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Considerando o regramento previsto na Resolução nº 22/2012, do Conselho de Arquitetura do Brasil, que dispõe sobre a fiscalização do exercício profissional da arquitetura e urbanismo, os procedimentos para a formalização, instrução e julgamento dos processos por infração à legislação e a aplicação de penalidades ao profissional arquiteto e urbanista, qual das seguintes alternativas contém afirmação INCORRETA sobre a contagem dos prazos para apresentação de defesa:
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Conforme determinado pela Resolução nº 17 de 2012, do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, a modalidade de registro de responsabilidade técnica simples deverá ser realizada quando:
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É vedado o uso das expressões ‘arquitetura’ e ‘urbanismo’ ou designação similar na razão social ou no nome de fantasia da sociedade que:
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Em relação às regras sobre o registro do arquiteto e urbanista no Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), é INCORRETO afirmar que:
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A Lei nº 12.378/2010, que regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo, indica as atribuições de profissionais desta área, as quais são aplicadas a diversos campos de atuação no setor. Indique, dentre as alternativas que seguem, aquela que NÃO corresponde ao campo de atuação contemplado por esta legislação:
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Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) exercerá fiscalização sobre o exercício
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A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas há uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Analise as seguintes afirmações acerca da frase: Apagão é isso.
I. A frase está na voz passiva.
II. Quanto à classe gramatical, há, respectivamente, um substantivo, um verbo e um pronome.
III. O referente ao pronome isso é externo ao texto.
II. Quanto à classe gramatical, há, respectivamente, um substantivo, um verbo e um pronome.
III. O referente ao pronome isso é externo ao texto.
Quais estão corretas?
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A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas há uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Assinale a alternativa cujas afirmações estejam totalmente corretas relativamente à palavra delinquência.
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A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas há uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Quanto à frase Para se estressar, é correto afirmar que:
I. É uma oração subordinada reduzida de infinitivo.
II. Pode ser corretamente substituída por Desde que nos estressemos.
III. É separada por vírgula, visto estar deslocada.
II. Pode ser corretamente substituída por Desde que nos estressemos.
III. É separada por vírgula, visto estar deslocada.
Quais estão corretas?
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A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube,(I) o Google.
É chato, eu sei. Mas há uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.(II)
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve,(III) mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Quanto ao uso de vírgulas no texto, afirma-se que.
I. As vírgulas utilizadas na linha 03 justificam-se pela mesma regra: separar termos de mesma função.
II. No fragmento o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios, o uso de vírgula imediatamente após a palavra fios implicaria mudança de sentido.
III. A segunda vírgula da linha 11 separa orações subordinadas.
Quais estão corretas?
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