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Foram encontradas 351 questões.

1596237 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Em linhas gerais, podemos definir o feudalismo como uma organização política, social, econômica e cultural baseada nos usos e posses da terra. Sobre este assunto, analise as proposições abaixo.
1. As constantes invasões de povos germânicos a partir do século V e o processo de ruralização da Europa neste contexto são fatores importantes que solidificaram as bases do sistema feudal.
2. No feudalismo, a mobilidade social era algo facilmente conquistado. Muitos servos, após adquirirem títulos de nobreza do senhor feudal, passavam a ter o domínio de suas próprias terras, tornando-se desta forma proprietários do feudo.
3. Dentre as obrigações devidas dos servos aos senhores, destacamos a corveia, trabalho forçado realizado nas reservas senhoriais, em geral três dias por semana.
Está(ão) correta(s):
 

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1596225 Ano: 2012
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Um juiz ordenou a uma Prefeitura pagar uma dívida de R$ 3.990,00 a um funcionário, à vista ou em três prestações mensais iguais, sendo a primeira delas no ato do acordo. Ordenou também que pagasse mensalmente 30% sobre o saldo devedor, como forma de correção. Nessas condições, o valor de cada uma das prestações deverá ser:
 

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1594989 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Os bens imóveis da Administração Pública, cuja aquisição haja derivado de procedimentos judiciais ou de dação em pagamento, poderão ser alienados por ato da autoridade competente, observada a modalidade de:
 

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1594597 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI

Cabe à Câmara Municipal, com a sanção do Prefeito, legislar sobre as matérias de competência do Município, no que se refere ao(s):

  1. Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano e legislação urbanística.
  2. Direito Penal.
  3. Direito Processual Penal.

Está(ão) correta(s):

 

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1594101 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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O atendimento ao público é um serviço com características que o diferenciam dos produtos – bens físicos (Dantas, 2004). Acerca disso, correlacione as colunas abaixo, levando em consideração as explicações de algumas características.
1) Intangibilidade ( ) Não podem ser estocados: são consumidos no momento da prestação.
2) Inseparabilidade ( ) Não se pode tocar nos serviços.
3) Perecibilidade ( ) Os serviços são adequados a cada indivíduo.
4) Heterogeneidade ( ) Não há como prestar um serviço pela metade.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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1594094 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Os restos a pagar com prescrição interrompida devem ser contabilizados, orçamentariamente, como:
 

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1594050 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Relacione os termos na coluna da esquerda com seus respectivos significados na coluna da direita.
  1. Linguagem Documentária ( ) Palavra ou grupo de palavras, lexicograficamente padronizadas, retiradas de um título ou do texto de um documento de forma a caracterizar seu conteúdo e possibilitar sua recuperação.
  2. Thesaurus ( ) Linguagem formal utilizada para caracterizar os dados ou o conteúdo de documentos para permitir seu armazenamento e recuperação.
  3. Palavrachave ( ) Um termo escolhido para ser usado em um índice para representar um item ou um conceito de um documento.
  4. Palavra de índice ( ) O título de um dicionário a partir do qual um descritor é tomado.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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1594046 Ano: 2012
Disciplina: Geografia
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Um Auxiliar Operacional Administrativo precisou enviar uma correspondência para os Estados Unidos (EUA), mais especificamente para o Texas. Esse país, do ponto de vista da localização geográfica, situa-se:
 

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1594043 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e a regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Percebemos, então, que a leitura é um processo interativo.
Quando nos referimos à necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Assim, conforme afirma Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre uma releitura. Sendo assim, fica evidente que cada leitor é coautor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus
preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Ao comparar o leitor a uma aranha, Roland Barthes afirma que “o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.” Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquirirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior
capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas. Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.
Há, entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina. Disponível em: http://colegiosantamaria.com.br/ santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2. Acesso em 15/03/2012. Adaptado.
No trecho: “Há, entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor.” (7º §), a oposição sinalizada pelo termo sublinhada está mantida em:
  1. Todavia, há uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor.
  2. Há, conquanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor.
  3. Há uma condição, contudo, para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor.
  4. Há, entrementes, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor.
Estão corretas:
 

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Questão presente nas seguintes provas
1593819 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
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Durante o período conhecido como Estado Novo, Getúlio Vargas estruturou uma nova política no país. Sobre este assunto, analise as proposições abaixo.
1. O Plano Cohen foi idealizado por Luís Carlos e Olga Benário Prestes, tendo como principal objetivo um golpe de Estado e a imposição do comunismo no Brasil.
2. O Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) foi criado neste período, com a intenção de censurar a imprensa, orientar a opinião pública e fazer propagandas políticas para o governo.
3. Ao assumir o governo em 1930, a primeira medida tomada por Getúlio Vargas foi estabelecer o monopólio estatal do petróleo pela Petrobrás, com o lançamento da campanha “O petróleo é nosso”.
Está(ão) correta(s):
 

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