Foram encontradas 340 questões.
Senhores Chefes de Setor,
Vimos por meio deste informar que na próxima semana a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) realizará curso de capacitação que visa o treinamento dos novos servidores do quadro. Nesse sentido, solicitamos à Vossas Senhorias o obséquio de estar encaminhando a lista completa dos servidores de vossos setores que ingressaram recentemente no quadro da Instituição para que possam receber, por escrito, a convocação para o curso. Gostaria de lembrá-los que a participação no supramencionado curso é de caráter obrigatório para os neófitos.
Cordialmente,
Chefe do Setor de Pessoal.
Considerando o texto acima, que foi adaptado de comunicação oficial interna de um órgão público, julgue o item a seguir, com base no Manual de Redação da Presidência da República.
A identificação do signatário do documento é inadequada, pois apenas as comunicações assinadas pelo presidente da República prescindem do nome da autoridade que as expede, posicionado abaixo do local de assinatura e seguido do respectivo cargo.
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Os cientistas brasileiros nunca renderam muitas notícias nos periódicos especializados de primeira linha. Mesmo quando eles publicam seus artigos nessas revistas, obtêm uma repercussão menor que a dos autores de outras nacionalidades. A ISI Web of Knowledge, base de dados que a agência norte-americana Thomson Reuters montou a partir dos textos científicos publicados desde 1900, mostra que o impacto de um trabalho de um brasileiro é 37% menor que o da média dos de cientistas dos países de primeiro mundo. A razão para isso é que só recentemente o Brasil passou a valorizar a produção acadêmica — os primeiros cursos de pós-graduação foram abertos há menos de cinquenta anos. Além de ter chegado atrasado, o país continua a investir pouco em ciência. Mas há sinais de que o Brasil começa a superar suas dificuldades nesse campo.
O número de artigos assinados por pesquisadores brasileiros em publicações de referência mundial cresceu 84,5% de 2005 a 2009, em comparação ao quinquênio 2000/2004. O progresso não foi apenas quantitativo, os trabalhos também passaram a ganhar mais atenção. Nos últimos anos, as citações feitas por cientistas estrangeiros de artigos escritos por brasileiros subiram 126,4%. Esse incremento é ainda mais relevante que o aumento da produção, porque as menções refletem a maior qualidade dos estudos feitos no país.
Apesar de essa situação ter-se mostrado positiva em relação aos anos anteriores, o imunologista Jorge Kalil, diretor, há vinte e seis anos, do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração em São Paulo, e um dos maiores pesquisadores de sua área no Brasil, afirma: “É preciso aumentar o intercâmbio de cientistas brasileiros com os de institutos internacionais de referência. Hoje, no máximo 10% dos pesquisadores em atividade no Brasil trabalham em grandes centros no exterior. Na área da ciência, esse contato é essencial — não só para saber como os grandes cientistas trabalham, mas para estabelecer bons contatos e se fazer conhecer. Além disso, há um problema ainda maior: a burocracia brasileira entrava o trabalho dos cientistas. Existe uma enorme dificuldade para a importação de materiais básicos de laboratório, como reagentes, anticorpos e enzimas”.
Veja, 23/3/2011 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto anterior, julgue o item que se segue.
A oração “Apesar de essa situação ter-se mostrado positiva em relação aos anos anteriores” expressa uma ideia de condição.
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Os cientistas brasileiros nunca renderam muitas notícias nos periódicos especializados de primeira linha. Mesmo quando eles publicam seus artigos nessas revistas, obtêm uma repercussão menor que a dos autores de outras nacionalidades. A ISI Web of Knowledge, base de dados que a agência norte-americana Thomson Reuters montou a partir dos textos científicos publicados desde 1900, mostra que o impacto de um trabalho de um brasileiro é 37% menor que o da média dos de cientistas dos países de primeiro mundo. A razão para isso é que só recentemente o Brasil passou a valorizar a produção acadêmica — os primeiros cursos de pós-graduação foram abertos há menos de cinquenta anos. Além de ter chegado atrasado, o país continua a investir pouco em ciência. Mas há sinais de que o Brasil começa a superar suas dificuldades nesse campo.
O número de artigos assinados por pesquisadores brasileiros em publicações de referência mundial cresceu 84,5% de 2005 a 2009, em comparação ao quinquênio 2000/2004. O progresso não foi apenas quantitativo, os trabalhos também passaram a ganhar mais atenção. Nos últimos anos, as citações feitas por cientistas estrangeiros de artigos escritos por brasileiros subiram 126,4%. Esse incremento é ainda mais relevante que o aumento da produção, porque as menções refletem a maior qualidade dos estudos feitos no país.
Apesar de essa situação ter-se mostrado positiva em relação aos anos anteriores, o imunologista Jorge Kalil, diretor, há vinte e seis anos, do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração em São Paulo, e um dos maiores pesquisadores de sua área no Brasil, afirma: “É preciso aumentar o intercâmbio de cientistas brasileiros com os de institutos internacionais de referência. Hoje, no máximo 10% dos pesquisadores em atividade no Brasil trabalham em grandes centros no exterior. Na área da ciência, esse contato é essencial — não só para saber como os grandes cientistas trabalham, mas para estabelecer bons contatos e se fazer conhecer. Além disso, há um problema ainda maior: a burocracia brasileira entrava o trabalho dos cientistas. Existe uma enorme dificuldade para a importação de materiais básicos de laboratório, como reagentes, anticorpos e enzimas”.
Veja, 23/3/2011 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto anterior, julgue o item que se segue.
A expressão “Esse incremento” retoma a ideia expressa pelos percentuais quantitativos e qualitativos da participação do Brasil no cenário das publicações em periódicos de grande visibilidade mundial.
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Os cientistas brasileiros nunca renderam muitas notícias nos periódicos especializados de primeira linha. Mesmo quando eles publicam seus artigos nessas revistas, obtêm uma repercussão menor que a dos autores de outras nacionalidades. A ISI Web of Knowledge, base de dados que a agência norte-americana Thomson Reuters montou a partir dos textos científicos publicados desde 1900, mostra que o impacto de um trabalho de um brasileiro é 37% menor que o da média dos de cientistas dos países de primeiro mundo. A razão para isso é que só recentemente o Brasil passou a valorizar a produção acadêmica — os primeiros cursos de pós-graduação foram abertos há menos de cinquenta anos. Além de ter chegado atrasado, o país continua a investir pouco em ciência. Mas há sinais de que o Brasil começa a superar suas dificuldades nesse campo.
O número de artigos assinados por pesquisadores brasileiros em publicações de referência mundial cresceu 84,5% de 2005 a 2009, em comparação ao quinquênio 2000/2004. O progresso não foi apenas quantitativo, os trabalhos também passaram a ganhar mais atenção. Nos últimos anos, as citações feitas por cientistas estrangeiros de artigos escritos por brasileiros subiram 126,4%. Esse incremento é ainda mais relevante que o aumento da produção, porque as menções refletem a maior qualidade dos estudos feitos no país.
Apesar de essa situação ter-se mostrado positiva em relação aos anos anteriores, o imunologista Jorge Kalil, diretor, há vinte e seis anos, do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração em São Paulo, e um dos maiores pesquisadores de sua área no Brasil, afirma: “É preciso aumentar o intercâmbio de cientistas brasileiros com os de institutos internacionais de referência. Hoje, no máximo 10% dos pesquisadores em atividade no Brasil trabalham em grandes centros no exterior. Na área da ciência, esse contato é essencial — não só para saber como os grandes cientistas trabalham, mas para estabelecer bons contatos e se fazer conhecer. Além disso, há um problema ainda maior: a burocracia brasileira entrava o trabalho dos cientistas. Existe uma enorme dificuldade para a importação de materiais básicos de laboratório, como reagentes, anticorpos e enzimas”.
Veja, 23/3/2011 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto anterior, julgue o item que se segue.
No texto, estabelece-se uma relação de causa/consequência entre o baixo investimento em pesquisa científica no Brasil e a pouca relevância da produção advinda dessa pesquisa.
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Os cientistas brasileiros nunca renderam muitas notícias nos periódicos especializados de primeira linha. Mesmo quando eles publicam seus artigos nessas revistas, obtêm uma repercussão menor que a dos autores de outras nacionalidades. A ISI Web of Knowledge, base de dados que a agência norte-americana Thomson Reuters montou a partir dos textos científicos publicados desde 1900, mostra que o impacto de um trabalho de um brasileiro é 37% menor que o da média dos de cientistas dos países de primeiro mundo. A razão para isso é que só recentemente o Brasil passou a valorizar a produção acadêmica — os primeiros cursos de pós-graduação foram abertos há menos de cinquenta anos. Além de ter chegado atrasado, o país continua a investir pouco em ciência. Mas há sinais de que o Brasil começa a superar suas dificuldades nesse campo.
O número de artigos assinados por pesquisadores brasileiros em publicações de referência mundial cresceu 84,5% de 2005 a 2009, em comparação ao quinquênio 2000/2004. O progresso não foi apenas quantitativo, os trabalhos também passaram a ganhar mais atenção. Nos últimos anos, as citações feitas por cientistas estrangeiros de artigos escritos por brasileiros subiram 126,4%. Esse incremento é ainda mais relevante que o aumento da produção, porque as menções refletem a maior qualidade dos estudos feitos no país.
Apesar de essa situação ter-se mostrado positiva em relação aos anos anteriores, o imunologista Jorge Kalil, diretor, há vinte e seis anos, do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração em São Paulo, e um dos maiores pesquisadores de sua área no Brasil, afirma: “É preciso aumentar o intercâmbio de cientistas brasileiros com os de institutos internacionais de referência. Hoje, no máximo 10% dos pesquisadores em atividade no Brasil trabalham em grandes centros no exterior. Na área da ciência, esse contato é essencial — não só para saber como os grandes cientistas trabalham, mas para estabelecer bons contatos e se fazer conhecer. Além disso, há um problema ainda maior: a burocracia brasileira entrava o trabalho dos cientistas. Existe uma enorme dificuldade para a importação de materiais básicos de laboratório, como reagentes, anticorpos e enzimas”.
Veja, 23/3/2011 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto anterior, julgue o item que se segue.
Infere-se da leitura do texto que, apesar da longa tradição da pós-graduação brasileira no campo das pesquisas, o impacto desse tipo de curso ainda está muito aquém daquele observado no cenário internacional.
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Os cientistas brasileiros nunca renderam muitas notícias nos periódicos especializados de primeira linha. Mesmo quando eles publicam seus artigos nessas revistas, obtêm uma repercussão menor que a dos autores de outras nacionalidades. A ISI Web of Knowledge, base de dados que a agência norte-americana Thomson Reuters montou a partir dos textos científicos publicados desde 1900, mostra que o impacto de um trabalho de um brasileiro é 37% menor que o da média dos de cientistas dos países de primeiro mundo. A razão para isso é que só recentemente o Brasil passou a valorizar a produção acadêmica — os primeiros cursos de pós-graduação foram abertos há menos de cinquenta anos. Além de ter chegado atrasado, o país continua a investir pouco em ciência. Mas há sinais de que o Brasil começa a superar suas dificuldades nesse campo.
O número de artigos assinados por pesquisadores brasileiros em publicações de referência mundial cresceu 84,5% de 2005 a 2009, em comparação ao quinquênio 2000/2004. O progresso não foi apenas quantitativo, os trabalhos também passaram a ganhar mais atenção. Nos últimos anos, as citações feitas por cientistas estrangeiros de artigos escritos por brasileiros subiram 126,4%. Esse incremento é ainda mais relevante que o aumento da produção, porque as menções refletem a maior qualidade dos estudos feitos no país.
Apesar de essa situação ter-se mostrado positiva em relação aos anos anteriores, o imunologista Jorge Kalil, diretor, há vinte e seis anos, do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração em São Paulo, e um dos maiores pesquisadores de sua área no Brasil, afirma: “É preciso aumentar o intercâmbio de cientistas brasileiros com os de institutos internacionais de referência. Hoje, no máximo 10% dos pesquisadores em atividade no Brasil trabalham em grandes centros no exterior. Na área da ciência, esse contato é essencial — não só para saber como os grandes cientistas trabalham, mas para estabelecer bons contatos e se fazer conhecer. Além disso, há um problema ainda maior: a burocracia brasileira entrava o trabalho dos cientistas. Existe uma enorme dificuldade para a importação de materiais básicos de laboratório, como reagentes, anticorpos e enzimas”.
Veja, 23/3/2011 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto anterior, julgue o item que se segue.
As vírgulas que separam a oração “base de dados (...) desde 1900” são de uso facultativo, razão por que a sua retirada não prejudicaria a correção gramatical do texto.
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Os cientistas brasileiros nunca renderam muitas notícias nos periódicos especializados de primeira linha. Mesmo quando eles publicam seus artigos nessas revistas, obtêm uma repercussão menor que a dos autores de outras nacionalidades. A ISI Web of Knowledge, base de dados que a agência norte-americana Thomson Reuters montou a partir dos textos científicos publicados desde 1900, mostra que o impacto de um trabalho de um brasileiro é 37% menor que o da média dos de cientistas dos países de primeiro mundo. A razão para isso é que só recentemente o Brasil passou a valorizar a produção acadêmica — os primeiros cursos de pós-graduação foram abertos há menos de cinquenta anos. Além de ter chegado atrasado, o país continua a investir pouco em ciência. Mas há sinais de que o Brasil começa a superar suas dificuldades nesse campo.
O número de artigos assinados por pesquisadores brasileiros em publicações de referência mundial cresceu 84,5% de 2005 a 2009, em comparação ao quinquênio 2000/2004. O progresso não foi apenas quantitativo, os trabalhos também passaram a ganhar mais atenção. Nos últimos anos, as citações feitas por cientistas estrangeiros de artigos escritos por brasileiros subiram 126,4%. Esse incremento é ainda mais relevante que o aumento da produção, porque as menções refletem a maior qualidade dos estudos feitos no país.
Apesar de essa situação ter-se mostrado positiva em relação aos anos anteriores, o imunologista Jorge Kalil, diretor, há vinte e seis anos, do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração em São Paulo, e um dos maiores pesquisadores de sua área no Brasil, afirma: “É preciso aumentar o intercâmbio de cientistas brasileiros com os de institutos internacionais de referência. Hoje, no máximo 10% dos pesquisadores em atividade no Brasil trabalham em grandes centros no exterior. Na área da ciência, esse contato é essencial — não só para saber como os grandes cientistas trabalham, mas para estabelecer bons contatos e se fazer conhecer. Além disso, há um problema ainda maior: a burocracia brasileira entrava o trabalho dos cientistas. Existe uma enorme dificuldade para a importação de materiais básicos de laboratório, como reagentes, anticorpos e enzimas”.
Veja, 23/3/2011 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto anterior, julgue o item que se segue.
O emprego do termo “primeira linha” remete à qualidade e à importância de determinadas revistas científicas especializadas.
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Os cientistas brasileiros nunca renderam muitas notícias nos periódicos especializados de primeira linha. Mesmo quando eles publicam seus artigos nessas revistas, obtêm uma repercussão menor que a dos autores de outras nacionalidades. A ISI Web of Knowledge, base de dados que a agência norte-americana Thomson Reuters montou a partir dos textos científicos publicados desde 1900, mostra que o impacto de um trabalho de um brasileiro é 37% menor que o da média dos de cientistas dos países de primeiro mundo. A razão para isso é que só recentemente o Brasil passou a valorizar a produção acadêmica — os primeiros cursos de pós-graduação foram abertos há menos de cinquenta anos. Além de ter chegado atrasado, o país continua a investir pouco em ciência. Mas há sinais de que o Brasil começa a superar suas dificuldades nesse campo.
O número de artigos assinados por pesquisadores brasileiros em publicações de referência mundial cresceu 84,5% de 2005 a 2009, em comparação ao quinquênio 2000/2004. O progresso não foi apenas quantitativo, os trabalhos também passaram a ganhar mais atenção. Nos últimos anos, as citações feitas por cientistas estrangeiros de artigos escritos por brasileiros subiram 126,4%. Esse incremento é ainda mais relevante que o aumento da produção, porque as menções refletem a maior qualidade dos estudos feitos no país.
Apesar de essa situação ter-se mostrado positiva em relação aos anos anteriores, o imunologista Jorge Kalil, diretor, há vinte e seis anos, do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração em São Paulo, e um dos maiores pesquisadores de sua área no Brasil, afirma: “É preciso aumentar o intercâmbio de cientistas brasileiros com os de institutos internacionais de referência. Hoje, no máximo 10% dos pesquisadores em atividade no Brasil trabalham em grandes centros no exterior. Na área da ciência, esse contato é essencial — não só para saber como os grandes cientistas trabalham, mas para estabelecer bons contatos e se fazer conhecer. Além disso, há um problema ainda maior: a burocracia brasileira entrava o trabalho dos cientistas. Existe uma enorme dificuldade para a importação de materiais básicos de laboratório, como reagentes, anticorpos e enzimas”.
Veja, 23/3/2011 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto anterior, julgue o item que se segue.
De acordo com a argumentação textual, nos últimos anos, o Brasil beneficiou-se por uma autossuficiência de materiais necessários para as pesquisas científicas, o que resultou em claro aumento da divulgação e repercussão dos resultados dessas pesquisas no cenário internacional.
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Os cientistas brasileiros nunca renderam muitas notícias nos periódicos especializados de primeira linha. Mesmo quando eles publicam seus artigos nessas revistas, obtêm uma repercussão menor que a dos autores de outras nacionalidades. A ISI Web of Knowledge, base de dados que a agência norte-americana Thomson Reuters montou a partir dos textos científicos publicados desde 1900, mostra que o impacto de um trabalho de um brasileiro é 37% menor que o da média dos de cientistas dos países de primeiro mundo. A razão para isso é que só recentemente o Brasil passou a valorizar a produção acadêmica — os primeiros cursos de pós-graduação foram abertos há menos de cinquenta anos. Além de ter chegado atrasado, o país continua a investir pouco em ciência. Mas há sinais de que o Brasil começa a superar suas dificuldades nesse campo.
O número de artigos assinados por pesquisadores brasileiros em publicações de referência mundial cresceu 84,5% de 2005 a 2009, em comparação ao quinquênio 2000/2004. O progresso não foi apenas quantitativo, os trabalhos também passaram a ganhar mais atenção. Nos últimos anos, as citações feitas por cientistas estrangeiros de artigos escritos por brasileiros subiram 126,4%. Esse incremento é ainda mais relevante que o aumento da produção, porque as menções refletem a maior qualidade dos estudos feitos no país.
Apesar de essa situação ter-se mostrado positiva em relação aos anos anteriores, o imunologista Jorge Kalil, diretor, há vinte e seis anos, do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração em São Paulo, e um dos maiores pesquisadores de sua área no Brasil, afirma: “É preciso aumentar o intercâmbio de cientistas brasileiros com os de institutos internacionais de referência. Hoje, no máximo 10% dos pesquisadores em atividade no Brasil trabalham em grandes centros no exterior. Na área da ciência, esse contato é essencial — não só para saber como os grandes cientistas trabalham, mas para estabelecer bons contatos e se fazer conhecer. Além disso, há um problema ainda maior: a burocracia brasileira entrava o trabalho dos cientistas. Existe uma enorme dificuldade para a importação de materiais básicos de laboratório, como reagentes, anticorpos e enzimas”.
Veja, 23/3/2011 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto anterior, julgue o item que se segue.
o termo “mas” introduz uma oração que expressa contraste em relação à ideia expressa na oração anterior.
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Os cientistas brasileiros nunca renderam muitas notícias nos periódicos especializados de primeira linha. Mesmo quando eles publicam seus artigos nessas revistas, obtêm uma repercussão menor que a dos autores de outras nacionalidades. A ISI Web of Knowledge, base de dados que a agência norte-americana Thomson Reuters montou a partir dos textos científicos publicados desde 1900, mostra que o impacto de um trabalho de um brasileiro é 37% menor que o da média dos de cientistas dos países de primeiro mundo. A razão para isso é que só recentemente o Brasil passou a valorizar a produção acadêmica — os primeiros cursos de pós-graduação foram abertos há menos de cinquenta anos. Além de ter chegado atrasado, o país continua a investir pouco em ciência. Mas há sinais de que o Brasil começa a superar suas dificuldades nesse campo.
O número de artigos assinados por pesquisadores brasileiros em publicações de referência mundial cresceu 84,5% de 2005 a 2009, em comparação ao quinquênio 2000/2004. O progresso não foi apenas quantitativo, os trabalhos também passaram a ganhar mais atenção. Nos últimos anos, as citações feitas por cientistas estrangeiros de artigos escritos por brasileiros subiram 126,4%. Esse incremento é ainda mais relevante que o aumento da produção, porque as menções refletem a maior qualidade dos estudos feitos no país.
Apesar de essa situação ter-se mostrado positiva em relação aos anos anteriores, o imunologista Jorge Kalil, diretor, há vinte e seis anos, do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração em São Paulo, e um dos maiores pesquisadores de sua área no Brasil, afirma: “É preciso aumentar o intercâmbio de cientistas brasileiros com os de institutos internacionais de referência. Hoje, no máximo 10% dos pesquisadores em atividade no Brasil trabalham em grandes centros no exterior. Na área da ciência, esse contato é essencial — não só para saber como os grandes cientistas trabalham, mas para estabelecer bons contatos e se fazer conhecer. Além disso, há um problema ainda maior: a burocracia brasileira entrava o trabalho dos cientistas. Existe uma enorme dificuldade para a importação de materiais básicos de laboratório, como reagentes, anticorpos e enzimas”.
Veja, 23/3/2011 (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto anterior, julgue o item que se segue.
O sentido e a correção gramatical do texto seriam mantidos caso o termo “porque” fosse substituído por pois.
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