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1424587 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDAE-RJ
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DE FORMAÇÃO DE OPINIÃO

Não, não vou falar da moça que estava no Canadá, cujo nome não digo para não me aliar ao tam-tam dos tambores da fl oresta. O que pode nos interessar é a frase emitida pela agência que cuida da sua imagem – sim, já tem agência – dizendo que sua agenciada vai se “posicionar como a formadora de opinião que tem potencial para ser.” E qual é o potencial necessário para ser formador de opinião? No passado, a carteirinha de formador de opinião só era dada em função da sabedoria. Ouviam-se os sábios. Não havendo sábios disponíveis, ouvia-se, emitida pelos mais velhos, a voz da experiência. Um certo saber era necessário, fosse ele específi co ou generalizado. Depois, deixou de ser. Nos anos em que trabalhei em publicidade, fi z várias campanhas imobiliárias com atores. Sempre os mais famosos, os que estavam nas telas da TV. Nenhum deles entendia coisa alguma do mercado de imóveis ou sequer pediu que lhe fosse mostrada e explicada a planta dos apartamentos que estava ajudando a vender. Ainda assim, sua presença era uma garantia de sucesso. Para formar a opinião alheia não é necessário sequer ter uma opinião própria relevante. No lugar da sabedoria entrou a imagem. A imagem não é a pessoa. A imagem não precisa sequer corresponder exatamente à pessoa. A imagem é um replicante, construído, às vezes com grande técnica, a partir da pessoa. Como é, então, que acreditamos nas recomendações feitas por alguém que, em termos de gente, é o equivalente a uma bolsa Vuitton vinda do Paraguai? O mecanismo é fascinante. Se queremos uma opinião jurídica, procuramos um advogado; se queremos uma opinião de saúde, procuramos um médico; e para opinar sobre o projeto de uma ponte fazemos recurso a um engenheiro. Mas na hora de comprar um apartamento ou um carro, dois projetos de peso que empenham parte relevante do nosso orçamento, deixamos que nossa opinião seja formada por uma imagem, um quase fantasma. E seguimos o gosto de fantasmas na compra do sabonete, na preferência por uma marca, na escolha do esmalte de unhas. Não sei se Lilia Cabral já fez publicidade de massa de rejunte para azulejos ou de válvula para descarga de banheiro, sei porém que seria um sucesso, embora todos estejam cientes de que não é ela quem entende de obra e de material de construção, é Griselda, e Griselda só existe na novela e no imaginário das pessoas. Então, o que forma opinião não é sequer a imagem. É a ação da imagem sobre o imaginário. No fi m das contas, tudo se passa na nossa própria cabeça. E o que os marqueteiros fazem é estudar nossa cabeça – não uma por uma, porque isso roubaria o mercado de trabalho dos psicanalistas, mas por amostragens – para criar imagens conformes a ela e aos desejos que a habitam, imagens que aceitaremos de braços abertos, implorando por suas opiniões. E a sabedoria, onde fi ca? Se não vier em roupa de gala, se não avançar no red carpet, se não for muito alardeada antes e durante por todas as mídias sociais e nem tanto, se não estiver no Canadá, coitada!, ninguém a quererá, ninguém dirá para ela ai se eu te pego! Bem pensa Carlinhos Brown, que, no discurso para o possível Oscar, dirá às crianças que não copiem seus ídolos, porque “o conhecimento não está nos ídolos. Ídolo cuida de sua carreira (...). Escutem seus pais!”. Marina Colasanti, (Estado de Minas, 09/02/2012)
“Como é, então, que acreditamos nas recomendações feitas por alguém que, em termos de gente, é o equivalente a uma bolsa Vuitton vinda do Paraguai?". O uso da 1ª pessoa do plural, nesse trecho, provoca o efeito de:
 

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1422487 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDAE-RJ
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DE FORMAÇÃO DE OPINIÃO

Não, não vou falar da moça que estava no Canadá, cujo nome não digo para não me aliar ao tam-tam dos tambores da fl oresta. O que pode nos interessar é a frase emitida pela agência que cuida da sua imagem – sim, já tem agência – dizendo que sua agenciada vai se “posicionar como a formadora de opinião que tem potencial para ser.” E qual é o potencial necessário para ser formador de opinião? No passado, a carteirinha de formador de opinião só era dada em função da sabedoria. Ouviam-se os sábios. Não havendo sábios disponíveis, ouvia-se, emitida pelos mais velhos, a voz da experiência. Um certo saber era necessário, fosse ele específi co ou generalizado. Depois, deixou de ser. Nos anos em que trabalhei em publicidade, fi z várias campanhas imobiliárias com atores. Sempre os mais famosos, os que estavam nas telas da TV. Nenhum deles entendia coisa alguma do mercado de imóveis ou sequer pediu que lhe fosse mostrada e explicada a planta dos apartamentos que estava ajudando a vender. Ainda assim, sua presença era uma garantia de sucesso. Para formar a opinião alheia não é necessário sequer ter uma opinião própria relevante. No lugar da sabedoria entrou a imagem. A imagem não é a pessoa. A imagem não precisa sequer corresponder exatamente à pessoa. A imagem é um replicante, construído, às vezes com grande técnica, a partir da pessoa. Como é, então, que acreditamos nas recomendações feitas por alguém que, em termos de gente, é o equivalente a uma bolsa Vuitton vinda do Paraguai? O mecanismo é fascinante. Se queremos uma opinião jurídica, procuramos um advogado; se queremos uma opinião de saúde, procuramos um médico; e para opinar sobre o projeto de uma ponte fazemos recurso a um engenheiro. Mas na hora de comprar um apartamento ou um carro, dois projetos de peso que empenham parte relevante do nosso orçamento, deixamos que nossa opinião seja formada por uma imagem, um quase fantasma. E seguimos o gosto de fantasmas na compra do sabonete, na preferência por uma marca, na escolha do esmalte de unhas. Não sei se Lilia Cabral já fez publicidade de massa de rejunte para azulejos ou de válvula para descarga de banheiro, sei porém que seria um sucesso, embora todos estejam cientes de que não é ela quem entende de obra e de material de construção, é Griselda, e Griselda só existe na novela e no imaginário das pessoas. Então, o que forma opinião não é sequer a imagem. É a ação da imagem sobre o imaginário. No fi m das contas, tudo se passa na nossa própria cabeça. E o que os marqueteiros fazem é estudar nossa cabeça – não uma por uma, porque isso roubaria o mercado de trabalho dos psicanalistas, mas por amostragens – para criar imagens conformes a ela e aos desejos que a habitam, imagens que aceitaremos de braços abertos, implorando por suas opiniões. E a sabedoria, onde fi ca? Se não vier em roupa de gala, se não avançar no red carpet, se não for muito alardeada antes e durante por todas as mídias sociais e nem tanto, se não estiver no Canadá, coitada!, ninguém a quererá, ninguém dirá para ela ai se eu te pego! Bem pensa Carlinhos Brown, que, no discurso para o possível Oscar, dirá às crianças que não copiem seus ídolos, porque “o conhecimento não está nos ídolos. Ídolo cuida de sua carreira (...). Escutem seus pais!”. Marina Colasanti, (Estado de Minas, 09/02/2012)
No texto, parte-se do pressuposto de que:
 

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1247023 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDAE-RJ
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Observe, abaixo, a figura que mostra um recurso existente no browser Internet Explorer 9 BR.

enunciado 1247023-1

Essa figura é conhecida como barra de:
 

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1247020 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDAE-RJ
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Observe a planilha abaixo, no Calc do pacote BrOffice.org 3.0.

enunciado 1247020-1

Nessa planilha foi inserida uma expressão em G4 que mostra uma mensagem, baseada no quadro a seguir.

enunciado 1247020-2

Para finalizar, a expressão inserida na célula G4 foi copiada para G5, G6 e G7. Como consequência, em G7 foi inserida a seguinte expressão
 

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1247019 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDAE-RJ
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Observe a figura abaixo, que ilustra um modo de exibição, no Windows Explorer, de arquivos armazenados na pasta enunciado 1247019-1 no disco C:, em um microcomputador com sistema operacional Windows 7 Professional.

enunciado 1247019-2

Nesse caso, o modo de exibição é conhecido como:
 

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1247018 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDAE-RJ
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Atualmente, impressoras são conectadas a um microcomputador por meio de interfaces USB. Por padrão, o conector utilizado é:
 

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1247017 Ano: 2012
Disciplina: Informática
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDAE-RJ
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Observe as figuras I e II que ilustram, respectivamente, a Faixa de Opções e um dos grupos lógicos de comandos no Word2010Br.

enunciado 1247017-1

O grupo lógico da figura II é mostrado na tela quando se aciona a seguinte guia na Faixa de Opções:
 

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1246917 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDAE-RJ
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Num determinado exercício, uma empresa industrial realizou a venda de 9.000 unidades do seu único produto, ao preço unitário de R$ 32. No exercício, o custo variável unitário, correspondente à produção, foi igual a R$ 24,80, e os custos fixos totais, no montante de R$57.600. Com base nesses dados, pode-se afirmar que a quantidade de unidades no nível do seu ponto crítico foi igual a:

 

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1246916 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDAE-RJ
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A Companhia Industrial ABC produz um único produto. No mês de setembro produziu 1.000 unidades e foram apropriados os seguintes gastos:


Custos fixos totais........................ R$ 20.000
Despesas fixas totais.................... R$ 10.000
Custos variáveis totais................. R$ 50.000
Despesas variáveis totais............. R$ 10.000


Sabendo-se que, no período, o preço de venda unitário foi de R$ 120, o montante da receita de vendas para se obter um lucro de 30% sobre a receita seria igual a:

 

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1246915 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CEPERJ
Orgão: CEDAE-RJ
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A Cia. Industrial Planalto apropriou, no mês de setembro, os seguintes gastos:


Despesas administrativas................................ R$ 30.000
Despesas com vendas..................................... R$ 20.000
Mão de obra direta.......................................... R$ 20.000
Aluguel de fábrica........................................... R$ 10.000
Matéria-prima consumida............................... R$ 25.000
Embalagens dos produtos fabricados............... R$ 5.000
Outros custos da produção.............................. R$ 10.000


No período foram fabricadas 800 unidades do produto ALFA e vendidas 560 unidades por R$ 430 cada uma. Com esses dados, o custo dos produtos vendidos no mês foi igual a:

 

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