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A queima de combustíveis fósseis gera uma grande concentração de poluentes, em grande parte na forma de gases. Esses poluentes são constituídos de óxidos de nitrogênio (NO x), óxidos de enxofre (SO x), monóxido de carbono (CO) e hidrocarbonetos. Através do uso de catalisadores, presentes nos escapamentos dos carros, ocorre uma redução na emissão desses poluentes, mediante a conversão do monóxido de carbono em dióxido de carbono (CO 2), dos óxidos de nitrogênio em N 2 e dos óxidos de enxofre em sulfeto de hidrogênio (H2S).
Figura adaptada de Duward Shriver et al., Inorganic Chemistry, 6 ed., 2014.
Sobre o processo de catálise ilustrado acima, é correto afirmar o que segue.
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Segundo a Organização Mundial de Saúde, a variedade de espécies de bactérias resistentes aos antibióticos atingiu um nível alarmante.
Considerando que a “conjugação bacteriana” é uma das principais explicações da disseminação da resistência antimicrobiana, é correto afirmar que, nesse mecanismo:
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TEXTO 4
Como uma onda
1. Toda língua muda com o tempo. Por mais que isso pareça óbvio, vale a pena repetir. Basta comparar um texto escrito em português na Idade Média, ou em 1600, ou mesmo há cem anos com qualquer coisa publicada nos dias de hoje.
2. As diferenças saltam aos olhos, e as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo.
3. Lendo as gramáticas, a gente tem a impressão de que a língua está pronta e acabada, que ela pode até ter sofrido transformações no passado, mas que, agora, as regras estão fixadas para sempre. Mas isso é uma ilusão.
4. Enquanto tiver gente falando uma língua, ela vai sofrer variação e mudança, incessantemente. Os mesmos processos que fizeram a língua mudar no passado continuam em ação, fazendo a língua mudar neste exato momento em que você me lê.
5. Apesar dessa obviedade, a mudança linguística sempre foi encarada como um problema, uma coisa negativa, um sinal de ruína, decadência e corrupção da língua.
6. No entanto, a mudança é inevitável: tudo no universo, na natureza, na sociedade passa incessantemente por processos de mudança, de obsolescência, de reinvenção, de evolução... Por que só a língua teria de ficar parada no tempo e no espaço?
7. Todas as demais instituições humanas sofrem mudança; por que a língua não sofreria? Na verdade, o melhor seria dizer: os falantes mudam a língua o tempo todo!
(Marcos Bagno. Nada na língua é por acaso. São Paulo: Parábola, 2007, p 163-164).
Analise os seguintes fragmentos do texto: “Mas isso é uma ilusão”. “Apesar dessa obviedade.” Uma propriedade sintático-semântica dos dois termos em negrito é que eles:
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Recentemente, pela primeira vez na história das viagens espaciais, duas mulheres realizaram uma “caminhada” fora da Estação Espacial Internacional, para realizar reparos em uma bateria. Considerando a influência da ausência de gravidade no corpo humano por período prolongado, pode-se inferir alguns efeitos, dentre estes:
1) aumento do raciocínio e de funções cerebrais.
2) maior velocidade de movimentos.
3) menor absorção de cálcio pelos ossos.
4) atrofia muscular.
Estão corretas apenas:
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Para a Época Moderna, o conceito de burocracia – entendido como a estrutura político-administrativa do Estado – pode ser útil para compreender o fortalecimento das monarquias europeias. Com a Dinastia dos Habsburgos, o Estado moderno espanhol ficou conhecido, entre os historiadores, como “governo de papel”, e Felipe II, como “rei papeleiro”, pois
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As políticas econômicas neoliberais aplicadas em países como Chile, Reino Unido e Estados Unidos, nas décadas de 1970 e 1980, serviram para a realização, em 1989, do Consenso de Washington, que preconizou uma série de medidas a serem adotadas por países em desenvolvimento, como o Brasil. Entre as diretrizes, definidas no Consenso é possível destacar:
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Uma patinadora de massa 45 kg desliza em linha reta sobre uma superfície horizontal. Em determinado ponto da sua trajetória, a patinadora apanha um pacote de massa 5,0 kg, inicialmente em repouso no chão, sem mudar a direção do seu movimento.
Despreze o atrito dos patins com o solo e a resistência do ar, e considere que a quantidade de movimento (ou momento linear) total da patinadora e do pacote é constante ao longo da direção do movimento da patinadora. Se a velocidade da patinadora imediatamente antes de apanhar o pacote era de 2,0 m/s, qual é a sua velocidade imediatamente após apanhar o pacote?
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TEXTO 2
A arte de escrever
1. Há, portanto, uma arte de escrever, que é a produção de um texto escrito. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma atividade social indispensável, para a qual falta, não obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar adequada.
2. A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais fácil na medida em que se beneficia da prática da fala cotidiana, de cujos elementos parte, em princípio. O que há de comum, antes de tudo, entre a exposição oral e a escrita é a necessidade de uma boa composição, isto é, uma distribuição metódica e compreensiva de ideias.
3. Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo definido. Ninguém é capaz de escrever bem se não sabe bem sobre o que vai escrever. Justamente por causa disso, as condições para a escrita de um texto, no exercício da vida profissional ou no intercâmbio social amplo, são muito diversas das da redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da nossa especialidade tiram da redação escolar o caráter negativo de mero exercício formal.
4. Qualquer um de nós, senhor de um assunto é, em princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um dom inato, especial, para escrever, ao contrário do que muita gente pensa. Há apenas uma falta de preparação especial, que o esforço e a prática continuada e persistente vencem.
5. Por outro lado, a arte de escrever, na medida em que consubstancia a nossa capacidade de expressão do pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo.
[...]
6. A arte de escrever precisa assentar numa atividade preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um hábito de leitura inteligentemente conduzido. Depende muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do que outros, com bons resultados, escreveram.
CAMARA, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita.
Petrópolis, Vozes, 1983. Adaptado.
A observância às normas da concordância verbal, em geral, é considerada indício de um saber gramatical mais apurado.
Goza, por isso, de certo prestígio social. Sob esse prisma, identifique as alternativas em que tais normas foram corretamente observadas.
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Na África, a caça de elefantes pelo marfim, proveniente das presas desses animais, tem financiado o comércio de armas nas guerras da região.
Isto possivelmente tem provocado mudanças evolutivas, com o registro crescente de nascimentos de elefantes sem presas, comparativamente aos períodos anteriores às guerras. Considere que a ausência de presas é uma característica monogênica autossômica recessiva, e que a frequência de elefantes africanos sem presas passou de 4% para 81%. Com base nestas informações, é correto afirmar que a frequência do alelo recessivo, responsável pela ausência de presas, passou de:
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TEXTO 1
Se você parar para pensar...
1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”
2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.
3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.
4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos.
Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência.
Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)
5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.
(CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado).
A compreensão do Texto requer que o vejamos como um texto:
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