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Com base nas características formais e linguísticas das comunicações oficiais, julgue os itens seguintes.
Os documentos antigamente conhecidos como aviso e memorando foram substituídos pelo termo ofício.
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Com base nas características formais e linguísticas das comunicações oficiais, julgue os itens seguintes.
Dado seu caráter inclusivo, as comunicações oficiais são contrárias ao emprego de termos técnicos.
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Com base nas características formais e linguísticas das comunicações oficiais, julgue os itens seguintes.
Em uma comunicação oficial, endereçamento e o pronome de tratamento usados para um ministro de Estado são diferentes daqueles usados para um deputado federal.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
Com base nas características formais e linguísticas das comunicações oficiais, julgue os itens seguintes.
Quando o remetente escreve um documento oficial que segue o padrão ofício para um destinatário de hierarquia inferior a dele, esse documento deve empregar o fecho mais neutro Respeitosamente.
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Texto para os itens de 7 a 16.
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.
Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem-estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.
Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam-se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.
Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
Internet: <blog.archtrends.com> (com adaptações).
Considerando-se os aspectos gramaticais do texto, julgue os itens a seguir.
No terceiro período do terceiro parágrafo, as palavras “frias”, “agressivas” e “excludentes” são usadas em seu sentido denotativo.
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Texto para os itens de 7 a 16.
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.
Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem-estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.
Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam-se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.
Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
Internet: <blog.archtrends.com> (com adaptações).
Considerando-se os aspectos gramaticais do texto, julgue os itens a seguir.
O emprego da vírgula que ocorre após a palavra “públicos” (segundo período do terceiro parágrafo) é opcional.
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Texto para os itens de 7 a 16.
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.
Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem-estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.
Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam-se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.
Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Considerando-se os aspectos gramaticais do texto, julgue os itens a seguir.
No trecho “é prejudicada pela inserção desses elementos” (primeiro período do terceiro parágrafo) a palavra “prejudicada” é um adjetivo que funciona como predicativo.
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Texto para os itens de 7 a 16.
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.
Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem-estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.
Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam-se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.
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Considerando-se os aspectos gramaticais do texto, julgue os itens a seguir.
O vocábulo “que” (segundo período do segundo parágrafo) é um pronome relativo que atua na coesão textual.
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A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.
Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem-estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.
Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam-se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.
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Considerando-se os aspectos gramaticais do texto, julgue os itens a seguir.
Palavras como “ultrapassada” (segundo período do primeiro parágrafo) e “anti-arquitetura” (primeiro período do segundo parágrafo) expressam o juízo de valor das autoras acerca da arquitetura hostil.
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Texto para os itens de 7 a 16.
A arquitetura hostil, como se convencionou chamar, é um conjunto de dispositivos construtivos que têm como objetivo impedir a permanência de pessoas, especialmente daquelas em situação de rua, em bancos de praças, espaços residuais em fachadas e demais áreas livres do espaço público. Uma ideia ultrapassada, pautada na especulação imobiliária, onde se acredita que a remoção dessas pessoas valoriza o entorno e, consequentemente, aumenta o valor dos imóveis da região, a chamada gentrificação.
Se a base da arquitetura é o abrigo e o ofício do Arquiteto e Urbanista é justamente propor espaços de bem-estar e acolhimento, impedir o uso de espaços públicos é, definitivamente, uma antiarquitetura. Essa prática está presente em diversas cidades mundo afora, com a instalação de cacos de vidro, pedras, barreiras, peças pontiagudas e outros elementos que hostilizam o usuário e reforçam a mensagem de que “esse lugar não é para você”. No Brasil, esse debate ganhou força apenas nos últimos anos.
Além de não resolver a complexa questão das pessoas em situação de rua, a arquitetura hostil influencia na relação do indivíduo com o espaço público e impede que seus equipamentos sejam plenamente utilizados, afinal, uma simples atividade como se sentar em um banco para descansar e desfrutar da sombra de uma árvore é prejudicada pela inserção desses elementos. Sem a liberdade de utilizar os espaços públicos, todos nós perdemos. Nossas cidades tornam-se mais frias, agressivas e excludentes. Nossas praças e calçadas são apenas locais de passagem.
Carol Bernardo e Tamires de Alcântara. A quem pertencem nossas cidades?
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Considerando-se os aspectos gramaticais do texto, julgue os itens a seguir.
No primeiro parágrafo do primeiro período, a oração “como se convencionou chamar” tem o papel de comparar situações.
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