Foram encontradas 50 questões.
Maria, Fernanda e João são três amigos. Cada um deles tem um dos carros a seguir: Nissan Kicks, Jeep e Hilux. Um dos carros é branco, o outro, azul, e o outro, cinza. O carro de Maria é o branco; o carro de João é a Hilux; o carro de Fernanda não é azul e não é o Nissan Kicks. As cores do Nissan Kicks, do Jeep e da Hilux são, respectivamente:
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A partir do acesso ao terminal de um servidor Debian GNU/Linux com o Docker Engine e Docker Compose devidamente instalados, considere:
!$ \bullet !$ O usuário logado no terminal é o root
!$ \bullet !$ A saída do comando pwd é: /home/user/projeto
!$ \bullet !$ A saída do comando docker image ls é:
| root@server:/home/user/projeto# docker image ls REPOSITORY TAG IMAGE ID CREATED SIZE |
• A saída do comando ls -lha é:
| root@server:/home/user/projeto# ls -lha drwxrwxrwx 1 user user 512 Aug 9 10:51 . drwxrwxrwx 1 user user 512 Aug 9 10:49 .. -rwxrwxrwx 1 user user 190 Aug 9 10:51 Dockerfile -rwxrwxrwx 1 user user 121 Aug 9 10:51 docker-compose.yml |
• O conteúdo do arquivo Dockerfile é:
| FROM debian:stable RUN apt-get update && apt-get install -y apache2 EXPOSE 80 VOLUME [“/var/www”, “/var/log/apache2”, “/etc/apache2”] ENTRYPOINT [“/usr/sbin/apache2ctl”, “-D”, “FOREGROUND”] |
• O conteúdo do arquivo docker-compose.yml é
| version: “3.9” services: web: build:. ports: - “8080:80” |
Para se colocar em execução, em segundo plano, um contêiner baseado na imagem especificada pelo arquivo Dockerfile, publicando a porta 8080 do host para a porta 80 do contêiner, é/são suficiente(s) o(s) comando(s):
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Considerando o endereço IP 172.16.20.22 e a máscara de sub-rede 255.255.255.240, a alternativa que apresenta o intervalo válido para os hosts é:
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Defender a ideia do mérito no Brasil significa, de alguma maneira, advogar a superioridade branca, uma vez que são esses grupos que detêm a riqueza e os cargos mais altos em todas as instituições, públicas e privadas, do país. Também detêm a possibilidade da ascensão social.
Se fôssemos comparar a situação com uma corrida de obstáculos, seria igual a imaginar que uma parte dos atletas começa a prova a 500 metros à frente dos outros, ou até que “correm sozinhos”. O que essas elites não reconhecem – ou fazem questão de não enxergar – é como o fato de ser branco ou branca traz todo tipo de vantagens numa sociedade estruturada pelo racismo. A produção do lugar de superioridade por parte das elites dirigentes, a produção da subalternidade por parte do colonizador por sobre o colonizado e a construção de um racismo anti-indígena e antinegro conformam uma política longeva e que tem nome: branquitude.
A branquitude também produz padrões brancos de beleza (ditos) universais. Isto significa entender que estamos diante de uma particularidade social que se pretende universal. O padrão de beleza, herdado da Renascença, é esse: musas brancas e bem aquinhoadas socialmente. O problema não é o padrão em si. Assim como não se trata de uma questão de gosto ou de mau gosto. Trata-se de observar como se dá a produção dos gostos do colonizador que se impõe por sobre o do colonizado. Esse é um outro poder – o poder de produção de subjetividades do colonizador que estabiliza hierarquias de superioridade e de inferioridade.
Fonte: SCHWARCZ, Lilia. Branquitude: a hora de tocar o despertador da nossa cidadania. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2021/Branquitude-hora-de-tocar-odespertador- da-nossa- cidadania. Acesso em: 16 ago. 2021. (Adaptado)
Analise o quadro a seguir.

Fonte: Gráfico elaborado a partir de dados do GEMAA/UERJ (Grupo de Estudos Multidisciplinares de Ação Afirmativa). Disponível em: https://pp.nexojornal.com.br/ opiniao/2021/. Acesso em: 09 set. 2021.
A comparação do excerto do texto de Lilia Schwarcz com esse gráfico sobre o percentual de modelos brancos e não-brancos na publicidade brasileira entre 1987 e 2017 sugere que
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A fonte mais promissora de geração de riqueza e valor no Brasil das próximas décadas pode estar bem debaixo dos nossos pés e diante dos nossos olhos. A biodiversidade dos seis biomas do país – ou sete, se considerarmos o mar –, a disponibilidade de terra, água e incidência de sol e as técnicas avançadas de cultivo em várias culturas são a base de um tipo de atividade econômica regenerativa, circular e sustentável que ganha destaque no mundo há mais de uma década: a bioeconomia.
Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/riqueza-que-vem-da-vida/. Acesso em: 25 ago. 2021.
No fragmento, as marcas de pessoa constituem um recurso por meio do qual o autor põe em evidência a
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Um administrador de sistemas digita os seguintes comandos no terminal do Debian GNU/Linux 10:
| ls -l /tmp/dados |
Após a execução do comando, como resultado, foram impressas na tela as seguintes linhas:
| drwxrwxr-x 2 pedro admin 4096 ago 24 01:11 doc -rw-rw-r-- 1 admin admin 10590 ago 24 01:16 lista -rw-rw---- 1 admin admin 91 ago 24 01:11 py drwxrwxr-- 3 maria admin 4096 ago 17 18:27 tar |
Sobre o resultado do comando, é correto afirmar que
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- Conceitos BásicosPrincípiosConfidencialidade
- Conceitos BásicosPrincípiosIrretratabilidade (Não Repúdio)
- CriptografiaCriptografia AssimétricaRSA: Rivest, Shamir and Adelman
A criptografia de chave pública é assimétrica, envolvendo o uso de duas chaves separadas, ao contrário da criptografia simétrica, que utiliza apenas uma chave. O uso de duas chaves tem profundas consequências nas áreas de confidencialidade, distribuição de chave e autenticação.
Fonte: STALLINGS, William. Criptografia e segurança de redes: princípios e práticas. Trad. Daniel Vieira. Revisão técnica Paulo Sérgio Licciardi Messeder Barreto, Rafael Misoczki. 6. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015.
Sobre criptossistemas de chave pública, considere os dados referentes aos usuários Alice e Bob.
!$ \bullet !$ PUA e PRA são as chaves pública e privada de Alice, respectivamente;
!$ \bullet !$ PUB e PRB são as chaves pública e privada de Bob, respectivamente;
!$ \bullet !$ as chaves privadas dos usuários permanecem protegidas e secretas;
!$ \bullet !$ uso do algoritmo RSA para encriptação / decriptação.
Com base nas informações dadas, analise as afirmativas a seguir. Uma mensagem pode ser criptografada por
I. Bob usando PUA e transmitida a Alice, garantindo a confidencialidade da mensagem;
II. Bob usando PRB e transmitida a Alice, garantindo a autenticidade de origem e a integridade da mensagem;
III. Alice usando PRA e transmitida a Bob, garantindo a confidencialidade da mensagem;
IV. Alice usando PUA e transmitida a Bob, garantindo o não repúdio.
Estão corretas apenas as afirmativas:
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- LinuxShell no LinuxShell ScriptEstruturas de Controle em Shell Script
- LinuxShell no LinuxShell ScriptVariáveis em Shell Script
Dado o seguinte script:
#!/bin/bash
a=9
b=2
[ $a -lt $b ] && echo $((a/b))
echo “FIM”
Após sua execução, a saída impressa no terminal é:
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Considere uma aplicação de gestão acadêmica com constantes requisições de alteração. Diariamente, os dados desse sistema são exportados do SGBD para um arquivo de dump. Para incluir o arquivo de dump no backup deve(m) ser realizada(s) cópia(s) do(s) tipo(s):
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A praga
Ninguém sabe ao certo como se entenderam, mas se entenderam. E a primeira coisa que o índio deu a Colombo foi um tomate. Era o primeiro encontro, na primeira ilha, no primeiro dia, e o próprio sol parecia ter chegado mais perto para não perder a cena. Fazia calor e o tomate brilhava ao sol como uma maçã dourada.
— Um pomo dóro! — exclamou Colombo.
— Um tomate. — explicou o índio. — Para a salada. Para o molho.
— Finalmente algo para pôr fim à brancura do espaguete
— disse Colombo emocionado. — Marco Polo só descobriu a massa. Eu descobri a macarronada.
E Colombo aceitou o tomate e deu em troca uma miçanga.
O índio deu uma batata a Colombo que a olhou com desprezo. Mas o índio descreveu (com mímica, a linguagem mágica dos encontros míticos) sua importância para a história ocidental, desde a alimentação das massas camponesas da Europa até noisette, ou fritas com um Big Mac. E Colombo a aceitou e deu em troca um espelhinho.
E o índio deu a Colombo o fruto do cacaueiro e falou no que o chocolate significaria para o mundo, em especial para a Bahia e a Suíça, e nas delícias do bombom por vir. E Colombo guardou o cacau na algibeira e deu em troca um vintém.
E o índio deu a Colombo uma folha de tabaco e falou nos prazeres do fumo, e de como ele afetaria os hábitos civilizados. E se quisessem algo mais forte, tinham uma planta que dava coca, e um barato muito maior. E tudo isso Colombo aceitou em troca de contas. E mais uma espiga de milho. E mais um papagaio. Até que, com a algibeira cheia, Colombo disse:
— Chega de miudezas. Agora eu quero ouro.
— O quê?
— Ouro. Isso que você tem no nariz.
— E o que você me dá em troca? — perguntou o índio antevendo algo espetacular como uma luneta. Mas Colombo apontou uma pistola para a cabeça do índio e disse “isto”. E disparou. Depois, mandou seus homens recolherem todo o ouro da ilha, nem que precisassem arrancar narizes.
No chão, antes de morrer, o índio amaldiçoou Colombo e praguejou. Que a batata tornasse sua raça obesa, que o chocolate enchesse suas artérias de colesterol, que o fumo lhe desse câncer, a cocaína o corrompesse e o ouro destruísse sua alma. E que o tomate — desejou o índio em seu último suspiro — se transformasse em Ketchup. E assim aconteceu.
Fonte: VERÍSSIMO, L. F. Comédias da vida pública. Porto Alegre: L&PM, 1995.
No início do texto, a recorrência dos termos “primeiro” e “primeira” indica uma estratégia narrativa que
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