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Os impactos da pandemia no trabalho de Policiais e Bombeiros
A pandemia de coronavírus criou uma série de desafios e imprevistos sem precedentes para o trabalho dos Policiais e Bombeiros Militares. Ainda que a situação tenha se atenuado, os impactos da Covid-19 no dia a dia desses profissionais permanecem.
Os riscos que a pandemia trouxe
Muitos bombeiros e policiais não estão tendo acesso adequado a Equipamentos de Proteção Individual (EPI), colocando-se em situações de vulnerabilidade. Um exemplo disso foi um caso ocorrido em Brasília, no qual uma mulher cuspiu em policiais civis estando contaminada.
Uma mudança na rotina em meio à pandemia
Na maioria do país, houve uma queda no número de delitos que necessitavam de uma intervenção dos policiais, ao passo em que os bombeiros também tiveram uma redução considerável no número de resgates e atendimentos a acidentes de trânsito. Tudo isso graças ao isolamento social. Afinal, com menos pessoas nas ruas, os batalhões de bombeiros passaram a atender situações que fossem relacionadas a mal súbitos e pequenos incêndios residenciais, além de outros pormenores.
As recomendações para o futuro
Uma pesquisa realizada em agosto de 2020 pelo International Journal of Disaster Risk Reduction apontou algumas recomendações que os policiais e bombeiros podem adotar durante e após a Covid-19. São elas:
Adaptar-se às mudanças na rotina dos cidadãos e adotar diferentes estilos de policiamento durante e após os bloqueios.
Projetar estratégias de comunicação adequadas para interagir com os cidadãos afetados e garantir a conformidade com as restrições relacionadas à saúde pública.
Institucionalizar políticas de treinamento para desenvolver as habilidades e competências necessárias, a fim de prevenir questões psicológicas, como estresse e ansiedade.
Dedicar recursos adequados aos profissionais e suas famílias durante e após a Covid-19 para lidar com os medos que surgiram.
Sempre que possível, as políticas de trabalho em casa devem ser permitidas para os oficiais em grupos de risco, a fim de proteger sua saúde.
REIS, Tiago. Disponível em: https://jurispm.com.br/noticias/artigo-os-impactos-da-
pandemia-no-trabalho-de-policiais-e-bombeiros/ (adaptado). Acesso em 20 de maio de
2021.
Marque a alternativa que justifica corretamente o uso da vírgula no trecho:
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Os impactos da pandemia no trabalho de Policiais e Bombeiros
A pandemia de coronavírus criou uma série de desafios e imprevistos sem precedentes para o trabalho dos Policiais e Bombeiros Militares. Ainda que a situação tenha se atenuado, os impactos da Covid-19 no dia a dia desses profissionais permanecem.
Os riscos que a pandemia trouxe
Muitos bombeiros e policiais não estão tendo acesso adequado a Equipamentos de Proteção Individual (EPI), colocando-se em situações de vulnerabilidade. Um exemplo disso foi um caso ocorrido em Brasília, no qual uma mulher cuspiu em policiais civis estando contaminada.
Uma mudança na rotina em meio à pandemia
Na maioria do país, houve uma queda no número de delitos que necessitavam de uma intervenção dos policiais, ao passo em que os bombeiros também tiveram uma redução considerável no número de resgates e atendimentos a acidentes de trânsito. Tudo isso graças ao isolamento social. Afinal, com menos pessoas nas ruas, os batalhões de bombeiros passaram a atender situações que fossem relacionadas a mal súbitos e pequenos incêndios residenciais, além de outros pormenores.
As recomendações para o futuro
Uma pesquisa realizada em agosto de 2020 pelo International Journal of Disaster Risk Reduction apontou algumas recomendações que os policiais e bombeiros podem adotar durante e após a Covid-19. São elas:
Adaptar-se às mudanças na rotina dos cidadãos e adotar diferentes estilos de policiamento durante e após os bloqueios.
Projetar estratégias de comunicação adequadas para interagir com os cidadãos afetados e garantir a conformidade com as restrições relacionadas à saúde pública.
Institucionalizar políticas de treinamento para desenvolver as habilidades e competências necessárias, a fim de prevenir questões psicológicas, como estresse e ansiedade.
Dedicar recursos adequados aos profissionais e suas famílias durante e após a Covid-19 para lidar com os medos que surgiram.
Sempre que possível, as políticas de trabalho em casa devem ser permitidas para os oficiais em grupos de risco, a fim de proteger sua saúde.
REIS, Tiago. Disponível em: https://jurispm.com.br/noticias/artigo-os-impactos-da-
pandemia-no-trabalho-de-policiais-e-bombeiros/ (adaptado). Acesso em 20 de maio de
2021.
Assinale a alternativa cujo trecho extraído do texto reconhece a opinião do autor a partir das informações apresentadas:
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Observe a charge abaixo para responder a questão.

A charge acima faz a utilização de recursos verbais e não verbais para representar os sentidos expressos no enunciado e na crítica apresentada perante o contexto da pandemia do coronavírus. Assinale a alternativa que representa o sentido figurado da expressão associada à imagem do bombeiro:
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Editorial - Os vários lados da pandemia
Preservar a saúde dos profissionais indispensáveis, como os que atuam na área de segurança pública. Esta é uma diretriz estratégica em tempos de pandemia. Seria impensável para a saúde mental da população ter aliadas às incertezas tanto a possibilidade de contágio e as preocupações quanto aos rumos da economia, às indefinições e à manutenção de questões ligadas à segurança.
E os profissionais que atuam no Corpo de Bombeiros dão o amparo em momentos críticos como no combate a incêndio, no atendimento a acidentes de trânsito, nas necessidades de buscas e salvamentos. Eles têm treinamento específico para desempenhar estas atividades e não é tão simples substituí-los em caso de possível afastamento do trabalho por suspeita de contaminação pelo coronavírus. Por isso, houve um aumento no cuidado e na atenção especial exercidos pelo Comando do Corpo de Bombeiros em relação às medidas de prevenção, que incluem, em algumas regiões, evitar o contato com pessoas que sejam casos suspeitos da doença.
Por outro lado, eles também têm tido uma trégua em suas atividades cotidianas. Isso porque as pessoas estão em isolamento em casa, logo se envolvem menos em acidentes. Como consequência, o número de acionamento dos bombeiros para atender acidentes diminuiu em algumas regiões. Também diminuíram as chamadas para que estes profissionais atendam problemas de saúde clínicos, nas quais eles são chamados para levar as pessoas para as unidades de saúde.
Como possuem certo medo em serem contaminadas pelo coronavírus, as pessoas têm respeitado a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que apenas os casos mais graves sejam encaminhados para as unidades de saúde.
Devido a estes fatores, a nível de exemplo, o número de ocorrências atendidas pelo Corpo de Bombeiros da cidade de Irati, no estado do Paraná, diminuiu em 30%. Cabem alguns questionamentos. Será que o uso dos serviços públicos de saúde é feito com bom senso pelas pessoas? É possível evitar acidentes apenas dedicando mais tempo e atenção à família?
Independente das respostas, os números comprovam que, por mais que a pandemia traga situações trágicas de modo geral, também tem nuances positivas.
Disponível em: https://hojecentrosul.com.br/editorial-os-varios-lados-da-pandemia
(adaptado). Acesso em 24 de maio de 2021.
O gênero textual Editorial tem por finalidade expressar a opinião do jornal ou revista sem identificação de autoria específica, uma vez que ele emite a opinião em nome do corpo de editores do periódico. Sendo assim, o texto acima faz uma relação entre a atuação do Corpo de Bombeiros e a pandemia do novo coronavírus, argumentando que
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Editorial - Os vários lados da pandemia
Preservar a saúde dos profissionais indispensáveis, como os que atuam na área de segurança pública. Esta é uma diretriz estratégica em tempos de pandemia. Seria impensável para a saúde mental da população ter aliadas às incertezas tanto a possibilidade de contágio e as preocupações quanto aos rumos da economia, às indefinições e à manutenção de questões ligadas à segurança.
E os profissionais que atuam no Corpo de Bombeiros dão o amparo em momentos críticos como no combate a incêndio, no atendimento a acidentes de trânsito, nas necessidades de buscas e salvamentos. Eles têm treinamento específico para desempenhar estas atividades e não é tão simples substituí-los em caso de possível afastamento do trabalho por suspeita de contaminação pelo coronavírus. Por isso, houve um aumento no cuidado e na atenção especial exercidos pelo Comando do Corpo de Bombeiros em relação às medidas de prevenção, que incluem, em algumas regiões, evitar o contato com pessoas que sejam casos suspeitos da doença.
Por outro lado, eles também têm tido uma trégua em suas atividades cotidianas. Isso porque as pessoas estão em isolamento em casa, logo se envolvem menos em acidentes. Como consequência, o número de acionamento dos bombeiros para atender acidentes diminuiu em algumas regiões. Também diminuíram as chamadas para que estes profissionais atendam problemas de saúde clínicos, nas quais eles são chamados para levar as pessoas para as unidades de saúde.
Como possuem certo medo em serem contaminadas pelo coronavírus, as pessoas têm respeitado a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que apenas os casos mais graves sejam encaminhados para as unidades de saúde.
Devido a estes fatores, a nível de exemplo, o número de ocorrências atendidas pelo Corpo de Bombeiros da cidade de Irati, no estado do Paraná, diminuiu em 30%. Cabem alguns questionamentos. Será que o uso dos serviços públicos de saúde é feito com bom senso pelas pessoas? É possível evitar acidentes apenas dedicando mais tempo e atenção à família?
Independente das respostas, os números comprovam que, por mais que a pandemia traga situações trágicas de modo geral, também tem nuances positivas.
Disponível em: https://hojecentrosul.com.br/editorial-os-varios-lados-da-pandemia
(adaptado). Acesso em 24 de maio de 2021.
Segundo o texto, é correto afirmar:
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Para não afogar, não basta saber nadar, é preciso conhecer os riscos e respeitar seus limites. Anualmente, a Sobrasa (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático) realiza campanhas com foco na prevenção, a exemplo, a semana latino-americana, abordando vários temas e público-alvo. De acordo com essa afirmativa, marque a alternativa que NÃO corresponde a uma campanha de prevenção da Sobrasa:
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A NR – 35 considera em seu anexo que versa sobre o acesso por corda que: a técnica de progressão utilizando cordas, com outros equipamentos para ascender, descender ou se deslocar horizontalmente, assim como para posicionamento no local de trabalho, normalmente incorporando dois sistemas de segurança fixados de forma independente, um como forma de acesso e o outro como corda de segurança utilizado com cinturão de segurança tipo paraquedista. Porém, a Norma traz algumas disposições deste anexo em que não se aplicam a algumas situações.
Marque a alternativa que NÃO se aplica ao acesso por cordas:
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Considerando os procedimentos de segurança durante abertura e entrada em incêndios e as definições contidas no Manual de Combate a Incêndio do CBMDF (2013), julgue os itens a seguir:
I. Abrir uma porta para a entrada é um momento crítico no qual os bombeiros se expõem às condições internas do cômodo incendiado. Por isso, toda e qualquer abertura (interna ou externa) demanda cuidados para evitar risco à vida dos bombeiros e de eventuais vítimas. Além de cessar a proteção oferecida pelo isolamento dos ambientes, a abertura do cômodo do foco diminui a velocidade da combustão por injetar ar no ambiente.
II. Antes de iniciar qualquer ação em um ambiente sinistrado, deve-se, primeiramente, fazer o reconhecimento e a avaliação das condições do local. Incêndios em edificações tendem a acumular fumaça em seu interior. Se a abordagem for feita de forma errada, o risco de os bombeiros serem surpreendidos por um comportamento extremo do fogo é grande e deve ser evitado.
III. A avaliação para abertura e entrada deve levar em consideração: a existência de vítimas e sua possível localização; as condições de segurança do local; as características da edificação (tipo de material construtivo, o número de pavimentos, tipo de teto e tipo de piso, etc.); a localização das saídas alternativas (janelas, etc.), dos obstáculos existentes (grades, cadeados, etc.) e as características do incêndio (sinais indicativos de fenômenos extremos do fogo, a provável localização do foco, etc.).
IV. O fenômeno do FLASHOVER não ocorre enquanto o cômodo atingido pelo incêndio estiver fechado e sem qualquer abertura que permita a entrada de ar. Como regra geral, na avaliação do sinistro, os bombeiros ao se depararem com portas deverão fechá-las, quando se tratar de ambientes preservados, especialmente quando houver vítimas. Se não houver vítimas e a porta estiver inicialmente aberta, não deverá ser fechada; e com a porta inicialmente fechada, a dupla de bombeiros deverá fechá-la, após entrar com os procedimentos corretos de abertura de porta. Evita-se fechar totalmente a porta para não travá-la.
A partir da análise das afirmativas acima, é correto dizer que:
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Dois bombeiros fiscalizam 24 imóveis em 6 horas. Mantidas as proporções, três bombeiros fiscalizam 24 imóveis em:
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Editorial - Os vários lados da pandemia
Preservar a saúde dos profissionais indispensáveis, como os que atuam na área de segurança pública. Esta é uma diretriz estratégica em tempos de pandemia. Seria impensável para a saúde mental da população ter aliadas às incertezas tanto a possibilidade de contágio e as preocupações quanto aos rumos da economia, às indefinições e à manutenção de questões ligadas à segurança.
E os profissionais que atuam no Corpo de Bombeiros dão o amparo em momentos críticos como no combate a incêndio, no atendimento a acidentes de trânsito, nas necessidades de buscas e salvamentos. Eles têm treinamento específico para desempenhar estas atividades e não é tão simples substituí-los em caso de possível afastamento do trabalho por suspeita de contaminação pelo coronavírus. Por isso, houve um aumento no cuidado e na atenção especial exercidos pelo Comando do Corpo de Bombeiros em relação às medidas de prevenção, que incluem, em algumas regiões, evitar o contato com pessoas que sejam casos suspeitos da doença.
Por outro lado, eles também têm tido uma trégua em suas atividades cotidianas. Isso porque as pessoas estão em isolamento em casa, logo se envolvem menos em acidentes. Como consequência, o número de acionamento dos bombeiros para atender acidentes diminuiu em algumas regiões. Também diminuíram as chamadas para que estes profissionais atendam problemas de saúde clínicos, nas quais eles são chamados para levar as pessoas para as unidades de saúde.
Como possuem certo medo em serem contaminadas pelo coronavírus, as pessoas têm respeitado a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que apenas os casos mais graves sejam encaminhados para as unidades de saúde.
Devido a estes fatores, a nível de exemplo, o número de ocorrências atendidas pelo Corpo de Bombeiros da cidade de Irati, no estado do Paraná, diminuiu em 30%. Cabem alguns questionamentos. Será que o uso dos serviços públicos de saúde é feito com bom senso pelas pessoas? É possível evitar acidentes apenas dedicando mais tempo e atenção à família?
Independente das respostas, os números comprovam que, por mais que a pandemia traga situações trágicas de modo geral, também tem nuances positivas.
Disponível em: https://hojecentrosul.com.br/editorial-os-varios-lados-da-pandemia
(adaptado). Acesso em 24 de maio de 2021.
Assinale a alternativa cuja afirmativa retoma relações lógicas entre os termos de acordo com o texto.
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