Foram encontradas 49 questões.
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 7 a 9.
A Amazônia que ocupa as margens do Alto Purus, no Acre, quase não foi tocada pelo homem. De suas matas e espécies nativas, muitas ainda não foram sequer batizadas. A distância, ali, é medida pelo tempo: um lugar está a tantas horas de barco do outro, ou a tantos dias. O rio desce tão sinuosamente que um ponto que se avista a cem metros adiante só será atingido mais de meia hora depois, assim que se percorrer toda a volta. Foi essa Amazônia que o escritor Euclides da Cunha (1866-1909) viu em 1905. Nesse labirinto a vapor, sem estradas, sem nomes ou cidades, ele viu o que chamou de um “paraíso perdido”, ecoando a expressão do poeta inglês John Milton (paradise lost). Hoje, porém, o Alto Purus mudou. Se continua com o mesmo ar de abandono, desabitado e desconhecido, de acesso e permanência difíceis, por outro lado tem outra paisagem humana, com cidades pequenas e uma ponte a caminho.
(Adaptado de: Daniel Piza. 04/04/2009. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em: 05/05/14)
O rio desce tão sinuosamente // que um ponto que se avista a cem metros adiante só será atingido mais de meia hora depois...
Identifica-se, entre os segmentos acima, respectivamente, relação de
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 7 a 9.
A Amazônia que ocupa as margens do Alto Purus, no Acre, quase não foi tocada pelo homem. De suas matas e espécies nativas, muitas ainda não foram sequer batizadas. A distância, ali, é medida pelo tempo: um lugar está a tantas horas de barco do outro, ou a tantos dias. O rio desce tão sinuosamente que um ponto que se avista a cem metros adiante só será atingido mais de meia hora depois, assim que se percorrer toda a volta. Foi essa Amazônia que o escritor Euclides da Cunha (1866-1909) viu em 1905. Nesse labirinto a vapor, sem estradas, sem nomes ou cidades, ele viu o que chamou de um “paraíso perdido”, ecoando a expressão do poeta inglês John Milton (paradise lost). Hoje, porém, o Alto Purus mudou. Se continua com o mesmo ar de abandono, desabitado e desconhecido, de acesso e permanência difíceis, por outro lado tem outra paisagem humana, com cidades pequenas e uma ponte a caminho.
(Adaptado de: Daniel Piza. 04/04/2009. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em: 05/05/14)
Atente para o que se afirma a respeito da pontuação do texto.
I. No segmento A distância, ali, é medida pelo tempo: um lugar está a tantas horas de barco do outro, ou a tantos dias, os dois-pontos introduzem um esclarecimento do que foi dito antes.
II. Sem prejuízo do sentido original, uma vírgula pode ser inserida imediatamente após Amazônia, no segmento A Amazônia que ocupa as margens do Alto Purus, no Acre...
III. No segmento ecoando a expressão do poeta inglês John Milton (paradise lost), os parênteses acrescentam informação adicional, mas não essencial ao entendimento do texto.
Está correto o que se afirma APENAS em
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O que se encontra entre parênteses preenche corretamente a lacuna da frase que está em:
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 5.
Muitos nativos e ribeirinhos da Amazônia acreditavam − e ainda acreditam − que no fundo de um rio ou lago existe uma cidade rica, esplêndida, exemplo de harmonia e justiça social, onde as pessoas vivem como seres encantados. Elas são seduzidas e levadas para o fundo do rio por seres das águas ou da floresta (geralmente um boto ou uma cobra sucuri), e só voltam ao nosso mundo com a intermediação de um pajé, cujo corpo ou espírito tem o poder de viajar para a Cidade Encantada, conversar com seus moradores e, eventualmente, trazê-los de volta ao nosso mundo.
(HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo, Companhia das Letras, 2008, p. 106)
Elas são seduzidas e levadas para o fundo do rio por seres das águas ou da floresta...
Transpondo-se a frase acima para a voz ativa, com as modificações necessárias, o resultado correto será:
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 5.
Muitos nativos e ribeirinhos da Amazônia acreditavam − e ainda acreditam − que no fundo de um rio ou lago existe uma cidade rica, esplêndida, exemplo de harmonia e justiça social, onde as pessoas vivem como seres encantados. Elas são seduzidas e levadas para o fundo do rio por seres das águas ou da floresta (geralmente um boto ou uma cobra sucuri), e só voltam ao nosso mundo com a intermediação de um pajé, cujo corpo ou espírito tem o poder de viajar para a Cidade Encantada, conversar com seus moradores e, eventualmente, trazê-los de volta ao nosso mundo.
(HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo, Companhia das Letras, 2008, p. 106)
Substituindo-se o elemento grifado pelo que está entre parênteses, mantém-se a correção do segmento em:
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 5.
Muitos nativos e ribeirinhos da Amazônia acreditavam − e ainda acreditam − que no fundo de um rio ou lago existe uma cidade rica, esplêndida, exemplo de harmonia e justiça social, onde as pessoas vivem como seres encantados. Elas são seduzidas e levadas para o fundo do rio por seres das águas ou da floresta (geralmente um boto ou uma cobra sucuri), e só voltam ao nosso mundo com a intermediação de um pajé, cujo corpo ou espírito tem o poder de viajar para a Cidade Encantada, conversar com seus moradores e, eventualmente, trazê-los de volta ao nosso mundo.
(HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo, Companhia das Letras, 2008, p. 106)
... onde as pessoas vivem como seres encantados.
No contexto, o elemento sublinhado acima pode ser substituído por
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 5.
Muitos nativos e ribeirinhos da Amazônia acreditavam − e ainda acreditam − que no fundo de um rio ou lago existe uma cidade rica, esplêndida, exemplo de harmonia e justiça social, onde as pessoas vivem como seres encantados. Elas são seduzidas e levadas para o fundo do rio por seres das águas ou da floresta (geralmente um boto ou uma cobra sucuri), e só voltam ao nosso mundo com a intermediação de um pajé, cujo corpo ou espírito tem o poder de viajar para a Cidade Encantada, conversar com seus moradores e, eventualmente, trazê-los de volta ao nosso mundo.
(HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo, Companhia das Letras, 2008, p. 106)
Considerando-se o contexto, a cidade de que se fala NÃO pode ser descrita como um lugar
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 5.
Muitos nativos e ribeirinhos da Amazônia acreditavam − e ainda acreditam − que no fundo de um rio ou lago existe uma cidade rica, esplêndida, exemplo de harmonia e justiça social, onde as pessoas vivem como seres encantados. Elas são seduzidas e levadas para o fundo do rio por seres das águas ou da floresta (geralmente um boto ou uma cobra sucuri), e só voltam ao nosso mundo com a intermediação de um pajé, cujo corpo ou espírito tem o poder de viajar para a Cidade Encantada, conversar com seus moradores e, eventualmente, trazê-los de volta ao nosso mundo.
(HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo, Companhia das Letras, 2008, p. 106)
Infere-se do texto que o narrador
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Um pequeno veículo de transportes pode carregar 40 sacos de cimento ou 380 tijolos. Se forem colocados nesse veículo apenas 27 sacos de cimento, o número máximo de tijolos inteiros que ele ainda poderá transportar é igual a
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