Magna Concursos

Foram encontradas 72 questões.

2204283 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
Fundador da Academia Alagoana de Letras, jornalista, político, professor de economia e inspetor federal de ensino, Jayme de Atavila (1895-1970) foi um poeta alagoano que, em 1964, foi escolhido “Príncipe dos poetas alagoanos”. Escritor de várias obras e versando sobre os temas mais diversos, qual, dentre os livros abaixo, foi escrito por ele?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2204282 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
A obra de Machado de Assis encerra a poesia, o teatro, a crônica, a crítica literária e teatral, o conto e, principalmente, o romance. Dentre as obras elencadas abaixo, quais pertencem a Machado de Assis?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2204281 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
Segundo Alfredo Bosi, “o fulcro da visão romântica do mundo é o sujeito”. É esse “eu” romântico, em conflito permanente com a sociedade e com os seus próprios sentimentos, que irá construir um universo poético particular, um exilado se evadindo em um passado idealizado, em paisagens exóticas ou em um amor que não se perfez. Dentre os versos abaixo, qual melhor traduz esse espírito que se lança à evasão?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2204280 Ano: 2016
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
No Brasil, o arcadismo foi não apenas uma escola literária que predominou ao longo de toda a segunda metade do século XVIII, mas também um dos pontos mais altos da literatura em língua portuguesa. Sobre a estética árcade e a sua poética, é correto afirmar o que segue.
1) Há uma busca pelo natural e pelo simples.
2) Há uma busca por temas bucólicos.
3) Há uma busca pelo claro e pelo regular.
4) Exalta-se a natureza pátria e os valores nacionais.
5) A cidade e a vida urbana são as matérias dos poetas.
Estão corretas, apenas
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2204279 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
TEXTO 2
Michel Foucault, um filósofo francês, quando comenta, numa de suas obras, as restrições que as formas de fazer ciência impõem a uma pretensa liberdade dos cientistas, diz que, nos séculos XVI e XVII, na Inglaterra, surgiu uma nova forma de vontade de verdade.
Ela obrigava o sujeito do conhecimento a ter determinadas atitudes. Por exemplo, ver mais do que ler, verificar mais do que comentar. Essas características da nova ciência de então se devem basicamente ao fato de que, na Idade Média, a atitude era exatamente a oposta: liam-se os clássicos e a Bíblia (ler e comentar), mas os fatos do mundo, num certo sentido, não eram vistos (até porque, para certos casos, exigem-se aparelhos que não existiam). A forma nova deu origem à ciência moderna (que ainda exige, embora de forma completamente diferente, que se observem os fatos).
Pois bem, eu me pergunto se, em relação aos fatos da linguagem e da língua, ainda não somos, muitos de nós, medievais: quando aparece um fato novo, vamos aos livros para ver se eles os registram. Se não, o fato passa a ser considerado um erro. Não nos ocorre que os livros podem ser imperfeitos ou feitos com determinados objetivos, que impedem o registro de certos fatos.
(Sírio Possenti. A cor da língua e outras croniquinhas de
Linguística. Campinas (SP): Mercado de Letras, 2001, p. 61).
Considerando ainda a questão central abordada no Texto 2, um título adequado a ele seria:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2204278 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
TEXTO 2
Michel Foucault, um filósofo francês, quando comenta, numa de suas obras, as restrições que as formas de fazer ciência impõem a uma pretensa liberdade dos cientistas, diz que, nos séculos XVI e XVII, na Inglaterra, surgiu uma nova forma de vontade de verdade.
Ela obrigava o sujeito do conhecimento a ter determinadas atitudes. Por exemplo, ver mais do que ler, verificar mais do que comentar. Essas características da nova ciência de então se devem basicamente ao fato de que, na Idade Média, a atitude era exatamente a oposta: liam-se os clássicos e a Bíblia (ler e comentar), mas os fatos do mundo, num certo sentido, não eram vistos (até porque, para certos casos, exigem-se aparelhos que não existiam). A forma nova deu origem à ciência moderna (que ainda exige, embora de forma completamente diferente, que se observem os fatos).
Pois bem, eu me pergunto se, em relação aos fatos da linguagem e da língua, ainda não somos, muitos de nós, medievais: quando aparece um fato novo, vamos aos livros para ver se eles os registram. Se não, o fato passa a ser considerado um erro. Não nos ocorre que os livros podem ser imperfeitos ou feitos com determinados objetivos, que impedem o registro de certos fatos.
(Sírio Possenti. A cor da língua e outras croniquinhas de
Linguística. Campinas (SP): Mercado de Letras, 2001, p. 61).
O segmento que poderia ser visto como uma espécie de síntese do conteúdo global do Texto 2 é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2204277 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
TEXTO 1
Capitães de areia: até quando?
Com publicação datada de 1937, a obra Capitães de Areia, de Jorge Amado, repercutiu de forma polêmica, a ponto de ser censurada pelo Estado Novo varguista, sob a acusação de propaganda comunista. Embora o comunismo fosse citado de forma lateral ao longo do texto, o enredo consiste numa crítica social relacionada a um problema latente de sua época: transgressões perpetradas por crianças de rua.
[...]
Passados quase oitenta anos, as causas profundas elencadas pelo autor para descrever tal realidade não nos soam remotas. Pelo contrário, dispomos de uma tenebrosa familiaridade com elas. Embora essa não seja a mensagem principal do livro, é inegável que a exclusão social se converte em violência, e esta se torna potencialmente capaz de atingir não só o excluído, mas os outros indivíduos que cruzam seu caminho, visto que a reação do oprimido pode vir na forma de opressão.
No Brasil hodierno, toda vez que chega o verão a história se repete. Como uma espécie de quadro paradigmático das consequências da exclusão endêmica, o distúrbio e o medo causados pelos arrastões nas praias da zona sul carioca e pelos assaltos nas ruas das regiões mais nobres, ganham protagonismo nas manchetes dos jornais e nas redes sociais.
Excetuando uma minoria que consegue ter uma visão holística do problema, as propostas de soluções apresentadas para acabarmos com os “capitães de areia” contemporâneos, são sempre simplistas e nunca tocam na estrutura do problema. Não se vê, por exemplo, um empenho decisivo para cobrar projetos de inclusão que devolvam, a longo prazo, a cidadania às gerações vindouras.
(Leandro Galvão. Capitães de areia: até quando? Disponível em
www.diplomatique.org.br./artigo.php?id=18118. Acessado em
22/09/2016. Adaptado.)
Analise a concordância verbal realizada no seguinte trecho: “a exclusão social se converte em violência, e esta se torna potencialmente capaz de atingir não só o excluído, mas os outros indivíduos que cruzam seu caminho, visto que a reação do oprimido pode vir na forma de opressão”. Identifique, a seguir, o comentário que, no campo da concordância verbal, tem consistência teórica.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2204276 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
TEXTO 1
Capitães de areia: até quando?
Com publicação datada de 1937, a obra Capitães de Areia, de Jorge Amado, repercutiu de forma polêmica, a ponto de ser censurada pelo Estado Novo varguista, sob a acusação de propaganda comunista. Embora o comunismo fosse citado de forma lateral ao longo do texto, o enredo consiste numa crítica social relacionada a um problema latente de sua época: transgressões perpetradas por crianças de rua.
[...]
Passados quase oitenta anos, as causas profundas elencadas pelo autor para descrever tal realidade não nos soam remotas. Pelo contrário, dispomos de uma tenebrosa familiaridade com elas. Embora essa não seja a mensagem principal do livro, é inegável que a exclusão social se converte em violência, e esta se torna potencialmente capaz de atingir não só o excluído, mas os outros indivíduos que cruzam seu caminho, visto que a reação do oprimido pode vir na forma de opressão.
No Brasil hodierno, toda vez que chega o verão a história se repete. Como uma espécie de quadro paradigmático das consequências da exclusão endêmica, o distúrbio e o medo causados pelos arrastões nas praias da zona sul carioca e pelos assaltos nas ruas das regiões mais nobres, ganham protagonismo nas manchetes dos jornais e nas redes sociais.
Excetuando uma minoria que consegue ter uma visão holística do problema, as propostas de soluções apresentadas para acabarmos com os “capitães de areia” contemporâneos, são sempre simplistas e nunca tocam na estrutura do problema. Não se vê, por exemplo, um empenho decisivo para cobrar projetos de inclusão que devolvam, a longo prazo, a cidadania às gerações vindouras.
(Leandro Galvão. Capitães de areia: até quando? Disponível em
www.diplomatique.org.br./artigo.php?id=18118. Acessado em
22/09/2016. Adaptado.)
Uma análise do vocabulário em uso no Texto 1 nos leva às seguintes conclusões.
1) Em: “Excetuando uma minoria que consegue ter uma visão holística do problema”, a expressão sublinhada significa ‘visão global’.
2) “transgressões perpetradas por crianças de rua” são transgressões ‘costumeiras’, ‘frequentes’.
3) “o distúrbio e o medo (...) ganham protagonismo nas manchetes dos jornais”, quer dizer, ganham saliência...
4) Em: “Embora o comunismo fosse citado de forma lateral ao longo do texto”, o segmento grifado tem o mesmo sentido de ‘à parte’ ou ‘marginalmente’.
5) Em: “exclusão endêmica”, o sentido da palavra sublinhada equivale a ‘eventual’.
Estão corretos os comentários apenas em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2204275 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
TEXTO 1
Capitães de areia: até quando?
Com publicação datada de 1937, a obra Capitães de Areia, de Jorge Amado, repercutiu de forma polêmica, a ponto de ser censurada pelo Estado Novo varguista, sob a acusação de propaganda comunista. Embora o comunismo fosse citado de forma lateral ao longo do texto, o enredo consiste numa crítica social relacionada a um problema latente de sua época: transgressões perpetradas por crianças de rua.
[...]
Passados quase oitenta anos, as causas profundas elencadas pelo autor para descrever tal realidade não nos soam remotas. Pelo contrário, dispomos de uma tenebrosa familiaridade com elas. Embora essa não seja a mensagem principal do livro, é inegável que a exclusão social se converte em violência, e esta se torna potencialmente capaz de atingir não só o excluído, mas os outros indivíduos que cruzam seu caminho, visto que a reação do oprimido pode vir na forma de opressão.
No Brasil hodierno, toda vez que chega o verão a história se repete. Como uma espécie de quadro paradigmático das consequências da exclusão endêmica, o distúrbio e o medo causados pelos arrastões nas praias da zona sul carioca e pelos assaltos nas ruas das regiões mais nobres, ganham protagonismo nas manchetes dos jornais e nas redes sociais.
Excetuando uma minoria que consegue ter uma visão holística do problema, as propostas de soluções apresentadas para acabarmos com os “capitães de areia” contemporâneos, são sempre simplistas e nunca tocam na estrutura do problema. Não se vê, por exemplo, um empenho decisivo para cobrar projetos de inclusão que devolvam, a longo prazo, a cidadania às gerações vindouras.
(Leandro Galvão. Capitães de areia: até quando? Disponível em
www.diplomatique.org.br./artigo.php?id=18118. Acessado em
22/09/2016. Adaptado.)
A afirmação do autor de que a “exclusão social se converte em violência” assume, no Texto1, grande relevância, porque:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2204274 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FADURPE
Orgão: CESMAC
Provas:
TEXTO 1
Capitães de areia: até quando?
Com publicação datada de 1937, a obra Capitães de Areia, de Jorge Amado, repercutiu de forma polêmica, a ponto de ser censurada pelo Estado Novo varguista, sob a acusação de propaganda comunista. Embora o comunismo fosse citado de forma lateral ao longo do texto, o enredo consiste numa crítica social relacionada a um problema latente de sua época: transgressões perpetradas por crianças de rua.
[...]
Passados quase oitenta anos, as causas profundas elencadas pelo autor para descrever tal realidade não nos soam remotas. Pelo contrário, dispomos de uma tenebrosa familiaridade com elas. Embora essa não seja a mensagem principal do livro, é inegável que a exclusão social se converte em violência, e esta se torna potencialmente capaz de atingir não só o excluído, mas os outros indivíduos que cruzam seu caminho, visto que a reação do oprimido pode vir na forma de opressão.
No Brasil hodierno, toda vez que chega o verão a história se repete. Como uma espécie de quadro paradigmático das consequências da exclusão endêmica, o distúrbio e o medo causados pelos arrastões nas praias da zona sul carioca e pelos assaltos nas ruas das regiões mais nobres, ganham protagonismo nas manchetes dos jornais e nas redes sociais.
Excetuando uma minoria que consegue ter uma visão holística do problema, as propostas de soluções apresentadas para acabarmos com os “capitães de areia” contemporâneos, são sempre simplistas e nunca tocam na estrutura do problema. Não se vê, por exemplo, um empenho decisivo para cobrar projetos de inclusão que devolvam, a longo prazo, a cidadania às gerações vindouras.
(Leandro Galvão. Capitães de areia: até quando? Disponível em
www.diplomatique.org.br./artigo.php?id=18118. Acessado em
22/09/2016. Adaptado.)
Como ‘proposta de solução’ para o problema levantado, o autor propõe:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas