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- Juros (Capitalização)Relação entre Juros Simples e CompostosTaxa Aparente, Taxa de Juros Reais e Inflação
- conta tipo A, que remunera o capital investido a uma taxa de juros compostos de 7,1% ao mês;
- conta tipo B, que remunera o capital investido a uma taxa de juros simples de 8,12% ao mês.
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- Juros (Capitalização)Relação entre Juros Simples e CompostosTaxa Aparente, Taxa de Juros Reais e Inflação
- conta tipo A, que remunera o capital investido a uma taxa de juros compostos de 7,1% ao mês;
- conta tipo B, que remunera o capital investido a uma taxa de juros simples de 8,12% ao mês.
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A busca de uma convenção para medir riquezas e trocar mercadorias é quase tão antiga quanto a vida em sociedade. Ao longo da história, os mais diversos artigos foram usados com essa finalidade, como o chocolate, entre os astecas, e o bacalhau seco, entre os noruegueses, tendo cabido aos gregos do século VII a.C. a criação de uma moeda metálica com um valor padronizado pelo Estado. “Foi uma invenção revolucionária. Ela facilitou o acesso das camadas mais pobres às riquezas, o acúmulo de dinheiro e a coleta de impostos – coisas muito difíceis de fazer quando os valores eram contados em bois ou imóveis”, afirma a arqueóloga Maria Beatriz Florenzano, da Universidade de São Paulo. A segunda grande revolução na história do dinheiro, o papel-moeda, teve uma origem mais confusa. Existiam cédulas na China do ano 960, mas elas não se espalharam para outros lugares e caíram em desuso no fim do século XIV.
As notas só apareceram na Europa – e daí para o mundo – em 1661, na Suécia. Há quem acredite que cartões de crédito e caixas eletrônicos em rede já representam uma terceira revolução monetária. “Com a informática, o dinheiro se transformou em impulsos eletrônicos invisíveis, livres do espaço, do tempo e do controle de governos e corporações”, afirma o antropólogo Jack Weatherford, da Faculdade Macalester, nos Estados Unidos da América.
Internet: <http://super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo item.
Depreende-se do texto que, na história da humanidade, há três períodos considerados revoluções monetárias: a troca de mercadorias, o surgimento do papel-moeda e a criação de cartões de crédito e caixas eletrônicos.
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| atraso de pagamento | probabilidade | encargo financeiro (R$) |
| sem atraso | 80% | 50.000,00 |
| 1 mês | 15% | 50.000,00 |
| 2 meses | 5% | 150.000,00 |
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| atraso de pagamento | probabilidade | encargo financeiro (R$) |
| sem atraso | 80% | 50.000,00 |
| 1 mês | 15% | 50.000,00 |
| 2 meses | 5% | 150.000,00 |
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As primeiras moedas, peças representando valores, geralmente em metal, surgiram na Lídia (atual Turquia), no século VII a.C. As características que se desejava ressaltar eram transportadas para as peças por meio da pancada de um objeto pesado, em primitivos cunhos. Com o surgimento da cunhagem a martelo e o uso de metais nobres, como o ouro e a prata, os signos monetários passaram a ser valorizados também pela nobreza dos metais neles empregados.
Embora a evolução dos tempos tenha levado à substituição do ouro e da prata por metais menos raros ou suas ligas, preservou-se, com o passar dos séculos, a associação dos atributos de beleza e expressão cultural ao valor monetário das moedas, que quase sempre, na atualidade, apresentam figuras representativas da história, da cultura, das riquezas e do poder das sociedades.
A necessidade de guardar as moedas em segurança levou ao surgimento dos bancos. Os negociantes de ouro e prata, por terem cofres e guardas a seu serviço, passaram a aceitar a responsabilidade de cuidar do dinheiro de seus clientes e a dar recibos escritos das quantias guardadas. Esses recibos passaram, com o tempo, a servir como meio de pagamento por seus possuidores, por ser mais seguro portá-los do que portar dinheiro vivo. Assim surgiram as primeiras cédulas de “papel moeda”, ou cédulas de banco; concomitantemente ao surgimento das cédulas, a guarda dos valores em espécie dava origem a instituições bancárias.
Casa da Moeda do Brasil: 290 anos de História, 1694/1984.
No que se refere aos aspectos linguísticos, à classificação tipológica do texto acima e às ideias nele expressas, julgue o item a seguir.
Seria mantida a correção gramatical do texto, caso fosse empregado o acento indicativo de crase no “a”, em “cunhagem a martelo”.
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As primeiras moedas, peças representando valores, geralmente em metal, surgiram na Lídia (atual Turquia), no século VII a.C. As características que se desejava ressaltar eram transportadas para as peças por meio da pancada de um objeto pesado, em primitivos cunhos. Com o surgimento da cunhagem a martelo e o uso de metais nobres, como o ouro e a prata, os signos monetários passaram a ser valorizados também pela nobreza dos metais neles empregados.
Embora a evolução dos tempos tenha levado à substituição do ouro e da prata por metais menos raros ou suas ligas, preservou-se, com o passar dos séculos, a associação dos atributos de beleza e expressão cultural ao valor monetário das moedas, que quase sempre, na atualidade, apresentam figuras representativas da história, da cultura, das riquezas e do poder das sociedades.
A necessidade de guardar as moedas em segurança levou ao surgimento dos bancos. Os negociantes de ouro e prata, por terem cofres e guardas a seu serviço, passaram a aceitar a responsabilidade de cuidar do dinheiro de seus clientes e a dar recibos escritos das quantias guardadas. Esses recibos passaram, com o tempo, a servir como meio de pagamento por seus possuidores, por ser mais seguro portá-los do que portar dinheiro vivo. Assim surgiram as primeiras cédulas de “papel moeda”, ou cédulas de banco; concomitantemente ao surgimento das cédulas, a guarda dos valores em espécie dava origem a instituições bancárias.
Casa da Moeda do Brasil: 290 anos de História, 1694/1984.
No que se refere aos aspectos linguísticos, à classificação tipológica do texto acima e às ideias nele expressas, julgue o item a seguir.
A substituição da preposição “a”, em “a dar recibos escritos das quantias guardadas” (l.9-10), pela preposição de manteria a correção gramatical do texto, embora acarretasse alteração de sentido.
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| atraso de pagamento | probabilidade | encargo financeiro (R$) |
| sem atraso | 80% | 50.000,00 |
| 1 mês | 15% | 50.000,00 |
| 2 meses | 5% | 150.000,00 |
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