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Foram encontradas 50 questões.

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

enunciado 247901-1
Assinale a alternativa em que a expressão destacada indica circunstância de tempo.

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

enunciado 247899-1
Considere a frase do quarto parágrafo.

É contraproducente colocar médicos nos quais se investiu tanto para desempenhar tarefas menos complexas para as quais outros profissionais podem ser treinados.

Um antônimo para o termo complexas, em destaque, é

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

enunciado 247898-1
De acordo com a revista britânica “The Economist”, será impossível formar tantos médicos quantos seriam necessários pelos padrões do século 20, porque

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.

enunciado 247897-1
Observe o sexto parágrafo.

Em países onde o descompasso entre a oferta e a demanda ______________ é maior, como na Índia, até os momentos menos delicados de cirurgias já estão sendo realizados por outros profissionais.

Assinale a alternativa que completa a lacuna sem alterar a mensagem do texto original.

 

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O futuro da medicina

A revista britânica “The Economist” trouxe uma interessante reportagem sobre o futuro da medicina. De acordo com o periódico, com o envelhecimento da população e o aumento da prevalência das doenças crônicas, vai ser impossível formar tantos médicos quantos seriam necessários pelos padrões do século 20.

A solução, segundo a revista, passa por modificar esses pa- drões, melhorando a produtividade da saúde. Isso significa que a medicina não poderá mais ser tão centrada na figura do médico, cuja formação é proibitivamente cara.

No Brasil, são seis anos de graduação em regime integral. Depois, são dois anos de residência. Uma especialização pode requerer, pelo menos, dois anos adicionais.

É contraproducente colocar médicos nos quais se investiu tanto para desempenhar tarefas menos complexas para as quais outros profissionais podem ser treinados. É mais do que razoável que enfermeiros realizem partos de baixo risco e que fonoaudió- logos diagnostiquem e tratem distúrbios da fala.

É claro que, de vez em quando, haverá problemas que exigirão a intervenção de um médico, mas, para cada parto que se complica, há centenas ou mesmo milhares de casos que se resolvem sem dificuldade

Em países onde o descompasso entre a oferta e a demanda é maior, como na Índia, até os momentos menos delicados de cirurgias já estão sendo realizados por outros profissionais.

Os médicos deveriam adaptar-se aos novos tempos e dominar cada vez melhor as tarefas que não podem ser delegadas, em vez de lutar por uma reserva de mercado socialmente custosa e demograficamente insustentável.
São sinônimos, no texto, os termos
 

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O futuro da medicina

A revista britânica “The Economist” trouxe uma interessante reportagem sobre o futuro da medicina. De acordo com o periódico, com o envelhecimento da população e o aumento da prevalência das doenças crônicas, vai ser impossível formar tantos médicos quantos seriam necessários pelos padrões do século 20.

A solução, segundo a revista, passa por modificar esses pa- drões, melhorando a produtividade da saúde. Isso significa que a medicina não poderá mais ser tão centrada na figura do médico, cuja formação é proibitivamente cara.

No Brasil, são seis anos de graduação em regime integral. Depois, são dois anos de residência. Uma especialização pode requerer, pelo menos, dois anos adicionais.

É contraproducente colocar médicos nos quais se investiu tanto para desempenhar tarefas menos complexas para as quais outros profissionais podem ser treinados. É mais do que razoável que enfermeiros realizem partos de baixo risco e que fonoaudió- logos diagnostiquem e tratem distúrbios da fala.

É claro que, de vez em quando, haverá problemas que exigirão a intervenção de um médico, mas, para cada parto que se complica, há centenas ou mesmo milhares de casos que se resolvem sem dificuldade

Em países onde o descompasso entre a oferta e a demanda é maior, como na Índia, até os momentos menos delicados de cirurgias já estão sendo realizados por outros profissionais.

Os médicos deveriam adaptar-se aos novos tempos e dominar cada vez melhor as tarefas que não podem ser delegadas, em vez de lutar por uma reserva de mercado socialmente custosa e demograficamente insustentável.
A solução apontada no texto para atender à grande procura por serviços de saúde é:
 

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Leia a crônica de Rubem Braga para responder às questões de números 17 a 23.

enunciado 247890-1
Assinale a alternativa em que o acento indicativo de crase está empregado corretamente.

 

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Leia o cartum de Pancho.

enunciado 247873-1
Assinale a alternativa cuja expressão completa corretamente a lacuna, sem alterar o sentido da fala do personagem.

Eu, literalmente, vivia na fossa. _______trabalhava em higienização subterrânea.
 

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O ideal de Rubem Braga

No ranking de autores com mais textos apócrifos na internet, Rubem Braga dificilmente figura entre os primeiros lugares, onde reinam os imbatíveis Clarice Lispector e Luis Fernando Veríssimo. Logo ele, pai da crônica moderna, e o primeiro a, de fato, consagrar- se com esse estilo tão difícil de definir e tão fácil de reconhecer.

Impossível saber como Braga lidaria com as peculiaridades da internet.

O amigo Zuenir Ventura acha que, se vivo nos dias de hoje, ele dificilmente teria se envolvido com a rede (reza a lenda que, quando conheceu a fita K7, Rubem tentou por horas colocar a caixinha inteira dentro do aparelho, até perceber que tinha de abri- la). Ainda assim é curioso observar como uma de suas tantas crônicas tem ares de profecia ao que vemos hoje no universo virtual.

É “Meu ideal seria escrever...”. Publicada em 1967 no livro “A traição dos elegantes”, ela narra como o autor gostaria de criar uma história que, de boca em boca, fosse mudando a vida das pessoas. A essência dessa história seria o humor. E a autoria dela, o que menos importaria.

A disseminação de histórias desta forma espontânea existe desde que o mundo é mundo, é claro. Mas a maneira como Braga descreve seu desejo, de maneira tão bonita quanto trivial, encontra um paralelo muito feliz com a discussão atual sobre a transformação do conceito de autoria - não só na internet, mas muito potencializada por ela. No mundo virtual, o lance é fazer a ideia virar faísca. O dono dela nem sempre fica em evidência, mostrando que, muitas vezes, a história merece a atenção total. É ela que faz o interlocutor se emocionar, se revoltar ou, simplesmente, dar uma risada no meio de um pesado dia de trabalho.

*Apócrifo: obra falsamente atribuída a um autor.
Assinale a alternativa em que a frase – A disseminação de histórias desta forma espontânea existe desde que o mundo é mundo... – está reescrita em conformidade com a concordância da norma-padrão.
 

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Assinale a alternativa em que a concordância das formas verbais destacadas está de acordo com a norma-padrão da língua.

 

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