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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade
O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.
Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.
Fotos publicadas nas redes sociais mostravam(I) a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam(I) por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.
O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente(II) caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.
Mais tarde, a água não só retornaria,(III) como voltaria(III) com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.
A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.
Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.
A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.
De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.
Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.
É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)
Analise as afirmativas que seguem.
I. As formas verbais mostravam e passavam estão no modo indicativo, no pretérito perfeito, e indicam uma descrição de ações.
II. Em Não tente o verbo está no modo imperativo negativo.
III. As formas verbais retornaria e voltaria estão no modo indicativo, no futuro do presente.
Assinale
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade
O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.
Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.
Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.
O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.
Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.
A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.
Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.
A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.
De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.
Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.
É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)
Em Língua Portuguesa, o plural dos substantivos terminados em ão são formados de três maneiras.
Assinale a alternativa em que as palavras elencadas seguem a mesma regra.
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade
O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.
Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.
Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.
O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.
Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.
A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.
Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.
A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.
De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.
Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.
É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)
No período Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área, o pronome demonstrativo sublinhado exerce função
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade
O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.
Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.
Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.
O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.
Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.
A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.
Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.
A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.
De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.
Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.
É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)
É correto afirmar que os termos próprio e ressurgência seguem a mesma regra de acentuação, pois
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade
O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.
Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.
Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.
O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.
Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.
A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.
Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.
A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.
De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.
Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.
É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)
A sinonímia mais adequada para os termos Em contrapartida e ressurgência é, respectivamente,
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade
O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.
Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.
Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.
O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.
Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.
A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.
Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.
A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.
De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.
Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.
É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)
A justificativa para a ocorrência de acento grave em devido à força dá-se por esta ser
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade
O poderoso furacão(a) Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.(b)
Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa(d) e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.
Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.
O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.
Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.
A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.
Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.
A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.
De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.
Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.
É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)
O pronome demonstrativo Isso refere-se
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade
O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas(e) fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido(a) como maré de tempestade reversa ou negativa.
Isso(a) fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira(a) (28 de setembro), pouco(b) antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra(b) firme com ventos de até 240 km/h.
Fotos publicadas nas redes sociais mostravam(b) a areia molhada(e) da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam(c) por ali se aventuraram a se aproximar(c) e caminhar(e) sobre as algas que ficaram expostas.(c)
O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou(d) uma imagem do ocorrido,(d) emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água(c) tenha recuado”.
Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.
A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.
Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.
A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.
De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.
Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.
É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)
Assinale a alternativa em que TODAS as palavras contenham dígrafos.
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade
O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.
Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.
Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.
O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.
Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.
A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.
Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.
A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.
De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.
Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.
É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)
É correto afirmar que não só... como também classifica-se como
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Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade
O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.
Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone(I) de categoria 4 atingir terra firme com ventos de até 240 km/h.(II)
Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água “desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre as algas que ficaram expostas.
O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido, emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer outro lugar em que a água tenha recuado”.
Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro Nacional de Furacões havia alertado.
A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante(III) a passagem do furacão Irma, que também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.
Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.
A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma de maremoto.
De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.
Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo, mas na direção oposta.
É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente, à medida que o sistema tropical deixar a área.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)
Analise as afirmativas que seguem.
I. No segmento antes de o ciclone, não ocorre a contração de de e o porque a preposição aparece antes de um sujeito com verbo no infinitivo.
II. No segmento ventos de até 240 km/h, a preposição empregada é classificada como essencial, pois deixa dúvidas a respeito da velocidade do vento.
III. O termo durante é classificado como preposição acidental.
Assinale
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