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1426378 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: CELG/GT-GO
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Pesquisa da UFG utiliza bambu em sistema de tratamento de esgoto

Um projeto da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia, está usando bambus para criar sistemas de tratamento de esgoto. Entre as vantagens, segundo os pesquisadores, está o baixo custo de implantação e a diminuição do risco de contaminação do solo e do lençol freático. Além disso, há possibilidade de reaproveitamento da água tratada, do adubo e a utilização das plantas já crescidas para várias finalidades, que vão do artesanato à construção.

Professor da Escola de Agronomia da UFG, Rogério de Araújo Almeida explica que o objetivo é fazer com que o esgoto, após uma primeira fase de tratamento, passe por tanques onde estão plantados os bambus, que farão uma espécie de filtragem da água, que pode ser reutilizada posteriormente na agricultura ou devolvida aos córregos.

De acordo com Almeida, no sistema utilizando os bambus, o esgoto passa por várias etapas. Para um tratamento primário, o material é depositado em um tanque no qual a matéria orgânica vai para o fundo e a água fica na parte superficial. Em seguida, o líquido passa para os tanques em que foram plantados os bambus. “O solo já é eficiente sozinho no tratamento dessa água, porque filtra as impurezas. Nele também é formada uma colônia de bactérias que vai consumir a matéria orgânica presente. O bambu também absorve essa água, liberando ela pela evapotranspiração para o ar”, explicou Almeida. Ao final, a água sairá tratada, sem risco de contaminação para o meio ambiente.

O sistema de tratamento pode usar a água de duas maneiras, segundo o professor. “Podemos perder toda a água do esgoto, fazendo com que a planta absorva todo o líquido e, pela evapotranspiração, não sobre nada nos tanques. Com isso, não teria risco nenhum de contaminação, mas também não haveria um reaproveitamento direto da água, o que às vezes não é vantajoso”, explicou. Na segunda opção, a água que saiu dos barris com os bambus, já tratada, pode ser devolvida para o lençol freático, sem risco de contaminação, ou até mesmo pode ser usada na agricultura. Além disso, seria possível tratar a matéria orgânica que ficou depositada no fundo dos tanques para utilizar como fertilizante.

Almeida destaca que, em áreas rurais, por exemplo, esse sistema é uma boa opção para compensar a falta de saneamento básico. Na cidade, o tratamento pode ser feito em algum edifício residencial, onde o esgoto vai para algum tanque, no qual a matéria orgânica vai para o fundo e a água pode ser retirada e tratada nos barris com bambus em alguma praça.

Além de atuar na área ambiental, o projeto também pode ser uma alternativa para resolver problemas sociais, como a falta de renda ou moradia. “O bambu é um subproduto de todo esse sistema de tratamento. Como ele está sempre sendo irrigado, tem a matéria orgânica, ele cresce três vezes mais rápido do que o normal. Com tanta produção assim, ele pode ser reaproveitado de várias maneiras, do artesanato à construção”, explicou o professor.

Nas zonas rurais, o bambu pode ser usado para construção de cercas e até na produção de carvão. Existem pessoas que estão usando o vegetal para construir casas e até bicicletas para vender. “As possibilidades são imensas. O ser humano precisa buscar soluções inteligentes para os problemas e essa é uma boa alternativa”, concluiu o professor.

SANTANA, Vitor. Pesquisa da UFG utiliza bambu em sistema de tratamento de esgoto. Disponível em:<http://g1.globo.com/goias/mercadoimobiliario/noticia/2017/01/pesquisa-da-ufg-utiliza-bambu-em-sistema-detratamento-de-esgoto.html> . Acesso em: 20 mar.2017. (Adaptado).

O texto, além de noticiar uma pesquisa universitária, tem o propósito de:
 

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1426377 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: CELG/GT-GO
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Pesquisa da UFG utiliza bambu em sistema de tratamento de esgoto

Um projeto da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia, está usando bambus para criar sistemas de tratamento de esgoto. Entre as vantagens, segundo os pesquisadores, está o baixo custo de implantação e a diminuição do risco de contaminação do solo e do lençol freático. Além disso, há possibilidade de reaproveitamento da água tratada, do adubo e a utilização das plantas já crescidas para várias finalidades, que vão do artesanato à construção.

Professor da Escola de Agronomia da UFG, Rogério de Araújo Almeida explica que o objetivo é fazer com que o esgoto, após uma primeira fase de tratamento, passe por tanques onde estão plantados os bambus, que farão uma espécie de filtragem da água, que pode ser reutilizada posteriormente na agricultura ou devolvida aos córregos.

De acordo com Almeida, no sistema utilizando os bambus, o esgoto passa por várias etapas. Para um tratamento primário, o material é depositado em um tanque no qual a matéria orgânica vai para o fundo e a água fica na parte superficial. Em seguida, o líquido passa para os tanques em que foram plantados os bambus. “O solo já é eficiente sozinho no tratamento dessa água, porque filtra as impurezas. Nele também é formada uma colônia de bactérias que vai consumir a matéria orgânica presente. O bambu também absorve essa água, liberando ela pela evapotranspiração para o ar”, explicou Almeida. Ao final, a água sairá tratada, sem risco de contaminação para o meio ambiente.

O sistema de tratamento pode usar a água de duas maneiras, segundo o professor. “Podemos perder toda a água do esgoto, fazendo com que a planta absorva todo o líquido e, pela evapotranspiração, não sobre nada nos tanques. Com isso, não teria risco nenhum de contaminação, mas também não haveria um reaproveitamento direto da água, o que às vezes não é vantajoso”, explicou. Na segunda opção, a água que saiu dos barris com os bambus, já tratada, pode ser devolvida para o lençol freático, sem risco de contaminação, ou até mesmo pode ser usada na agricultura. Além disso, seria possível tratar a matéria orgânica que ficou depositada no fundo dos tanques para utilizar como fertilizante.

Almeida destaca que, em áreas rurais, por exemplo, esse sistema é uma boa opção para compensar a falta de saneamento básico. Na cidade, o tratamento pode ser feito em algum edifício residencial, onde o esgoto vai para algum tanque, no qual a matéria orgânica vai para o fundo e a água pode ser retirada e tratada nos barris com bambus em alguma praça.

Além de atuar na área ambiental, o projeto também pode ser uma alternativa para resolver problemas sociais, como a falta de renda ou moradia. “O bambu é um subproduto de todo esse sistema de tratamento. Como ele está sempre sendo irrigado, tem a matéria orgânica, ele cresce três vezes mais rápido do que o normal. Com tanta produção assim, ele pode ser reaproveitado de várias maneiras, do artesanato à construção”, explicou o professor.

Nas zonas rurais, o bambu pode ser usado para construção de cercas e até na produção de carvão. Existem pessoas que estão usando o vegetal para construir casas e até bicicletas para vender. “As possibilidades são imensas. O ser humano precisa buscar soluções inteligentes para os problemas e essa é uma boa alternativa”, concluiu o professor.

SANTANA, Vitor. Pesquisa da UFG utiliza bambu em sistema de tratamento de esgoto. Disponível em:<http://g1.globo.com/goias/mercadoimobiliario/noticia/2017/01/pesquisa-da-ufg-utiliza-bambu-em-sistema-detratamento-de-esgoto.html> . Acesso em: 20 mar.2017. (Adaptado).

No terceiro parágrafo, a organização sintática em “liberando ela”, na fala do professor, se justifica por constituir:
 

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1423973 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: CELG/GT-GO
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Pesquisa da UFG utiliza bambu em sistema de tratamento de esgoto

Um projeto da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia, está usando bambus para criar sistemas de tratamento de esgoto. Entre as vantagens, segundo os pesquisadores, está o baixo custo de implantação e a diminuição do risco de contaminação do solo e do lençol freático. Além disso, há possibilidade de reaproveitamento da água tratada, do adubo e a utilização das plantas já crescidas para várias finalidades, que vão do artesanato à construção.

Professor da Escola de Agronomia da UFG, Rogério de Araújo Almeida explica que o objetivo é fazer com que o esgoto, após uma primeira fase de tratamento, passe por tanques onde estão plantados os bambus, que farão uma espécie de filtragem da água, que pode ser reutilizada posteriormente na agricultura ou devolvida aos córregos.

De acordo com Almeida, no sistema utilizando os bambus, o esgoto passa por várias etapas. Para um tratamento primário, o material é depositado em um tanque no qual a matéria orgânica vai para o fundo e a água fica na parte superficial. Em seguida, o líquido passa para os tanques em que foram plantados os bambus. “O solo já é eficiente sozinho no tratamento dessa água, porque filtra as impurezas. Nele também é formada uma colônia de bactérias que vai consumir a matéria orgânica presente. O bambu também absorve essa água, liberando ela pela evapotranspiração para o ar”, explicou Almeida. Ao final, a água sairá tratada, sem risco de contaminação para o meio ambiente.

O sistema de tratamento pode usar a água de duas maneiras, segundo o professor. “Podemos perder toda a água do esgoto, fazendo com que a planta absorva todo o líquido e, pela evapotranspiração, não sobre nada nos tanques. Com isso, não teria risco nenhum de contaminação, mas também não haveria um reaproveitamento direto da água, o que às vezes não é vantajoso”, explicou. Na segunda opção, a água que saiu dos barris com os bambus, já tratada, pode ser devolvida para o lençol freático, sem risco de contaminação, ou até mesmo pode ser usada na agricultura. Além disso, seria possível tratar a matéria orgânica que ficou depositada no fundo dos tanques para utilizar como fertilizante.

Almeida destaca que, em áreas rurais, por exemplo, esse sistema é uma boa opção para compensar a falta de saneamento básico. Na cidade, o tratamento pode ser feito em algum edifício residencial, onde o esgoto vai para algum tanque, no qual a matéria orgânica vai para o fundo e a água pode ser retirada e tratada nos barris com bambus em alguma praça.

Além de atuar na área ambiental, o projeto também pode ser uma alternativa para resolver problemas sociais, como a falta de renda ou moradia. “O bambu é um subproduto de todo esse sistema de tratamento. Como ele está sempre sendo irrigado, tem a matéria orgânica, ele cresce três vezes mais rápido do que o normal. Com tanta produção assim, ele pode ser reaproveitado de várias maneiras, do artesanato à construção”, explicou o professor.

Nas zonas rurais, o bambu pode ser usado para construção de cercas e até na produção de carvão. Existem pessoas que estão usando o vegetal para construir casas e até bicicletas para vender. “As possibilidades são imensas. O ser humano precisa buscar soluções inteligentes para os problemas e essa é uma boa alternativa”, concluiu o professor.

SANTANA, Vitor. Pesquisa da UFG utiliza bambu em sistema de tratamento de esgoto. Disponível em:<http://g1.globo.com/goias/mercadoimobiliario/noticia/2017/01/pesquisa-da-ufg-utiliza-bambu-em-sistema-detratamento-de-esgoto.html> . Acesso em: 20 mar.2017. (Adaptado).

O terceiro parágrafo do texto é construído com base na
 

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1423972 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: CELG/GT-GO
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Pesquisa da UFG utiliza bambu em sistema de tratamento de esgoto

Um projeto da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia, está usando bambus para criar sistemas de tratamento de esgoto. Entre as vantagens, segundo os pesquisadores, está o baixo custo de implantação e a diminuição do risco de contaminação do solo e do lençol freático. Além disso, há possibilidade de reaproveitamento da água tratada, do adubo e a utilização das plantas já crescidas para várias finalidades, que vão do artesanato à construção.

Professor da Escola de Agronomia da UFG, Rogério de Araújo Almeida explica que o objetivo é fazer com que o esgoto, após uma primeira fase de tratamento, passe por tanques onde estão plantados os bambus, que farão uma espécie de filtragem da água, que pode ser reutilizada posteriormente na agricultura ou devolvida aos córregos.

De acordo com Almeida, no sistema utilizando os bambus, o esgoto passa por várias etapas. Para um tratamento primário, o material é depositado em um tanque no qual a matéria orgânica vai para o fundo e a água fica na parte superficial. Em seguida, o líquido passa para os tanques em que foram plantados os bambus. “O solo já é eficiente sozinho no tratamento dessa água, porque filtra as impurezas. Nele também é formada uma colônia de bactérias que vai consumir a matéria orgânica presente. O bambu também absorve essa água, liberando ela pela evapotranspiração para o ar”, explicou Almeida. Ao final, a água sairá tratada, sem risco de contaminação para o meio ambiente.

O sistema de tratamento pode usar a água de duas maneiras, segundo o professor. “Podemos perder toda a água do esgoto, fazendo com que a planta absorva todo o líquido e, pela evapotranspiração, não sobre nada nos tanques. Com isso, não teria risco nenhum de contaminação, mas também não haveria um reaproveitamento direto da água, o que às vezes não é vantajoso”, explicou. Na segunda opção, a água que saiu dos barris com os bambus, já tratada, pode ser devolvida para o lençol freático, sem risco de contaminação, ou até mesmo pode ser usada na agricultura. Além disso, seria possível tratar a matéria orgânica que ficou depositada no fundo dos tanques para utilizar como fertilizante.

Almeida destaca que, em áreas rurais, por exemplo, esse sistema é uma boa opção para compensar a falta de saneamento básico. Na cidade, o tratamento pode ser feito em algum edifício residencial, onde o esgoto vai para algum tanque, no qual a matéria orgânica vai para o fundo e a água pode ser retirada e tratada nos barris com bambus em alguma praça.

Além de atuar na área ambiental, o projeto também pode ser uma alternativa para resolver problemas sociais, como a falta de renda ou moradia. “O bambu é um subproduto de todo esse sistema de tratamento. Como ele está sempre sendo irrigado, tem a matéria orgânica, ele cresce três vezes mais rápido do que o normal. Com tanta produção assim, ele pode ser reaproveitado de várias maneiras, do artesanato à construção”, explicou o professor.

Nas zonas rurais, o bambu pode ser usado para construção de cercas e até na produção de carvão. Existem pessoas que estão usando o vegetal para construir casas e até bicicletas para vender. “As possibilidades são imensas. O ser humano precisa buscar soluções inteligentes para os problemas e essa é uma boa alternativa”, concluiu o professor.

SANTANA, Vitor. Pesquisa da UFG utiliza bambu em sistema de tratamento de esgoto. Disponível em:<http://g1.globo.com/goias/mercadoimobiliario/noticia/2017/01/pesquisa-da-ufg-utiliza-bambu-em-sistema-detratamento-de-esgoto.html> . Acesso em: 20 mar.2017. (Adaptado).

No quarto e quinto parágrafos, fala-se que o sistema de tratamento pode utilizar a água de duas maneiras. Em relação a essas duas maneiras de utilização da água, qual é a opinião do professor?
 

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335840 Ano: 2017
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFG
Orgão: CELG/GT-GO
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A Norma Regulamentadora n. 10 (NR10) estabelece os requisitos e as condições mínimas para serviços com eletricidade. Uma das determinações diz respeito aos documentos que todos os estabelecimentos devem manter em um prontuário de instalações elétricas. De acordo com esta norma, o documento obrigatório para as instalações com qualquer carga instalada é
 

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335839 Ano: 2017
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFG
Orgão: CELG/GT-GO
Provas:
No tópico sobre segurança em instalações elétricas desenergizadas, a norma regulamentadora n. 10 (NR10) estabelece que somente serão consideradas desenergizadas as instalações elétricas liberadas para trabalho, mediante os procedimentos apropriados, observada uma determinada sequência. No tópico de segurança em instalações elétricas desenergizadas a que a norma se refere, qual é a sequência dos três primeiros procedimentos?
 

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335838 Ano: 2017
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFG
Orgão: CELG/GT-GO
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Uma transação é uma unidade de execução de programa que acessa e pode atualizar vários itens de dados em um Sistema Gerenciador de Bancos de Dados (SGBD). Uma transação envolve tipicamente a execução de código escrito em SQL delimitado por declarações de início e fim de transação (begin transaction e end transaction). Qual das seguintes propriedades deve ser assegurada por um SGBD no processamento de transações?
 

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335837 Ano: 2017
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFG
Orgão: CELG/GT-GO
Provas:
Um cluster de servidores Exchange 2007 pode ser configurado com as seguintes características para dar suporte para alta disponibilidade do tipo fail over:
 

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335836 Ano: 2017
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFG
Orgão: CELG/GT-GO
Provas:
Em nuvens híbridas, a técnica de cloud bursting consiste em:
 

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335835 Ano: 2017
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFG
Orgão: CELG/GT-GO
Provas:
Em computação em nuvem, o modelo de plataforma como serviço (PaaS) determina o seguinte:
 

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