Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

Maria, Fernanda e João são três amigos. Cada um deles tem um dos carros a seguir: Nissan Kicks, Jeep e Hilux. Um dos carros é branco, o outro, azul, e o outro, cinza. O carro de Maria é o branco; o carro de João é a Hilux; o carro de Fernanda não é azul e não é o Nissan Kicks. As cores do Nissan Kicks, do Jeep e da Hilux são, respectivamente:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

No Ubuntu 20.04, o dash mostra os aplicativos em execução e os aplicativos favoritos para acesso rápido. O procedimento para se afixar um aplicativo favorito ao dash é:

1. Abra o clicando em “Atividades” no canto superior da tela.

2. Clique no no dash e localize o aplicativo que você deseja adicionar.

3. Clique com o botão no ícone do aplicativo e selecione “Adicionar aos favoritos”.

A opção que preenche, correta e respectivamente, as lacunas acima é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Defender a ideia do mérito no Brasil significa, de alguma maneira, advogar a superioridade branca, uma vez que são esses grupos que detêm a riqueza e os cargos mais altos em todas as instituições, públicas e privadas, do país. Também detêm a possibilidade da ascensão social.

Se fôssemos comparar a situação com uma corrida de obstáculos, seria igual a imaginar que uma parte dos atletas começa a prova a 500 metros à frente dos outros, ou até que “correm sozinhos”. O que essas elites não reconhecem – ou fazem questão de não enxergar – é como o fato de ser branco ou branca traz todo tipo de vantagens numa sociedade estruturada pelo racismo. A produção do lugar de superioridade por parte das elites dirigentes, a produção da subalternidade por parte do colonizador por sobre o colonizado e a construção de um racismo anti-indígena e antinegro conformam uma política longeva e que tem nome: branquitude.

A branquitude também produz padrões brancos de beleza (ditos) universais. Isto significa entender que estamos diante de uma particularidade social que se pretende universal. O padrão de beleza, herdado da Renascença, é esse: musas brancas e bem aquinhoadas socialmente. O problema não é o padrão em si. Assim como não se trata de uma questão de gosto ou de mau gosto. Trata-se de observar como se dá a produção dos gostos do colonizador que se impõe por sobre o do colonizado. Esse é um outro poder – o poder de produção de subjetividades do colonizador que estabiliza hierarquias de superioridade e de inferioridade.

Fonte: SCHWARCZ, Lilia. Branquitude: a hora de tocar o despertador da nossa cidadania. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2021/Branquitude-hora-de-tocar-odespertador- da-nossa- cidadania. Acesso em: 16 ago. 2021. (Adaptado)

Analise o quadro a seguir.

Enunciado 2132253-1

Fonte: Gráfico elaborado a partir de dados do GEMAA/UERJ (Grupo de Estudos Multidisciplinares de Ação Afirmativa). Disponível em: https://pp.nexojornal.com.br/ opiniao/2021/. Acesso em: 09 set. 2021.

A comparação do excerto do texto de Lilia Schwarcz com esse gráfico sobre o percentual de modelos brancos e não-brancos na publicidade brasileira entre 1987 e 2017 sugere que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A fonte mais promissora de geração de riqueza e valor no Brasil das próximas décadas pode estar bem debaixo dos nossos pés e diante dos nossos olhos. A biodiversidade dos seis biomas do país – ou sete, se considerarmos o mar –, a disponibilidade de terra, água e incidência de sol e as técnicas avançadas de cultivo em várias culturas são a base de um tipo de atividade econômica regenerativa, circular e sustentável que ganha destaque no mundo há mais de uma década: a bioeconomia.

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/riqueza-que-vem-da-vida/. Acesso em: 25 ago. 2021.

No fragmento, as marcas de pessoa constituem um recurso por meio do qual o autor põe em evidência a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2125449 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
Provas:

Para a produção de um concreto de traço 1 : 2 : 2,5 com 3 sacos de cimento, no qual a brita possui massa específica de 2,7kg/dm3 e massa unitária de 1,5kg/dm3, o volume total de brita, em dm3, é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2125448 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
Provas:

Nas investigações de simples reconhecimento do subsolo executadas por percussão, com lavagem, associadas ao ensaio Standart Penetration Test - SPT, são realizadas amostragens pelo trado, pela água de lavagem do furo e pelo amostrador padrão. As amostras

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2125447 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
Provas:

Dentre os sete grupamentos do sistema de classificação dos solos Highway Research Board – HRB, as areias finas puras, sem finos ou com finos abaixo de 10%, pertencem ao grupo

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A praga

Ninguém sabe ao certo como se entenderam, mas se entenderam. E a primeira coisa que o índio deu a Colombo foi um tomate. Era o primeiro encontro, na primeira ilha, no primeiro dia, e o próprio sol parecia ter chegado mais perto para não perder a cena. Fazia calor e o tomate brilhava ao sol como uma maçã dourada.

— Um pomo dóro! — exclamou Colombo.

— Um tomate. — explicou o índio. — Para a salada. Para o molho.

— Finalmente algo para pôr fim à brancura do espaguete

— disse Colombo emocionado. — Marco Polo só descobriu a massa. Eu descobri a macarronada.

E Colombo aceitou o tomate e deu em troca uma miçanga.

O índio deu uma batata a Colombo que a olhou com desprezo. Mas o índio descreveu (com mímica, a linguagem mágica dos encontros míticos) sua importância para a história ocidental, desde a alimentação das massas camponesas da Europa até noisette, ou fritas com um Big Mac. E Colombo a aceitou e deu em troca um espelhinho.

E o índio deu a Colombo o fruto do cacaueiro e falou no que o chocolate significaria para o mundo, em especial para a Bahia e a Suíça, e nas delícias do bombom por vir. E Colombo guardou o cacau na algibeira e deu em troca um vintém.

E o índio deu a Colombo uma folha de tabaco e falou nos prazeres do fumo, e de como ele afetaria os hábitos civilizados. E se quisessem algo mais forte, tinham uma planta que dava coca, e um barato muito maior. E tudo isso Colombo aceitou em troca de contas. E mais uma espiga de milho. E mais um papagaio. Até que, com a algibeira cheia, Colombo disse:

— Chega de miudezas. Agora eu quero ouro.

— O quê?

— Ouro. Isso que você tem no nariz.

— E o que você me dá em troca? — perguntou o índio antevendo algo espetacular como uma luneta. Mas Colombo apontou uma pistola para a cabeça do índio e disse “isto”. E disparou. Depois, mandou seus homens recolherem todo o ouro da ilha, nem que precisassem arrancar narizes.

No chão, antes de morrer, o índio amaldiçoou Colombo e praguejou. Que a batata tornasse sua raça obesa, que o chocolate enchesse suas artérias de colesterol, que o fumo lhe desse câncer, a cocaína o corrompesse e o ouro destruísse sua alma. E que o tomate — desejou o índio em seu último suspiro — se transformasse em Ketchup. E assim aconteceu.

Fonte: VERÍSSIMO, L. F. Comédias da vida pública. Porto Alegre: L&PM, 1995.

No início do texto, a recorrência dos termos “primeiro” e “primeira” indica uma estratégia narrativa que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Mais de 12 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência, segundo o IBGE. A construção de um ambiente educacional para todos é um compromisso que o Brasil assumiu há décadas, embora ainda existam os que os inferiorizam negando-lhes um futuro.

Se há os que acreditam que algumas pessoas, por conta de suas características, não são capazes de acessar a educação básica e, muito menos, o ensino superior, é porque ainda persiste um entendimento de mundo que inferioriza sujeitos pela deficiência ou outros atributos. Com essa compreensão limitada, passam a achar que a sociedade pode ser dividida entre os que podem ou não aprender; os que merecem ou não a nossa aposta.

Vale lembrar que as conquistas legais no campo dos direitos das pessoas com deficiência apoiaram a progressão desses jovens no ensino superior. Porém, os números estão aquém do total de pessoas com deficiência e na proporção com os demais estudantes, indicativo de que muitos ainda enfrentam baixas expectativas sobre suas trajetórias de vida e escolar. Felizmente, a maior parte dos brasileiros reconhece que não há caminho fora da inclusão: 86% acreditam que as escolas se tornam melhores ao incluir crianças com deficiência, mostra pesquisa do Datafolha de 2019 encomendada pelo Instituto Alana.

Fonte: Disponível em: https://brasil.elpais.com/opiniao/2021-08-25/inclusao-e-o-unicocaminho. html. Acesso em: 05 set. 2021.

Há uma avaliação explícita sobre o que se afirma em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Lembrou-se de seu Tomás da bolandeira. Dos homens do sertão o mais arrasado era seu Tomás da bolandeira. Por quê? Só se era porque lia demais. Fabiano muitas vezes dissera: — “Seu Tomás, vossemecê não regula. Para que tanto papel? Quando a desgraça chegar, seu Tomás se estrepa, igualzinho aos outros”.

Em hora de maluqueira Fabiano desejava imitá-lo: dizia palavras difíceis, truncando tudo, convencia-se de que melhorava. Tolice. [...].

Seu Tomás da bolandeira falava bem, estragava os olhos em cima dos jornais e livros, mas não sabia mandar: pedia. Esquisitice um homem remediado ser cortês. Até o povo censurava aquelas maneiras. Mas todos obedeciam a ele. Ah! Quem disse que não obedeciam?

Fonte: RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. 59. ed. São Paulo: Record, 1989.

O trecho evidencia uma técnica narrativa em que a fusão de vozes

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas