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TEXTO 1
O real e o virtual
Vamos começar com um choque de realidade. Primeiro: existe, sim, um mundo virtual criado e mantido pela rede mundial de computadores. Segundo: continuamos vivendo no mundo real, que tem cores e cheiros e que pode ser tocado. Terceiro: um não vive sem o outro.
O mundo virtual nos permite basicamente acessar informações e facilitar a comunicação. No entanto, a vida só se vive no real; o outro é acessório, complementar, apêndice inútil se não usado, nocivo se usado mal, e maravilhoso se usado bem. Pois é, quando falamos sobre o mundo virtual, recentemente criado pela inteligência do ser humano, é importante notar que estamos sempre fazendo escolhas.
A fantástica disponibilização de conhecimentos na rede é a parte lustrosa deste admirável mundo novo. Alexandre, o Grande, mandou construir em Alexandria, cidade fundada por ele no Egito, uma biblioteca que contivesse todo o conhecimento do mundo. O sonho de Alexandre se realizou. Ele se chama de Internet.
No mundo contemporâneo, tecnológico, chamamos o espaço que não é real, mas que a gente sabe que existe, de “mundo virtual”. Um mundo transitório, onde ficamos por algum tempo, enquanto procuramos os elementos que serão utilizados na vida prática, real. Quando invertemos essa relação, ficamos doentes. E a patologia está em não perceber essa relação e passar a viver mais lá do que cá.
Um jornalista, especialista em tecnologia, escreveu sobre uma dúvida que atinge muitas pessoas: afinal, a virtualização é prejudicial ou não?
A conclusão é que não haverá ameaça de substituição de um mundo pelo outro, a não ser que a gente permita que isso aconteça. O mundo virtual surgiu como algo mais, como um acréscimo, fruto da evolução natural da humanidade, que tem na tecnologia seu mais espetacular avanço. Como evoluímos mais na tecnologia que no humanismo, esse descompasso cria desconforto e desconfiança.
O físico Michio Kaku explica que o século 21 será profundamente influenciado por três revoluções científicas que começaram no século passado: a física quântica, a biologia genética e a engenharia da computação. O encontro dessas três torrentes da inteligência humana está criando uma nova visão do mundo, do homem, do futuro e da realidade.
Já estamos na terceira fase: sua característica é a inversão numérica - já há mais computadores que pessoas. Quando você está em seu carro, por exemplo, é possível que você esteja cercado por processadores – que estão no motor, na injeção eletrônica, na transmissão e até no sistema de som -, cada um fazendo seu trabalho de maneira autônoma, porém interagindo em uma rede virtual que sustenta seu conforto e sua segurança. Todos muito reais.
Podemos aplicar as três leis da robótica, a saber: 1ª) o computador deve preservar a integridade e a supremacia do homem; 2ª) o computador deve servir ao homem, desde que isso não afete a primeira lei; 3ª ) o computador deve preservar-se e evoluir, desde que isso não afete as duas primeiras leis, para a relação entre as vidas real e virtual, concluindo que a virtual deve evoluir e servir ao homem, mas não pode ameaçá-lo. Mas convenhamos, não é a vida virtual que ameaça a real. Somos nós que a usamos mal.
Temos que começar concordando sobre as duas questões fundamentais: a de que a vida virtual existe – e negá-la seria como negar a ação da gravidade; e a de que a vida virtual foi criada para dar mais qualidade à vida real, e não, para substituí-la.
Texto adaptado da revista Vida Simples. Pensando bem: por uma vida mais sábia. Pág. 60-63. Maio 2007.
Assinale a alternativa cuja palavra entre parênteses substitui a palavra sublinhada, alterando o valor do discurso.
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Assinale a alternativa que NÃO se caracteriza como ação do programa de governo de Fernando Collor de Melo.
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Oito cavalos disputam uma corrida. Quantas possibilidades há de chegada para os 3 primeiros lugares?
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Com a deposição de João Goulart, foi eleito para Presidência da República, em nome do movimento militar de 1964,
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No Brasil, quando ocorrem derrames vulcânicos, estes dão origem a rochas basálticas e solo de terra roxa. Essas características se relacionam ao(à)
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Na região Sudeste, principalmente no Estado de São Paulo, ocorre uma elevada concentração da indústria. Sobre os fatores que explicam essa concentração, analise os itens abaixo.
I. Mão de obra assalariada imigrante.
II. Ferrovias que ligavam o interior ao porto de Santos.
III. O mercado consumidor que se formou na capital paulista e seus arredores.
IV. A presença de densa rede hidrográfica necessária ao fornecimento de energia e a presença de vasta floresta.
II. Ferrovias que ligavam o interior ao porto de Santos.
III. O mercado consumidor que se formou na capital paulista e seus arredores.
IV. A presença de densa rede hidrográfica necessária ao fornecimento de energia e a presença de vasta floresta.
Estão corretos
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VIVER É PERIGOSO
É lugar-comum ficar falando de fragilidade humana, do quanto uma coisinha besta pode de uma hora para outra virar do avesso a vida de alguém. Mas, quando acontece algo assim – e eu sei que coisas assim, às vezes com resultados muito trágicos, acontecem todo dia - fica inevitável pensar nisso. Tem gente que reage a esses acontecimentos ficando apavorada, trancando-se em casa atrás de uma falsa ilusão de segurança. Mas espera aí. Segurança completa não existe, não. Em qualquer lugar, a qualquer momento, estamos sujeitos a algum perigo. Raios acertam a cabeça das pessoas, vasos também. Espinhas de peixe, curtos-circuitos, ataques de abelhas, cascas de banana no chão. Há perigos por toda parte. Até dentro da farmácia de produtos naturais.
É lógico que, para sobreviver, é preciso ser prudente. Usar cinto de segurança, camisinha, capacete, comer quinua, olhar para os dois lados, trancar a porta, evitar ruas desertas, motoristas bêbados, gente mal-encarada. Enfim, não dar sopa para o azar. Mas sem se deixar paralisar. Sem ficar paranóico. O mundo é perigoso mesmo, e está aí parte da graça dele. Ter cuidado é bom, mas não evita que um carro desgovernado invada nossa farmácia.
BURGIERMAN, Russo Denis. Revista Vida Simples. edição 53. Maio 2007. p.81. Editora Abril..
Em apenas uma das alternativas abaixo, os termos sublinhados NÃO completam o sentido do verbo. Assinale-a
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TEXTO 1
O real e o virtual
Vamos começar com um choque de realidade. Primeiro: existe, sim, um mundo virtual criado e mantido pela rede mundial de computadores. Segundo: continuamos vivendo no mundo real, que tem cores e cheiros e que pode ser tocado. Terceiro: um não vive sem o outro.
O mundo virtual nos permite basicamente acessar informações e facilitar a comunicação. No entanto, a vida só se vive no real; o outro é acessório, complementar, apêndice inútil se não usado, nocivo se usado mal, e maravilhoso se usado bem. Pois é, quando falamos sobre o mundo virtual, recentemente criado pela inteligência do ser humano, é importante notar que estamos sempre fazendo escolhas.
A fantástica disponibilização de conhecimentos na rede é a parte lustrosa deste admirável mundo novo. Alexandre, o Grande, mandou construir em Alexandria, cidade fundada por ele no Egito, uma biblioteca que contivesse todo o conhecimento do mundo. O sonho de Alexandre se realizou. Ele se chama de Internet.
No mundo contemporâneo, tecnológico, chamamos o espaço que não é real, mas que a gente sabe que existe, de “mundo virtual”. Um mundo transitório, onde ficamos por algum tempo, enquanto procuramos os elementos que serão utilizados na vida prática, real. Quando invertemos essa relação, ficamos doentes. E a patologia está em não perceber essa relação e passar a viver mais lá do que cá.
Um jornalista, especialista em tecnologia, escreveu sobre uma dúvida que atinge muitas pessoas: afinal, a virtualização é prejudicial ou não?
A conclusão é que não haverá ameaça de substituição de um mundo pelo outro, a não ser que a gente permita que isso aconteça. O mundo virtual surgiu como algo mais, como um acréscimo, fruto da evolução natural da humanidade, que tem na tecnologia seu mais espetacular avanço. Como evoluímos mais na tecnologia que no humanismo, esse descompasso cria desconforto e desconfiança.
O físico Michio Kaku explica que o século 21 será profundamente influenciado por três revoluções científicas que começaram no século passado: a física quântica, a biologia genética e a engenharia da computação. O encontro dessas três torrentes da inteligência humana está criando uma nova visão do mundo, do homem, do futuro e da realidade.
Já estamos na terceira fase: sua característica é a inversão numérica - já há mais computadores que pessoas. Quando você está em seu carro, por exemplo, é possível que você esteja cercado por processadores – que estão no motor, na injeção eletrônica, na transmissão e até no sistema de som -, cada um fazendo seu trabalho de maneira autônoma, porém interagindo em uma rede virtual que sustenta seu conforto e sua segurança. Todos muito reais.
Podemos aplicar as três leis da robótica, a saber: 1ª) o computador deve preservar a integridade e a supremacia do homem; 2ª) o computador deve servir ao homem, desde que isso não afete a primeira lei; 3ª ) o computador deve preservar-se e evoluir, desde que isso não afete as duas primeiras leis, para a relação entre as vidas real e virtual, concluindo que a virtual deve evoluir e servir ao homem, mas não pode ameaçá-lo. Mas convenhamos, não é a vida virtual que ameaça a real. Somos nós que a usamos mal.
Temos que começar concordando sobre as duas questões fundamentais: a de que a vida virtual existe – e negá-la seria como negar a ação da gravidade; e a de que a vida virtual foi criada para dar mais qualidade à vida real, e não, para substituí-la.
Texto adaptado da revista Vida Simples. Pensando bem: por uma vida mais sábia. Pág. 60-63. Maio 2007.
Após a leitura do texto, concluímos que o mundo
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TEXTO 1
O real e o virtual
Vamos começar com um choque de realidade. Primeiro: existe, sim, um mundo virtual criado e mantido pela rede mundial de computadores. Segundo: continuamos vivendo no mundo real, que tem cores e cheiros e que pode ser tocado. Terceiro: um não vive sem o outro.
O mundo virtual nos permite basicamente acessar informações e facilitar a comunicação. No entanto, a vida só se vive no real; o outro é acessório, complementar, apêndice inútil se não usado, nocivo se usado mal, e maravilhoso se usado bem. Pois é, quando falamos sobre o mundo virtual, recentemente criado pela inteligência do ser humano, é importante notar que estamos sempre fazendo escolhas.
A fantástica disponibilização de conhecimentos na rede é a parte lustrosa deste admirável mundo novo. Alexandre, o Grande, mandou construir em Alexandria, cidade fundada por ele no Egito, uma biblioteca que contivesse todo o conhecimento do mundo. O sonho de Alexandre se realizou. Ele se chama de Internet.
No mundo contemporâneo, tecnológico, chamamos o espaço que não é real, mas que a gente sabe que existe, de “mundo virtual”. Um mundo transitório, onde ficamos por algum tempo, enquanto procuramos os elementos que serão utilizados na vida prática, real. Quando invertemos essa relação, ficamos doentes. E a patologia está em não perceber essa relação e passar a viver mais lá do que cá.
Um jornalista, especialista em tecnologia, escreveu sobre uma dúvida que atinge muitas pessoas: afinal, a virtualização é prejudicial ou não?
A conclusão é que não haverá ameaça de substituição de um mundo pelo outro, a não ser que a gente permita que isso aconteça. O mundo virtual surgiu como algo mais, como um acréscimo, fruto da evolução natural da humanidade, que tem na tecnologia seu mais espetacular avanço. Como evoluímos mais na tecnologia que no humanismo, esse descompasso cria desconforto e desconfiança.
O físico Michio Kaku explica que o século 21 será profundamente influenciado por três revoluções científicas que começaram no século passado: a física quântica, a biologia genética e a engenharia da computação. O encontro dessas três torrentes da inteligência humana está criando uma nova visão do mundo, do homem, do futuro e da realidade.
Já estamos na terceira fase: sua característica é a inversão numérica - já há mais computadores que pessoas. Quando você está em seu carro, por exemplo, é possível que você esteja cercado por processadores – que estão no motor, na injeção eletrônica, na transmissão e até no sistema de som -, cada um fazendo seu trabalho de maneira autônoma, porém interagindo em uma rede virtual que sustenta seu conforto e sua segurança. Todos muito reais.
Podemos aplicar as três leis da robótica, a saber: 1ª) o computador deve preservar a integridade e a supremacia do homem; 2ª) o computador deve servir ao homem, desde que isso não afete a primeira lei; 3ª ) o computador deve preservar-se e evoluir, desde que isso não afete as duas primeiras leis, para a relação entre as vidas real e virtual, concluindo que a virtual deve evoluir e servir ao homem, mas não pode ameaçá-lo. Mas convenhamos, não é a vida virtual que ameaça a real. Somos nós que a usamos mal.
Temos que começar concordando sobre as duas questões fundamentais: a de que a vida virtual existe – e negá-la seria como negar a ação da gravidade; e a de que a vida virtual foi criada para dar mais qualidade à vida real, e não, para substituí-la.
Texto adaptado da revista Vida Simples. Pensando bem: por uma vida mais sábia. Pág. 60-63. Maio 2007.
Qual das afirmativas abaixo NÃO condiz com as idéias do texto?
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O real e o virtual
Vamos começar com um choque de realidade. Primeiro: existe, sim, um mundo virtual criado e mantido pela rede mundial de computadores. Segundo: continuamos vivendo no mundo real, que tem cores e cheiros e que pode ser tocado. Terceiro: um não vive sem o outro.
O mundo virtual nos permite basicamente acessar informações e facilitar a comunicação. No entanto, a vida só se vive no real; o outro é acessório, complementar, apêndice inútil se não usado, nocivo se usado mal, e maravilhoso se usado bem. Pois é, quando falamos sobre o mundo virtual, recentemente criado pela inteligência do ser humano, é importante notar que estamos sempre fazendo escolhas.
A fantástica disponibilização de conhecimentos na rede é a parte lustrosa deste admirável mundo novo. Alexandre, o Grande, mandou construir em Alexandria, cidade fundada por ele no Egito, uma biblioteca que contivesse todo o conhecimento do mundo. O sonho de Alexandre se realizou. Ele se chama de Internet.
No mundo contemporâneo, tecnológico, chamamos o espaço que não é real, mas que a gente sabe que existe, de “mundo virtual”. Um mundo transitório, onde ficamos por algum tempo, enquanto procuramos os elementos que serão utilizados na vida prática, real. Quando invertemos essa relação, ficamos doentes. E a patologia está em não perceber essa relação e passar a viver mais lá do que cá.
Um jornalista, especialista em tecnologia, escreveu sobre uma dúvida que atinge muitas pessoas: afinal, a virtualização é prejudicial ou não?
A conclusão é que não haverá ameaça de substituição de um mundo pelo outro, a não ser que a gente permita que isso aconteça. O mundo virtual surgiu como algo mais, como um acréscimo, fruto da evolução natural da humanidade, que tem na tecnologia seu mais espetacular avanço. Como evoluímos mais na tecnologia que no humanismo, esse descompasso cria desconforto e desconfiança.
O físico Michio Kaku explica que o século 21 será profundamente influenciado por três revoluções científicas que começaram no século passado: a física quântica, a biologia genética e a engenharia da computação. O encontro dessas três torrentes da inteligência humana está criando uma nova visão do mundo, do homem, do futuro e da realidade.
Já estamos na terceira fase: sua característica é a inversão numérica - já há mais computadores que pessoas. Quando você está em seu carro, por exemplo, é possível que você esteja cercado por processadores – que estão no motor, na injeção eletrônica, na transmissão e até no sistema de som -, cada um fazendo seu trabalho de maneira autônoma, porém interagindo em uma rede virtual que sustenta seu conforto e sua segurança. Todos muito reais.
Podemos aplicar as três leis da robótica, a saber: 1ª) o computador deve preservar a integridade e a supremacia do homem; 2ª) o computador deve servir ao homem, desde que isso não afete a primeira lei; 3ª ) o computador deve preservar-se e evoluir, desde que isso não afete as duas primeiras leis, para a relação entre as vidas real e virtual, concluindo que a virtual deve evoluir e servir ao homem, mas não pode ameaçá-lo. Mas convenhamos, não é a vida virtual que ameaça a real. Somos nós que a usamos mal.
Temos que começar concordando sobre as duas questões fundamentais: a de que a vida virtual existe – e negá-la seria como negar a ação da gravidade; e a de que a vida virtual foi criada para dar mais qualidade à vida real, e não, para substituí-la.
Texto adaptado da revista Vida Simples. Pensando bem: por uma vida mais sábia. Pág. 60-63. Maio 2007.
Analise os fragmentos e os comentários.
I. “...; o outro é acessório, complementar, apêndice inútil se não usado, nocivo, se usado mal...” – o termo sublinhado é uma conjunção subordinativa, expressando valor semântico de condição.
II. “ Quando invertemos essa relação, ficamos doentes.” – o termo sublinhado é uma conjunção que inicia uma oração subordinada temporal.
III. “... o computador deve preservar-se e evoluir, desde que isso não afete as duas primeiras leis.” – a conjunção subordinativa sublinhada poderá ser substituída por outra subordinativa que tenha valor semântico de condição.
Assinale a alternativa que contém a afirmação CORRETA.
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