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283244 Ano: 2017
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

No Brasil, o indivíduo, ainda que se autoincrimine, é constrangido pelo Estado a contribuir para o processo sancionatório.

 

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283240 Ano: 2017
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Historicamente, diversos sistemas jurídicos expressaram respeito a valores relacionados aos direitos humanos, como se pode comprovar, por exemplo, na Antiguidade, com o Código de Hammurabi; na Idade Média, por meio da Magna Carta Inglesa, de 1215; e, na Idade Moderna, mediante a Declaração Inglesa de Direitos, de 1689.

 

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283239 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA


1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).


Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CB2A1AAA, julgue os itens a seguir.

Em “pendurando-as” (l.23), a forma pronominal “as” remete a “mordaças” (l.22).
 

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283237 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA


1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).


Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CB2A1AAA, julgue os itens a seguir.

A inserção de uma vírgula após “Naturalmente” (l.5) não acarretaria alteração dos sentidos do texto, mas comprometeria sua correção gramatical.

 

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283236 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA


1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).


Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CB2A1AAA, julgue os itens a seguir.

A correção gramatical e o sentido original do texto seriam preservados caso a expressão “reservadas para a família” (l.11) fosse alterada para reservadas à família.

 

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283234 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA


1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).


Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CB2A1AAA, julgue os itens a seguir.

Apesar de apresentar muitos trechos descritivos, o texto classifica-se como argumentativo, pois o propósito do autor é levantar argumentos para justificar a afirmação de que “O açúcar arrasou o Nordeste” (l.1).
 

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283232 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA


1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).


Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CB2A1AAA, julgue os itens a seguir.

O vocábulo “esgotou” (l.16) foi empregado no sentido de desocupou.

 

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283231 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA


1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).


Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CB2A1AAA, julgue os itens a seguir.

Seria mantida a correção gramatical do texto caso o trecho “com ela” (l.13) fosse isolado por vírgulas.
 

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283230 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA

1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).

Com relação às ideias veiculadas no texto CB2A1AAA, julgue os itens que se seguem.

De acordo com o texto, incêndios florestais dificultavam a cultura da cana-de-açúcar na época colonial, além de provocar danos ambientais irreversíveis.
 

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283227 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA

1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).

Com relação às ideias veiculadas no texto CB2A1AAA, julgue os itens que se seguem.

Depreende-se do texto que cervos, javalis, toupeiras, coelhos, pacas e tatus eram espécies encontradas nas florestas tropicais da região nordestina de que trata o texto.

 

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