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Foram encontradas 50 questões.

163808 Ano: 2018
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IADES
Orgão: CFM
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Na repartição de certa empresa, existem 3 assistentes administrativos. Durante todo o ano de 2017, cada um dos assistentes dessa repartição assumiu voluntariamente determinado valor em reais, a critério de cada um, para que fosse dividido de modo inversamente proporcional à quantidade de folhas desperdiçadas na elaboração de documentos.

enunciado 163781-1

Sabendo-se que o montante arrecadado durante todo o ano de 2017 foi de R$ 310,00 e que a quantidade de folhas desperdiçadas consta no quadro apresentado, o valor, em reais, que coube ao assistente administrativo que menos desperdiçou folhas de papel foi de

 

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163803 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IADES
Orgão: CFM
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Uma caixa d’água, na forma de um paralelepípedo retângulo cujas medidas são 0,120 dam de comprimento, 90 cm de largura e 1,35 m de altura, está com um terço da respectiva capacidade com água. O volume d’água, em metros cúbicos, que falta para deixar o reservatório completamente cheio é de
 

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163801 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IADES
Orgão: CFM
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Ao comprar uma calça e um par de tênis, que juntos custavam R$ 620,00, Miguel conseguiu o desconto de 25% no preço do par de tênis e de 20% no preço da calça. Ele percebeu que, após os descontos, os valores pagos pelos dois produtos ficaram iguais.

Considerando essa situação hipotética, assinale a alternativa correta.

 

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163790 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: CFM
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Texto 1

Enunciado 4062101-1

A cena apresentada pertence ao filme Jeca Tatu, estrelado pelo ator e diretor brasileiro Mazzaropi. O personagem foi criado por Monteiro Lobato em sua obra Urupês, que contém 14 histórias baseadas no trabalhador rural paulista e simboliza a situação do caipira brasileiro, abandonado pelos poderes públicos às doenças, ao atraso econômico, educacional e à indigência política.

Texto 2

Prolongamento das campanhas sanitárias, as expedições científicas do Instituto Oswaldo Cruz, no início do século 20, permitiram um maior conhecimento das moléstias que assolavam o País e possibilitaram a ocupação e a integração do interior brasileiro ao litoral, mais desenvolvido. O Brasil é um país doente, diziam os pesquisadores de Manguinhos. E provavam. O retrato sem retoques da miséria, da desnutrição e das moléstias de nosso povo, apresentado por eles em seus relatórios, vinha jogar por terra o idealismo romântico de nossos intelectuais, influenciando o movimento realista que surgia.

Essa influência se fez sentir em maior grau em Monteiro Lobato. Seu contato com as pesquisas de Manguinhos levaram o criador de Emília, integrante da célebre turma do Sítio do Picapau Amarelo, a alterar completamente a concepção de um de seus famosos personagens, o Jeca Tatu, e engajar-se em uma campanha pelo saneamento do País: “O Jeca não é assim: está assim, e podemos mudar sua realidade.”

Esse nome se generalizou no País todo como sinônimo de caipira, homem do interior muitas vezes acusado de preguiça, ignorância e acomodação. No prefácio à quarta edição de Urupês, em 1918, Lobato declarou: “Eu ignorava que eras assim, meu caro Jeca, por motivo de doenças tremendas. Está provado que tens no sangue e nas tripas todo um jardim zoológico da pior espécie. É essa bicharia cruel que te faz papudo, feio, molenga, inerte.”

Indignado com a situação da saúde no País, lançou-se em uma vigorosa campanha jornalística em favor do saneamento. Denunciou, sem medir as palavras, a realidade nacional, em que, à época, 17 milhões de pessoas sofriam com ancilostomose, três milhões com Chagas, dez milhões com malária e outros tantos com bócio, o popular “papo”.

Investiu contra os falsos patriotas que o criticaram por expor nossa miséria. Associou a questão sanitária à economia do País. Criticou os bacharéis e políticos, atribuindo-lhes a situação caótica do Brasil. Censurou o descaso de nossas elites, e é impressionante a atualidade de algumas de suas críticas. Denunciou fraudes nos produtos consumidos pela população e ironizou os poucos recursos concedidos à saúde pública. A campanha acabou forçando o governo a dar atenção ao problema, e o código sanitário foi remodelado, transformado em lei.

Mas Lobato achava necessário mobilizar não apenas as elites que seus artigos jornalísticos alcançavam. Igualmente importante seria alertar e educar o povo, principal vítima da falta de saneamento. Escreveu então Jeca Tatu - a ressurreição, mais conhecido como Jeca Tatuzinho, que serviu de inspiração para uma história em quadrinhos divulgada em todo o País por meio do Almanaque Biotônico Fontoura. Nessa narrativa, Jeca, considerado preguiçoso, bêbado e idiota por todos, descobria que sofria de amarelão, nome popular da ancilostomose. Tratava-se e transformava-se em um fazendeiro rico.

Disponível em: http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/ start.htm?infoid=1035&sid=7. Acesso em: 8 jan. 2018, com adaptações.

Leia o texto para responder à questão.

O trecho sublinhado no texto 2 (linhas 13 e 14) está isolado pela pontuação e exerce a função sintática de
 

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163786 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: CFM
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Texto 1

Enunciado 4062101-1

A cena apresentada pertence ao filme Jeca Tatu, estrelado pelo ator e diretor brasileiro Mazzaropi. O personagem foi criado por Monteiro Lobato em sua obra Urupês, que contém 14 histórias baseadas no trabalhador rural paulista e simboliza a situação do caipira brasileiro, abandonado pelos poderes públicos às doenças, ao atraso econômico, educacional e à indigência política.

Texto 2

Prolongamento das campanhas sanitárias, as expedições científicas do Instituto Oswaldo Cruz, no início do século 20, permitiram um maior conhecimento das moléstias que assolavam o País e possibilitaram a ocupação e a integração do interior brasileiro ao litoral, mais desenvolvido. O Brasil é um país doente, diziam os pesquisadores de Manguinhos. E provavam. O retrato sem retoques da miséria, da desnutrição e das moléstias de nosso povo, apresentado por eles em seus relatórios, vinha jogar por terra o idealismo romântico de nossos intelectuais, influenciando o movimento realista que surgia.

Essa influência se fez sentir em maior grau em Monteiro Lobato. Seu contato com as pesquisas de Manguinhos levaram o criador de Emília, integrante da célebre turma do Sítio do Picapau Amarelo, a alterar completamente a concepção de um de seus famosos personagens, o Jeca Tatu, e engajar-se em uma campanha pelo saneamento do País: “O Jeca não é assim: está assim, e podemos mudar sua realidade.”

Esse nome se generalizou no País todo como sinônimo de caipira, homem do interior muitas vezes acusado de preguiça, ignorância e acomodação. No prefácio à quarta edição de Urupês, em 1918, Lobato declarou: “Eu ignorava que eras assim, meu caro Jeca, por motivo de doenças tremendas. Está provado que tens no sangue e nas tripas todo um jardim zoológico da pior espécie. É essa bicharia cruel que te faz papudo, feio, molenga, inerte.”

Indignado com a situação da saúde no País, lançou-se em uma vigorosa campanha jornalística em favor do saneamento. Denunciou, sem medir as palavras, a realidade nacional, em que, à época, 17 milhões de pessoas sofriam com ancilostomose, três milhões com Chagas, dez milhões com malária e outros tantos com bócio, o popular “papo”.

Investiu contra os falsos patriotas que o criticaram por expor nossa miséria. Associou a questão sanitária à economia do País. Criticou os bacharéis e políticos, atribuindo-lhes a situação caótica do Brasil. Censurou o descaso de nossas elites, e é impressionante a atualidade de algumas de suas críticas. Denunciou fraudes nos produtos consumidos pela população e ironizou os poucos recursos concedidos à saúde pública. A campanha acabou forçando o governo a dar atenção ao problema, e o código sanitário foi remodelado, transformado em lei.

Mas Lobato achava necessário mobilizar não apenas as elites que seus artigos jornalísticos alcançavam. Igualmente importante seria alertar e educar o povo, principal vítima da falta de saneamento. Escreveu então Jeca Tatu - a ressurreição, mais conhecido como Jeca Tatuzinho, que serviu de inspiração para uma história em quadrinhos divulgada em todo o País por meio do Almanaque Biotônico Fontoura. Nessa narrativa, Jeca, considerado preguiçoso, bêbado e idiota por todos, descobria que sofria de amarelão, nome popular da ancilostomose. Tratava-se e transformava-se em um fazendeiro rico.

Disponível em: http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/ start.htm?infoid=1035&sid=7. Acesso em: 8 jan. 2018, com adaptações.

Leia o texto para responder à questão.

Ambos os verbos sublinhados no primeiro parágrafo do texto 2 (linhas 3 e 4) são

 

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163785 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: CFM
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Texto 1

Enunciado 4062101-1

A cena apresentada pertence ao filme Jeca Tatu, estrelado pelo ator e diretor brasileiro Mazzaropi. O personagem foi criado por Monteiro Lobato em sua obra Urupês, que contém 14 histórias baseadas no trabalhador rural paulista e simboliza a situação do caipira brasileiro, abandonado pelos poderes públicos às doenças, ao atraso econômico, educacional e à indigência política.

Texto 2

Prolongamento das campanhas sanitárias, as expedições científicas do Instituto Oswaldo Cruz, no início do século 20, permitiram um maior conhecimento das moléstias que assolavam o País e possibilitaram a ocupação e a integração do interior brasileiro ao litoral, mais desenvolvido. O Brasil é um país doente, diziam os pesquisadores de Manguinhos. E provavam. O retrato sem retoques da miséria, da desnutrição e das moléstias de nosso povo, apresentado por eles em seus relatórios, vinha jogar por terra o idealismo romântico de nossos intelectuais, influenciando o movimento realista que surgia.

Essa influência se fez sentir em maior grau em Monteiro Lobato. Seu contato com as pesquisas de Manguinhos levaram o criador de Emília, integrante da célebre turma do Sítio do Picapau Amarelo, a alterar completamente a concepção de um de seus famosos personagens, o Jeca Tatu, e engajar-se em uma campanha pelo saneamento do País: “O Jeca não é assim: está assim, e podemos mudar sua realidade.”

Esse nome se generalizou no País todo como sinônimo de caipira, homem do interior muitas vezes acusado de preguiça, ignorância e acomodação. No prefácio à quarta edição de Urupês, em 1918, Lobato declarou: “Eu ignorava que eras assim, meu caro Jeca, por motivo de doenças tremendas. Está provado que tens no sangue e nas tripas todo um jardim zoológico da pior espécie. É essa bicharia cruel que te faz papudo, feio, molenga, inerte.”

Indignado com a situação da saúde no País, lançou-se em uma vigorosa campanha jornalística em favor do saneamento. Denunciou, sem medir as palavras, a realidade nacional, em que, à época, 17 milhões de pessoas sofriam com ancilostomose, três milhões com Chagas, dez milhões com malária e outros tantos com bócio, o popular “papo”.

Investiu contra os falsos patriotas que o criticaram por expor nossa miséria. Associou a questão sanitária à economia do País. Criticou os bacharéis e políticos, atribuindo-lhes a situação caótica do Brasil. Censurou o descaso de nossas elites, e é impressionante a atualidade de algumas de suas críticas. Denunciou fraudes nos produtos consumidos pela população e ironizou os poucos recursos concedidos à saúde pública. A campanha acabou forçando o governo a dar atenção ao problema, e o código sanitário foi remodelado, transformado em lei.

Mas Lobato achava necessário mobilizar não apenas as elites que seus artigos jornalísticos alcançavam. Igualmente importante seria alertar e educar o povo, principal vítima da falta de saneamento. Escreveu então Jeca Tatu - a ressurreição, mais conhecido como Jeca Tatuzinho, que serviu de inspiração para uma história em quadrinhos divulgada em todo o País por meio do Almanaque Biotônico Fontoura. Nessa narrativa, Jeca, considerado preguiçoso, bêbado e idiota por todos, descobria que sofria de amarelão, nome popular da ancilostomose. Tratava-se e transformava-se em um fazendeiro rico.

Disponível em: <http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/ start.htm?infoid=1035&sid=7>. Acesso em: 8 jan. 2018, com adaptações.

No segundo parágrafo do texto 2, o trecho “a alterar completamente a concepção de um de seus famosos personagens” (linhas 14 e 15) apresenta, respectivamente, a partícula “a” com as funções de
 

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163783 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IADES
Orgão: CFM
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Texto

Evolução dos mosquitos

Os mosquitos surgiram provavelmente no Jurássico,

período em que os dinossauros dominavam a Terra e as

florestas tropicais eram mais quentes. Eles são dípteros, ou

seja, insetos que possuem um par de asas, como as moscas,

mas sua característica principal é que as fêmeas têm as

peças bucais alongadas, adaptadas para picar e sugar o

sangue de animais vertebrados. O primeiro fóssil conhecido

de mosquito data do período Cretáceo, tendo de 90 a 1

milhões de anos de idade. Ele pertence à espécie

Burmaculex antiquus, era uma fêmea e foi descoberto em

Myanmar (antiga Birmânia) em 1999, dentro de um

âmbar fossilizado.

De acordo com estudos recentes sobre evolução, o Aedes

aegypti teria surgido na África e de lá se espalhado por todo o

globo. No Brasil, diversos estudos apontam para a existência

de dois grupos diferentes de Aedes aegypti, um deles

relacionado aos mosquitos do oeste da África e outro aos

mosquitos encontrados hoje no Quênia, leste da África,

introduzidos no país em diversas levas. Isso nos mostra, mais

uma vez, que o Aedes é um mosquito exótico, ou seja, ele não

é originário daqui, e chegou ao Brasil junto com o tráfico de

escravos no século 16, que trazia pessoas do Benin, da Costa

do Marfim, de Angola e de outros países daquele continente.

Disponível em: http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1386&sid=7. Acesso em: 8 jan. 2018, com adaptações

Texto 4

Enunciado 4062107-1

Disponível em: <http://www.diariodepernambuco.com.br/app /noticia/ciencia-e-saude/2017/01/24/internas_cienciaesaude,685697/surtode-febre-amarela-ja-e-o-pior-em-dez-anos.shtml>. Acesso em: 8 jan. 2018.

Leia o texto para responder à questão.

A expressão “ou seja”, utilizada no primeiro parágrafo (linhas 3 e 4) e no segundo parágrafo (linha 20) do texto 3, pode, nas duas ocorrências, ser substituída, sem prejuízo de sentido nem de construção sintática, pelas expressões
 

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164031 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: IADES
Orgão: CFM
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enunciado 164031-1

Considere hipoteticamente que João da Silva enviou um e-mail para seis pessoas, como mostra a imagem apresentada. Caso Fernanda Lima utilize o recurso “responder a todos” para esse e-mail, quantas pessoas receberão essa resposta?

Questão Anulada

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164025 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: IADES
Orgão: CFM
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[...] Os links podem estar associados à execução de programas maliciosos. Você pode verificar isso no momento de passar o mouse sobre o link. O endereço do objeto do link aparece no canto inferior esquerdo da tela, como é mostrado na Figura 4.18.

enunciado 164025-1

Você também pode verificar, no finalzinho do link, se ele é direcionado para um arquivo. Algumas extensões podem indicar que o link é para um arquivo executável (um programa) ou um arquivo script. Provavelmente, é um vírus.

Disponível em: <http://estudio01.proj.ufsm.br/cadernos/ifpe/tecnico_

sistemas_energia_renovavel/arte_informatica_basica.pdf>.

Acesso em: 30 jan. 2018, com adaptações.


Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa que indica uma das extensões citadas no último parágrafo do texto.
Questão Anulada

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164024 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: IADES
Orgão: CFM
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enunciado 164024-1

A imagem apresentada mostra o preenchimento de uma planilha no Excel. Se o usuário pretende que o valor da soma dos processos apareça na célula B8, uma maneira de ele obter o valor correto, nessa célula, seria com a seguinte fórmula:

Questão Anulada

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