Foram encontradas 150 questões.
Texto para o item.
Um dia, um filósofo indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
— Por que é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
— Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
— Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?, questionou novamente o pensador.
— Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre voltou a perguntar:
— Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Surgiram várias outras respostas, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
— Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir essa distância, precisam gritar, para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes, os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E, quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o filósofo concluiu dizendo:
— Quando vocês discutirem, não deixem que os seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.
Mahatma Gandhi.
Com base nas idéias e estruturas do texto, julgue o item a seguir.
O vocábulo “corações”, no texto, está empregado conotativamente, como nome abstrato.
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Texto para o item.
Um dia, um filósofo indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
— Por que é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
— Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
— Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?, questionou novamente o pensador.
— Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre voltou a perguntar:
— Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Surgiram várias outras respostas, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
— Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir essa distância, precisam gritar, para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes, os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E, quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o filósofo concluiu dizendo:
— Quando vocês discutirem, não deixem que os seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.
Mahatma Gandhi.
Considerando a grafia e o sentido de “porque” e “por que”, julgue o próximo item.
Nas linhas 3 e 5, grafa-se um só vocábulo, dado que se trata de conjunção que expressa circunstância de causa.
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na janela do Word da figura I, será visualizada a ferramenta ilustrada na figura III abaixo, por meio da qual é possível definir o número de células de uma tabela e, caso ela seja inserida no documento em edição, a forma de exibição das bordas dessas células.
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Texto para o item.
Um dia, um filósofo indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
— Por que é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
— Gritamos porque perdemos a calma, disse um deles.
— Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?, questionou novamente o pensador.
— Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça, retrucou outro discípulo.
E o mestre voltou a perguntar:
— Então não é possível falar-lhe em voz baixa?
Surgiram várias outras respostas, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
— Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir essa distância, precisam gritar, para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes, os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E, quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.
Por fim, o filósofo concluiu dizendo:
— Quando vocês discutirem, não deixem que os seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.
Mahatma Gandhi.
Com base nas idéias e estruturas do texto, julgue o item a seguir.
A seguinte reescritura mantém a idéia básica da primeira pergunta do texto: Por que a gente braveja diante de um aborrecimento?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
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Texto para o item.
Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.
Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nos três primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes. Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.
A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a 4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006, a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.
O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.
Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações).
Julgue o item a seguir quanto à correção gramatical e à manutenção de idéias do texto.
De acordo com o economista citado, caso o reajuste do salário mínimo fosse feito de acordo com a inflação, o dispêndio do INSS, teria diminuído muito.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CEF
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Texto para o item.
Parece mentira, mas não é: nos últimos doze anos, o salário mínimo, já contabilizado o valor de R$ 350,00, cresceu 92% em termos reais (acima da inflação). De 1994 para cá, o valor do mínimo teve incremento real de 5,5% ao ano, um percentual bem superior ao do crescimento anual médio da economia brasileira no mesmo período.
Nesses doze anos, o rendimento médio real dos trabalhadores das regiões metropolitanas encolheu, segundo dados do IBGE. De uma base 100 em 1994, cresceu 21,2% nos três primeiros anos do Plano Real, mas recuou nos anos seguintes. Em 2003, chegou ao fundo do poço (91,9%). Recuperou-se um pouco nos dois anos seguintes, atingindo 94,21% do que era no ano de lançamento do real.
A expansão do mínimo teve forte impacto nas contas da Previdência Social. Em 1994, o governo gastou o equivalente a 4,9% do PIB com o pagamento de benefícios do INSS. Em 2006, a conta deve chegar a 7,9% do PIB. Em números absolutos, isso representa, hoje, algo em torno de R$ 57 bilhões.
O economista Fábio Giambiagi, do IPEA, calculou qual teria sido o impacto do salário mínimo nas contas do INSS, caso os últimos três governos tivessem reajustado o seu valor de acordo com a inflação. A despesa, claro, teria crescido, mas em ritmo bem menor. A diferença equivale a mais ou menos a arrecadação anual da famigerada CPMF — 1,7% do PIB.
Cristiano Romero. Valor Econômico. Caderno A, p. 2, 8/3/2006 (com adaptações).
Julgue o item a seguir quanto à correção gramatical e à manutenção de idéias do texto.
As despesas públicas dos três governos derradeiros teria índices inferiores se, e somente se, os salários houvessem sido reajustados segundo a inflação do Continente.
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