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2012951 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Mar de plástico
A vida moderna é inimaginável sem os plásticos. Eles estão em praticamente todos os produtos tecnológicos que caracterizam a civilização atual. A lista é infindável: computadores, celulares, televisões e até contêineres e assentos de privada, afora produtos descartáveis como talheres, pratos, canudos, garrafas, boias, cordas, embalagens, cotonetes e redes de pesca. Não há dúvida de que é um produto útil, durável e versátil. Mas também é incontestável que os plásticos são uma praga ambiental, que contamina todo tipo de ambiente na Terra. Apenas nos oceanos, estima-se que sejam despejados 8 milhões de toneladas de plástico a cada ano.
Esse volume se espalha por todos os mares do planeta, com destaque para a chamada Grande mancha de lixo do Pacífico, localizada entre a costa oeste dos Estados Unidos eo Havaí. Essa "ilha" de enutlhos está crescendo mais rapidamente que se previa. Uma pesquisa recente, publicada na revista cientifica Scientific Reports, constatou que ela tem cerca de 80 mil toneladas de plásticos descartados, em uma área de 1,6 milhão de quilômetros quadrados, um pouco maior que o estado do Amazonas (1.559, 159km²) e quase duas vezes e meia o território da França (643.800 km²). O estudo também concluiu que a mancha ocupa hoje uma área 16 vezes maior do que se estimava.
De acordo com o ocenógrafo Lourent Lebreton, da fundação holandesa The Ocean Cleanup, que desenvolve tecnologias para extrair a poluição plástica dos oceanos e realizou a pesquisa, a situação está pior a cada dia. "Encontramos uma quantidade impressionante e precisamos de medidas urgentes para acabar com o plástico que ocupa a Grande Mancha de Lixo do Pacífico", declarou, durante a divulgação da pesquisa. Segundo ele, cerca de 20% dos resíduos podem ter chegado à região após o terremoto e tsunami de 2011 no Japão.
A pesquisa da Ocean Cleanup é considerada uma das maiores realizadas até hoje para avaliar a extensão da Grande Mancha de Lixo do Pacífico. Para fazer o trabalho, os pesquisadores contaram com o apoio de 30 navios, várias aeronaves e imagens tridimensionais obtidas do alto e na superfície. Além disso, 1,2 milhão de amostras foram coletadas. Desse total, selecionaram-se 50 itens com data de fabricação legível. Verificou-se que havia plástico de 1977, sete itens da década de 1980, 17 da década de 1990, 24 da década de 2000 e um de 2010.
A análise também revelou que os pedaçoes pequenos, que medem menos de meio centímetro, compõem a maior parte do 1,8 trilhão de peças que flutuam na mancha, embora respondam por apenas 8% da massa suspesa no mar. Em todos os oceanos do planeta, estima-se que esse número chegue a 5,25 trilhões, com um peso total de cerca de 290 mil toneladas. As redes de pesca descartadas são responsáveis por quase metade do peso dos resíduos.
Segundo a pesquisadora Daniela Gadens Zanetti, que faz pós-graduação em oceanografia com ênfase em microplásticos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC ), essas partículas estão presentes em todos os habitats marinhos, desde a superfície oceânica até o fundo do mar, e estão disponíveis para todos os níveis da cadeia alimentar, dos produtores primários aos superiores. "Um relatório de 2016 da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que mais de 800 espécies marinhas e costeiras são afetadas pela ingestão desses plásticos", diz "Além disso, esse resíduos têm um efeito adverso nas indústrias de pesca, navegação e turismo. O relatório da ONU avalia o custo da poluição causada por detritos marinhos em US$ 13 bilhões."
Para o professor Sandro Donnini Mancini, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o problema do lixo de um modo geral é bem complexo e ainda sem solução. "Se mal conseguimos resolver o problema em cidades, imagine no mar", afirma. "Apesar de todos os alertas, como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, não creio que a situação esteja melhorando, embora tecnologias venham sendo desenvolvidas para tentar capturar e depois tirar o material dali. A imensidão do oceano torna isso bem díficil, quase um sonho mesmo. Mais do que em qualquer lugar, o ideal é não sujar os mares."
Acerca do período "Mas também é incontestável que os plásticos são uma praga ambiental, que contamina todo tipo de ambiente na Terra.", leia e analise as afirmativas a seguir.
I. A forma verbal "contamina" tem a concordância estabelecida de acordo com a norma padrão da lingua, assim como ocorre a forma verbal "são".
II. Em relação ao período imediatamente anterior, estabelece uma relação de reciprocidade à medida que demonstra um paralelo entre a utilidade e o descarte.
III. No período, pode-se observar a mesma classificação, morfológica para as duas ocorrências do termo "que", promovendo a necessária coerência textual.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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2012905 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Mar de plástico
A vida moderna é inimaginável sem os plásticos. Eles estão em praticamente todos os produtos tecnológicos que caracterizam a civilização atual. A lista é infindável: computadores, celulares, televisões e até contêineres e assentos de privada, afora produtos descartáveis como talheres, pratos, canudos, garrafas, boias, cordas, embalagens, cotonetes e redes de pesca. Não há dúvida de que é um produto útil, durável e versátil. Mas também é incontestável que os plásticos são uma praga ambiental, que contamina todo tipo de ambiente na Terra. Apenas nos oceanos, estima-se que sejam despejados 8 milhões de toneladas de plástico a cada ano.
Esse volume se espalha por todos os mares do planeta, com destaque para a chamada Grande mancha de lixo do Pacífico, localizada entre a costa oeste dos Estados Unidos eo Havaí. Essa "ilha" de enutlhos está crescendo mais rapidamente que se previa. Uma pesquisa recente, publicada na revista cientifica Scientific Reports, constatou que ela tem cerca de 80 mil toneladas de plásticos descartados, em uma área de 1,6 milhão de quilômetros quadrados, um pouco maior que o estado do Amazonas (1.559, 159km²) e quase duas vezes e meia o território da França (643.800 km²). O estudo também concluiu que a mancha ocupa hoje uma área 16 vezes maior do que se estimava.
De acordo com o ocenógrafo Lourent Lebreton, da fundação holandesa The Ocean Cleanup, que desenvolve tecnologias para extrair a poluição plástica dos oceanos e realizou a pesquisa, a situação está pior a cada dia. "Encontramos uma quantidade impressionante e precisamos de medidas urgentes para acabar com o plástico que ocupa a Grande Mancha de Lixo do Pacífico", declarou, durante a divulgação da pesquisa. Segundo ele, cerca de 20% dos resíduos podem ter chegado à região após o terremoto e tsunami de 2011 no Japão.
A pesquisa da Ocean Cleanup é considerada uma das maiores realizadas até hoje para avaliar a extensão da Grande Mancha de Lixo do Pacífico. Para fazer o trabalho, os pesquisadores contaram com o apoio de 30 navios, várias aeronaves e imagens tridimensionais obtidas do alto e na superfície. Além disso, 1,2 milhão de amostras foram coletadas. Desse total, selecionaram-se 50 itens com data de fabricação legível. Verificou-se que havia plástico de 1977, sete itens da década de 1980, 17 da década de 1990, 24 da década de 2000 e um de 2010.
A análise também revelou que os pedaçoes pequenos, que medem menos de meio centímetro, compõem a maior parte do 1,8 trilhão de peças que flutuam na mancha, embora respondam por apenas 8% da massa suspesa no mar. Em todos os oceanos do planeta, estima-se que esse número chegue a 5,25 trilhões, com um peso total de cerca de 290 mil toneladas. As redes de pesca descartadas são responsáveis por quase metade do peso dos resíduos.
Segundo a pesquisadora Daniela Gadens Zanetti, que faz pós-graduação em oceanografia com ênfase em microplásticos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC ), essas partículas estão presentes em todos os habitats marinhos, desde a superfície oceânica até o fundo do mar, e estão disponíveis para todos os níveis da cadeia alimentar, dos produtores primários aos superiores. "Um relatório de 2016 da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que mais de 800 espécies marinhas e costeiras são afetadas pela ingestão desses plásticos", diz "Além disso, esse resíduos têm um efeito adverso nas indústrias de pesca, navegação e turismo. O relatório da ONU avalia o custo da poluição causada por detritos marinhos em US$ 13 bilhões."
Para o professor Sandro Donnini Mancini, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o problema do lixo de um modo geral é bem complexo e ainda sem solução. "Se mal conseguimos resolver o problema em cidades, imagine no mar", afirma. "Apesar de todos os alertas, como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, não creio que a situação esteja melhorando, embora tecnologias venham sendo desenvolvidas para tentar capturar e depois tirar o material dali. A imensidão do oceano torna isso bem díficil, quase um sonho mesmo. Mais do que em qualquer lugar, o ideal é não sujar os mares."
Em "Encontramos uma quantidade impressionante e precisamos de medidas urgentes para acabar com o plástico que ocupa a Grande Mancha de Lixo do Pacífico", o trecho destacado pode ser corretamente substituído, matendo-se correção linguística e semântica, por:
 

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2012814 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Mar de plástico
A vida moderna é inimaginável sem os plásticos. Eles estão em praticamente todos os produtos tecnológicos que caracterizam a civilização atual. A lista é infindável: computadores, celulares, televisões e até contêineres e assentos de privada, afora produtos descartáveis como talheres, pratos, canudos, garrafas, boias, cordas, embalagens, cotonetes e redes de pesca. Não há dúvida de que é um produto útil, durável e versátil. Mas também é incontestável que os plásticos são uma praga ambiental, que contamina todo tipo de ambiente na Terra. Apenas nos oceanos, estima-se que sejam despejados 8 milhões de toneladas de plástico a cada ano.
Esse volume se espalha por todos os mares do planeta, com destaque para a chamada Grande mancha de lixo do Pacífico, localizada entre a costa oeste dos Estados Unidos eo Havaí. Essa "ilha" de enutlhos está crescendo mais rapidamente que se previa. Uma pesquisa recente, publicada na revista cientifica Scientific Reports, constatou que ela tem cerca de 80 mil toneladas de plásticos descartados, em uma área de 1,6 milhão de quilômetros quadrados, um pouco maior que o estado do Amazonas (1.559, 159km²) e quase duas vezes e meia o território da França (643.800 km²). O estudo também concluiu que a mancha ocupa hoje uma área 16 vezes maior do que se estimava.
De acordo com o ocenógrafo Lourent Lebreton, da fundação holandesa The Ocean Cleanup, que desenvolve tecnologias para extrair a poluição plástica dos oceanos e realizou a pesquisa, a situação está pior a cada dia. "Encontramos uma quantidade impressionante e precisamos de medidas urgentes para acabar com o plástico que ocupa a Grande Mancha de Lixo do Pacífico", declarou, durante a divulgação da pesquisa. Segundo ele, cerca de 20% dos resíduos podem ter chegado à região após o terremoto e tsunami de 2011 no Japão.
A pesquisa da Ocean Cleanup é considerada uma das maiores realizadas até hoje para avaliar a extensão da Grande Mancha de Lixo do Pacífico. Para fazer o trabalho, os pesquisadores contaram com o apoio de 30 navios, várias aeronaves e imagens tridimensionais obtidas do alto e na superfície. Além disso, 1,2 milhão de amostras foram coletadas. Desse total, selecionaram-se 50 itens com data de fabricação legível. Verificou-se que havia plástico de 1977, sete itens da década de 1980, 17 da década de 1990, 24 da década de 2000 e um de 2010.
A análise também revelou que os pedaçoes pequenos, que medem menos de meio centímetro, compõem a maior parte do 1,8 trilhão de peças que flutuam na mancha, embora respondam por apenas 8% da massa suspesa no mar. Em todos os oceanos do planeta, estima-se que esse número chegue a 5,25 trilhões, com um peso total de cerca de 290 mil toneladas. As redes de pesca descartadas são responsáveis por quase metade do peso dos resíduos.
Segundo a pesquisadora Daniela Gadens Zanetti, que faz pós-graduação em oceanografia com ênfase em microplásticos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), essas partículas estão presentes em todos os habitats marinhos, desde a superfície oceânica até o fundo do mar, e estão disponíveis para todos os níveis da cadeia alimentar, dos produtores primários aos superiores. "Um relatório de 2016 da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que mais de 800 espécies marinhas e costeiras são afetadas pela ingestão desses plásticos", diz "Além disso, esse resíduos têm um efeito adverso nas indústrias de pesca, navegação e turismo. O relatório da ONU avalia o custo da poluição causada por detritos marinhos em US$ 13 bilhões."
Para o professor Sandro Donnini Mancini, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o problema do lixo de um modo geral é bem complexo e ainda sem solução. "Se mal conseguimos resolver o problema em cidades, imagine no mar", afirma. "Apesar de todos os alertas, como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, não creio que a situação esteja melhorando, embora tecnologias venham sendo desenvolvidas para tentar capturar e depois tirar o material dali. A imensidão do oceano torna isso bem díficil, quase um sonho mesmo. Mais do que em qualquer lugar, o ideal é não sujar os mares."
Acerca do título dado ao texto, pode-se afirmar que:
 

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2012699 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Mar de plástico
A vida moderna é inimaginável sem os plásticos. Eles estão em praticamente todos os produtos tecnológicos que caracterizam a civilização atual. A lista é infindável: computadores, celulares, televisões e até contêineres e assentos de privada, afora produtos descartáveis como talheres, pratos, canudos, garrafas, boias, cordas, embalagens, cotonetes e redes de pesca. Não há dúvida de que é um produto útil, durável e versátil. Mas também é incontestável que os plásticos são uma praga ambiental, que contamina todo tipo de ambiente na Terra. Apenas nos oceanos, estima-se que sejam despejados 8 milhões de toneladas de plástico a cada ano.
Esse volume se espalha por todos os mares do planeta, com destaque para a chamada Grande mancha de lixo do Pacífico, localizada entre a costa oeste dos Estados Unidos eo Havaí. Essa "ilha" de enutlhos está crescendo mais rapidamente que se previa. Uma pesquisa recente, publicada na revista cientifica Scientific Reports, constatou que ela tem cerca de 80 mil toneladas de plásticos descartados, em uma área de 1,6 milhão de quilômetros quadrados, um pouco maior que o estado do Amazonas (1.559, 159km²) e quase duas vezes e meia o território da França (643.800 km²). O estudo também concluiu que a mancha ocupa hoje uma área 16 vezes maior do que se estimava.
De acordo com o ocenógrafo Lourent Lebreton, da fundação holandesa The Ocean Cleanup, que desenvolve tecnologias para extrair a poluição plástica dos oceanos e realizou a pesquisa, a situação está pior a cada dia. "Encontramos uma quantidade impressionante e precisamos de medidas urgentes para acabar com o plástico que ocupa a Grande Mancha de Lixo do Pacífico", declarou, durante a divulgação da pesquisa. Segundo ele, cerca de 20% dos resíduos podem ter chegado à região após o terremoto e tsunami de 2011 no Japão.
A pesquisa da Ocean Cleanup é considerada uma das maiores realizadas até hoje para avaliar a extensão da Grande Mancha de Lixo do Pacífico. Para fazer o trabalho, os pesquisadores contaram com o apoio de 30 navios, várias aeronaves e imagens tridimensionais obtidas do alto e na superfície. Além disso, 1,2 milhão de amostras foram coletadas. Desse total, selecionaram-se 50 itens com data de fabricação legível. Verificou-se que havia plástico de 1977, sete itens da década de 1980, 17 da década de 1990, 24 da década de 2000 e um de 2010.
A análise também revelou que os pedaçoes pequenos, que medem menos de meio centímetro, compõem a maior parte do 1,8 trilhão de peças que flutuam na mancha, embora respondam por apenas 8% da massa suspesa no mar. Em todos os oceanos do planeta, estima-se que esse número chegue a 5,25 trilhões, com um peso total de cerca de 290 mil toneladas. As redes de pesca descartadas são responsáveis por quase metade do peso dos resíduos.
Segundo a pesquisadora Daniela Gadens Zanetti, que faz pós-graduação em oceanografia com ênfase em microplásticos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC ), essas partículas estão presentes em todos os habitats marinhos, desde a superfície oceânica até o fundo do mar, e estão disponíveis para todos os níveis da cadeia alimentar, dos produtores primários aos superiores. "Um relatório de 2016 da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que mais de 800 espécies marinhas e costeiras são afetadas pela ingestão desses plásticos", diz "Além disso, esse resíduos têm um efeito adverso nas indústrias de pesca, navegação e turismo. O relatório da ONU avalia o custo da poluição causada por detritos marinhos em US$ 13 bilhões."
Para o professor Sandro Donnini Mancini, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o problema do lixo de um modo geral é bem complexo e ainda sem solução. "Se mal conseguimos resolver o problema em cidades, imagine no mar", afirma. "Apesar de todos os alertas, como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, não creio que a situação esteja melhorando, embora tecnologias venham sendo desenvolvidas para tentar capturar e depois tirar o material dali. A imensidão do oceano torna isso bem díficil, quase um sonho mesmo. Mais do que em qualquer lugar, o ideal é não sujar os mares."
Observe a analise as afirmativas a seguir em relação às diferentes vozes apresentadas no texto, indicando C para as corretas e E para as erradas.
( ) A apresentação de diferentes vozes bem marcadas tem como importância, na construção do texto, conferir credibilidade às informações trazidas.
( ) Os verbos "declarou" e "diz" indicam um caráter declarativo e persuasivo, o que demonstra objetividade na expressão do conteúdo a que dizem respeito.
( ) A possibilidade de abordagem do assunto a partir de pontos de vista diferentes e que se opõem demonstram a apresentação do conteúdo de forma não superficial.
A sequência correta em
 

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2012664 Ano: 2020
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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"Toda e qualquer lesão decorrente da ação sobre o organismo é uma queimadura. Chama-se de pequenas queimaduras, quando as mesmas atingirem menos de _____________ do corpo." Assinale a alternativa que completa corretamento a afirmativa anterior.

 

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2012626 Ano: 2020
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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A NR-29 (Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário) regula a proteção obrigatória contra acidentes e doenças profissionais, facilita os primeiros socorros e acidentados e alcança as melhores condições possíveis de segurança e saúde aos trabalhadores portuários. De acordo com os conceitos da NR-29, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Terminal retroportuário: é o terminal situado em zona contigua a de porto organizado ou instalação portuária compreendida, no perímetro de cinco quilômetros dos limites da zona primária, demarcada pela autoridade aduaneira local, no qual são executados os serviços de operação, sob controle aduaneiro, com carga de importação e exportação, embarcados em contênier, reboque ou semireboque.

( ) Zona primária: é a área alfandegada para movimentação ou armazenagem de cargas destinadas ou provenientes do transporte aquaviário.

( ) Zona secundária: é a área destinada à polícia federal, exécito e marinha.

( ) Tomador de serviço: É toda pessoa jurídica de direito público ou privado que, não sendo operador portuário ou empregador, requisite trabalhador portuário avulso.

( ) Pessoa responsável: é aquela designada por operadores portuários, empregadores, tomadores de serviço, comandantes de embarcações, Órgão Gestor de Mão de Obra OGMO, sindicatos de classe, fornecedores de equipamentos, mecanicos e outros, conforme o caso, para assegurar o cumprimento de uma ou mais tarefas específicas e que possuam suficientes conhecimentos e experiência, com a necessária autoridade para o exercício dessas funções.

A sequência está correta em

 

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2012586 Ano: 2020
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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A respeito da Declaração Universal dos Direitos Humanos DUDH, analise as afirmativas a seguir.
I. Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espiríto de fraternidade.
II. Todo ser humano tem direito a receber dos tribunais nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.
III. Todo ser humano tem direito a uma ordem social e internacional em que os direitos e liberdades estabelecidos na presente Declaração possam ser plenamente realizados.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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2012417 Ano: 2020
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Estabelece a Constituição da República Federativa do Brasil que a administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte, EXCETO:

 

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2012369 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Mar de plástico
A vida moderna é inimaginável sem os plásticos. Eles estão em praticamente todos os produtos tecnológicos que caracterizam a civilização atual. A lista é infindável: computadores, celulares, televisões e até contêineres e assentos de privada, afora produtos descartáveis como talheres, pratos, canudos, garrafas, boias, cordas, embalagens, cotonetes e redes de pesca. Não há dúvida de que é um produto útil, durável e versátil. Mas também é incontestável que os plásticos são uma praga ambiental, que contamina todo tipo de ambiente na Terra. Apenas nos oceanos, estima-se que sejam despejados 8 milhões de toneladas de plástico a cada ano.
Esse volume se espalha por todos os mares do planeta, com destaque para a chamada Grande mancha de lixo do Pacífico, localizada entre a costa oeste dos Estados Unidos eo Havaí. Essa "ilha" de enutlhos está crescendo mais rapidamente que se previa. Uma pesquisa recente, publicada na revista cientifica Scientific Reports, constatou que ela tem cerca de 80 mil toneladas de plásticos descartados, em uma área de 1,6 milhão de quilômetros quadrados, um pouco maior que o estado do Amazonas (1.559, 159km²) e quase duas vezes e meia o território da França (643.800 km²). O estudo também concluiu que a mancha ocupa hoje uma área 16 vezes maior do que se estimava.
De acordo com o ocenógrafo Lourent Lebreton, da fundação holandesa The Ocean Cleanup, que desenvolve tecnologias para extrair a poluição plástica dos oceanos e realizou a pesquisa, a situação está pior a cada dia. "Encontramos uma quantidade impressionante e precisamos de medidas urgentes para acabar com o plástico que ocupa a Grande Mancha de Lixo do Pacífico", declarou, durante a divulgação da pesquisa. Segundo ele, cerca de 20% dos resíduos podem ter chegado à região após o terremoto e tsunami de 2011 no Japão.
A pesquisa da Ocean Cleanup é considerada uma das maiores realizadas até hoje para avaliar a extensão da Grande Mancha de Lixo do Pacífico. Para fazer o trabalho, os pesquisadores contaram com o apoio de 30 navios, várias aeronaves e imagens tridimensionais obtidas do alto e na superfície. Além disso, 1,2 milhão de amostras foram coletadas. Desse total, selecionaram-se 50 itens com data de fabricação legível. Verificou-se que havia plástico de 1977, sete itens da década de 1980, 17 da década de 1990, 24 da década de 2000 e um de 2010.
A análise também revelou que os pedaçoes pequenos, que medem menos de meio centímetro, compõem a maior parte do 1,8 trilhão de peças que flutuam na mancha, embora respondam por apenas 8% da massa suspesa no mar. Em todos os oceanos do planeta, estima-se que esse número chegue a 5,25 trilhões, com um peso total de cerca de 290 mil toneladas. As redes de pesca descartadas são responsáveis por quase metade do peso dos resíduos.
Segundo a pesquisadora Daniela Gadens Zanetti, que faz pós-graduação em oceanografia com ênfase em microplásticos na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC ), essas partículas estão presentes em todos os habitats marinhos, desde a superfície oceânica até o fundo do mar, e estão disponíveis para todos os níveis da cadeia alimentar, dos produtores primários aos superiores. "Um relatório de 2016 da Organização das Nações Unidas (ONU) estima que mais de 800 espécies marinhas e costeiras são afetadas pela ingestão desses plásticos", diz "Além disso, esse resíduos têm um efeito adverso nas indústrias de pesca, navegação e turismo. O relatório da ONU avalia o custo da poluição causada por detritos marinhos em US$ 13 bilhões."
Para o professor Sandro Donnini Mancini, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Sorocaba da Universidade Estadual Paulista (Unesp), o problema do lixo de um modo geral é bem complexo e ainda sem solução. "Se mal conseguimos resolver o problema em cidades, imagine no mar", afirma. "Apesar de todos os alertas, como a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, não creio que a situação esteja melhorando, embora tecnologias venham sendo desenvolvidas para tentar capturar e depois tirar o material dali. A imensidão do oceano torna isso bem díficil, quase um sonho mesmo. Mais do que em qualquer lugar, o ideal é não sujar os mares."
No segundo parágrafo do texto "destaque" está relacionado à expressão "Grande Mancha de Lixo do Pacífico". De acordo com o sentido produzido no contexto, pode-se afirmar que:
 

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2012360 Ano: 2020
Disciplina: Direito Penal
Banca: Consulplan
Orgão: CDP
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Considere que Robson, na condição de guarda portuário, disparou sua arma de fogo, em via pública, por mera exibição e sem a intenção de prática de outro crime. Nos termos do Estatuto do Desarmamento, pela prática de disparo de arma de fogo, Robson está sujeito a:
 

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