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Foram encontradas 73 questões.

2168825 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CFC
Orgão: CFC
Com base na NBC PG 100 Aplicação Geral aos Profissionais da Contabilidade, relacione as nomenclaturas dos princípios éticos que o profissional da Contabilidade deve cumprir, apresentadas na primeira coluna, com as situações descritas na segunda coluna e, em seguida, assinale a opção CORRETA.
(1) Integridade
(2) Objetividade
(3) Comportamento profissional
( ) Cumprir as leis e os regulamentos pertinentes e evitar qualquer ação que desacredite a profissão.
( ) Ser franco e honesto em todos os relacionamentos profissionais e comerciais.
( ) Não permitir que comportamento tendencioso, conflito de interesse ou influência indevida de outros afetem o julgamento profissional ou de negócio.
A sequência CORRETA é:
 

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2168824 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
De acordo com a NBC TG 26 (R1) Apresentação das Demonstrações Contábeis, são exemplos de informações apresentadas na Demonstração do Resultado Abrangente, EXCETO:
 

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2168800 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CFC
Orgão: CFC

De acordo com a Resolução CFC nº 1.370/11 - Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade, compete aos Conselhos Regionais de Contabilidade.

 

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2168790 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CFC
Orgão: CFC
De acordo com o que determina a NBC PG 100 - Aplicação Geral aos Profissionais da Contabilidade, a respeito do sigilo profissional, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção CORRETA.
I. A necessidade de se cumprir o princípio do sigilo profissional encerra-se após cinco anos, contados a partir do término das relações entre o profissional da Contabilidade e seu cliente ou empregador.
II. O profissional da Contabilidade deve tomar as providências adequadas para assegurar que o pessoal da sua equipe de trabalho respeite o dever de sigilo do profissional da Contabilidade.
III. O profissional da Contabilidade deve manter sigilo das informações obtidas no exercício profissional, inclusive no ambiente social, e permanecer alerta à possibilidade de divulgação involuntária de informações sigilosas de seus clientes a familiares.
Está(ão) certo(s) o(s) item(ns):
 

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2168403 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
Com base na NBC TG 03 (R2) - Demonstração dos Fluxos de Caixa, na elaboração da Demonstração dos Fluxos de Caixa, classificam-se como atividade de financiamento os:
 

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2168402 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
Com relação à ITG 1000 Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, identifique nos itens abaixo o(s) elemento(s) que deve(m) constar, obrigatoriamente, nas Notas Explicativas relativas às Demonstrações Contábeis.
I. Declaração explícita e não reservada em conformidade com a ITG 1000.
II. Descrição resumida das operações da entidade e suas principais atividades.
III. Referência às principais práticas contábeis adotadas na elaboração das demonstrações contábeis.
IV. Descrição resumida das políticas contábeis significativas utilizadas pela entidade.
Deve(m) constar, obrigatoriamente, nas Notas Explicativas, o(s) elemento(s) apresentando(s) no(s) item(ns):
 

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2167384 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
Uma Sociedade Empresária, em 30 de junho de 2014, apresentava os saldos abaixo, das seguintes contas, em seu balancete semestral:
Contas Saldos
Ações de Coligadas R$155.000,00
Aplicação Financeira de Liquidez Imediata R$50.000,00
Caixa R$15.000,00
Capital a Integralizar R$100.000,00
Capital Subscrito R$300.000,00
Depreciação Acumulada R$60.000,00
Duplicatas Descontadas R$45.000,00
Duplicatas a Pagar R$135.000,00
Duplicatas a Receber R$183.000,00
Despesas com Depreciação R$30.000,00
Férias a Pagar R$15.000,00
Fornecedores R$80.000,00
ICMS a Recuperar R$8.000,00
ICMS a Recolher R$30.000,00
ICMS sobre Vendas R$20.000,00
Lucros Acumulados R$16.000,00
Máquinas e Equipamentos R$250.000,00
Estoque de Mercadorias R$190.000,00
Móveis e Utensílios R$100.000,00
Receita de Vendas R$300.000,00
Reserva de Capital R$90.000,00
Reserva Estatutária R$80.000,00
Títulos a Pagar R$250.000,00
Títulos a Receber R$160.000,00
Veículos R$140.000,00
Após a elaboração do balancete de verificação, é CORRETO afirmar que:
 

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2167380 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
Com base nos dados abaixo, retirados de um balancete, determine o valor do Ativo Total:
Contas Valores Natureza
das Contas
Caixa e Equivalente de Caixa R$16.000,00 DÉBITO
Capital Subscrito R$150.000,00 CRÉDITO
Contas a Pagar R$25.000,00 CRÉDITO
Contas a Receber R$85.000,00 DÉBITO
Custo das Mercadorias Vendidas R$90.000,00 DÉBITO
Depreciação Acumulada R$3.500,00 CRÉDITO
Despesas Administrativas R$80.000,00 DÉBITO
Despesas de Vendas R$11.900,00 DÉBITO
Despesas Financeiras R$1.600,00 DÉBITO
Estoques R$170.000,00 DÉBITO
Financiamento de Curto Prazo R$50.000,00 CRÉDITO
Financiamento de Longo Prazo R$115.000,00 CRÉDITO
Fornecedores R$75.000,00 CRÉDITO
Móveis e Utensílios R$26.000,00 DÉBITO
Perdas Estimadas por Créditos de Liquidação
Duvidosa
R$1.500,00 CRÉDITO
Receita Líquida de Vendas R$240.500,00 CRÉDITO
Terrenos R$180.000,00 DÉBITO
Com base nos dados acima, é CORRETO afirmar que o valor do Ativo Total é:
 

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2167317 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

Leia o texto a seguir para responder à pergunta.

Pequenos Choques - A Bandejinha

Os alemães não notam. Sei disso porque já tentei conversar com diversos deles sobre o assunto e eles não compreendem o que quero dizer, não vêem nada do que vejo. Em compensação, outros brasileiros notam, logo não devo estar inventando coisas. Refiro-me a dinheiro, mais precisamente a pagamentos. O relacionamento dos alemães com dinheiro é muito diferente do nosso. Claro, dirão os mais bem-informados, na Alemanha existe dinheiro(a) e no Brasil existem apenas uns papeluchos engraçados que mudam toda semana e que o governo insiste em dizer que é dinheiro, mas ninguém acredita. Verdade, verdade, cruel verdade,(b) e certamente isto tem qualquer coisa a ver com o problema, mas há algo mais, porque já estive em muitos outros países onde também há dinheiro e insisto que os alemães são diferentes. No começo, a gente se assustava e eu atribuía tudo a minha aparência de contrabandista paraguaio foragido da Interpol. Mas depois percebi que o fenômeno é genérico e cheguei mesmo a inventar maneiras de me divertir com ele. Repito que isso é imperceptível para os próprios alemães, assim como um peixe deve achar que o mundo é feito de água, mas a primeira coisa que a gente nota, na hora de pagar, é que se estabelece um imediato clima de ansiedade e tensão, que só se dissipa depois que tiramos o dinheiro do bolso, pagamos e recebemos o troco, tudo rigorosissimamente contado. "São dezoito marcos e vinte e dois", diz a mocinha do balcão, e um silêncio carregado se estabelece, enquanto os olhos dela acompanham nervosamente o desenrolar da operação. A impressão que se tem é que, se alguém der um tiro de canhão lá fora, ela só vai perguntar o que houve depois de ter certeza de que tudo foi feito corretamente. Pagamento completado, tudo certo, o ambiente se desanuvia, há sorrisos, quase suspiros de alívio que barulho foi esse lá fora, alguém deu um tiro de canhão?

Num táxi carioca, o passageiro é quem pergunta quanto foi a corrida, enquanto o motorista se queixa dos buracos no asfalto ou indaga se não é nesta rua que mora uma famosa cantora. Na Alemanha, o motorista pára, desliga o taxímetro e, antes que outra palavra seja pronunciada, anuncia o custo. Não me lembro de ter perguntado, na Alemanha, o preço de qualquer coisa ou serviço. Assim que se torna evidente que vou comprar, o atendente me diz quanto devo, sem esperar que eu pergunte (e o tal clima ansioso se instaura instantaneamente).(c) Se eu nunca tivesse ouvido falar na Alemanha e de repente me visse vivendo aqui, ia passar algum tempo achando que uma das coisas mais comuns aqui é o sujeito entrar numa loja, pedir uma coisa e sair sem pagar daí o nervosismo que envolve os pagamentos.

Finalmente, a bandejinha. Agora já sabemos que, quando Deus criou o mundo, criou a bandejinha e que sem ela a civilização é impossível, mas levamos algum tempo para nos habituarmos. A bandejinha me pegou logo nos primeiros dias de minha vida em Berlim, na tabacaria aqui da esquina. Pedi um maço de cigarros, fui imediatamente informado do preço, estendi o dinheiro para a senhora do balcão e ela não o tomou da minha mão, mas apenas me encarou em silêncio, com um ar severo e talvez um pouco impaciente. Não entendi, me atrapalhei, conferi o dinheiro qual era o problema? Só então observei que o olhar dela ia de meu rosto para a bandejinha ao lado da registradora. Já conhecia a bandejinha de breves estadas anteriores na Alemanha, mas havia esquecido dela. Claro, a bandejinha! Depositei o dinheiro na bandejinha, ela fez a cara satisfeita de quem havia acabado de dar uma lição, agradeceu e pôs o troco na bandejinha.

Depois disso, ainda tive alguns problemas por esquecer da bandejinha, como no dia em que entreguei o dinheiro da passagem ao motorista de um ônibus e ele me disse algumas coisas que não entendi, mas que tenho certeza de que não eram para me elogiar. Agora não esqueço mais, cumpro os usos da terra e não discuto. Não sei por que os alemães não gostam de que lhes entreguem o pagamento diretamente nas mãos, não sei nem se é uma exigência do Bundesbank, mas nem esmola eu dou mais na mão, aqui em Berlim. Jogo a moeda no chapéu ou na caixinha do pedinte, não quero ser espinafrado em plena Breidscheidplatz. E, de qualquer forma, como disse antes, a bandejinha às vezes me diverte. Vingo-me todo dia do motorista de ônibus que me disse desaforos por causa da bandejinha. Conto cuidadosamente moedas, fazendo questão de incluir muitas de dez pfennig, junto o preço exato da passagem e ponho uma pilhazinha na bandeja. E Deus há de perdoar-me tenho um prazerzinho sádico em ver o sobressalto do motorista(d) e o gesto ansioso com que ele espalha as moedas para contá-las e, dois segundos depois, quase despenca na cadeira, aliviado em ver que a conta está certa e que, no meio das moedas, não há nenhum zloty, ou qualquer coisa assim. Mas vou parar com isso, tenho medo de algum dia matar um de enfarte.

João Ubaldo Ribeiro. Um brasileiro em Berlim. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira,1995. p. 109.

A propósito das relações entre sentido e pontuação, assinale a opção INCORRETA.

 

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2166008 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

Leia o texto a seguir para responder à pergunta.

Pequenos Choques - A Bandejinha

Os alemães não notam. Sei disso porque já tentei conversar com diversos deles sobre o assunto e eles não compreendem o que quero dizer, não vêem nada do que vejo. Em compensação, outros brasileiros notam, logo não devo estar inventando coisas. Refiro-me a dinheiro, mais precisamente a pagamentos. O relacionamento dos alemães com dinheiro é muito diferente do nosso. Claro, dirão os mais bem-informados, na Alemanha existe dinheiro e no Brasil existem apenas uns papeluchos engraçados que mudam toda semana e que o governo insiste em dizer que é dinheiro, mas ninguém acredita. Verdade, verdade, cruel verdade(a), e certamente isto tem qualquer coisa a ver com o problema, mas há algo mais, porque já estive em muitos outros países onde também há dinheiro e insisto que os alemães são diferentes. No começo, a gente se assustava e eu atribuía tudo a minha aparência de contrabandista paraguaio foragido da Interpol.(b) Mas depois percebi que o fenômeno é genérico e cheguei mesmo a inventar maneiras de me divertir com ele. Repito que isso é imperceptível para os próprios alemães, assim como um peixe deve achar que o mundo é feito de água, mas a primeira coisa que a gente nota, na hora de pagar, é que se estabelece um imediato clima de ansiedade e tensão, que só se dissipa depois que tiramos o dinheiro do bolso, pagamos e recebemos o troco, tudo rigorosissimamente contado. "São dezoito marcos e vinte e dois", diz a mocinha do balcão, e um silêncio carregado se estabelece, enquanto os olhos dela acompanham nervosamente o desenrolar da operação. A impressão que se tem é que, se alguém der um tiro de canhão lá fora, ela só vai perguntar o que houve depois de ter certeza de que tudo foi feito corretamente. Pagamento completado, tudo certo, o ambiente se desanuvia, há sorrisos, quase suspiros de alívio que barulho foi esse lá fora, alguém deu um tiro de canhão?

Num táxi carioca, o passageiro é quem pergunta quanto foi a corrida, enquanto o motorista se queixa dos buracos no asfalto ou indaga se não é nesta rua que mora uma famosa cantora. Na Alemanha, o motorista pára, desliga o taxímetro e, antes que outra palavra seja pronunciada, anuncia o custo. Não me lembro de ter perguntado, na Alemanha, o preço de qualquer coisa ou serviço. Assim que se torna evidente que vou comprar, o atendente me diz quanto devo, sem esperar que eu pergunte (e o tal clima ansioso se instaura instantaneamente). Se eu nunca tivesse ouvido falar na Alemanha e de repente me visse vivendo aqui, ia passar algum tempo achando que uma das coisas mais comuns aqui é o sujeito entrar numa loja, pedir uma coisa e sair sem pagar daí o nervosismo que envolve os pagamentos.

Finalmente, a bandejinha. Agora já sabemos que, quando Deus criou o mundo, criou a bandejinha(c) e que sem ela a civilização é impossível, mas levamos algum tempo para nos habituarmos. A bandejinha me pegou logo nos primeiros dias de minha vida em Berlim, na tabacaria aqui da esquina. Pedi um maço de cigarros, fui imediatamente informado do preço, estendi o dinheiro para a senhora do balcão e ela não o tomou da minha mão, mas apenas me encarou em silêncio, com um ar severo e talvez um pouco impaciente. Não entendi, me atrapalhei, conferi o dinheiro qual era o problema? Só então observei que o olhar dela ia de meu rosto para a bandejinha ao lado da registradora. Já conhecia a bandejinha de breves estadas anteriores na Alemanha, mas havia esquecido dela. Claro, a bandejinha! Depositei o dinheiro na bandejinha, ela fez a cara satisfeita de quem havia acabado de dar uma lição, agradeceu e pôs o troco na bandejinha.

Depois disso, ainda tive alguns problemas por esquecer da bandejinha(d), como no dia em que entreguei o dinheiro da passagem ao motorista de um ônibus e ele me disse algumas coisas que não entendi, mas que tenho certeza de que não eram para me elogiar. Agora não esqueço mais, cumpro os usos da terra e não discuto. Não sei por que os alemães não gostam de que lhes entreguem o pagamento diretamente nas mãos, não sei nem se é uma exigência do Bundesbank, mas nem esmola eu dou mais na mão, aqui em Berlim. Jogo a moeda no chapéu ou na caixinha do pedinte, não quero ser espinafrado em plena Breidscheidplatz. E, de qualquer forma, como disse antes, a bandejinha às vezes me diverte. Vingo-me todo dia do motorista de ônibus que me disse desaforos por causa da bandejinha. Conto cuidadosamente moedas, fazendo questão de incluir muitas de dez pfennig, junto o preço exato da passagem e ponho uma pilhazinha na bandeja. E Deus há de perdoar-me tenho um prazerzinho sádico em ver o sobressalto do motorista e o gesto ansioso com que ele espalha as moedas para contá-las e, dois segundos depois, quase despenca na cadeira, aliviado em ver que a conta está certa e que, no meio das moedas, não há nenhum zloty, ou qualquer coisa assim. Mas vou parar com isso, tenho medo de algum dia matar um de enfarte.

João Ubaldo Ribeiro. Um brasileiro em Berlim. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira,1995. p. 109.

O texto é marcado pelo humorismo. Os itens a seguir contêm exemplos disso, EXCETO:

 

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