Magna Concursos

Foram encontradas 940 questões.

1606328 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
Na reservação de água fria, a NBR 5626 preconiza que a capacidade dos reservatórios deve ser estabelecida levando-se em consideração o padrão de consumo de água no edifício e, onde for possível obter informações, a frequência e duração de interrupções do abastecimento.
De acordo com essa NBR 5626, o volume reservado deverá ser, no mínimo,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1598711 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
O tamanho de grão de metais policristalinos é de fundamental importância, uma vez que afeta diversas propriedades tanto em alta como em baixa temperatura. Dessa forma, pode-se afirmar que um tamanho de grão
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Razões da pós-modernidade
Carlos Alberto Sanches, professor, perito e consultor em Redação – [31/03/2014 - 21h06]
Foi nos anos 60 que surgiu o que se chama de “pós-modernidade”, na abalizada opinião de Frederic Jameson, como “uma lógica cultural” do capitalismo tardio, filho bastardo do liberalismo dos séculos 18 e 19. O tema é controverso, pois está associado a uma discussão sobre sua emergência funesta no pós-guerra. É que ocorre nesse período um profundo desencanto no homem contemporâneo, especialmente no que toca à diluição e abalo de seus valores axiológicos, como verdade, razão, legitimidade, universalidade, sujeito e progresso etc. Os sonhos se esvaneceram, juntamente com os valores e alicerces da vida: a “estética”, a “ética” e a “ciência”, e as repercussões que isso provocou na produção cultural: literatura, arte, filosofia, arquitetura, economia, moral etc.
Há, sem dúvida, uma crise cultural que desemboca, talvez, em uma crise de modernidade. Ou a constatação de que, rompida a modernidade, destroçada por guerras devastadoras, produto da “gaia ciência” libertadora, leva a outra ruptura: morreu a pós-modernidade e deixou órfã a cultura contemporânea?
Seria o caso de se falar em posteridade na pós-modernidade? Max Weber, já no início do século 19, menciona a chegada da modernidade trocada pela “racionalização intelectualista”, que produz o “desencanto do mundo”. Habermas o reinterpreta, dizendo que a civilização se desagrega, especialmente no que toca aos conceitos da verdade, da coerência das leis, da autenticidade do belo, ou seja, como questões de conhecimento...
Jean Francois Lyotard, em seu livro A condição pós-moderna, de 1979, enfoca a legitimação do conhecimento na cultura contemporânea. Para ele, “o pós-moderno enquanto condição de cultura, nesta era pós-industrial, é marcado pela incredulidade face ao metadiscurso filosófico – metafísico, com suas pretensões atemporais e universalizantes”. É como se disséssemos, fazendo coro, mais tarde, com John Lennon, que “o sonho acabou” (ego trip). A razão, como ponto nevrálgico da cultura moderna, não leva a nada, a não ser à certeza de que o racionalismo iluminista, que vai entronizar a ciência como uma mola propulsora para a criação de uma sociedade justa, valorizadora do indivíduo, vai apenas produzir o desencanto, via progresso e com as suas descobertas, cantadas em prosa e verso, que nos deixaram um legado brutal: as grandes tragédias do século 20: guerras atrozes, a bomba atômica, crise ecológica, a corrida armamentista...
A frustração é enorme, porque o iluminismo afirmara que somente as luzes da razão poderiam colocar o homem como gerador de sua história. Mas tudo não passou de um sonho, um sonho de verão (parodiando Shakespeare). Habermas coloca nessa época, o século 18, o gatilho que vai acionar essa desilusão da pós-modernidade. A ciência prometia dar segurança ao homem e lhe deu mais desgraças. Entendamos aqui também a racionalidade (o primado da razão cartesiana) como cúmplice dessa falcatrua da modernidade e, portanto, da atual pós-modernidade.
O mesmo filósofo fala em “desastre da modernidade”, um tipo de doença que produziu uma patologia social chamada de “império da ciência”, despótico e tirânico, que “digere” as esferas estético-expressivas e as religiosas-morais. Harvey põe o dedo na ferida ao dizer que o projeto do Iluminismo já era, na origem, uma “patranha”, na medida em que disparava um discurso redentor para o homem com as luzes da razão, em troca da lenta e gradual perda de sua liberdade.
A partir dos anos 50 e, ocorrido agora o definitivo desencanto com a ciência e suas tragédias (algumas delas), pode-se falar em um processo de sua desaceleração. O nosso futuro virou uma incerteza. A razão, além de não nos responder às grandes questões que prometeu responder, engendra novas e terríveis perguntas, que chegam até hoje, vagando sobre a incerteza de nossos precários destinos. Eu falaria, metaforicamente, do homem moderno acorrentado (o Prometeu) ao consumo desenfreado de coisas (res) para compensar suas frustrações e angústias. A vida se tornou absurda e difícil de ser vivida, face a esse “mal-estar” do homem ocidental. Daí surgem as grandes doenças psicossociais de hoje: a frustração, o relativismo e o niilismo, cujas sementes já estavam no bojo do Iluminismo, a face sinistra de sua moeda. Não há mais nenhuma certeza, porque a razão não foi capaz de dar ao homem alguns dos mais gratos dos bens: sua segurança e bem-estar. Não há mais certezas, apenas a percepção de que é preciso repensar criticamente a ciência, que nunca nos ofereceu um caminho para a felicidade, o que provoca um forte movimento de busca de liberdade. O mundo está sem ordem e valores, como disse Dostoievski: “Se Deus não existe, tudo é permitido”.
A incerteza do mundo moderno e a impossibilidade de organizar nossas vidas levam Giddens a dizer que “não há nada de misterioso no surgimento dos fundamentalismos, a radicalização para as angústias do homem”. Restou-nos o refúgio nos grandes espetáculos, como os do Coliseu antigo: o pão e o circo, para preencher o vazio da vida.
Na sua esteira de satanização social, o capitalismo engendra, então, a sociedade de consumo, para levar o cidadão ao ópio do consumo (esquecer-se das desilusões) nas “estações orbitais” dos shoppings, ou templos das compras, onde os bens nos consomem e a produção, sempre crescente, implica a criação em massa (ou em série) de novos consumidores. Temos uma parafernália de bens, mas são em sua maioria coisas inúteis, que a razão / ciência nos deu; mas, em troca, sofremos dos males do século, entre eles a elisão de nossa individualidade. Foi uma troca desvantajosa. É o que Campbell chama do sonho que gera o “signo-mercadoria”, que nos remete ao antigo sonho do Romantismo, da realização dos ideais.
Trocamos o orgasmo reprodutor instintivo pelo prazer lúdico-frenético de consumir, sem saber que somos consumidos. Gememos de prazer ao comprar, mas choramos de dor face à nossa solidão, cercados pela panaceia da ciência e da razão, que nos entope de placebos, mas não de remédios para a cura dos males dessa longínqua luz racional, que se acende lá no Iluminismo e que vem, sob outras formas, até hoje. A televisão nos anestesia com a estética da imagem. Para Baudrillard, ela é o nosso mundo, como o mundo saído da tela do grande filme O Vidiota (o alienado no mundo virtual da tevê), cujo magistral intérprete foi Peter Sellers.
Enquanto nos deleitamos com essa vida esquizofrênica e lúdica, deixamos no caixa do capitalismo tardio (iluminista / racional) o nosso mais precioso bem: a individualidade. Só nos sobrou a estética, segundo Jameson, ou a “colonização pela estética” que afeta diferentes aspectos da cultura, como a estética, a ética, a teórica, além da moral política.
A pós-modernidade talvez seja uma reação a esse quadro desolador. Bauman fala em pós-modernidade como a forma atual da modernidade longínqua. Já Giddens fala em modernidade tardia ou “modernidade radicalizada”: a cultura atual. Por certo que a atual discussão sobre o pós-moderno implica um processo de revisão e questionamento desse estado de coisas, em que o homem não passa de um res nulius, como as matronas romanas.
A cultura moderna, ou pós-modernista, não tem uma razão para produzir sua autocrítica, mas muitas razões, devido à sua prolongada irracionalidade do “modo de vida global”, segundo Jameson. O que se pode dizer é que não há uma razão, mas muitas razões para reordenar criticamente os descaminhos da pós-modernidade, sem esquecermos que a irracionalidade continua nos rondando.
http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/razoes-da-
pos-modernidade-8bs4bc7sv5e06z8trfk0pv80e. Acesso em 21/01/18.
Crase significa fusão de dois fonemas “a”, em circunstância marcada por uma exigência verbal ou nominal; é, portanto, fenômeno tanto fonológico quanto morfossintático. Sabe-se que há situações de crase obrigatória, outras em que o acento grave é considerado facultativo e, finalmente, casos em que sua presença é proibida.
Atente para as asserções sobre excertos do texto. A seguir, assinale a opção que traz a afirmativa CORRETA:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1598212 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
A frequência de ressonância do circuito RLC abaixo é:
Enunciado 2796009-1
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1598046 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
A respeito dos transformadores de corrente (TCs), relacione os diferentes tipos do equipamento e sua definição, numerando os parênteses:
1 TC tipo Barra ( ) É aquele constituído de uma abertura por meio do núcleo, por onde passa o condutor, fazendo a vez do enrolamento primário.
2 TC tipo Janela ( ) É aquele em que o primário é constituído por uma barra fixada por meio do núcleo.
3 TC tipo enrolado ( ) É aquele em que o núcleo pode ser separado para permitir envolver um condutor que funciona como enrolamento primário.
4 TC tipo núcleo dividido ( ) É aquele em que o enrolamento primário é constituído de uma ou mais espiras, envolvendo o núcleo.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Nas intervenções de manutenção em redes de distribuição aérea, é comum a execução do procedimento de segurança “ASTA”, que significa Abrir / Sinalizar / Testar / Aterrar. Correlacione as etapas desse procedimento com os requisitos estabelecidos pela Norma Regulamentadora NR-10 para considerar uma instalação elétrica como desenergizada:
1 Abrir ( ) Impedimento de reenergização.
2 Sinalizar ( ) Instalação de aterramento temporário com equipotencialização dos condutores dos circuitos.
3 Testar ( ) Constatação da ausência de tensão.
4 Aterrar ( ) Seccionamento.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1597951 Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
No que diz respeito a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA:
I. Os representantes dos empregadores e dos empregados serão eleitos em escrutínio secreto.
II. O empregador deverá garantir que seus indicados tenham a representação necessária para a discussão e o encaminhamento das soluções de questões de segurança e saúde no trabalho analisadas na CIPA.
III. A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de acordo com o calendário preestabelecido.
IV. Quando se tratar de empreiteiras ou empresas prestadoras de serviços, considera-se estabelecimento, para fins de aplicação da NR 5, o local em que seus empregados estiverem exercendo suas atividades.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1597848 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
Provas:
Considerando a definição, a abrangência e a situação atual da Mata Atlântica, é CORRETO afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1597774 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
Um circuito trifásico contém três impedâncias de valor 10 Ω, 10 Ω e 30 Ω conectadas em delta. Os valores das impedâncias do circuito equivalente conectado em estrela serão:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1597708 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
Provas:
No circuito abaixo, uma fonte alimenta uma carga por meio de condutores cuja impedância é apresentada no diagrama. Calcule o valor de C de modo que a transferência de potência da fonte para a carga seja máxima.
Enunciado 2792985-1
Está CORRETO o que se afirma em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas