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Nos últimos anos, verificou-se um aumento na incidência de acidentes vasculares cerebrais (AVC), conhecidos popularmente como derrames cerebrais. Entre os principais fatores de risco para a ocorrência de AVC, citam-se a hipertensão arterial, o colesterol elevado, a obesidade, o sedentarismo, o diabetes melito, o tabagismo e o uso de anticoncepcionais.
O derrame cerebral é a causa mais frequente de problemas crônicos em indivíduos adultos, em todo o mundo.
Aproximadamente um terço das pessoas que sofrem um AVC permanece com alguma alteração na função motora, sensorial, perceptiva, no comportamento ou na comunicação, sendo muito comum a afasia, distúrbio que consiste na dificuldade de expressão e(ou) compreensão da linguagem falada e(ou) escrita. O grau de comprometimento da linguagem varia de acordo com a localização e a extensão da lesão adquirida no cérebro.
Um dos tipos de afasia, denominado afasia motora eferente ou afasia de broca, caracteriza-se pela dificuldade de falar, apesar de a compreensão da linguagem ficar preservada. A capacidade de construção das frases é bastante prejudicada, assim como a de nomeação de pessoas e objetos. A escrita e a leitura em voz alta também podem ficar muito comprometidas, porém a leitura silenciosa é executada normalmente. Os pacientes têm consciência do seu déficit e, em consequência disso, frustram-se facilmente.
Outro tipo de afasia, a sensorial ou de Wernicke, consiste na dificuldade de compreensão da linguagem. A fala é fluente, porém o discurso é vago, sem muito sentido, fora do objetivo da conversa. Podem existir parafasias, ou seja, substituições de uma palavra por outra (“caneta” por “lápis”) ou de um som por outro (“gato” por “pato”). A compreensão da leitura também pode ser prejudicada. Em geral, essas pessoas não se dão conta do seu problema.
As alterações na comunicação interferem diretamente na qualidade de vida do sujeito afásico porque comprometem sua participação social e afetam tanto a estrutura familiar quanto a profissional, sendo a depressão uma consequência comum nesse caso.
Para tratar a afasia, não há medicamentos ou cirurgias. O tratamento é terapêutico e deve ser realizado por uma equipe multiprofissional. O fonoaudiólogo é fundamental nesse processo de reabilitação, pois é o responsável por estimular as capacidades linguísticas desses pacientes. O terapeuta ocupacional deve atuar para promover a autonomia do sujeito afásico e sua reinserção no contexto familiar, social e profissional. Quando o paciente se sentir deprimido ou apresentar algum sintoma de ordem psicológica, deve ser acompanhado por psicólogo.
Recomenda-se que a reabilitação se inicie logo que os sintomas apareçam, pois, assim, pode-se obter uma melhor resposta do cérebro. Os resultados do tratamento e sua duração dependem da extensão da lesão, do grau de comprometimento das funções neurológicas, da saúde geral do afásico e de sua motivação. Vale ressaltar a importância do envolvimento dos familiares e amigos para a evolução terapêutica.
Internet: <www.isaude.com.br> (com adaptações).
No que diz respeito a aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A supressão da vírgula empregada após “afasia” não prejudicaria a coerência do texto, mas comprometeria a sua correção gramatical.
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Nos últimos anos, verificou-se um aumento na incidência de acidentes vasculares cerebrais (AVC), conhecidos popularmente como derrames cerebrais. Entre os principais fatores de risco para a ocorrência de AVC, citam-se a hipertensão arterial, o colesterol elevado, a obesidade, o sedentarismo, o diabetes melito, o tabagismo e o uso de anticoncepcionais.
O derrame cerebral é a causa mais frequente de problemas crônicos em indivíduos adultos, em todo o mundo.
Aproximadamente um terço das pessoas que sofrem um AVC permanece com alguma alteração na função motora, sensorial, perceptiva, no comportamento ou na comunicação, sendo muito comum a afasia, distúrbio que consiste na dificuldade de expressão e(ou) compreensão da linguagem falada e(ou) escrita. O grau de comprometimento da linguagem varia de acordo com a localização e a extensão da lesão adquirida no cérebro.
Um dos tipos de afasia, denominado afasia motora eferente ou afasia de broca, caracteriza-se pela dificuldade de falar, apesar de a compreensão da linguagem ficar preservada. A capacidade de construção das frases é bastante prejudicada, assim como a de nomeação de pessoas e objetos. A escrita e a leitura em voz alta também podem ficar muito comprometidas, porém a leitura silenciosa é executada normalmente. Os pacientes têm consciência do seu déficit e, em consequência disso, frustram-se facilmente.
Outro tipo de afasia, a sensorial ou de Wernicke, consiste na dificuldade de compreensão da linguagem. A fala é fluente, porém o discurso é vago, sem muito sentido, fora do objetivo da conversa. Podem existir parafasias, ou seja, substituições de uma palavra por outra (“caneta” por “lápis”) ou de um som por outro (“gato” por “pato”). A compreensão da leitura também pode ser prejudicada. Em geral, essas pessoas não se dão conta do seu problema.
As alterações na comunicação interferem diretamente na qualidade de vida do sujeito afásico porque comprometem sua participação social e afetam tanto a estrutura familiar quanto a profissional, sendo a depressão uma consequência comum nesse caso.
Para tratar a afasia, não há medicamentos ou cirurgias. O tratamento é terapêutico e deve ser realizado por uma equipe multiprofissional. O fonoaudiólogo é fundamental nesse processo de reabilitação, pois é o responsável por estimular as capacidades linguísticas desses pacientes. O terapeuta ocupacional deve atuar para promover a autonomia do sujeito afásico e sua reinserção no contexto familiar, social e profissional. Quando o paciente se sentir deprimido ou apresentar algum sintoma de ordem psicológica, deve ser acompanhado por psicólogo.
Recomenda-se que a reabilitação se inicie logo que os sintomas apareçam, pois, assim, pode-se obter uma melhor resposta do cérebro. Os resultados do tratamento e sua duração dependem da extensão da lesão, do grau de comprometimento das funções neurológicas, da saúde geral do afásico e de sua motivação. Vale ressaltar a importância do envolvimento dos familiares e amigos para a evolução terapêutica.
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No que diz respeito a aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
O vocábulo “porque” introduz um segmento que expressa a consequência da interferência direta das alterações na comunicação do afásico.
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Nos últimos anos, verificou-se um aumento na incidência de acidentes vasculares cerebrais (AVC), conhecidos popularmente como derrames cerebrais. Entre os principais fatores de risco para a ocorrência de AVC, citam-se a hipertensão arterial, o colesterol elevado, a obesidade, o sedentarismo, o diabetes melito, o tabagismo e o uso de anticoncepcionais.
O derrame cerebral é a causa mais frequente de problemas crônicos em indivíduos adultos, em todo o mundo.
Aproximadamente um terço das pessoas que sofrem um AVC permanece com alguma alteração na função motora, sensorial, perceptiva, no comportamento ou na comunicação, sendo muito comum a afasia, distúrbio que consiste na dificuldade de expressão e(ou) compreensão da linguagem falada e(ou) escrita. O grau de comprometimento da linguagem varia de acordo com a localização e a extensão da lesão adquirida no cérebro.
Um dos tipos de afasia, denominado afasia motora eferente ou afasia de broca, caracteriza-se pela dificuldade de falar, apesar de a compreensão da linguagem ficar preservada. A capacidade de construção das frases é bastante prejudicada, assim como a de nomeação de pessoas e objetos. A escrita e a leitura em voz alta também podem ficar muito comprometidas, porém a leitura silenciosa é executada normalmente. Os pacientes têm consciência do seu déficit e, em consequência disso, frustram-se facilmente.
Outro tipo de afasia, a sensorial ou de Wernicke, consiste na dificuldade de compreensão da linguagem. A fala é fluente, porém o discurso é vago, sem muito sentido, fora do objetivo da conversa. Podem existir parafasias, ou seja, substituições de uma palavra por outra (“caneta” por “lápis”) ou de um som por outro (“gato” por “pato”). A compreensão da leitura também pode ser prejudicada. Em geral, essas pessoas não se dão conta do seu problema.
As alterações na comunicação interferem diretamente na qualidade de vida do sujeito afásico porque comprometem sua participação social e afetam tanto a estrutura familiar quanto a profissional, sendo a depressão uma consequência comum nesse caso.
Para tratar a afasia, não há medicamentos ou cirurgias. O tratamento é terapêutico e deve ser realizado por uma equipe multiprofissional. O fonoaudiólogo é fundamental nesse processo de reabilitação, pois é o responsável por estimular as capacidades linguísticas desses pacientes. O terapeuta ocupacional deve atuar para promover a autonomia do sujeito afásico e sua reinserção no contexto familiar, social e profissional. Quando o paciente se sentir deprimido ou apresentar algum sintoma de ordem psicológica, deve ser acompanhado por psicólogo.
Recomenda-se que a reabilitação se inicie logo que os sintomas apareçam, pois, assim, pode-se obter uma melhor resposta do cérebro. Os resultados do tratamento e sua duração dependem da extensão da lesão, do grau de comprometimento das funções neurológicas, da saúde geral do afásico e de sua motivação. Vale ressaltar a importância do envolvimento dos familiares e amigos para a evolução terapêutica.
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No que diz respeito a aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Dadas as relações coesivas do texto, é correto afirmar que, no segmento “assim como a de nomeação de pessoas e objetos”, o vocábulo “a” está empregado em referência a “frases”.
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O derrame cerebral é a causa mais frequente de problemas crônicos em indivíduos adultos, em todo o mundo.
Aproximadamente um terço das pessoas que sofrem um AVC permanece com alguma alteração na função motora, sensorial, perceptiva, no comportamento ou na comunicação, sendo muito comum a afasia, distúrbio que consiste na dificuldade de expressão e(ou) compreensão da linguagem falada e(ou) escrita. O grau de comprometimento da linguagem varia de acordo com a localização e a extensão da lesão adquirida no cérebro.
Um dos tipos de afasia, denominado afasia motora eferente ou afasia de broca, caracteriza-se pela dificuldade de falar, apesar de a compreensão da linguagem ficar preservada. A capacidade de construção das frases é bastante prejudicada, assim como a de nomeação de pessoas e objetos. A escrita e a leitura em voz alta também podem ficar muito comprometidas, porém a leitura silenciosa é executada normalmente. Os pacientes têm consciência do seu déficit e, em consequência disso, frustram-se facilmente.
Outro tipo de afasia, a sensorial ou de Wernicke, consiste na dificuldade de compreensão da linguagem. A fala é fluente, porém o discurso é vago, sem muito sentido, fora do objetivo da conversa. Podem existir parafasias, ou seja, substituições de uma palavra por outra (“caneta” por “lápis”) ou de um som por outro (“gato” por “pato”). A compreensão da leitura também pode ser prejudicada. Em geral, essas pessoas não se dão conta do seu problema.
As alterações na comunicação interferem diretamente na qualidade de vida do sujeito afásico porque comprometem sua participação social e afetam tanto a estrutura familiar quanto a profissional, sendo a depressão uma consequência comum nesse caso.
Para tratar a afasia, não há medicamentos ou cirurgias. O tratamento é terapêutico e deve ser realizado por uma equipe multiprofissional. O fonoaudiólogo é fundamental nesse processo de reabilitação, pois é o responsável por estimular as capacidades linguísticas desses pacientes. O terapeuta ocupacional deve atuar para promover a autonomia do sujeito afásico e sua reinserção no contexto familiar, social e profissional. Quando o paciente se sentir deprimido ou apresentar algum sintoma de ordem psicológica, deve ser acompanhado por psicólogo.
Recomenda-se que a reabilitação se inicie logo que os sintomas apareçam, pois, assim, pode-se obter uma melhor resposta do cérebro. Os resultados do tratamento e sua duração dependem da extensão da lesão, do grau de comprometimento das funções neurológicas, da saúde geral do afásico e de sua motivação. Vale ressaltar a importância do envolvimento dos familiares e amigos para a evolução terapêutica.
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No que diz respeito a aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
Estaria mantida a correção gramatical do texto caso o predicado “é bastante prejudicada” estivesse flexionado no plural — são bastantes prejudicadas —, para concordar com “frases”.
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Nos últimos anos, verificou-se um aumento na incidência de acidentes vasculares cerebrais (AVC), conhecidos popularmente como derrames cerebrais. Entre os principais fatores de risco para a ocorrência de AVC, citam-se a hipertensão arterial, o colesterol elevado, a obesidade, o sedentarismo, o diabetes melito, o tabagismo e o uso de anticoncepcionais.
O derrame cerebral é a causa mais frequente de problemas crônicos em indivíduos adultos, em todo o mundo.
Aproximadamente um terço das pessoas que sofrem um AVC permanece com alguma alteração na função motora, sensorial, perceptiva, no comportamento ou na comunicação, sendo muito comum a afasia, distúrbio que consiste na dificuldade de expressão e(ou) compreensão da linguagem falada e(ou) escrita. O grau de comprometimento da linguagem varia de acordo com a localização e a extensão da lesão adquirida no cérebro.
Um dos tipos de afasia, denominado afasia motora eferente ou afasia de broca, caracteriza-se pela dificuldade de falar, apesar de a compreensão da linguagem ficar preservada. A capacidade de construção das frases é bastante prejudicada, assim como a de nomeação de pessoas e objetos. A escrita e a leitura em voz alta também podem ficar muito comprometidas, porém a leitura silenciosa é executada normalmente. Os pacientes têm consciência do seu déficit e, em consequência disso, frustram-se facilmente.
Outro tipo de afasia, a sensorial ou de Wernicke, consiste na dificuldade de compreensão da linguagem. A fala é fluente, porém o discurso é vago, sem muito sentido, fora do objetivo da conversa. Podem existir parafasias, ou seja, substituições de uma palavra por outra (“caneta” por “lápis”) ou de um som por outro (“gato” por “pato”). A compreensão da leitura também pode ser prejudicada. Em geral, essas pessoas não se dão conta do seu problema.
As alterações na comunicação interferem diretamente na qualidade de vida do sujeito afásico porque comprometem sua participação social e afetam tanto a estrutura familiar quanto a profissional, sendo a depressão uma consequência comum nesse caso.
Para tratar a afasia, não há medicamentos ou cirurgias. O tratamento é terapêutico e deve ser realizado por uma equipe multiprofissional. O fonoaudiólogo é fundamental nesse processo de reabilitação, pois é o responsável por estimular as capacidades linguísticas desses pacientes. O terapeuta ocupacional deve atuar para promover a autonomia do sujeito afásico e sua reinserção no contexto familiar, social e profissional. Quando o paciente se sentir deprimido ou apresentar algum sintoma de ordem psicológica, deve ser acompanhado por psicólogo.
Recomenda-se que a reabilitação se inicie logo que os sintomas apareçam, pois, assim, pode-se obter uma melhor resposta do cérebro. Os resultados do tratamento e sua duração dependem da extensão da lesão, do grau de comprometimento das funções neurológicas, da saúde geral do afásico e de sua motivação. Vale ressaltar a importância do envolvimento dos familiares e amigos para a evolução terapêutica.
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No que diz respeito a aspectos linguísticos do texto, julgue o item.
A flexão verbal na terceira pessoa do plural em “citam-se” justifica-se por ser o sujeito da oração composto de vários núcleos.
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O derrame cerebral é a causa mais frequente de problemas crônicos em indivíduos adultos, em todo o mundo.
Aproximadamente um terço das pessoas que sofrem um AVC permanece com alguma alteração na função motora, sensorial, perceptiva, no comportamento ou na comunicação, sendo muito comum a afasia, distúrbio que consiste na dificuldade de expressão e(ou) compreensão da linguagem falada e(ou) escrita. O grau de comprometimento da linguagem varia de acordo com a localização e a extensão da lesão adquirida no cérebro.
Um dos tipos de afasia, denominado afasia motora eferente ou afasia de broca, caracteriza-se pela dificuldade de falar, apesar de a compreensão da linguagem ficar preservada. A capacidade de construção das frases é bastante prejudicada, assim como a de nomeação de pessoas e objetos. A escrita e a leitura em voz alta também podem ficar muito comprometidas, porém a leitura silenciosa é executada normalmente. Os pacientes têm consciência do seu déficit e, em consequência disso, frustram-se facilmente.
Outro tipo de afasia, a sensorial ou de Wernicke, consiste na dificuldade de compreensão da linguagem. A fala é fluente, porém o discurso é vago, sem muito sentido, fora do objetivo da conversa. Podem existir parafasias, ou seja, substituições de uma palavra por outra (“caneta” por “lápis”) ou de um som por outro (“gato” por “pato”). A compreensão da leitura também pode ser prejudicada. Em geral, essas pessoas não se dão conta do seu problema.
As alterações na comunicação interferem diretamente na qualidade de vida do sujeito afásico porque comprometem sua participação social e afetam tanto a estrutura familiar quanto a profissional, sendo a depressão uma consequência comum nesse caso.
Para tratar a afasia, não há medicamentos ou cirurgias. O tratamento é terapêutico e deve ser realizado por uma equipe multiprofissional. O fonoaudiólogo é fundamental nesse processo de reabilitação, pois é o responsável por estimular as capacidades linguísticas desses pacientes. O terapeuta ocupacional deve atuar para promover a autonomia do sujeito afásico e sua reinserção no contexto familiar, social e profissional. Quando o paciente se sentir deprimido ou apresentar algum sintoma de ordem psicológica, deve ser acompanhado por psicólogo.
Recomenda-se que a reabilitação se inicie logo que os sintomas apareçam, pois, assim, pode-se obter uma melhor resposta do cérebro. Os resultados do tratamento e sua duração dependem da extensão da lesão, do grau de comprometimento das funções neurológicas, da saúde geral do afásico e de sua motivação. Vale ressaltar a importância do envolvimento dos familiares e amigos para a evolução terapêutica.
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Em relação à tipologia do texto, às ideias nele expressas e à adequação da linguagem à correspondência oficial, julgue o item.
Infere-se da leitura do texto que o tratamento terapêutico da afasia é tão eficiente que se tornam desnecessários tanto o uso de medicamentos quanto a interferência médica por meio de cirurgias.
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O derrame cerebral é a causa mais frequente de problemas crônicos em indivíduos adultos, em todo o mundo.
Aproximadamente um terço das pessoas que sofrem um AVC permanece com alguma alteração na função motora, sensorial, perceptiva, no comportamento ou na comunicação, sendo muito comum a afasia, distúrbio que consiste na dificuldade de expressão e(ou) compreensão da linguagem falada e(ou) escrita. O grau de comprometimento da linguagem varia de acordo com a localização e a extensão da lesão adquirida no cérebro.
Um dos tipos de afasia, denominado afasia motora eferente ou afasia de broca, caracteriza-se pela dificuldade de falar, apesar de a compreensão da linguagem ficar preservada. A capacidade de construção das frases é bastante prejudicada, assim como a de nomeação de pessoas e objetos. A escrita e a leitura em voz alta também podem ficar muito comprometidas, porém a leitura silenciosa é executada normalmente. Os pacientes têm consciência do seu déficit e, em consequência disso, frustram-se facilmente.
Outro tipo de afasia, a sensorial ou de Wernicke, consiste na dificuldade de compreensão da linguagem. A fala é fluente, porém o discurso é vago, sem muito sentido, fora do objetivo da conversa. Podem existir parafasias, ou seja, substituições de uma palavra por outra (“caneta” por “lápis”) ou de um som por outro (“gato” por “pato”). A compreensão da leitura também pode ser prejudicada. Em geral, essas pessoas não se dão conta do seu problema.
As alterações na comunicação interferem diretamente na qualidade de vida do sujeito afásico porque comprometem sua participação social e afetam tanto a estrutura familiar quanto a profissional, sendo a depressão uma consequência comum nesse caso.
Para tratar a afasia, não há medicamentos ou cirurgias. O tratamento é terapêutico e deve ser realizado por uma equipe multiprofissional. O fonoaudiólogo é fundamental nesse processo de reabilitação, pois é o responsável por estimular as capacidades linguísticas desses pacientes. O terapeuta ocupacional deve atuar para promover a autonomia do sujeito afásico e sua reinserção no contexto familiar, social e profissional. Quando o paciente se sentir deprimido ou apresentar algum sintoma de ordem psicológica, deve ser acompanhado por psicólogo.
Recomenda-se que a reabilitação se inicie logo que os sintomas apareçam, pois, assim, pode-se obter uma melhor resposta do cérebro. Os resultados do tratamento e sua duração dependem da extensão da lesão, do grau de comprometimento das funções neurológicas, da saúde geral do afásico e de sua motivação. Vale ressaltar a importância do envolvimento dos familiares e amigos para a evolução terapêutica.
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Em relação à tipologia do texto, às ideias nele expressas e à adequação da linguagem à correspondência oficial, julgue o item.
O parágrafo do texto é adequado para integrar um documento oficial no qual se solicite ao Conselho Federal de Fonoaudiologia a realização de um seminário com o seguinte tema: Alterações na comunicação, depressão e qualidade de vida do sujeito afásico.
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O derrame cerebral é a causa mais frequente de problemas crônicos em indivíduos adultos, em todo o mundo.
Aproximadamente um terço das pessoas que sofrem um AVC permanece com alguma alteração na função motora, sensorial, perceptiva, no comportamento ou na comunicação, sendo muito comum a afasia, distúrbio que consiste na dificuldade de expressão e(ou) compreensão da linguagem falada e(ou) escrita. O grau de comprometimento da linguagem varia de acordo com a localização e a extensão da lesão adquirida no cérebro.
Um dos tipos de afasia, denominado afasia motora eferente ou afasia de broca, caracteriza-se pela dificuldade de falar, apesar de a compreensão da linguagem ficar preservada. A capacidade de construção das frases é bastante prejudicada, assim como a de nomeação de pessoas e objetos. A escrita e a leitura em voz alta também podem ficar muito comprometidas, porém a leitura silenciosa é executada normalmente. Os pacientes têm consciência do seu déficit e, em consequência disso, frustram-se facilmente.
Outro tipo de afasia, a sensorial ou de Wernicke, consiste na dificuldade de compreensão da linguagem. A fala é fluente, porém o discurso é vago, sem muito sentido, fora do objetivo da conversa. Podem existir parafasias, ou seja, substituições de uma palavra por outra (“caneta” por “lápis”) ou de um som por outro (“gato” por “pato”). A compreensão da leitura também pode ser prejudicada. Em geral, essas pessoas não se dão conta do seu problema.
As alterações na comunicação interferem diretamente na qualidade de vida do sujeito afásico porque comprometem sua participação social e afetam tanto a estrutura familiar quanto a profissional, sendo a depressão uma consequência comum nesse caso.
Para tratar a afasia, não há medicamentos ou cirurgias. O tratamento é terapêutico e deve ser realizado por uma equipe multiprofissional. O fonoaudiólogo é fundamental nesse processo de reabilitação, pois é o responsável por estimular as capacidades linguísticas desses pacientes. O terapeuta ocupacional deve atuar para promover a autonomia do sujeito afásico e sua reinserção no contexto familiar, social e profissional. Quando o paciente se sentir deprimido ou apresentar algum sintoma de ordem psicológica, deve ser acompanhado por psicólogo.
Recomenda-se que a reabilitação se inicie logo que os sintomas apareçam, pois, assim, pode-se obter uma melhor resposta do cérebro. Os resultados do tratamento e sua duração dependem da extensão da lesão, do grau de comprometimento das funções neurológicas, da saúde geral do afásico e de sua motivação. Vale ressaltar a importância do envolvimento dos familiares e amigos para a evolução terapêutica.
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Em relação à tipologia do texto, às ideias nele expressas e à adequação da linguagem à correspondência oficial, julgue o item.
Depreende-se da leitura do texto que o sentimento de frustração nos pacientes com afasia de broca acentua o comprometimento da linguagem, e a tomada de consciência dessa disfunção, por sua vez, frustra o indivíduo, o que cria um ciclo vicioso que gera depressão.
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O derrame cerebral é a causa mais frequente de problemas crônicos em indivíduos adultos, em todo o mundo.
Aproximadamente um terço das pessoas que sofrem um AVC permanece com alguma alteração na função motora, sensorial, perceptiva, no comportamento ou na comunicação, sendo muito comum a afasia, distúrbio que consiste na dificuldade de expressão e(ou) compreensão da linguagem falada e(ou) escrita. O grau de comprometimento da linguagem varia de acordo com a localização e a extensão da lesão adquirida no cérebro.
Um dos tipos de afasia, denominado afasia motora eferente ou afasia de broca, caracteriza-se pela dificuldade de falar, apesar de a compreensão da linguagem ficar preservada. A capacidade de construção das frases é bastante prejudicada, assim como a de nomeação de pessoas e objetos. A escrita e a leitura em voz alta também podem ficar muito comprometidas, porém a leitura silenciosa é executada normalmente. Os pacientes têm consciência do seu déficit e, em consequência disso, frustram-se facilmente.
Outro tipo de afasia, a sensorial ou de Wernicke, consiste na dificuldade de compreensão da linguagem. A fala é fluente, porém o discurso é vago, sem muito sentido, fora do objetivo da conversa. Podem existir parafasias, ou seja, substituições de uma palavra por outra (“caneta” por “lápis”) ou de um som por outro (“gato” por “pato”). A compreensão da leitura também pode ser prejudicada. Em geral, essas pessoas não se dão conta do seu problema.
As alterações na comunicação interferem diretamente na qualidade de vida do sujeito afásico porque comprometem sua participação social e afetam tanto a estrutura familiar quanto a profissional, sendo a depressão uma consequência comum nesse caso.
Para tratar a afasia, não há medicamentos ou cirurgias. O tratamento é terapêutico e deve ser realizado por uma equipe multiprofissional. O fonoaudiólogo é fundamental nesse processo de reabilitação, pois é o responsável por estimular as capacidades linguísticas desses pacientes. O terapeuta ocupacional deve atuar para promover a autonomia do sujeito afásico e sua reinserção no contexto familiar, social e profissional. Quando o paciente se sentir deprimido ou apresentar algum sintoma de ordem psicológica, deve ser acompanhado por psicólogo.
Recomenda-se que a reabilitação se inicie logo que os sintomas apareçam, pois, assim, pode-se obter uma melhor resposta do cérebro. Os resultados do tratamento e sua duração dependem da extensão da lesão, do grau de comprometimento das funções neurológicas, da saúde geral do afásico e de sua motivação. Vale ressaltar a importância do envolvimento dos familiares e amigos para a evolução terapêutica.
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Em relação à tipologia do texto, às ideias nele expressas e à adequação da linguagem à correspondência oficial, julgue o item.
Entende-se da leitura do texto que, em se tratando de afasia, quanto maior for a extensão da lesão cerebral causada por um AVC, maior será o grau de comprometimento da linguagem.
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O derrame cerebral é a causa mais frequente de problemas crônicos em indivíduos adultos, em todo o mundo.
Aproximadamente um terço das pessoas que sofrem um AVC permanece com alguma alteração na função motora, sensorial, perceptiva, no comportamento ou na comunicação, sendo muito comum a afasia, distúrbio que consiste na dificuldade de expressão e(ou) compreensão da linguagem falada e(ou) escrita. O grau de comprometimento da linguagem varia de acordo com a localização e a extensão da lesão adquirida no cérebro.
Um dos tipos de afasia, denominado afasia motora eferente ou afasia de broca, caracteriza-se pela dificuldade de falar, apesar de a compreensão da linguagem ficar preservada. A capacidade de construção das frases é bastante prejudicada, assim como a de nomeação de pessoas e objetos. A escrita e a leitura em voz alta também podem ficar muito comprometidas, porém a leitura silenciosa é executada normalmente. Os pacientes têm consciência do seu déficit e, em consequência disso, frustram-se facilmente.
Outro tipo de afasia, a sensorial ou de Wernicke, consiste na dificuldade de compreensão da linguagem. A fala é fluente, porém o discurso é vago, sem muito sentido, fora do objetivo da conversa. Podem existir parafasias, ou seja, substituições de uma palavra por outra (“caneta” por “lápis”) ou de um som por outro (“gato” por “pato”). A compreensão da leitura também pode ser prejudicada. Em geral, essas pessoas não se dão conta do seu problema.
As alterações na comunicação interferem diretamente na qualidade de vida do sujeito afásico porque comprometem sua participação social e afetam tanto a estrutura familiar quanto a profissional, sendo a depressão uma consequência comum nesse caso.
Para tratar a afasia, não há medicamentos ou cirurgias. O tratamento é terapêutico e deve ser realizado por uma equipe multiprofissional. O fonoaudiólogo é fundamental nesse processo de reabilitação, pois é o responsável por estimular as capacidades linguísticas desses pacientes. O terapeuta ocupacional deve atuar para promover a autonomia do sujeito afásico e sua reinserção no contexto familiar, social e profissional. Quando o paciente se sentir deprimido ou apresentar algum sintoma de ordem psicológica, deve ser acompanhado por psicólogo.
Recomenda-se que a reabilitação se inicie logo que os sintomas apareçam, pois, assim, pode-se obter uma melhor resposta do cérebro. Os resultados do tratamento e sua duração dependem da extensão da lesão, do grau de comprometimento das funções neurológicas, da saúde geral do afásico e de sua motivação. Vale ressaltar a importância do envolvimento dos familiares e amigos para a evolução terapêutica.
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Em relação à tipologia do texto, às ideias nele expressas e à adequação da linguagem à correspondência oficial, julgue o item.
O texto, que se caracteriza como dissertativo-informativo, trata da afasia, que consiste em uma alteração na função comunicativa, sendo uma das possíveis consequências de um acidente vascular cerebral.
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