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O projeto de dispositivos de proteção contra correntes de sobrecarga e a coordenação com o projeto de condutores é dada pelas seguintes fórmulas, conforme a NBR5410:
!$ I_B \le I_n \le I_z !$
!$ I_2 \le 1,45.I_z !$
Identifique cada uma das siglas de corrente apresentada nas fórmulas com suas respectivas definições.
( ) capacidade de condução de corrente dos condutores.
( ) corrente nominal do dispositivo de proteção.
( ) corrente de projeto do circuito.
( ) corrente convencional de atuação, para disjuntores, ou corrente convencional de fusão, para fusíveis.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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As variáveis de temperatura e irradiância são as principais grandezas responsáveis para a definição dos valores de tensão e corrente em um painel fotovoltaico. A figura abaixo mostra curvas clássicas retiradas da folha de dados de um painel fotovoltaico.

As curvas A, B e C representam os valores de tensão e corrente para diferentes valores de , e consideram a variável constante. A da curva A é do que a da curva B.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
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Seja um retificador de onda completa monofásico alimentando uma carga fortemente indutiva, ou seja, !$ X_L >> R !$.

Sabendo que a tensão de entrada é alternada senoidal, qual o formato da corrente da fonte de alimentação (Ii) e da corrente de saída (Io), respectivamente?
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A figura abaixo mostra as curvas V de uma máquina síncrona, onde é possível analisar as relações entre corrente de campo, corrente de armadura, potência de saída e fator de potência (fp).

Com relação às máquinas síncronas, analise as afirmativas abaixo:
1.O ajuste do fator de potência é realizado controlando a excitação de campo.
2.A forma das curvas V de um motor síncrono são muito semelhantes às dos geradores síncronos, somente com a permuta das curvas de fator de potência.
3.Um motor síncrono pode ser utilizado por uma instalação para correção do fator de potência.
4.A corrente de armadura é mínima para uma mesma potência ativa quando o fator de potência é capacitivo.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Um motor de indução trifásico foi testado desde o estado de repouso (N = 0) até a sua rotação síncrona (N = Ns), e os valores de corrente (I) e conjugado (C) foram medidos.
A figura mostra as curvas da corrente e do conjugado normalizadas em relação aos seus valores nominais (In e Cn, respectivamente).

De acordo com esses dados, qual foi a chave de partida utilizada nesse motor?
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Duas cargas são conectadas em paralelo em uma fonte de tensão senoidal de 220 volts eficazes. Os valores das resistências, reatância capacitiva e indutiva são mostrados na figura.

Qual o valor eficaz da corrente da fonte?
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A figura abaixo mostra o esquemático de um circuito elétrico com uma fonte de tensão contínua.

Qual o valor da tensão V1 quando o circuito estiver em regime permanente?
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O circuito abaixo mostra um filtro LC com a adição de um ramo capacitivo amortecido.

Qual a função de transferência que relaciona a tensão de saída (Vo) em razão da tensão de entrada (Vi) desse filtro?
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Apesar de cortes, obras avançam no acelerador de partículas Sirius
O acelerador de partículas Sirius completou a primeira volta de elétrons recentemente e, mesmo com os seguidos cortes na área científica do país, a previsão para a conclusão das obras é para o fim de 2020. Quando as obras acabarem, o acelerador de partículas Sirius será o equipamento mais avançado do mundo na geração de luz síncrotron. Ao todo, são 68 mil !$ m^2 !$ de área construída. A luz síncrotron gerada pelo Sirius será capaz de analisar a estrutura de qualquer material na escala dos átomos e das moléculas, que poderá contribuir no desenvolvimento de fármacos e baterias, por exemplo. Quando estiver em funcionamento, também permitirá reconstituir o movimento de fenômenos químicos e biológicos ultrarrápidos que ocorrem na escala dos átomos e das moléculas, importantes para o desenvolvimento de fármacos e materiais tecnológicos, como baterias mais duradouras.
Em novembro de 2018, foi inaugurada a primeira etapa do projeto. A solenidade contou com a presença do então presidente da República, Michel Temer, em Campinas, interior de São Paulo, onde o equipamento foi construído. Hoje, entre os três aceleradores do Sirius, os dois primeiros já estão montados. Ainda assim, falta a parte de instalação de potência dos aceleradores, que deve acontecer em maio de 2019. Na mira da comunidade científica internacional, – que no futuro também poderá utilizar o espaço –, a construção do acelerador de partículas ainda enfrenta alguns percalços.
“A construção do Sirius ainda esbarra nos subsequentes cortes de investimentos do governo federal”, conta o diretor do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), José Roque da Silva. Em decreto publicado em março de 2019, o governo federal decidiu congelar uma parcela das verbas do orçamento em praticamente todas as áreas. O Ministério de Ciência e Tecnologia, por exemplo, sofreu congelamento de 41,97% do orçamento. A medida, pensada para tentar cumprir a meta de deficit primário do país, pode afetar em cheio outros orçamentos, como o do Sirius. “Nesse momento dá para dizer que o Ministério está mantendo o cronograma atual”, diz. “Eu diria que
é cedo para dar alguma informação mais definitiva, mas a situação da ciência e tecnologia no país é, como um todo, preocupante”, explica Roque.
No futuro, a expectativa do CNPEM é de conseguir ampliar as fontes de recursos do Sirius –principalmente após o fim das obras. Segundo Roque, outros ministérios, como o de Minas e Energia, Saúde e Agricultura também estão interessados em utilizar o acelerador. Além dos agentes do governo, como explica o diretor do CNPEM, os setores privados também têm demonstrado interesse em investir no Sirius. A construção do novo acelerador de partículas deve custar um valor estimado de R$ 1,8 bilhão.
Além do Sirius, existe um antigo acelerador de fonte de luz síncrotron, o UVX, lançado em 1997. Atualmente considerado ultrapassado, o UVX já participou de importantes descobertas para a pesquisa brasileira como, por exemplo, entender o funcionamento de uma proteína essencial para a reprodução do zika vírus. O diretor científico do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), Harry Westfahl Junior, espera que nos próximos dois anos o número das linhas de luz do UVX – que hoje é de 13 linhas com diversas técnicas de análise microscópica – salte para 18. Atualmente, duas vezes por ano é aberto chamado para projetos acadêmicos coordenados pelo LNLS. “Cientistas de qualquer centro de pesquisa no mundo, empresarial ou acadêmico, podem submeter seus trabalhos”, conta. Como o atual acelerador UVX será substituído pelo Sirius, as novas linhas de luz serão gradualmente montadas ali.
Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/ noticia/2019/04/apesar-de-cortes-obras-avancam-no-aceleradorde- particulas-sirius.html> Acesso em 14/abr/2019 [Adaptado]
Assinale a alternativa correta, com base no texto.
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Apesar de cortes, obras avançam no acelerador de partículas Sirius
O acelerador de partículas Sirius completou a primeira volta de elétrons recentemente e, mesmo com os seguidos cortes na área científica do país, a previsão para a conclusão das obras é para o fim de 2020. Quando as obras acabarem, o acelerador de partículas Sirius será o equipamento mais avançado do mundo na geração de luz síncrotron. Ao todo, são 68 mil !$ m^2 !$ de área construída. A luz síncrotron gerada pelo Sirius será capaz de analisar a estrutura de qualquer material na escala dos átomos e das moléculas, que poderá contribuir no desenvolvimento de fármacos e baterias, por exemplo. Quando estiver em funcionamento, também permitirá reconstituir o movimento de fenômenos químicos e biológicos ultrarrápidos que ocorrem na escala dos átomos e das moléculas, importantes para o desenvolvimento de fármacos e materiais tecnológicos, como baterias mais duradouras.
Em novembro de 2018, foi inaugurada a primeira etapa do projeto. A solenidade contou com a presença do então presidente da República, Michel Temer, em Campinas, interior de São Paulo, onde o equipamento foi construído. Hoje, entre os três aceleradores do Sirius, os dois primeiros já estão montados. Ainda assim, falta a parte de instalação de potência dos aceleradores, que deve acontecer em maio de 2019. Na mira da comunidade científica internacional, – que no futuro também poderá utilizar o espaço –, a construção do acelerador de partículas ainda enfrenta alguns percalços.
“A construção do Sirius ainda esbarra nos subsequentes cortes de investimentos do governo federal”, conta o diretor do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), José Roque da Silva. Em decreto publicado em março de 2019, o governo federal decidiu congelar uma parcela das verbas do orçamento em praticamente todas as áreas. O Ministério de Ciência e Tecnologia, por exemplo, sofreu congelamento de 41,97% do orçamento. A medida, pensada para tentar cumprir a meta de deficit primário do país, pode afetar em cheio outros orçamentos, como o do Sirius. “Nesse momento dá para dizer que o Ministério está mantendo o cronograma atual”, diz. “Eu diria que é cedo para dar alguma informação mais definitiva, mas a situação da ciência e tecnologia no país é, como um todo, preocupante”, explica Roque.
No futuro, a expectativa do CNPEM é de conseguir ampliar as fontes de recursos do Sirius –principalmente após o fim das obras. Segundo Roque, outros ministérios, como o de Minas e Energia, Saúde e Agricultura também estão interessados em utilizar o acelerador. Além dos agentes do governo, como explica o diretor do CNPEM, os setores privados também têm demonstrado interesse em investir no Sirius. A construção do novo acelerador de partículas deve custar um valor estimado de R$ 1,8 bilhão.
Além do Sirius, existe um antigo acelerador de fonte de luz síncrotron, o UVX, lançado em 1997. Atualmente considerado ultrapassado, o UVX já participou de importantes descobertas para a pesquisa brasileira como, por exemplo, entender o funcionamento de uma proteína essencial para a reprodução do zika vírus. O diretor científico do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), Harry Westfahl Junior, espera que nos próximos dois anos o número das linhas de luz do UVX – que hoje é de 13 linhas com diversas técnicas de análise microscópica – salte para 18. Atualmente, duas vezes por ano é aberto chamado para projetos acadêmicos coordenados pelo LNLS. “Cientistas de qualquer centro de pesquisa no mundo, empresarial ou acadêmico, podem submeter seus trabalhos”, conta. Como o atual acelerador UVX será substituído pelo Sirius, as novas linhas de luz serão gradualmente montadas ali.
Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/ noticia/2019/04/apesar-de-cortes-obras-avancam-no-aceleradorde- particulas-sirius.html> Acesso em 14/abr/2019 [Adaptado]
Considere as frases abaixo:
I. A medida, pensada para tentar cumprir a meta de deficit primário do país, pode afetar em cheio outros orçamentos, como o do Sirius. (3º parágrafo)
II. Além dos agentes do governo, como explica o diretor do CNPEM, os setores privados também têm demonstrado interesse em investir no Sirius. (4º parágrafo)
III. Como o atual acelerador UVX será substituído pelo Sirius, as novas linhas de luz serão gradualmente montadas ali. (5º parágrafo)
Analise as afirmativas abaixo, com base no texto.
1. Em I, é dado como certo que o orçamento do Sirius sofrerá algum tipo de corte com a medida estabelecida para cumprir a meta econômica.
2. Em I, o vocábulo “como” introduz uma exemplificação.
3. Em II, a locução verbal “têm demonstrado” pode ser substituída por “demonstraram”, sem prejuízo no significado temporal.
4. Em II, o vocábulo “como” introduz uma oração subordinada adverbial conformativa.
5. Em III, o vocábulo “como” introduz oração subordinada adverbial causal.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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