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João, com 45 anos de idade, ajudante de pedreiro, desempregado, procurou atendimento médico em um centro de saúde municipal por estar apresentando cansaço, fadiga e falta de ar ao realizar médios esforços. Durante o exame clínico, foram constatados um sopro diastólico na borda esternal esquerda, pulso martelo d’água, pressão arterial de 145 mmHg × 70 mmHg e presença de hérnia inguinal de pequeno volume, à direita. Após a realização de exames laboratoriais, eletrocardiograma, radiografia de tórax e ecocardiograma no hospital municipal, João recebeu o diagnóstico de insuficiência aórtica decorrente de sífilis terciária. Foi informado, ainda, pelo médico assistente do centro de saúde, de que havia necessidade de correção cirúrgica da valvopatia aórtica e de que, pelo fato de não ter plano de saúde privado, não tinha direito de utilizar o Sistema Único de Saúde (SUS) para se submeter a esse tipo de procedimento cirúrgico de alta complexidade. Por esse motivo, o médico informou-lhe que receberia apenas medicamentos (furosemida e captopril) para tratar da cardiopatia.
Tendo por base a situação clínica descrita no texto e os princípios básicos que norteiam o SUS, julgue o item que se segue.
A informação da impossibilidade de realização do procedimento cirúrgico, dada pelo médico assistente, fere frontalmente o chamado princípio da integralidade.
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Acerca de aspectos diversos relacionados a apendicectomia e ao período pós-operatório imediato nesse tipo de intervenção cirúrgica, julgue o próximo item.
A artéria que nutre o apêndice cecal é ramo da artéria ileocólica.
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Considere que um paciente com 33 anos de idade e portador de hérnia inguinal unilateral redutível há 10 anos se apresente ao serviço de emergência com dor e distensão abdominal associados a vômitos. Em face desse quadro clínico, julgue o seguinte item.
No quadro clínico considerado, caso se trate de hérnia inguinal encarcerada, pode-se utilizar a técnica de Shouldice.
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Basicamente, antibióticos são medicamentos que apresentam capacidade de interagir com microrganismos monocelulares ou pluricelulares que causam infecções no organismo e podem ser usados para fins de tratamento e de profilaxia de doenças. Acerca desse assunto, julgue o item seguinte.
O tratamento antimicrobiano recomendado para pacientes portadores de sífilis primária é de penicilina benzatina 2,4 milhões de UI (1,2 milhão de UI em cada glúteo), via intramuscular, em dose única.
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Julgue o próximo item, referente ao quadro clínico de uma paciente de 32 anos de idade, com vários episódios de diarréia com sangue há vários dias, anemia, emagrecimento e dores articulares.
Caso a paciente seja portadora de doença de Crohn, as lesões do intestino comprometerão todas as camadas da parede desse órgão.
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Com referência ao quadro clínico de uma paciente com 45 anos de idade e diagnóstico de colelitíase sintomática, julgue o item subseqüente.
O cálculo biliar da paciente poderá obstruir o ducto cístico, causando aumento da pressão na luz da vesícula e diminuição da perfusão da mesma.
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Internet: aprendendo a ensinar
Depois de estourarem tantas bolhas de euforia na Internet, um novo segmento é agora alvo das apostas: o ensino pela rede de computadores (e-learning), o novo filão que mobiliza internautas, webmasters, criadores de software e investidores. Novos recursos, integração de áudio, vídeo e texto, professores que atendem online, fóruns e chats com especialistas são alguns dos recursos que passam a ser usados de uma forma nunca vista, com o objetivo de fazer que o aluno aprenda. Os professores assistem a todo esse movimento com um misto de perplexidade e fascinação, porque temem ficar marginalizados se não conseguirem dominar essas novas tecnologias e porque muitos acreditam que o ensino pela Internet vai resolver os problemas de aprendizado no Brasil.
É tudo tão rápido e avassalador que se torna recomendável uma pausa para respirar, refletir e jogar no caminho algumas perguntas incômodas. A primeira: é realmente possível aprender pela Internet? Os introdutores do e-learning e alguns alunos dizem que sim. Mas os cursos são tão novos que não existem parâmetros confiáveis para medir a qualidade desse tipo de ensino. Como ensinar direito, se ainda não foi criado um modelo pedagógico voltado para a Web? Sem isso, esses cursos correm o risco de servir apenas para informação e não para formação.
Urgente, nesse momento em que esses cursos são novidade no mundo todo, é a discussão que leve a uma pedagogia própria para esse veículo baseada em estudos e pesquisas. Assim, esse recurso pode se tornar uma efetiva ajuda na enorme tarefa de disseminar a educação entre os brasileiros, e não apenas um modismo que vai gerar diplomas rápidos e sem credibilidade.
Francisco Alves Filho. Istoé. Internet: <www.terra.com.br/istoe/artigos> (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item seguinte.
Mantêm-se a correção gramatical e o sentido original do texto caso o trecho “Os professores assistem a todo esse movimento” seja assim reescrito: Os professores assistem-lhe.
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Em 2006, foi incorporada uma nova vacina no calendário básico de vacinação da criança no Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. Com relação a essa vacina, julgue o item a seguir.
Trata-se da vacina contra rotavírus, aplicada por via oral.
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Internet: aprendendo a ensinar
Depois de estourarem tantas bolhas de euforia na Internet, um novo segmento é agora alvo das apostas: o ensino pela rede de computadores (e-learning), o novo filão que mobiliza internautas, webmasters, criadores de software e investidores. Novos recursos, integração de áudio, vídeo e texto, professores que atendem online, fóruns e chats com especialistas são alguns dos recursos que passam a ser usados de uma forma nunca vista, com o objetivo de fazer que o aluno aprenda. Os professores assistem a todo esse movimento com um misto de perplexidade e fascinação, porque temem ficar marginalizados se não conseguirem dominar essas novas tecnologias e porque muitos acreditam que o ensino pela Internet vai resolver os problemas de aprendizado no Brasil.
É tudo tão rápido e avassalador que se torna recomendável uma pausa para respirar, refletir e jogar no caminho algumas perguntas incômodas. A primeira: é realmente possível aprender pela Internet? Os introdutores do e-learning e alguns alunos dizem que sim. Mas os cursos são tão novos que não existem parâmetros confiáveis para medir a qualidade desse tipo de ensino. Como ensinar direito, se ainda não foi criado um modelo pedagógico voltado para a Web? Sem isso, esses cursos correm o risco de servir apenas para informação e não para formação.
Urgente, nesse momento em que esses cursos são novidade no mundo todo, é a discussão que leve a uma pedagogia própria para esse veículo baseada em estudos e pesquisas. Assim, esse recurso pode se tornar uma efetiva ajuda na enorme tarefa de disseminar a educação entre os brasileiros, e não apenas um modismo que vai gerar diplomas rápidos e sem credibilidade.
Francisco Alves Filho. Istoé. Internet: <www.terra.com.br/istoe/artigos> (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item seguinte.
Os professores sentem-se pressionados a dominarem as novas tecnologias para o ensino mediado pela rede de computadores, sob o risco de serem marginalizados desse processo.
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Em 1508, quando andava à procura de quem pintasse o teto da Capela Sistina, o papa Júlio II pediu a Michelangelo uma prova de sua competência para a tarefa. Como resposta, o genial artista da Renascença desenhou um círculo perfeito a mão livre. Só mesmo Michelangelo — que, nos anos seguintes, transformaria o teto da capela em uma das mais estupendas obras de arte da história — poderia imaginar uma solução tão simples para o desafio que lhe foi imposto. Até hoje, no mundo das artes e do design, vale a lição de Michelangelo: às vezes, o mínimo é o máximo.
Leoleli Camargo. Arquitetura, o mínimo é o máximo. In: Veja, 22/11/2006, p. 121 (com adaptações).
Julgue o item que se segue com base na leitura do texto acima.
A expressão “Até hoje” denota idéia de aproximação a um limite no tempo, a partir de 1508.
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