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2497823 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Relativamente à palavra conexão, presente em várias situações textuais, é correto afirmar que
 

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2497822 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Caso no fragmento do texto a seguir a palavra conexão fosse passada para o plural, quantas outras alterações deveriam ser feitas para manter a correção do período?
Mas há uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe
 

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2497821 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Analise as afirmações que seguem sobre a palavra Quem, em suas várias ocorrências no texto:
I. A autora utiliza muitas vezes a palavra Quem com o objetivo de atribuir às frases a ideia de generalização sobre as ações citadas.
II. Ao utilizar a palavra Quem, a autora se vale de uma expressão genérica, não atribuindo a ninguém a ação e, ao mesmo tempo, atribuindo a todos.
III. O uso da palava Quem atribui às frases a ideia de desdém em relação àqueles que fazem as ações citadas.
Quais estão corretas?
 

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2497820 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Considerando-se a estruturação do texto, analise as afirmações abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Entre as linhas 01 e 13, a autora apresenta o tema do texto, expondo sua concepção acerca de conexão entre causa e consequência, ilustrando com situações reais.
( ) Entre as linhas 14 e 27, a autora traz situações que ilustram a ideia de causa e de consequência, mostrando de forma clara que, nos casos citados, não há preocupação e/ou clareza em relação à consequência, apenas em relação à ação.
( ) Entre as linhas 28 a 31, a autora retoma a ideia de causa e consequência, aplicando-a em situações atuais, que ocorrem em nossa sociedade.
( ) Na linha 32, a autora conclui seu texto com uma simples e profunda afirmação, a qual pressupõe a compreensão do leitor diante do que foi exposto, correlacioando- a, ainda, às afirmações feitas no parágrafo anterior.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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2497819 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.(I)
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua(II) (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano(III) na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Analise as afirmações que seguem acerca de expressões e vocábulos no texto.
I. A expressão foi uma fatalidade poderia ser substituída por era fatal sem provocar alteração de sentido.
II. A locução adverbial no meio da rua, sendo substituída por nos meios-fios, implicaria alteração de sentido.
III. O vocábulo insano tem o mesmo sentido que demente.
Quais estão corretas?
 

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2497817 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Considere o seguinte fragmento do texto: Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade (l.19) e as assertivas abaixo:
I. A palavra Quem exerce a função de sujeito da primeira oração.
II. A segunda oração é introduzida pela palava que, que funciona como conjunção integrante.
III. Tanto a palavra Quem quanto a palavra que são gramacaticalmente classificadas como pronomes pessoais oblíquos.
Quais estão INCORRETAS?
 

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2497816 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Analise a seguintes assertivas à luz do texto:
I. Segundo a autora, as conexões de internet favorecem o bom humor das pessoas, visto que, tendo wi-fi e consequente acesso às redes sociais, o ser humano desenvolve plena capacidade de discernimento.
II. Ao se valer da expressão conexão, a autora faz referência à relação entre causas e consequências de nossos atos, enfatizando que, atualmente, isso não tem sido considerado.
III. Conforme o texto, em vez de considerar causas e consequências de nossas ações, o que se vê hoje é a cultura do imediatismo, que não leva em conta o outro.
Quais estão corretas?
 

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2497815 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..as... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ..à.... comoção geral: alguns consideraram a um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..a... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..as... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 07, 09, 12 e 31, levando em conta a necessidade ou não do uso de crase.
 

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2497814 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CAU-RS
A conexão perdida
Para se estressar, hoje, não é preciso muito. Basta que a pessoa se hospede numa pousada que não tenha wi-fi, ou em que haja uma queda de energia que deixe seu computador paralisado: que desespero ficar sem o Instagram, o Face, o Twitter, o YouTube, o Google.
É chato, eu sei. Mas uma conexão muito mais séria que está sendo perdida sem que ninguém se importe: a conexão entre causa e consequência, que exige apenas o bom funcionamento dos fios que interligam os neurônios.
Quem viu ..... imagens do rojão que atingiu o cinegrafista Santiago Andrade durante um protesto no Rio reparou que ele não estava cercado por muita gente, havia um clarão ao seu redor, o que resultou num comentário paralelo ...... comoção geral: alguns consideraram a tragédia um azarão. Não era para acertar ninguém, foi uma fatalidade.
Que azar, o quê. Não foi azar de quem soltou o artefato, nem azar de quem estava no caminho. Não houve azar ou sorte. Houve, mais uma vez, ..... falta absoluta de conexão entre causa e consequência, uma relação lógica que entrou em desuso.
Quem lida com material explosivo no meio da rua (ou dentro de um estádio, como aconteceu no ano passado num jogo do Corinthians, na Bolívia) tem que estar ciente de que pode ferir e até matar outros. Quem dirige feito um insano na estrada tem que ter noção de que pode provocar um acidente fatal. Quem depreda um ônibus tem que lembrar que aquele é o mesmo ônibus que o levaria ao emprego no dia seguinte. Quem se descontrola com gastos estapafúrdios tem que responder pela falta de verba para o essencial. Quem pensa que está fazendo economia ao usar material de baixa qualidade em obras de infraestrutura tem que considerar que poderá haver danos, atrasos e acidentes de trabalho. Quem se envolve com corrupção tem que saber que é um ladrão como qualquer outro, não importa se usa gravata e tem curso superior.
Quem não atende com eficiência vê sumir a freguesia. Quem solta boatos obstrui a comunicação. Quem mente perde a credibilidade. Quem não investe não avança. Quem só cultiva aliados em vez de amigos fica sozinho. Quem não lê não pensa direito. Quem não pergunta tateia na ignorância . Quem mima em vez de educar lega ao mundo seres prepotentes. Quem não entendeu que gentileza gera gentileza acabará sentindo na pele que grosseria gera grosseria.
Mas, em vez de manter conectada essa corrente óbvia entre causa e consequência, o que vemos são políticos governando o hoje como se não houvesse amanhã, manifestantes confundindo consciência com delinquência, motoristas desrespeitando as leis para chegar antes, homens e mulheres procurando resolver seus problemas com imediatismo, sem levar em conta ..... necessidades e sentimentos dos outros.
Apagão é isso.
(Martha Medeiros – http://www.clicrbs.com.br/zerohora/jsp – Adaptação)
Assinale a alternativa cujas palavras completam, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 09, 20, 23 e 25, considerando a correta grafia.
 

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A sentença contrapositiva equivalente ao condicional Se Mário tem medo de água então Mário não é salva-vidas é:
 

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