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283224 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA

1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).

Com relação às ideias veiculadas no texto CB2A1AAA, julgue os itens que se seguem.

O texto afirma que a redução das plantações de frutas a pequenas hortas, ainda no período colonial, foi o fator que mais contribuiu para a subnutrição crônica verificada na população nordestina em geral.

 

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283222 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA

1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).

Com relação às ideias veiculadas no texto CB2A1AAA, julgue os itens que se seguem.

De acordo com o autor do texto, parte fértil da região Nordeste transformou-se em uma região árida após os latifúndios açucareiros.
 

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283220 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA

1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).

Com relação às ideias veiculadas no texto CB2A1AAA, julgue os itens que se seguem.

Infere-se do texto que, à época das plantações de cana-de-açúcar, o Nordeste era a região economicamente mais desenvolvida do Brasil.
 

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283218 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA

1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).

Com relação às ideias veiculadas no texto CB2A1AAA, julgue os itens que se seguem.

O texto trata dos impactos negativos no Nordeste brasileiro do sistema de exploração do solo denominado monocultura.
 

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283215 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

Texto CB2A1AAA

1 O açúcar arrasou o Nordeste. A faixa úmida do litoral,

bem regada por chuvas, tinha um solo de grande fertilidade,

muito rico em húmus e sais minerais, coberto por matas

4 tropicais da Bahia até o Ceará. Essa região de matas tropicais

converteu-se em região de savanas. Naturalmente nascida para

produzir alimentos, passou a ser uma região de fome. O

7 latifúndio açucareiro, destrutivo e avassalador, deixou rochas

estéreis, solos lavados, terras erodidas. Fizeram-se, a princípio,

plantações de laranjas e mangas, que foram abandonadas e se

10 reduziram a pequenas hortas que rodeavam a casa do dono do

engenho, exclusivamente reservadas para a família do

plantador branco. Os incêndios que abriam terras aos canaviais

13 devastaram a floresta e com ela a fauna; desapareceram os

cervos, os javalis, as toupeiras, os coelhos, as pacas e os tatus.

A flora e a fauna foram sacrificadas, nos altares da

16 monocultura, à cana-de-açúcar. A produção extensiva esgotou

rapidamente os solos. A abundância e a prosperidade eram,

como de costume, simétricas à miséria da maioria da

19 população, que vivia em estado crônico de subnutrição.

Daqueles tempos coloniais nasceu o costume, ainda vigente, de

comer terra. Antigamente, castigava-se esse “vício africano”

22 colocando-se mordaças nas bocas das crianças ou

pendurando-as dentro de cestas a grande distância do solo. A

falta de ferro provoca anemia; o instinto leva as crianças a

25 compensar com terra os sais minerais que não encontram em

sua comida habitual. O Nordeste brasileiro padece hoje a

herança da monocultura do açúcar.


Eduardo Galeano. As veias abertas da América Latina. Galeano de Freitas (Trad.). Rio de Janeiro, Paz e Terra (com adaptações).

Com relação às ideias veiculadas no texto CB2A1AAA, julgue os itens que se seguem.

O autor empregou a expressão “esse ‘vício africano’” (l.21) para denotar que o hábito de comer terra adotado por crianças é uma herança do período escravocrata.
 

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283214 Ano: 2017
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

1A pesar de la conectividad en la que vivimos y la

posibilidad de contactar con inmediatez casi con cualquier

habitante del mundo, resulta que hablar en persona sigue

4 siendo la opción más eficaz cuando quieres conseguir algo.

De hecho, basta con pedírselo a seis personas cara a cara para

que sea igual de efectivo que enviar un correo electrónico a

7 200. Tanta tecnología para esto. Aún así, la mayoría de las

personas tiende a pensar que enviar un correo electrónico surte

más efecto. Estas son las conclusiones que muestra un estudio

10 de psicología.

Entre los factores que pudieron influir se encuentran

también la predisposición a responder en el momento de recibir

13 el mensaje y la atención que le prestamos. El contacto en

persona exige una respuesta inmediata, para bien o para mal,

pero cuando recibes un mensaje electrónico que no esperas y

16 que además te exige que seas proactivo y contestes a unas

preguntas, lo más probable es que lo dejes para más tarde y

acabes ignorándolo muy fácilmente. Además, se mezcla con el

19 resto de correos que recibes ese mismo día, probablemente más

prioritarios. Hablar con alguien en persona implica que le estás

dedicando gran parte de tu atención y eso está por encima de

22 los correos acumulados en tu bandeja de entrada.


Da la cara: es 34 veces más efectivo que enviar un correo. Internet: <https://retina.elpais.com> (con adaptaciones).


Basándose en el texto, juzgue los ítems siguientes.

El término “eso” (l.21) retoma la idea según la cual las personas cuando hablan personalmente son más cuidadosas unas con las otras.
 

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283213 Ano: 2017
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

1A pesar de la conectividad en la que vivimos y la

posibilidad de contactar con inmediatez casi con cualquier

habitante del mundo, resulta que hablar en persona sigue

4 siendo la opción más eficaz cuando quieres conseguir algo.

De hecho, basta con pedírselo a seis personas cara a cara para

que sea igual de efectivo que enviar un correo electrónico a

7 200. Tanta tecnología para esto. Aún así, la mayoría de las

personas tiende a pensar que enviar un correo electrónico surte

más efecto. Estas son las conclusiones que muestra un estudio

10 de psicología.

Entre los factores que pudieron influir se encuentran

también la predisposición a responder en el momento de recibir

13 el mensaje y la atención que le prestamos. El contacto en

persona exige una respuesta inmediata, para bien o para mal,

pero cuando recibes un mensaje electrónico que no esperas y

16 que además te exige que seas proactivo y contestes a unas

preguntas, lo más probable es que lo dejes para más tarde y

acabes ignorándolo muy fácilmente. Además, se mezcla con el

19 resto de correos que recibes ese mismo día, probablemente más

prioritarios. Hablar con alguien en persona implica que le estás

dedicando gran parte de tu atención y eso está por encima de

22 los correos acumulados en tu bandeja de entrada.


Da la cara: es 34 veces más efectivo que enviar un correo. Internet: <https://retina.elpais.com> (con adaptaciones).


Basándose en el texto, juzgue los ítems siguientes.

El texto habla de las facilidades de comunicarse después de la creación de los teléfonos móviles.
 

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283210 Ano: 2017
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

1A pesar de la conectividad en la que vivimos y la

posibilidad de contactar con inmediatez casi con cualquier

habitante del mundo, resulta que hablar en persona sigue

4 siendo la opción más eficaz cuando quieres conseguir algo.

De hecho, basta con pedírselo a seis personas cara a cara para

que sea igual de efectivo que enviar un correo electrónico a

7 200. Tanta tecnología para esto. Aún así, la mayoría de las

personas tiende a pensar que enviar un correo electrónico surte

más efecto. Estas son las conclusiones que muestra un estudio

10 de psicología.

Entre los factores que pudieron influir se encuentran

también la predisposición a responder en el momento de recibir

13 el mensaje y la atención que le prestamos. El contacto en

persona exige una respuesta inmediata, para bien o para mal,

pero cuando recibes un mensaje electrónico que no esperas y

16 que además te exige que seas proactivo y contestes a unas

preguntas, lo más probable es que lo dejes para más tarde y

acabes ignorándolo muy fácilmente. Además, se mezcla con el

19 resto de correos que recibes ese mismo día, probablemente más

prioritarios. Hablar con alguien en persona implica que le estás

dedicando gran parte de tu atención y eso está por encima de

22 los correos acumulados en tu bandeja de entrada.


Da la cara: es 34 veces más efectivo que enviar un correo. Internet: <https://retina.elpais.com> (con adaptaciones).


Basándose en el texto, juzgue los ítems siguientes.

La corrección gramatical del texto quedaría inalterada se la forma verbal “muestra” (l.9) hubiera sido escrita en el plural.
 

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283209 Ano: 2017
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

1A pesar de la conectividad en la que vivimos y la

posibilidad de contactar con inmediatez casi con cualquier

habitante del mundo, resulta que hablar en persona sigue

4 siendo la opción más eficaz cuando quieres conseguir algo.

De hecho, basta con pedírselo a seis personas cara a cara para

que sea igual de efectivo que enviar un correo electrónico a

7 200. Tanta tecnología para esto. Aún así, la mayoría de las

personas tiende a pensar que enviar un correo electrónico surte

más efecto. Estas son las conclusiones que muestra un estudio

10 de psicología.

Entre los factores que pudieron influir se encuentran

también la predisposición a responder en el momento de recibir

13 el mensaje y la atención que le prestamos. El contacto en

persona exige una respuesta inmediata, para bien o para mal,

pero cuando recibes un mensaje electrónico que no esperas y

16 que además te exige que seas proactivo y contestes a unas

preguntas, lo más probable es que lo dejes para más tarde y

acabes ignorándolo muy fácilmente. Además, se mezcla con el

19 resto de correos que recibes ese mismo día, probablemente más

prioritarios. Hablar con alguien en persona implica que le estás

dedicando gran parte de tu atención y eso está por encima de

22 los correos acumulados en tu bandeja de entrada.


Da la cara: es 34 veces más efectivo que enviar un correo. Internet: <https://retina.elpais.com> (con adaptaciones).


Basándose en el texto, juzgue los ítems siguientes.

La locución “Aún así” (l.7) es reemplazable por Aunque sin alteraciones gramaticales o al sentido del texto.

 

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283206 Ano: 2017
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CBM-AL

1A pesar de la conectividad en la que vivimos y la

posibilidad de contactar con inmediatez casi con cualquier

habitante del mundo, resulta que hablar en persona sigue

4 siendo la opción más eficaz cuando quieres conseguir algo.

De hecho, basta con pedírselo a seis personas cara a cara para

que sea igual de efectivo que enviar un correo electrónico a

7 200. Tanta tecnología para esto. Aún así, la mayoría de las

personas tiende a pensar que enviar un correo electrónico surte

más efecto. Estas son las conclusiones que muestra un estudio

10 de psicología.

Entre los factores que pudieron influir se encuentran

también la predisposición a responder en el momento de recibir

13 el mensaje y la atención que le prestamos. El contacto en

persona exige una respuesta inmediata, para bien o para mal,

pero cuando recibes un mensaje electrónico que no esperas y

16 que además te exige que seas proactivo y contestes a unas

preguntas, lo más probable es que lo dejes para más tarde y

acabes ignorándolo muy fácilmente. Además, se mezcla con el

19 resto de correos que recibes ese mismo día, probablemente más

prioritarios. Hablar con alguien en persona implica que le estás

dedicando gran parte de tu atención y eso está por encima de

22 los correos acumulados en tu bandeja de entrada.


Da la cara: es 34 veces más efectivo que enviar un correo. Internet: <https://retina.elpais.com> (con adaptaciones).


Basándose en el texto, juzgue los ítems siguientes.

El término “Además” (l.18) introduce una información que se añade a la presentada anteriormente.
 

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