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Foram encontradas 100 questões.

3671357 Ano: 2025
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Unochapecó
Orgão: Câm. União Oeste-SC
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Renata pretende fazer uma viagem internacional daqui a 2 anos e, para isso, decidiu aplicar R$5.000,00 em um investimento que rende 15% ao ano, no regime de juros compostos. Qual será o valor que Renata terá acumulado ao final deste período?
 

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3671356 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Unochapecó
Orgão: Câm. União Oeste-SC
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Uma equipe de 4 pintores foi contratada para pintar as paredes internas de um galpão industrial e, trabalhando 6 horas por dia, eles conseguem concluir o serviço em 8 dias. Porém, devido à urgência, o dono do galpão aumentou a carga horária para 10 horas por dia e quer que o serviço seja feito em 2 dias. Quantos pintores ele deverá contratar para que o serviço seja concluído no prazo desejado?
 

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3671355 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Câm. União Oeste-SC
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Por que Portugal está soltando bovinos e cavalos na natureza
Há milhares de anos, os ancestrais selvagens do gado bovino e do cavalo vagavam livremente pela região do Côa, migrando em grandes rebanhos e desempenhando um papel fundamental na manutenção dos ecossistemas de pastagens.
Os animais eram tão importantes que nossos ancestrais decidiram pintar e gravar suas imagens em cavernas e pedras.
Ao longo do Vale do Côa, representações de auroques, cavalos selvagens e outras criaturas que datam de vinte e quatro mil anos foram esculpidas nos afloramentos de xisto.
A área abriga uma das maiores concentrações de arte rupestre paleolítica a céu aberto e é reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco.
Com seus chifres longos e corpo maciço, o auroque aparece com destaque nas gravuras. Outrora o maior mamífero terrestre da Europa, o auroque foi extinto no século XVII devido à caça excessiva e à perda de habitat.
O último exemplar da espécie morreu na Polônia em 1627; um dos primeiros casos de extinção registrados.
Mas esforços recentes tentam trazer de volta esses poderosos herbívoros. A Rewilding Portugal firmou uma parceria com a Fundação Taurus, uma organização holandesa dedicada à criação de bovinos que possam prosperar nas paisagens selvagens da Europa. "Queríamos desenvolver um substituto para o que os auroques costumavam ser", diz o ecologista Ronald Goderie, diretor da Fundação Taurus, que iniciou um programa de reprodução em 2008. Embora os auroques estejam extintos, seus genes sobrevivem no gado doméstico.
A fundação tem usado um método conhecido como retrocruzamento para combinar raças de gado no sul da Europa que ainda mantêm algumas das características de seus ancestrais auroques: grande estatura, pernas longas, constituição esbelta e grandes chifres curvados para a frente. "Combinamos raças primitivas para chegar o mais próximo possível geneticamente do que o auroque já foi", diz Goderie. O objetivo é criar um bovino selvagem que possa novamente vagar livremente e que esteja preparado para lidar com predadores.
Por milênios, o pastoreio de auroques criou espaços abertos para outras espécies prosperarem. Como o mais próximo do auroque extinto retratado nas gravuras pré-históricas, Goderie afirma que os tauros desempenham uma função ecológica semelhante, vital para a biodiversidade. "O pastoreio natural levará a mais processos apropriados que estão ausentes nos ecossistemas locais, mais habitats e mais biodiversidade", diz ele.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c78jn2wd2gxo.adaptado.
Queríamos desenvolver "um substituto" para o que os auroques costumavam ser.
De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma correta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é:
 

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3671354 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Câm. União Oeste-SC
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Por que Portugal está soltando bovinos e cavalos na natureza
Há milhares de anos, os ancestrais selvagens do gado bovino e do cavalo vagavam livremente pela região do Côa, migrando em grandes rebanhos e desempenhando um papel fundamental na manutenção dos ecossistemas de pastagens.
Os animais eram tão importantes que nossos ancestrais decidiram pintar e gravar suas imagens em cavernas e pedras.
Ao longo do Vale do Côa, representações de auroques, cavalos selvagens e outras criaturas que datam de vinte e quatro mil anos foram esculpidas nos afloramentos de xisto.
A área abriga uma das maiores concentrações de arte rupestre paleolítica a céu aberto e é reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco.
Com seus chifres longos e corpo maciço, o auroque aparece com destaque nas gravuras. Outrora o maior mamífero terrestre da Europa, o auroque foi extinto no século XVII devido à caça excessiva e à perda de habitat.
O último exemplar da espécie morreu na Polônia em 1627; um dos primeiros casos de extinção registrados.
Mas esforços recentes tentam trazer de volta esses poderosos herbívoros. A Rewilding Portugal firmou uma parceria com a Fundação Taurus, uma organização holandesa dedicada à criação de bovinos que possam prosperar nas paisagens selvagens da Europa. "Queríamos desenvolver um substituto para o que os auroques costumavam ser", diz o ecologista Ronald Goderie, diretor da Fundação Taurus, que iniciou um programa de reprodução em 2008. Embora os auroques estejam extintos, seus genes sobrevivem no gado doméstico.
A fundação tem usado um método conhecido como retrocruzamento para combinar raças de gado no sul da Europa que ainda mantêm algumas das características de seus ancestrais auroques: grande estatura, pernas longas, constituição esbelta e grandes chifres curvados para a frente. "Combinamos raças primitivas para chegar o mais próximo possível geneticamente do que o auroque já foi", diz Goderie. O objetivo é criar um bovino selvagem que possa novamente vagar livremente e que esteja preparado para lidar com predadores.
Por milênios, o pastoreio de auroques criou espaços abertos para outras espécies prosperarem. Como o mais próximo do auroque extinto retratado nas gravuras pré-históricas, Goderie afirma que os tauros desempenham uma função ecológica semelhante, vital para a biodiversidade. "O pastoreio natural levará a mais processos apropriados que estão ausentes nos ecossistemas locais, mais habitats e mais biodiversidade", diz ele.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c78jn2wd2gxo.adaptado.

Os animais eram tão importantes "que nossos ancestrais decidiram" pintar e gravar suas imagens em cavernas e pedras.

A expressão destacada trata-se de uma oração:

 

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3671353 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Câm. União Oeste-SC
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Por que Portugal está soltando bovinos e cavalos na natureza
Há milhares de anos, os ancestrais selvagens do gado bovino e do cavalo vagavam livremente pela região do Côa, migrando em grandes rebanhos e desempenhando um papel fundamental na manutenção dos ecossistemas de pastagens.
Os animais eram tão importantes que nossos ancestrais decidiram pintar e gravar suas imagens em cavernas e pedras.
Ao longo do Vale do Côa, representações de auroques, cavalos selvagens e outras criaturas que datam de vinte e quatro mil anos foram esculpidas nos afloramentos de xisto.
A área abriga uma das maiores concentrações de arte rupestre paleolítica a céu aberto e é reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco.
Com seus chifres longos e corpo maciço, o auroque aparece com destaque nas gravuras. Outrora o maior mamífero terrestre da Europa, o auroque foi extinto no século XVII devido à caça excessiva e à perda de habitat.
O último exemplar da espécie morreu na Polônia em 1627; um dos primeiros casos de extinção registrados.
Mas esforços recentes tentam trazer de volta esses poderosos herbívoros. A Rewilding Portugal firmou uma parceria com a Fundação Taurus, uma organização holandesa dedicada à criação de bovinos que possam prosperar nas paisagens selvagens da Europa. "Queríamos desenvolver um substituto para o que os auroques costumavam ser", diz o ecologista Ronald Goderie, diretor da Fundação Taurus, que iniciou um programa de reprodução em 2008. Embora os auroques estejam extintos, seus genes sobrevivem no gado doméstico.
A fundação tem usado um método conhecido como retrocruzamento para combinar raças de gado no sul da Europa que ainda mantêm algumas das características de seus ancestrais auroques: grande estatura, pernas longas, constituição esbelta e grandes chifres curvados para a frente. "Combinamos raças primitivas para chegar o mais próximo possível geneticamente do que o auroque já foi", diz Goderie. O objetivo é criar um bovino selvagem que possa novamente vagar livremente e que esteja preparado para lidar com predadores.
Por milênios, o pastoreio de auroques criou espaços abertos para outras espécies prosperarem. Como o mais próximo do auroque extinto retratado nas gravuras pré-históricas, Goderie afirma que os tauros desempenham uma função ecológica semelhante, vital para a biodiversidade. "O pastoreio natural levará a mais processos apropriados que estão ausentes nos ecossistemas locais, mais habitats e mais biodiversidade", diz ele.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c78jn2wd2gxo.adaptado.
A Rewilding Portugal firmou uma parceria com a Fundação Taurus, "uma organização holandesa".
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
 

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3671352 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Câm. União Oeste-SC
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Por que Portugal está soltando bovinos e cavalos na natureza
Há milhares de anos, os ancestrais selvagens do gado bovino e do cavalo vagavam livremente pela região do Côa, migrando em grandes rebanhos e desempenhando um papel fundamental na manutenção dos ecossistemas de pastagens.
Os animais eram tão importantes que nossos ancestrais decidiram pintar e gravar suas imagens em cavernas e pedras.
Ao longo do Vale do Côa, representações de auroques, cavalos selvagens e outras criaturas que datam de vinte e quatro mil anos foram esculpidas nos afloramentos de xisto.
A área abriga uma das maiores concentrações de arte rupestre paleolítica a céu aberto e é reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco.
Com seus chifres longos e corpo maciço, o auroque aparece com destaque nas gravuras. Outrora o maior mamífero terrestre da Europa, o auroque foi extinto no século XVII devido à caça excessiva e à perda de habitat.
O último exemplar da espécie morreu na Polônia em 1627; um dos primeiros casos de extinção registrados.
Mas esforços recentes tentam trazer de volta esses poderosos herbívoros. A Rewilding Portugal firmou uma parceria com a Fundação Taurus, uma organização holandesa dedicada à criação de bovinos que possam prosperar nas paisagens selvagens da Europa. "Queríamos desenvolver um substituto para o que os auroques costumavam ser", diz o ecologista Ronald Goderie, diretor da Fundação Taurus, que iniciou um programa de reprodução em 2008. Embora os auroques estejam extintos, seus genes sobrevivem no gado doméstico.
A fundação tem usado um método conhecido como retrocruzamento para combinar raças de gado no sul da Europa que ainda mantêm algumas das características de seus ancestrais auroques: grande estatura, pernas longas, constituição esbelta e grandes chifres curvados para a frente. "Combinamos raças primitivas para chegar o mais próximo possível geneticamente do que o auroque já foi", diz Goderie. O objetivo é criar um bovino selvagem que possa novamente vagar livremente e que esteja preparado para lidar com predadores.
Por milênios, o pastoreio de auroques criou espaços abertos para outras espécies prosperarem. Como o mais próximo do auroque extinto retratado nas gravuras pré-históricas, Goderie afirma que os tauros desempenham uma função ecológica semelhante, vital para a biodiversidade. "O pastoreio natural levará a mais processos apropriados que estão ausentes nos ecossistemas locais, mais habitats e mais biodiversidade", diz ele.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c78jn2wd2gxo.adaptado.
A fundação tem usado um método conhecido como retrocruzamento para combinar raças de gado no sul da Europa que ainda mantêm algumas das características de seus ancestrais auroques: grande estatura, pernas longas, constituição esbelta e grandes chifres curvados para a frente.
A partir do trecho fornecido, identifique a alternativa cuja construção respeita plenamente as normas de concordância nominal exigidas pela linguagem culta da língua portuguesa.
 

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3671351 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Câm. União Oeste-SC
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Por que Portugal está soltando bovinos e cavalos na natureza
Há milhares de anos, os ancestrais selvagens do gado bovino e do cavalo vagavam livremente pela região do Côa, migrando em grandes rebanhos e desempenhando um papel fundamental na manutenção dos ecossistemas de pastagens.
Os animais eram tão importantes que nossos ancestrais decidiram pintar e gravar suas imagens em cavernas e pedras.
Ao longo do Vale do Côa, representações de auroques, cavalos selvagens e outras criaturas que datam de vinte e quatro mil anos foram esculpidas nos afloramentos de xisto.
A área abriga uma das maiores concentrações de arte rupestre paleolítica a céu aberto e é reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco.
Com seus chifres longos e corpo maciço, o auroque aparece com destaque nas gravuras. Outrora o maior mamífero terrestre da Europa, o auroque foi extinto no século XVII devido à caça excessiva e à perda de habitat.
O último exemplar da espécie morreu na Polônia em 1627; um dos primeiros casos de extinção registrados.
Mas esforços recentes tentam trazer de volta esses poderosos herbívoros. A Rewilding Portugal firmou uma parceria com a Fundação Taurus, uma organização holandesa dedicada à criação de bovinos que possam prosperar nas paisagens selvagens da Europa. "Queríamos desenvolver um substituto para o que os auroques costumavam ser", diz o ecologista Ronald Goderie, diretor da Fundação Taurus, que iniciou um programa de reprodução em 2008. Embora os auroques estejam extintos, seus genes sobrevivem no gado doméstico.
A fundação tem usado um método conhecido como retrocruzamento para combinar raças de gado no sul da Europa que ainda mantêm algumas das características de seus ancestrais auroques: grande estatura, pernas longas, constituição esbelta e grandes chifres curvados para a frente. "Combinamos raças primitivas para chegar o mais próximo possível geneticamente do que o auroque já foi", diz Goderie. O objetivo é criar um bovino selvagem que possa novamente vagar livremente e que esteja preparado para lidar com predadores.
Por milênios, o pastoreio de auroques criou espaços abertos para outras espécies prosperarem. Como o mais próximo do auroque extinto retratado nas gravuras pré-históricas, Goderie afirma que os tauros desempenham uma função ecológica semelhante, vital para a biodiversidade. "O pastoreio natural levará a mais processos apropriados que estão ausentes nos ecossistemas locais, mais habitats e mais biodiversidade", diz ele.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c78jn2wd2gxo.adaptado.
Mais ao sul, uma manada de grandes bovinos pretos e castanhos, com chifres longos, corre com agilidade. Conhecidos como tauros, esses bovinos são uma versão criada do extinto auroque, o ancestral selvagem da vaca moderna.
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa que interpreta corretamente as informações e os propósitos nele contidos.
 

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3671350 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Câm. União Oeste-SC
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Por que Portugal está soltando bovinos e cavalos na natureza
Há milhares de anos, os ancestrais selvagens do gado bovino e do cavalo vagavam livremente pela região do Côa, migrando em grandes rebanhos e desempenhando um papel fundamental na manutenção dos ecossistemas de pastagens.
Os animais eram tão importantes que nossos ancestrais decidiram pintar e gravar suas imagens em cavernas e pedras.
Ao longo do Vale do Côa, representações de auroques, cavalos selvagens e outras criaturas que datam de vinte e quatro mil anos foram esculpidas nos afloramentos de xisto.
A área abriga uma das maiores concentrações de arte rupestre paleolítica a céu aberto e é reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco.
Com seus chifres longos e corpo maciço, o auroque aparece com destaque nas gravuras. Outrora o maior mamífero terrestre da Europa, o auroque foi extinto no século XVII devido à caça excessiva e à perda de habitat.
O último exemplar da espécie morreu na Polônia em 1627; um dos primeiros casos de extinção registrados.
Mas esforços recentes tentam trazer de volta esses poderosos herbívoros. A Rewilding Portugal firmou uma parceria com a Fundação Taurus, uma organização holandesa dedicada à criação de bovinos que possam prosperar nas paisagens selvagens da Europa. "Queríamos desenvolver um substituto para o que os auroques costumavam ser", diz o ecologista Ronald Goderie, diretor da Fundação Taurus, que iniciou um programa de reprodução em 2008. Embora os auroques estejam extintos, seus genes sobrevivem no gado doméstico.
A fundação tem usado um método conhecido como retrocruzamento para combinar raças de gado no sul da Europa que ainda mantêm algumas das características de seus ancestrais auroques: grande estatura, pernas longas, constituição esbelta e grandes chifres curvados para a frente. "Combinamos raças primitivas para chegar o mais próximo possível geneticamente do que o auroque já foi", diz Goderie. O objetivo é criar um bovino selvagem que possa novamente vagar livremente e que esteja preparado para lidar com predadores.
Por milênios, o pastoreio de auroques criou espaços abertos para outras espécies prosperarem. Como o mais próximo do auroque extinto retratado nas gravuras pré-históricas, Goderie afirma que os tauros desempenham uma função ecológica semelhante, vital para a biodiversidade. "O pastoreio natural levará a mais processos apropriados que estão ausentes nos ecossistemas locais, mais habitats e mais biodiversidade", diz ele.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c78jn2wd2gxo.adaptado.
Com seus chifres longos e corpo maciço, o auroque aparece com destaque nas gravuras. Outrora o maior mamífero terrestre da Europa, o auroque foi extinto no século XVII devido à caça excessiva e à perda de habitat.
Assinale a alternativa cuja utilização da crase está de acordo com a norma culta da língua portuguesa, considerando-se a estrutura sintática e a regência verbal e nominal.
 

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3671349 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Câm. União Oeste-SC
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Por que Portugal está soltando bovinos e cavalos na natureza
Há milhares de anos, os ancestrais selvagens do gado bovino e do cavalo vagavam livremente pela região do Côa, migrando em grandes rebanhos e desempenhando um papel fundamental na manutenção dos ecossistemas de pastagens.
Os animais eram tão importantes que nossos ancestrais decidiram pintar e gravar suas imagens em cavernas e pedras.
Ao longo do Vale do Côa, representações de auroques, cavalos selvagens e outras criaturas que datam de vinte e quatro mil anos foram esculpidas nos afloramentos de xisto.
A área abriga uma das maiores concentrações de arte rupestre paleolítica a céu aberto e é reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco.
Com seus chifres longos e corpo maciço, o auroque aparece com destaque nas gravuras. Outrora o maior mamífero terrestre da Europa, o auroque foi extinto no século XVII devido à caça excessiva e à perda de habitat.
O último exemplar da espécie morreu na Polônia em 1627; um dos primeiros casos de extinção registrados.
Mas esforços recentes tentam trazer de volta esses poderosos herbívoros. A Rewilding Portugal firmou uma parceria com a Fundação Taurus, uma organização holandesa dedicada à criação de bovinos que possam prosperar nas paisagens selvagens da Europa. "Queríamos desenvolver um substituto para o que os auroques costumavam ser", diz o ecologista Ronald Goderie, diretor da Fundação Taurus, que iniciou um programa de reprodução em 2008. Embora os auroques estejam extintos, seus genes sobrevivem no gado doméstico.
A fundação tem usado um método conhecido como retrocruzamento para combinar raças de gado no sul da Europa que ainda mantêm algumas das características de seus ancestrais auroques: grande estatura, pernas longas, constituição esbelta e grandes chifres curvados para a frente. "Combinamos raças primitivas para chegar o mais próximo possível geneticamente do que o auroque já foi", diz Goderie. O objetivo é criar um bovino selvagem que possa novamente vagar livremente e que esteja preparado para lidar com predadores.
Por milênios, o pastoreio de auroques criou espaços abertos para outras espécies prosperarem. Como o mais próximo do auroque extinto retratado nas gravuras pré-históricas, Goderie afirma que os tauros desempenham uma função ecológica semelhante, vital para a biodiversidade. "O pastoreio natural levará a mais processos apropriados que estão ausentes nos ecossistemas locais, mais habitats e mais biodiversidade", diz ele.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c78jn2wd2gxo.adaptado.
O último exemplar da espécie "morreu" na Polônia em 1627; um dos primeiros casos de extinção registrados.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
 

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3671348 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Unochapecó
Orgão: Câm. União Oeste-SC
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Por que Portugal está soltando bovinos e cavalos na natureza
Há milhares de anos, os ancestrais selvagens do gado bovino e do cavalo vagavam livremente pela região do Côa, migrando em grandes rebanhos e desempenhando um papel fundamental na manutenção dos ecossistemas de pastagens.
Os animais eram tão importantes que nossos ancestrais decidiram pintar e gravar suas imagens em cavernas e pedras.
Ao longo do Vale do Côa, representações de auroques, cavalos selvagens e outras criaturas que datam de vinte e quatro mil anos foram esculpidas nos afloramentos de xisto.
A área abriga uma das maiores concentrações de arte rupestre paleolítica a céu aberto e é reconhecida como Patrimônio Mundial da Unesco.
Com seus chifres longos e corpo maciço, o auroque aparece com destaque nas gravuras. Outrora o maior mamífero terrestre da Europa, o auroque foi extinto no século XVII devido à caça excessiva e à perda de habitat.
O último exemplar da espécie morreu na Polônia em 1627; um dos primeiros casos de extinção registrados.
Mas esforços recentes tentam trazer de volta esses poderosos herbívoros. A Rewilding Portugal firmou uma parceria com a Fundação Taurus, uma organização holandesa dedicada à criação de bovinos que possam prosperar nas paisagens selvagens da Europa. "Queríamos desenvolver um substituto para o que os auroques costumavam ser", diz o ecologista Ronald Goderie, diretor da Fundação Taurus, que iniciou um programa de reprodução em 2008. Embora os auroques estejam extintos, seus genes sobrevivem no gado doméstico.
A fundação tem usado um método conhecido como retrocruzamento para combinar raças de gado no sul da Europa que ainda mantêm algumas das características de seus ancestrais auroques: grande estatura, pernas longas, constituição esbelta e grandes chifres curvados para a frente. "Combinamos raças primitivas para chegar o mais próximo possível geneticamente do que o auroque já foi", diz Goderie. O objetivo é criar um bovino selvagem que possa novamente vagar livremente e que esteja preparado para lidar com predadores.
Por milênios, o pastoreio de auroques criou espaços abertos para outras espécies prosperarem. Como o mais próximo do auroque extinto retratado nas gravuras pré-históricas, Goderie afirma que os tauros desempenham uma função ecológica semelhante, vital para a biodiversidade. "O pastoreio natural levará a mais processos apropriados que estão ausentes nos ecossistemas locais, mais habitats e mais biodiversidade", diz ele.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c78jn2wd2gxo.adaptado.
Ao longo do Vale do Côa, representações de auroques, cavalos selvagens e outras criaturas foram esculpidas nos afloramentos de xisto.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
 

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