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2371444 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
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Texto para o item.

Um dia, um filósofo indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:

— Por que é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

— Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.

— Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?, questionou novamente o pensador.

— Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.

E o mestre voltou a perguntar:

— Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Surgiram várias outras respostas, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:

— Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir essa distância, precisam gritar, para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes, os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E, quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o filósofo concluiu dizendo:

— Quando vocês discutirem, não deixem que os seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.

Mahatma Gandhi.

Com base nas idéias e estruturas do texto, julgue o item a seguir.

O vocábulo “corações”, no texto, está empregado conotativamente, como nome abstrato.

 

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2371427 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF

Texto para o item.

Um dia, um filósofo indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:

— Por que é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

— Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.

— Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?, questionou novamente o pensador.

— Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.

E o mestre voltou a perguntar:

— Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Surgiram várias outras respostas, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:

— Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir essa distância, precisam gritar, para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes, os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E, quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o filósofo concluiu dizendo:

— Quando vocês discutirem, não deixem que os seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.

Mahatma Gandhi.

Considerando a grafia e o sentido de “porque” e “por que”, julgue o próximo item.

Nas linhas 3 e 5, grafa-se um só vocábulo, dado que se trata de conjunção que expressa circunstância de causa.

 

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2371424 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
Enunciado 2820169-1
Julgue o próximo item, acerca do Word 2003, considerando a figura I acima, que ilustra uma janela desse aplicativo sendo executada em um computador PC.
Ao se clicar a seta em Enunciado 2820169-2 na janela do Word da figura I, será visualizada a ferramenta ilustrada na figura III abaixo, por meio da qual é possível definir o número de células de uma tabela e, caso ela seja inserida no documento em edição, a forma de exibição das bordas dessas células.
Enunciado 2820169-3
 

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2371397 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF

Texto para o item.

Um dia, um filósofo indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:

— Por que é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?

— Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.

— Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?, questionou novamente o pensador.

— Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.

E o mestre voltou a perguntar:

— Então não é possível falar-lhe em voz baixa?

Surgiram várias outras respostas, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:

— Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir essa distância, precisam gritar, para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes, os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E, quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o filósofo concluiu dizendo:

— Quando vocês discutirem, não deixem que os seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.

Mahatma Gandhi.

Com base nas idéias e estruturas do texto, julgue o item a seguir.

A seguinte reescritura mantém a idéia básica da primeira pergunta do texto: Por que a gente braveja diante de um aborrecimento?

 

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2371383 Ano: 2006
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
Texto para o item.
Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.
Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nos três primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes. Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.
A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a 4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006, a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.
O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.
Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência inicial e considerando aspectos relevantes da realidade social e econômica do Brasil e do mundo, julgue o item que se segue.
No Brasil, as reformas da previdência social, implementadas após a promulgação da Carta Magna de 1988, foram aprovadas pelo Congresso Nacional, o que significa dizer que obtiveram consenso entre as forças políticas e segmentos organizados da sociedade.
 

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2371365 Ano: 2006
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
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Texto para o item.
A estrutura financeira mundial é facilmente compreendida pelos governos nacionais dos países periféricos, uma vez que as grandes negociações, como aquelas estabelecidas com o FMI, implicam discussões sobre temas econômicos internos, que, para alguns, pode ser o caso de violação do princípio da soberania nacional. Ao longo de sua trajetória, o FMI pautou-se pela defesa de políticas econômicas ortodoxas que objetivam dar melhor ordenamento às economias nacionais periféricas, mas que, em muitos casos, inibiram o potencial de desenvolvimento. Embora tenha sido utilizado um único exemplo, não há dúvida, neste caso, de que a estrutura financeira mundial condiciona as ações dos mais diferentes países.
Quanto à estrutura de segurança, a influência não é menos evidente. Os países detentores da tecnologia mais avançada na área são os principais responsáveis pelo comércio mundial de armamentos, desenvolvido, muitas vezes, de forma ilícita. Ao vender um produto de sua indústria bélica, o país produtor não vende apenas aquele item, vende a assistência técnica, o treinamento para o uso do armamento e, quiçá, uma determinada visão da “segurança internacional”, dialogando com a estrutura do conhecimento. A atual questão da compra de caças por parte do governo brasileiro, que tem-se arrastado por alguns anos, revela a influência que um eventual fornecedor de caças pode ter sobre a segurança de um país.
Carlos Eduardo Vidigal. A nova ordem mundial. In: Henrique Oliveira e Antônio Lessa. Política internacional contemporânea. São Paulo: Saraiva, 2005, p. 11-2 (com adaptações).
Julgue o item subseqüente, relativo às idéias do texto no que concerne às dimensões econômicas e financeiras do contexto internacional contemporâneo.
Segundo vários setores políticos internos dos Estados modernos, a força devastadora dos interesses financeiros internacionais pôs em xeque o princípio de soberania.
 

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2371354 Ano: 2006
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
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Texto para o item.
Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.
Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nos três primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes. Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.
A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a 4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006, a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.
O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.
Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência inicial e considerando aspectos relevantes da realidade social e econômica do Brasil e do mundo, julgue o item que se segue.
Na última década, ao contrário do que ocorria em boa parte do mundo, inclusive na América Latina, o Brasil assumiu posição francamente hostil às reformas ditas neoliberais, razão pela qual o país sofreu pressões de organismos financeiros internacionais, como do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional.
 

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2371312 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
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Texto para o item.

Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.

Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nos três primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes. Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.

A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a 4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006, a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.

O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.

Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações).

Julgue o item a seguir quanto à correção gramatical e à manutenção de idéias do texto.

De acordo com o economista citado, caso o reajuste do salário mínimo fosse feito de acordo com a inflação, o dispêndio do INSS, teria diminuído muito.

 

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2371268 Ano: 2006
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
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Texto para o item.
A estrutura financeira mundial é facilmente compreendida pelos governos nacionais dos países periféricos, uma vez que as grandes negociações, como aquelas estabelecidas com o FMI, implicam discussões sobre temas econômicos internos, que, para alguns, pode ser o caso de violação do princípio da soberania nacional. Ao longo de sua trajetória, o FMI pautou-se pela defesa de políticas econômicas ortodoxas que objetivam dar melhor ordenamento às economias nacionais periféricas, mas que, em muitos casos, inibiram o potencial de desenvolvimento. Embora tenha sido utilizado um único exemplo, não há dúvida, neste caso, de que a estrutura financeira mundial condiciona as ações dos mais diferentes países.
Quanto à estrutura de segurança, a influência não é menos evidente. Os países detentores da tecnologia mais avançada na área são os principais responsáveis pelo comércio mundial de armamentos, desenvolvido, muitas vezes, de forma ilícita. Ao vender um produto de sua indústria bélica, o país produtor não vende apenas aquele item, vende a assistência técnica, o treinamento para o uso do armamento e, quiçá, uma determinada visão da “segurança internacional”, dialogando com a estrutura do conhecimento. A atual questão da compra de caças por parte do governo brasileiro, que tem-se arrastado por alguns anos, revela a influência que um eventual fornecedor de caças pode ter sobre a segurança de um país.
Carlos Eduardo Vidigal. A nova ordem mundial. In: Henrique Oliveira e Antônio Lessa. Política internacional contemporânea. São Paulo: Saraiva, 2005, p. 11-2 (com adaptações).
Julgue o item subseqüente, relativo às idéias do texto no que concerne às dimensões econômicas e financeiras do contexto internacional contemporâneo.
A opção por políticas econômicas ortodoxas é sempre a receita aplicada pelo FMI aos países com os quais mantém acordos.
 

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Questão presente nas seguintes provas
2371205 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
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Texto para o item.

Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.

Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nos três primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes. Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.

A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a 4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006, a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.

O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.

Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações).

Julgue o item a seguir quanto à correção gramatical e à manutenção de idéias do texto.

As despesas públicas dos três governos derradeiros teria índices inferiores se, e somente se, os salários houvessem sido reajustados segundo a inflação do Continente.

 

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