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Área de Estradas e Transportes
O mundo contemporâneo sofre um acelerado processo de urbanização, o que submete a infraestrutura urbana a uma constante carência em relação aos serviços públicos essenciais, como é o caso dos transportes. Dessa forma, um dos grandes desafios do nosso tempo é o de desenvolver cidade que sejam economicamente sadias e prósperas e, ao mesmo tempo, atraentes, por oferecerem lugares para se viver e trabalhar.
Um deslocamento com eficiência, tanto da população, quanto de mercadorias, é essencial para a economia da cidade, principalmente quando este deslocamento é feito de modo rápido. Os congestionamentos dos meios de transportes, na maioria das vezes, nos centros urbanos, aumentaram consideravelmente, principalmente nas chamadas horas de pico, e a velocidade das viagens pelos meios de transportes, muitas vezes, pode tornar-se inferior à velocidade dos pedestres caminhando. Tal fato evidencia a importância de um planejamento adequado, a fim de solucionar o problema que dia após dia se agrava.
É necessário desenvolver estudos a respeito da integração entre o desenvolvimento do uso do solo e os meios de transporte, o que irá assegurar a aplicação dos recursos disponíveis com uma maior eficiência. Sendo assim, podemos citar como objetivos do planejamento de transporte: oferecer transporte rápido, econômico e seguro; assegurar a máxima utilização dos meios de transporte existentes; orientar os novos meios para complementação dos atuais; equilibrar as capacidades em vista das futuras demandas de tráfego; garantir maior continuidade (retilíneas) nos traçados das vias; servir como um guia e estímulo para um crescimento e desenvolvimento urbano ordenados.
Deve ser ressaltado que o planejamento é um processo dinâmico, necessitando de atualizações e revisões permanentes.
Como ponto de partida para o planejamento de transporte de uma região, é necessário conhecer os desejos de deslocamento da população e, a partir de então, estabelecer relações entre o número de viagens realizadas.
O procedimento necessário para a visualização do perfil futuro de viagens é fazer-se uma estimativa de como um determinado aglomerado urbano ou regional irá se comportar no futuro, tanto fisicamente, como também seus habitantes. Neste último aspecto, a simulação torna-se difícil por ter que representar o comportamento humano dos habitantes, sobre o qual influem uma série de variáveis de difícil quantificação. Podemos citar como exemplo o tempo de relógio que é fácil de ser medido, porém o tempo subjetivo como ele é sentido pelos indivíduos é diferente do tempo cronológico. Se alguém sai de casa para trabalhar, o modo como esta pessoa sente o tempo enquanto espera o ônibus no ponto é diferente de quando está fazendo uma viagem no interior do mesmo.
Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAQMEAH/nocoes-planejamento-transportes. Acesso em 6/4/2012.
A separação silábica está correta em:
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Área de Estradas e Transportes
O mundo contemporâneo sofre um acelerado processo de urbanização, o que submete a infraestrutura urbana a uma constante carência em relação aos serviços públicos essenciais, como é o caso dos transportes. Dessa forma, um dos grandes desafios do nosso tempo é o de desenvolver cidade que sejam economicamente sadias e prósperas e, ao mesmo tempo, atraentes, por oferecerem lugares para se viver e trabalhar.
Um deslocamento com eficiência, tanto da população, quanto de mercadorias, é essencial para a economia da cidade, principalmente quando este deslocamento é feito de modo rápido. Os congestionamentos dos meios de transportes, na maioria das vezes, nos centros urbanos, aumentaram consideravelmente, principalmente nas chamadas horas de pico, e a velocidade das viagens pelos meios de transportes, muitas vezes, pode tornar-se inferior à velocidade dos pedestres caminhando. Tal fato evidencia a importância de um planejamento adequado, a fim de solucionar o problema que dia após dia se agrava.
É necessário desenvolver estudos a respeito da integração entre o desenvolvimento do uso do solo e os meios de transporte, o que irá assegurar a aplicação dos recursos disponíveis com uma maior eficiência. Sendo assim, podemos citar como objetivos do planejamento de transporte: oferecer transporte rápido, econômico e seguro; assegurar a máxima utilização dos meios de transporte existentes; orientar os novos meios para complementação dos atuais; equilibrar as capacidades em vista das futuras demandas de tráfego; garantir maior continuidade (retilíneas) nos traçados das vias; servir como um guia e estímulo para um crescimento e desenvolvimento urbano ordenados.
Deve ser ressaltado que o planejamento é um processo dinâmico, necessitando de atualizações e revisões permanentes.
Como ponto de partida para o planejamento de transporte de uma região, é necessário conhecer os desejos de deslocamento da população e, a partir de então, estabelecer relações entre o número de viagens realizadas.
O procedimento necessário para a visualização do perfil futuro de viagens é fazer-se uma estimativa de como um determinado aglomerado urbano ou regional irá se comportar no futuro, tanto fisicamente, como também seus habitantes. Neste último aspecto, a simulação torna-se difícil por ter que representar o comportamento humano dos habitantes, sobre o qual influem uma série de variáveis de difícil quantificação. Podemos citar como exemplo o tempo de relógio que é fácil de ser medido, porém o tempo subjetivo como ele é sentido pelos indivíduos é diferente do tempo cronológico. Se alguém sai de casa para trabalhar, o modo como esta pessoa sente o tempo enquanto espera o ônibus no ponto é diferente de quando está fazendo uma viagem no interior do mesmo.
Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAQMEAH/nocoes-planejamento-transportes. Acesso em 6/4/2012.
A vírgula que ocorre no trecho: “[...] o que submete a infraestrutura urbana a uma constante carência em relação aos serviços públicos essenciais, como é o caso dos transportes [...]” é empregada para:
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O mundo contemporâneo sofre um acelerado processo de urbanização, o que submete a infraestrutura urbana a uma constante carência em relação aos serviços públicos essenciais, como é o caso dos transportes. Dessa forma, um dos grandes desafios do nosso tempo é o de desenvolver cidade que sejam economicamente sadias e prósperas e, ao mesmo tempo, atraentes, por oferecerem lugares para se viver e trabalhar.
Um deslocamento com eficiência, tanto da população, quanto de mercadorias, é essencial para a economia da cidade, principalmente quando este deslocamento é feito de modo rápido. Os congestionamentos dos meios de transportes, na maioria das vezes, nos centros urbanos, aumentaram consideravelmente, principalmente nas chamadas horas de pico, e a velocidade das viagens pelos meios de transportes, muitas vezes, pode tornar-se inferior à velocidade dos pedestres caminhando. Tal fato evidencia a importância de um planejamento adequado, a fim de solucionar o problema que dia após dia se agrava.
É necessário desenvolver estudos a respeito da integração entre o desenvolvimento do uso do solo e os meios de transporte, o que irá assegurar a aplicação dos recursos disponíveis com uma maior eficiência. Sendo assim, podemos citar como objetivos do planejamento de transporte: oferecer transporte rápido, econômico e seguro; assegurar a máxima utilização dos meios de transporte existentes; orientar os novos meios para complementação dos atuais; equilibrar as capacidades em vista das futuras demandas de tráfego; garantir maior continuidade (retilíneas) nos traçados das vias; servir como um guia e estímulo para um crescimento e desenvolvimento urbano ordenados.
Deve ser ressaltado que o planejamento é um processo dinâmico, necessitando de atualizações e revisões permanentes.
Como ponto de partida para o planejamento de transporte de uma região, é necessário conhecer os desejos de deslocamento da população e, a partir de então, estabelecer relações entre o número de viagens realizadas.
O procedimento necessário para a visualização do perfil futuro de viagens é fazer-se uma estimativa de como um determinado aglomerado urbano ou regional irá se comportar no futuro, tanto fisicamente, como também seus habitantes. Neste último aspecto, a simulação torna-se difícil por ter que representar o comportamento humano dos habitantes, sobre o qual influem uma série de variáveis de difícil quantificação. Podemos citar como exemplo o tempo de relógio que é fácil de ser medido, porém o tempo subjetivo como ele é sentido pelos indivíduos é diferente do tempo cronológico. Se alguém sai de casa para trabalhar, o modo como esta pessoa sente o tempo enquanto espera o ônibus no ponto é diferente de quando está fazendo uma viagem no interior do mesmo.
Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAQMEAH/nocoes-planejamento-transportes. Acesso em 6/4/2012.
Acentuam-se pelas mesmas regras de “necessário, públicos e porém”, respectivamente, as palavras:
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Um deslocamento com eficiência, tanto da população, quanto de mercadorias, é essencial para a economia da cidade, principalmente quando este deslocamento é feito de modo rápido. Os congestionamentos dos meios de transportes, na maioria das vezes, nos centros urbanos, aumentaram consideravelmente, principalmente nas chamadas horas de pico, e a velocidade das viagens pelos meios de transportes, muitas vezes, pode tornar-se inferior à velocidade dos pedestres caminhando. Tal fato evidencia a importância de um planejamento adequado, a fim de solucionar o problema que dia após dia se agrava.
É necessário desenvolver estudos a respeito da integração entre o desenvolvimento do uso do solo e os meios de transporte, o que irá assegurar a aplicação dos recursos disponíveis com uma maior eficiência. Sendo assim, podemos citar como objetivos do planejamento de transporte: oferecer transporte rápido, econômico e seguro; assegurar a máxima utilização dos meios de transporte existentes; orientar os novos meios para complementação dos atuais; equilibrar as capacidades em vista das futuras demandas de tráfego; garantir maior continuidade (retilíneas) nos traçados das vias; servir como um guia e estímulo para um crescimento e desenvolvimento urbano ordenados.
Deve ser ressaltado que o planejamento é um processo dinâmico, necessitando de atualizações e revisões permanentes.
Como ponto de partida para o planejamento de transporte de uma região, é necessário conhecer os desejos de deslocamento da população e, a partir de então, estabelecer relações entre o número de viagens realizadas.
O procedimento necessário para a visualização do perfil futuro de viagens é fazer-se uma estimativa de como um determinado aglomerado urbano ou regional irá se comportar no futuro, tanto fisicamente, como também seus habitantes. Neste último aspecto, a simulação torna-se difícil por ter que representar o comportamento humano dos habitantes, sobre o qual influem uma série de variáveis de difícil quantificação. Podemos citar como exemplo o tempo de relógio que é fácil de ser medido, porém o tempo subjetivo como ele é sentido pelos indivíduos é diferente do tempo cronológico. Se alguém sai de casa para trabalhar, o modo como esta pessoa sente o tempo enquanto espera o ônibus no ponto é diferente de quando está fazendo uma viagem no interior do mesmo.
Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAQMEAH/nocoes-planejamento-transportes. Acesso em 6/4/2012.
As palavras “urbanização, ressaltar e quantificação” são formadas, respectivamente, pelo processo de:
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Um deslocamento com eficiência, tanto da população, quanto de mercadorias, é essencial para a economia da cidade, principalmente quando este deslocamento é feito de modo rápido. Os congestionamentos dos meios de transportes, na maioria das vezes, nos centros urbanos, aumentaram consideravelmente, principalmente nas chamadas horas de pico, e a velocidade das viagens pelos meios de transportes, muitas vezes, pode tornar-se inferior à velocidade dos pedestres caminhando. Tal fato evidencia a importância de um planejamento adequado, a fim de solucionar o problema que dia após dia se agrava.
É necessário desenvolver estudos a respeito da integração entre o desenvolvimento do uso do solo e os meios de transporte, o que irá assegurar a aplicação dos recursos disponíveis com uma maior eficiência. Sendo assim, podemos citar como objetivos do planejamento de transporte: oferecer transporte rápido, econômico e seguro; assegurar a máxima utilização dos meios de transporte existentes; orientar os novos meios para complementação dos atuais; equilibrar as capacidades em vista das futuras demandas de tráfego; garantir maior continuidade (retilíneas) nos traçados das vias; servir como um guia e estímulo para um crescimento e desenvolvimento urbano ordenados.
Deve ser ressaltado que o planejamento é um processo dinâmico, necessitando de atualizações e revisões permanentes.
Como ponto de partida para o planejamento de transporte de uma região, é necessário conhecer os desejos de deslocamento da população e, a partir de então, estabelecer relações entre o número de viagens realizadas.
O procedimento necessário para a visualização do perfil futuro de viagens é fazer-se uma estimativa de como um determinado aglomerado urbano ou regional irá se comportar no futuro, tanto fisicamente, como também seus habitantes. Neste último aspecto, a simulação torna-se difícil por ter que representar o comportamento humano dos habitantes, sobre o qual influem uma série de variáveis de difícil quantificação. Podemos citar como exemplo o tempo de relógio que é fácil de ser medido, porém o tempo subjetivo como ele é sentido pelos indivíduos é diferente do tempo cronológico. Se alguém sai de casa para trabalhar, o modo como esta pessoa sente o tempo enquanto espera o ônibus no ponto é diferente de quando está fazendo uma viagem no interior do mesmo.
Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAQMEAH/nocoes-planejamento-transportes. Acesso em 6/4/2012.
Considere o trecho: “É necessário desenvolver estudos a respeito da integração entre o desenvolvimento do uso do solo e os meios de transporte, o que irá assegurar a aplicação dos recursos disponíveis com uma maior eficiência”. Os termos grifados, nesse contexto, poderiam ser substituídos, respectivamente, sem perda relevante de sentido, por:
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O mundo contemporâneo sofre um acelerado processo de urbanização, o que submete a infraestrutura urbana a uma constante carência em relação aos serviços públicos essenciais, como é o caso dos transportes. Dessa forma, um dos grandes desafios do nosso tempo é o de desenvolver cidade que sejam economicamente sadias e prósperas e, ao mesmo tempo, atraentes, por oferecerem lugares para se viver e trabalhar.
Um deslocamento com eficiência, tanto da população, quanto de mercadorias, é essencial para a economia da cidade, principalmente quando este deslocamento é feito de modo rápido. Os congestionamentos dos meios de transportes, na maioria das vezes, nos centros urbanos, aumentaram consideravelmente, principalmente nas chamadas horas de pico, e a velocidade das viagens pelos meios de transportes, muitas vezes, pode tornar-se inferior à velocidade dos pedestres caminhando. Tal fato evidencia a importância de um planejamento adequado, a fim de solucionar o problema que dia após dia se agrava.
É necessário desenvolver estudos a respeito da integração entre o desenvolvimento do uso do solo e os meios de transporte, o que irá assegurar a aplicação dos recursos disponíveis com uma maior eficiência. Sendo assim, podemos citar como objetivos do planejamento de transporte: oferecer transporte rápido, econômico e seguro; assegurar a máxima utilização dos meios de transporte existentes; orientar os novos meios para complementação dos atuais; equilibrar as capacidades em vista das futuras demandas de tráfego; garantir maior continuidade (retilíneas) nos traçados das vias; servir como um guia e estímulo para um crescimento e desenvolvimento urbano ordenados.
Deve ser ressaltado que o planejamento é um processo dinâmico, necessitando de atualizações e revisões permanentes.
Como ponto de partida para o planejamento de transporte de uma região, é necessário conhecer os desejos de deslocamento da população e, a partir de então, estabelecer relações entre o número de viagens realizadas.
O procedimento necessário para a visualização do perfil futuro de viagens é fazer-se uma estimativa de como um determinado aglomerado urbano ou regional irá se comportar no futuro, tanto fisicamente, como também seus habitantes. Neste último aspecto, a simulação torna-se difícil por ter que representar o comportamento humano dos habitantes, sobre o qual influem uma série de variáveis de difícil quantificação. Podemos citar como exemplo o tempo de relógio que é fácil de ser medido, porém o tempo subjetivo como ele é sentido pelos indivíduos é diferente do tempo cronológico. Se alguém sai de casa para trabalhar, o modo como esta pessoa sente o tempo enquanto espera o ônibus no ponto é diferente de quando está fazendo uma viagem no interior do mesmo.
Disponível em: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAQMEAH/nocoes-planejamento-transportes. Acesso em 6/4/2012.
Depreende-se do texto que:
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Os arquivos com extensão são normais quando se salva projetos em AutoCAD.
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Das afirmações abaixo:
I - Pontos cegos quando se olha ao retrovisor estão associados a locais sem alcance visual.
II - Mantenha seu animal de estimação com coleira sempre no banco de trás do veículo.
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Assinale (V) verdadeira e (F) falsa.
Para se evitar desgaste físico relacionado à maneira de sentar e dirigir siga as recomendações:
( ) Dirija com os braços e pernas ligeiramente dobrados, evitando tensões.
( ) Apoie bem o corpo no assento e no encosto do banco, o mais próximo possível de um ângulo de 90 graus.
( ) Ajuste o encosto de cabeça de acordo com a altura dos ocupantes do veículo, de preferência na altura dos olhos.
( ) Segure o volante com as duas mãos, como os ponteiros do relógio na posição de 12 horas e 30 minutos. Assim você enxerga melhor o painel, acessa melhor os comandos do veículo e, nos veículos com “air bag”, não impede o seu funcionamento.
A alternativa correta, de cima para baixo, é:
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- CONTRANResolução CONTRAN 973/2022: Regulamento de Sinalização ViáriaAnexo II: Sinalização Vertical de Advertência
Preencha a tabela abaixo com base na resolução de número 160 de 22/04/2004 do CONTRAN. As cores I, II e III são respectivamente:
| Cor | |
| Fundo | Amarela |
| Símbolo | Preta |
| Orla Interna | I |
| Orla Externa | II |
| Legenda | Preta |
| Tarja | III |
Sinalização Especial de Advertência
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Caderno Container