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Foram encontradas 50 questões.

Em relação aos campos de atuação e às atividades e atribuições do arquiteto e urbanista, assinale a alternativa correta.
 

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A respeito do CAU/BR, assinale a alternativa correta conforme o previsto no respectivo Regimento Geral (Resolução CAU/BR no 33/2012).
 

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1908746 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: CAU-BR
Enunciado 1908746-1
Acerca das ideias do texto, assinale a alternativa correta.
 

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1908745 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: CAU-BR
Enunciado 1908745-1
Quanto aos aspectos gramaticais, assinale a alternativa correta.
 

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1908744 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: CAU-BR

Antes de pensar em despoluir nossos rios, devemos

refletir sobre a causa da poluição, intimamente associada a

lançamentos sem controle de efluentes domésticos e

industriais nos rios e à destinação do lixo nas cidades. Um

levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e

Estatística (IBGE), em 2008, atesta que apenas 30% dos

municípios brasileiros, em média, contam com tratamento de

esgoto. No Pará, são 4,2%. Todo o esgoto não tratado,

produzido diariamente por milhões de pessoas, vai para o rio

mais próximo. Para mudar esse quadro, são necessários

investimentos maciços no saneamento básico, com rede

coletora e tratamento do esgoto antes do lançamento nos rios.

O pensamento de que sempre haverá a depuração natural nos

rios de grandes volumes é um equívoco. Na foz do

Amazonas, foi encontrada contaminação por metais pesados,

assim como no rio Pará, próximo ao polo industrial de Vila

do Conde. A capacidade diluidora de um rio tem seu limite. É

possível o desenvolvimento das cidades sem agressões ao

meio ambiente; basta que poder público e população se unam

em uma causa comum e não pensem que os rios são locais de

destino de nossos rejeitos. Com essa conscientização, se o

problema não for resolvido, será pelo menos minimizado.

PEREIRA, Simone. Fórum: Por que não conseguimos despoluir nossos rios? In: Revista AU. Fórum. Disponível em: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/234/artigo296119-1.aspx>. Acesso em: 1º/11/ 2013, com adaptações

Com base na estrutura linguística e na organização das ideias do texto, assinale a alternativa correta.
 

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1908743 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: CAU-BR

Antes de pensar em despoluir nossos rios, devemos

refletir sobre a causa da poluição, intimamente associada a

lançamentos sem controle de efluentes domésticos e

industriais nos rios e à destinação do lixo nas cidades. Um

levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e

Estatística (IBGE), em 2008, atesta que apenas 30% dos

municípios brasileiros, em média, contam com tratamento de

esgoto. No Pará, são 4,2%. Todo o esgoto não tratado,

produzido diariamente por milhões de pessoas, vai para o rio

mais próximo. Para mudar esse quadro, são necessários

investimentos maciços no saneamento básico, com rede

coletora e tratamento do esgoto antes do lançamento nos rios.

O pensamento de que sempre haverá a depuração natural nos

rios de grandes volumes é um equívoco. Na foz do

Amazonas, foi encontrada contaminação por metais pesados,

assim como no rio Pará, próximo ao polo industrial de Vila

do Conde. A capacidade diluidora de um rio tem seu limite. É

possível o desenvolvimento das cidades sem agressões ao

meio ambiente; basta que poder público e população se unam

em uma causa comum e não pensem que os rios são locais de

destino de nossos rejeitos. Com essa conscientização, se o

problema não for resolvido, será pelo menos minimizado.

PEREIRA, Simone. Fórum: Por que não conseguimos despoluir nossos rios? In: Revista AU. Fórum. Disponível em: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/234/artigo296119-1.aspx>. Acesso em: 1º/11/ 2013, com adaptações

Considere as afirmações acerca da leitura do texto e julgue os itens a seguir.

I. É possível depreender do texto que o Pará é o estado com mais rios poluídos no País.

II. Segundo o texto, um terço da população brasileira, em 2008, não tinha acesso a tratamento de esgoto.

III. Para a autora do texto, a conscientização das pessoas é o único recurso que pode acabar com a poluição dos rios.

IV. O texto foi construído sob a ótica preventiva.

A quantidade de itens certos é igual a

 

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1908742 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: CAU-BR

Antes de pensar em despoluir nossos rios, devemos

refletir sobre a causa da poluição, intimamente associada a

lançamentos sem controle de efluentes domésticos e

industriais nos rios e à destinação do lixo nas cidades. Um

levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e

Estatística (IBGE), em 2008, atesta que apenas 30% dos

municípios brasileiros, em média, contam com tratamento de

esgoto. No Pará, são 4,2%. Todo o esgoto não tratado,

produzido diariamente por milhões de pessoas, vai para o rio

mais próximo. Para mudar esse quadro, são necessários

investimentos maciços no saneamento básico, com rede

coletora e tratamento do esgoto antes do lançamento nos rios.

O pensamento de que sempre haverá a depuração natural nos

rios de grandes volumes é um equívoco. Na foz do

Amazonas, foi encontrada contaminação por metais pesados,

assim como no rio Pará, próximo ao polo industrial de Vila

do Conde. A capacidade diluidora de um rio tem seu limite. É

possível o desenvolvimento das cidades sem agressões ao

meio ambiente; basta que poder público e população se unam

em uma causa comum e não pensem que os rios são locais de

destino de nossos rejeitos. Com essa conscientização, se o

problema não for resolvido, será pelo menos minimizado.

PEREIRA, Simone. Fórum: Por que não conseguimos despoluir nossos rios? In: Revista AU. Fórum. Disponível em: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/234/artigo296119-1.aspx>. Acesso em: 1º/11/ 2013, com adaptações

Assinale a alternativa que apresenta a interpretação correta de informações do texto.
 

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1908741 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: CAU-BR

Antes de pensar em despoluir nossos rios, devemos

refletir sobre a causa da poluição, intimamente associada a

lançamentos sem controle de efluentes domésticos e

industriais nos rios e à destinação do lixo nas cidades. Um

levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e

Estatística (IBGE), em 2008, atesta que apenas 30% dos

municípios brasileiros, em média, contam com tratamento de

esgoto. No Pará, são 4,2%. Todo o esgoto não tratado,

produzido diariamente por milhões de pessoas, vai para o rio

mais próximo. Para mudar esse quadro, são necessários

investimentos maciços no saneamento básico, com rede

coletora e tratamento do esgoto antes do lançamento nos rios.

O pensamento de que sempre haverá a depuração natural nos

rios de grandes volumes é um equívoco. Na foz do

Amazonas, foi encontrada contaminação por metais pesados,

assim como no rio Pará, próximo ao polo industrial de Vila

do Conde. A capacidade diluidora de um rio tem seu limite. É

possível o desenvolvimento das cidades sem agressões ao

meio ambiente; basta que poder público e população se unam

em uma causa comum e não pensem que os rios são locais de

destino de nossos rejeitos. Com essa conscientização, se o

problema não for resolvido, será pelo menos minimizado.

PEREIRA, Simone. Fórum: Por que não conseguimos despoluir nossos rios? In: Revista AU. Fórum. Disponível em: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/234/artigo296119-1.aspx>. Acesso em: 1º/11/ 2013, com adaptações

Assinale a alternativa correta considerando a estruturação linguística e a organização das ideias do texto.
 

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1908740 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: CAU-BR

Integrar sala de jantar e cozinha pode ser funcional e acessível

A proposta de integrar dois ou mais ambientes é

cada vez mais comum em imóveis com espaços reduzidos.

Projetos com esse caráter devem compor elementos com

harmonia e neutralidade, a fim de tornar o ambiente funcional

e esteticamente confortável. No caso da sala de jantar e da

cozinha, a integração traz a praticidade de servir uma refeição

tendo acessórios necessários ao alcance de forma simples e

facilitada.

As cores são elementos importantes na hora de unir

os ambientes de forma prática e esteticamente atraente. “O

acabamento de tonalidade cinza escuro em composição com

o madeirado, com veios marcados em tons mais claros, traz a

neutralidade necessária para integração da cozinha e do

espaço de jantar”, explica o arquiteto Marcos Molinari. A ilha

gourmet é laqueada em tons de cinza escuro com pigmentos

prateados, conferindo sofisticação através do efeito de metais

como o aço, o ferro e o chumbo.

As portas do balcão horizontal utilizam o vidro

fumê, em sintonia com as demais tonalidades da cartela do

projeto. A adega suspensa foi elaborada para conferir um ar

contemporâneo com nichos iluminados. Outro destaque é a

escultura grega que reproduz um rosto, agregando valor

estético ao ambiente.

O mobiliário clássico atribui elegância e estilo ao

espaço, que se torna aconchegante com a iluminação em

pontos estratégicos e com luz amarela, que torna o ambiente

mais convidativo. “O lustre contemporâneo, em cima da

mesa de jantar, contrasta com as poltronas clássicas, tornando

o ambiente uma mistura dos dois estilos, encontrados em

diferentes elementos no espaço”, explica Marcos.

Disponível em: http://correiobraziliense.lugarcerto.com.br/app/noticia/arquitetura-e-ecoracao/2013/10/28/interna_noticias,47493/integrar-sala-de-jantar-e-cozinha-pode-ser-funcional-e-acessivel.shtml. Acesso em: 1º/11/2013, com adaptações

Quanto às regras de pontuação, assinale a alternativa correta.
 

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1908739 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: CAU-BR

Integrar sala de jantar e cozinha pode ser funcional e acessível

A proposta de integrar dois ou mais ambientes é

cada vez mais comum em imóveis com espaços reduzidos.

Projetos com esse caráter devem compor elementos com

harmonia e neutralidade, a fim de tornar o ambiente funcional

e esteticamente confortável. No caso da sala de jantar e da

cozinha, a integração traz a praticidade de servir uma refeição

tendo acessórios necessários ao alcance de forma simples e

facilitada.

As cores são elementos importantes na hora de unir

os ambientes de forma prática e esteticamente atraente. “O

acabamento de tonalidade cinza escuro em composição com

o madeirado, com veios marcados em tons mais claros, traz a

neutralidade necessária para integração da cozinha e do

espaço de jantar”, explica o arquiteto Marcos Molinari. A ilha

gourmet é laqueada em tons de cinza escuro com pigmentos

prateados, conferindo sofisticação através do efeito de metais

como o aço, o ferro e o chumbo.

As portas do balcão horizontal utilizam o vidro

fumê, em sintonia com as demais tonalidades da cartela do

projeto. A adega suspensa foi elaborada para conferir um ar

contemporâneo com nichos iluminados. Outro destaque é a

escultura grega que reproduz um rosto, agregando valor

estético ao ambiente.

O mobiliário clássico atribui elegância e estilo ao

espaço, que se torna aconchegante com a iluminação em

pontos estratégicos e com luz amarela, que torna o ambiente

mais convidativo. “O lustre contemporâneo, em cima da

mesa de jantar, contrasta com as poltronas clássicas, tornando

o ambiente uma mistura dos dois estilos, encontrados em

diferentes elementos no espaço”, explica Marcos.

Disponível em: http://correiobraziliense.lugarcerto.com.br/app/noticia/arquitetura-e-ecoracao/2013/10/28/interna_noticias,47493/integrar-sala-de-jantar-e-cozinha-pode-ser-funcional-e-acessivel.shtml. Acesso em: 1º/11/2013, com adaptações

De acordo com a classificação e o emprego das palavras, as sinale a alternativa correta.
 

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