento mental para se tornar uma pessoa melhor,
mais feliz e mais altruísta.”
Texto adaptado. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/geral-40005893>. Acessado em: 27/01/2019.
Assinale a alternativa em que o trecho destacado foi CORRETAMENTE substituído por um pronome.
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feliz do mundo”
O monge budista Matthieu Ricard é a “pessoa mais
feliz do mundo”.
Esse título foi dado por cientistas da Universidade de
Wisconsin, nos Estados Unidos, que estudaram seu
cérebro.
Mas qual é, na visão dele, o segredo para tanta felicidade? Aos 70 anos, Ricard dá cinco conselhos.
1. Defina o que é felicidade
“Felicidade é um jeito de ser. É um estado mental ótimo, excepcionalmente saudável, que dá a você os recursos para lidar com os altos e baixos da vida.”
2. Seja paciente
“Não seja como uma criança que faz pirraça. ‘Eu quero
ser feliz agora’, isso não funciona. Leva tempo cultivar
todas aquelas qualidades humanas fundamentais que
geram bem-estar.”
3. Saiba que você pode treinar sua mente
“O que você fizer vai mudar seu cérebro. Se você
aprender malabarismo, a mergulhar ou a esquiar, seu
cérebro vai mudar. Da mesma forma, se você treinar
sua concentração, se você treinar para ter mais compaixão, se você treinar para ser mais altruísta, seu cérebro vai mudar, você será uma pessoa diferente. Todas essas habilidades podem ser aprendidas, assim
como tocar piano ou jogar xadrez.”
4. Pratique pouco e com frequência
“É como quando você rega as plantas no seu apartamento. Você precisa regar um pouco todos os dias. Se
você derramar um balde uma vez por mês, a planta vai
morrer. É melhor fazer sessões curtas de meditação
com frequência do que uma muito longa de tempos em
tempos, porque o processo de neuroplasticidade não
será ativado ou mantido.”
5. Não deixe o tédio desencorajá-lo
“Devemos perseverar, porque, às vezes, quando está
chato é que uma mudança de verdade ocorre. A regularidade é uma das grandes dicas de meditação e
treinamento mental para se tornar uma pessoa melhor,
mais feliz e mais altruísta.”
Texto adaptado. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/geral-40005893>. Acessado em: 27/01/2019.
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feliz do mundo”
O monge budista Matthieu Ricard é a “pessoa mais
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Wisconsin, nos Estados Unidos, que estudaram seu
cérebro.
Mas qual é, na visão dele, o segredo para tanta felicidade? Aos 70 anos, Ricard dá cinco conselhos.
1. Defina o que é felicidade
“Felicidade é um jeito de ser. É um estado mental ótimo, excepcionalmente saudável, que dá a você os recursos para lidar com os altos e baixos da vida.”
2. Seja paciente
“Não seja como uma criança que faz pirraça. ‘Eu quero
ser feliz agora’, isso não funciona. Leva tempo cultivar
todas aquelas qualidades humanas fundamentais que
geram bem-estar.”
3. Saiba que você pode treinar sua mente
“O que você fizer vai mudar seu cérebro. Se você
aprender malabarismo, a mergulhar ou a esquiar, seu
cérebro vai mudar. Da mesma forma, se você treinar
sua concentração, se você treinar para ter mais compaixão, se você treinar para ser mais altruísta, seu cérebro vai mudar, você será uma pessoa diferente. Todas essas habilidades podem ser aprendidas, assim
como tocar piano ou jogar xadrez.”
4. Pratique pouco e com frequência
“É como quando você rega as plantas no seu apartamento. Você precisa regar um pouco todos os dias. Se
você derramar um balde uma vez por mês, a planta vai
morrer. É melhor fazer sessões curtas de meditação
com frequência do que uma muito longa de tempos em
tempos, porque o processo de neuroplasticidade não
será ativado ou mantido.”
5. Não deixe o tédio desencorajá-lo
“Devemos perseverar, porque, às vezes, quando está
chato é que uma mudança de verdade ocorre. A regularidade é uma das grandes dicas de meditação e
treinamento mental para se tornar uma pessoa melhor,
mais feliz e mais altruísta.”
Texto adaptado. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/geral-40005893>. Acessado em: 27/01/2019.
No trecho em destaque, as duas orações estão ligadas por uma conjunção que estabelece entre elas uma relação de:
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5 segredos da felicidade, segundo o “homem mais
feliz do mundo”
O monge budista Matthieu Ricard é a “pessoa mais
feliz do mundo”.
Esse título foi dado por cientistas da Universidade de
Wisconsin, nos Estados Unidos, que estudaram seu
cérebro.
Mas qual é, na visão dele, o segredo para tanta felicidade? Aos 70 anos, Ricard dá cinco conselhos.
1. Defina o que é felicidade
“Felicidade é um jeito de ser. É um estado mental ótimo, excepcionalmente saudável, que dá a você os recursos para lidar com os altos e baixos da vida.”
2. Seja paciente
“Não seja como uma criança que faz pirraça. ‘Eu quero
ser feliz agora’, isso não funciona. Leva tempo cultivar
todas aquelas qualidades humanas fundamentais que
geram bem-estar.”
3. Saiba que você pode treinar sua mente
“O que você fizer vai mudar seu cérebro. Se você
aprender malabarismo, a mergulhar ou a esquiar, seu
cérebro vai mudar. Da mesma forma, se você treinar
sua concentração, se você treinar para ter mais compaixão, se você treinar para ser mais altruísta, seu cérebro vai mudar, você será uma pessoa diferente. Todas essas habilidades podem ser aprendidas, assim
como tocar piano ou jogar xadrez.”
4. Pratique pouco e com frequência
“É como quando você rega as plantas no seu apartamento. Você precisa regar um pouco todos os dias. Se
você derramar um balde uma vez por mês, a planta vai
morrer. É melhor fazer sessões curtas de meditação
com frequência do que uma muito longa de tempos em
tempos, porque o processo de neuroplasticidade não
será ativado ou mantido.”
5. Não deixe o tédio desencorajá-lo
“Devemos perseverar, porque, às vezes, quando está
chato é que uma mudança de verdade ocorre. A regularidade é uma das grandes dicas de meditação e
treinamento mental para se tornar uma pessoa melhor,
mais feliz e mais altruísta.”
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Leia atentamente o texto a seguir, para responder a próxima questão.
O lado bom de não saber
Uma das coisas mais inteligentes que um homem e
uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se
você souber que não sabe algumas coisas. Porque há
pessoas que, em vez de ter humildade para saber que
não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber
é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação
coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um
sinal de absoluta inteligência.
Essa é a regra básica da vida: quando você está no
fundo do poço, a primeira coisa que precisa para sair
de lá é parar de cavar. E a pá que continua cavando
é, ao não saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não
existe autoengano. Isso significa que quando alguém
diz “não sei”, é um sinal de inteligência. Aliás, a pessoa humilde é capaz de ter dúvida, e isso é motor de
mudança. Cuidado com gente que não tem dúvida.
Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de
reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente
que não tem dúvida só é capaz de repetir. Cuidado
com gente cheia de certeza. Num mundo de velocidade e mudança, imagine se você ou eu somos cheios
de certeza a dificuldade que isso nos carrega. Claro,
você não pode ser alguém que só tem dúvida, mas
não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo
do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que
estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?”
Só seres que arriscam erram.
(CORTELLA. Mário Sérgio. Qual é a tua obra?: inquietações
propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.)
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Leia atentamente o texto a seguir, para responder a próxima questão.
O lado bom de não saber
Uma das coisas mais inteligentes que um homem e
uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se
você souber que não sabe algumas coisas. Porque há
pessoas que, em vez de ter humildade para saber que
não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber
é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação
coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um
sinal de absoluta inteligência.
Essa é a regra básica da vida: quando você está no
fundo do poço, a primeira coisa que precisa para sair
de lá é parar de cavar. E a pá que continua cavando
é, ao não saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não
existe autoengano. Isso significa que quando alguém
diz “não sei”, é um sinal de inteligência. Aliás, a pessoa humilde é capaz de ter dúvida, e isso é motor de
mudança. Cuidado com gente que não tem dúvida.
Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de
reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente
que não tem dúvida só é capaz de repetir. Cuidado
com gente cheia de certeza. Num mundo de velocidade e mudança, imagine se você ou eu somos cheios
de certeza a dificuldade que isso nos carrega. Claro,
você não pode ser alguém que só tem dúvida, mas
não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo
do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que
estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?”
Só seres que arriscam erram.
(CORTELLA. Mário Sérgio. Qual é a tua obra?: inquietações
propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.)
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O lado bom de não saber
Uma das coisas mais inteligentes que um homem e
uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se
você souber que não sabe algumas coisas. Porque há
pessoas que, em vez de ter humildade para saber que
não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber
é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação
coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um
sinal de absoluta inteligência.
Essa é a regra básica da vida: quando você está no
fundo do poço, a primeira coisa que precisa para sair
de lá é parar de cavar. E a pá que continua cavando
é, ao não saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não
existe autoengano. Isso significa que quando alguém
diz “não sei”, é um sinal de inteligência. Aliás, a pessoa humilde é capaz de ter dúvida, e isso é motor de
mudança. Cuidado com gente que não tem dúvida.
Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de
reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente
que não tem dúvida só é capaz de repetir. Cuidado
com gente cheia de certeza. Num mundo de velocidade e mudança, imagine se você ou eu somos cheios
de certeza a dificuldade que isso nos carrega. Claro,
você não pode ser alguém que só tem dúvida, mas
não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo
do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que
estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?”
Só seres que arriscam erram.
(CORTELLA. Mário Sérgio. Qual é a tua obra?: inquietações
propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.)
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O lado bom de não saber
Uma das coisas mais inteligentes que um homem e
uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se
você souber que não sabe algumas coisas. Porque há
pessoas que, em vez de ter humildade para saber que
não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber
é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação
coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um
sinal de absoluta inteligência.
Essa é a regra básica da vida: quando você está no
fundo do poço, a primeira coisa que precisa para sair
de lá é parar de cavar. E a pá que continua cavando
é, ao não saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não
existe autoengano. Isso significa que quando alguém
diz “não sei”, é um sinal de inteligência. Aliás, a pessoa humilde é capaz de ter dúvida, e isso é motor de
mudança. Cuidado com gente que não tem dúvida.
Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de
reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente
que não tem dúvida só é capaz de repetir. Cuidado
com gente cheia de certeza. Num mundo de velocidade e mudança, imagine se você ou eu somos cheios
de certeza a dificuldade que isso nos carrega. Claro,
você não pode ser alguém que só tem dúvida, mas
não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo
do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que
estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?”
Só seres que arriscam erram.
(CORTELLA. Mário Sérgio. Qual é a tua obra?: inquietações
propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.)
O termo “aliás” funciona como um elemento de coesão entre as orações. Assinale a alternativa que justifica CORRETAMENTE o sentido estabelecido por ele no excerto acima.
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O lado bom de não saber
Uma das coisas mais inteligentes que um homem e
uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se
você souber que não sabe algumas coisas. Porque há
pessoas que, em vez de ter humildade para saber que
não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber
é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação
coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um
sinal de absoluta inteligência.
Essa é a regra básica da vida: quando você está no
fundo do poço, a primeira coisa que precisa para sair
de lá é parar de cavar. E a pá que continua cavando
é, ao não saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não
existe autoengano. Isso significa que quando alguém
diz “não sei”, é um sinal de inteligência. Aliás, a pessoa humilde é capaz de ter dúvida, e isso é motor de
mudança. Cuidado com gente que não tem dúvida.
Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de
reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente
que não tem dúvida só é capaz de repetir. Cuidado
com gente cheia de certeza. Num mundo de velocidade e mudança, imagine se você ou eu somos cheios
de certeza a dificuldade que isso nos carrega. Claro,
você não pode ser alguém que só tem dúvida, mas
não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo
do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que
estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?”
Só seres que arriscam erram.
(CORTELLA. Mário Sérgio. Qual é a tua obra?: inquietações
propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis, RJ:
Vozes, 2015.)
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