Foram encontradas 340 questões.
Com relação aos testes de hipótese sobre um parâmetro de uma população, baseados em uma amostra de tamanho n dessa população, afirma-se que
I - o poder do teste aumenta com !$ α !$ a probabilidade de um erro do tipo I, n mantido constante;
II - o poder do teste não depende de n;
III - o poder do teste é a probabilidade de o teste rejeitar uma hipótese H0 quando esta é falsa;
IV- o poder do teste é igual a 1 − !$ β !$, onde !$ β !$ é a probabilidade de um erro do tipo II;
Estão corretas APENAS as afirmações
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As questões de nos 60 a 62 referem-se aos resultados de um exame aplicado a uma amostra de 150 alunos de certa instituição, apresentados na seguinte tabela:
|
Média |
Desvio padrão | Mínimo | Máximo |
Quartis |
||
|
1º |
2º | 3º | ||||
|
52,93 |
12,72 | 38,87 | 78,40 | 41,69 | 49,03 |
66,57 |
Os limites do intervalo de confiança de 95,0% obtido para a média !$ μ !$ dos escores da população são (50,97; 54,89). Conclui-se, assim, que
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Média |
Desvio padrão | Mínimo | Máximo |
Quartis |
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1º |
2º | 3º | ||||
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52,93 |
12,72 | 38,87 | 78,40 | 41,69 | 49,03 |
66,57 |
A padronização dos testes de inteligência (QI), conhecida como Escala de Stanford-Binet, transforma os escores de modo que a média seja igual a 100 e o desvio padrão, igual a 16. Se utilizada esta transformação nos escores desse exame, qual seria a nova mediana dos escores?
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As questões de nos 60 a 62 referem-se aos resultados de um exame aplicado a uma amostra de 150 alunos de certa instituição, apresentados na seguinte tabela:
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Média |
Desvio padrão | Mínimo | Máximo |
Quartis |
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1º |
2º | 3º | ||||
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52,93 |
12,72 | 38,87 | 78,40 | 41,69 | 49,03 |
66,57 |
Analisando-se as estatísticas da tabela, conclui-se que
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| Feminino | Masculino |
Total |
|
|
Centro-Oeste |
98 |
111 | 209 |
|
Nordeste |
187 | 214 | 401 |
|
Norte |
54 | 65 | 119 |
|
Sudeste |
514 | 665 | 1179 |
|
Sul |
230 | 272 | 502 |
|
Total |
1083 |
1327 |
2410 |
O Coeficiente de Contingência de Pearson é
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| Feminino | Masculino |
Total |
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Centro-Oeste |
98 |
111 | 209 |
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Nordeste |
187 | 214 | 401 |
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Norte |
54 | 65 | 119 |
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Sudeste |
514 | 665 | 1179 |
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Sul |
230 | 272 | 502 |
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Total |
1083 |
1327 |
2410 |
O valor da estatística qui-quadrado e o nível descritivo do teste (p-value) observados foram, respectivamente, X 2=1,811 e 0,770.
No cálculo da estatística do teste, a menor diferença entre o número de homens observado e o esperado ocorre na região
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| Feminino | Masculino |
Total |
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Centro-Oeste |
98 |
111 | 209 |
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Nordeste |
187 | 214 | 401 |
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Norte |
54 | 65 | 119 |
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Sudeste |
514 | 665 | 1179 |
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Sul |
230 | 272 | 502 |
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Total |
1083 |
1327 |
2410 |
O valor da estatística qui-quadrado e o nível descritivo do teste (p-value) observados foram, respectivamente, X 2=1,811 e 0,770.
Com relação ao teste de hipótese realizado, considere as afirmações a seguir.
I - O teste foi baseado em 9 graus de liberdade.
II - A hipótese de independência entre Sexo e Região não é rejeitada para qualquer nível de significância inferior a 10,0%.
III - Com 95,0% de confiança afirma-se que existe associação entre as variáveis Sexo e Região.
IV - Sob a hipótese de independência entre as variáveis Sexo e Região, o número esperado de mulheres na região Norte é menor que o número observado.
Estão corretas APENAS as afirmações
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Se as variáveis Y e X1 forem transformadas, respectivamente, para Y1 = −2Y + 0,5 e X’1=−X1+ 0,5, o coeficiente de correlação entre Y1 e X’1 será
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O teste de hipótese de que a correlação linear entre Y e X1 é nula apresentou um valor descritivo (p-value) de 0,480. Conclui-se, então, que
I - a hipótese que !$ ρ !$= 0 para qualquer nível de significância menor do que 0,480 não deve ser rejeitada;
II - o coeficiente de determinação é menor do que 4,0%;
III - com 48,0% de confiança afirma-se que a relação entre Y e X1 existe, mas é não linear;
IV- a variável Y não deve ser expressa como uma função linear da variável X1.
São corretas APENAS as afirmações
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A formulação adequada para o teste de hipótese de existência de relação linear entre Y e X1, Y = !$ β_0 !$ + !$ β_1 !$ + !$ ε !$ é
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