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Há ocasiões em que possamos ter aplicação conjunta de sinalização de regulamentação e de advertência em um mesmo suporte, seja em vias arteriais, coletoras ou locais.
Quando isto ocorre devemos seguir uma ordem em que devem ser colocadas as informações, conforme a figura abaixo, em que há um exemplo desta aplicação.

Fonte: Manual de Sinalização Urbana – Companhia de Engenharia de Tráfego CET (p.27)
Observando o texto acima e a figura, podemos relacionar as informações das placas, de cima para baixo, na seguinte ordem:
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Rampa pode ser definida como interconexão entre duas vias que estejam em diferentes níveis ou entre duas vias paralelas, de forma que permita aos veículos transferirem-se de uma via a outra. Esta interconexão deve ser feita de forma criteriosa para que não haja queda dos níveis de serviço ou congestionamentos nas vias. Uma rampa de saída mal projetada em uma via expressa pode causar congestionamento, enquanto uma rampa de entrada inadequada pode causar problemas ao sistema de vias próximas. Alguns fatores podem afetar a capacidade de uma rampa.
Dentre estes fatores que afetam a capacidade da rampa é possível afirmar que:
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Nos projetos de vias urbanas, as inúmeras limitações a que estão sujeitas podem acabar por restringir a velocidade de projeto. Entretanto, estas velocidades devem situar-se na faixa de 45 km/h para vias arteriais e até 120 km/h para vias expressas.

Fonte: Boletim Técnico – Noções Básicas de Engenharia de Tráfego CET (p.21) - Influência da variação da velocidade de projeto no tempo de percurso
Um pequeno acréscimo na velocidade de projeto pode acarretar ou não um decréscimo sensível no tempo de percurso, conforme podemos observar na figura acima. Uma velocidade ótima deverá ser obtida de uma análise econômica, tendo em vista, principalmente, as distâncias de viagem.
Tabela 1
| Relação entre Velocidade de Percurso Desejável e Velocidade de Projeto | ||||
| ZONA |
TIPO DE VIA |
VEL. PROJETO |
VEL. PERCURSO (km/h) | |
|
Baixos Vol. |
Horas de Pico rush |
|||
| URBANA |
Arterial Expressa |
50 - 80 | 40 - 70 | 30 - 50 |
| 80 - 110 | 60 - 100 | 50 - 80 | ||
| RURAL |
Arterial Expressa |
60 - 100 | 40 - 70 | 30 - 50 |
| 100 - 120 | 80 - 110 | 60 - 80 | ||
Fonte: Assho, Red Book, 1973 - Relação entre Velocidade de Percurso Desejável e Velocidade de Projeto
Na tabela acima encontram-se alguns valores de correlação entre a velocidade de projeto e a velocidade de percurso determinado para os Estados Unidos da América.
Observado o enunciado é possível afirmar que:
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Em projeto de vias, conhecida a demanda, torna-se necessário determinar qual o tipo de via a ser construída para acomodar a demanda prevista. Essa determinação requer o conhecimento das capacidades de carregamento de tráfego e dos níveis de serviço em vias de todos os tipos. Isso significa não só o conhecimento do máximo volume que uma via pode suportar, mas, dentro dos vários volumes e condições de operação, qual deve ser considerado o melhor. O cálculo da capacidade de uma via é feito em função da sua capacidade, em condições ideais, tanto de tráfego, como das suas próprias condições físicas.
Para efeito de análise, é possível afirmar que uma condição ideal pode ser definida por:
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Os estudos de capacidade de interseções, entrelaçamento, rampas e outras análises das características das vias requerem dados quanto ao espaçamento e o intervalo entre os veículos. O espaçamento dos veículos também tem aplicação na estimativa da frequência de chegada num determinado ponto, no projeto das faixas de acumulação estimativa dos retardamentos no fluxo, nos estudos de cruzamento de pedestres, nos estudos de sincronização de semáforos, etc.
Algumas características na operação do tráfego são importantes observar. Selecione a opção correta:
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A composição do tráfego é levada em consideração no dimensionamento das pistas de rolamento (influência do peso dos veículos); no projeto geométrico das vias (que considere as características de operação que dependem do tamanho e velocidade dos veículos); no planejamento de um sistema de transportes (número de passageiros que viajam de ônibus); nos planos de desvio de tráfego e em diversos outros estudos.
Temos que considerar, para efeito de classificação de veículos:
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Dirigir veículo sem possuir CNH, constitui:
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De acordo com o CTB é incorreto afirmar:
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De acordo com a sua utilização, as vias abertas à circulação que não se classificam como vias urbanas são:
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Em relação à competência do CONTRAN, assinale a alternativa correta:
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