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RISCOS DE CONTÁGIO
Ao olharmos os desafios que temos pela frente para o próximo ano, não podemos nos despreocupar com os desdobramentos da crise mundial e suas repercussões no nosso país.
Recentemente, em reunião de que participei com empresários, na presença de diferentes ministros da área econômica, pude perceber uma forte motivação de trabalho em equipe e uma visão unificada sobre o crescimento da economia para 2012. Em contato mais recente com a imprensa, nossa presidente transmitiu confiança, reiterando que nossa economia possa nos próximos anos crescer de 4,5% a 5%, enquanto as previsões para o ano que se encerra estão em torno de 3%.
O ministro da Fazenda, em entrevista a diferentes jornais, reiterou essa confiança no crescimento da economia e listou os fatores que em sua opinião são capazes de sustentá-lo. Entre eles, lembrou a elevação do salário mínimo no primeiro trimestre, que deve injetar cerca de R$47 bilhões na economia, fortalecendo ainda mais a convicção de que o mercado interno será o grande ativo a diferenciar a nossa economia dos países desenvolvidos.
Outros aspectos por ele lembrados foram o crédito interno, o câmbio mais favorável aos exportadores, taxa de juros decrescendo, o PAC2 e o Minha Casa Minha Vida. (....)
Roberto Teixeira da Costa, O Globo, 31-12-2011
“Ao olharmos os desafios que temos pela frente para o próximo ano, não podemos nos despreocupar com os desdobramentos da crise mundial e suas repercussões no nosso país”. Nesse primeiro parágrafo do texto, os termos cujos significados dependem da situação comunicativa do texto são:
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| Dados: i = (0,975)4 = 0,90368789 i =(1,07)24 = 5,07236695 i =(1,07)9 = 1,83845921 i =(1,07)6 = 1,41851911 i =(1,05)12 =1,795856 i = (1,065)24 = 4,533050 i = (1,065)15 = 2,571841 i = (1,03)2 = 1,06090 i = (1,03)8 = 1,26677 log(1,03) = 0,012837 log(0,491933) = 0,308094 |
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Ao olharmos os desafios que temos pela frente para o próximo ano, não podemos nos despreocupar com os desdobramentos da crise mundial e suas repercussões no nosso país.
Recentemente, em reunião de que participei com empresários, na presença de diferentes ministros da área econômica, pude perceber uma forte motivação de trabalho em equipe e uma visão unificada sobre o crescimento da economia para 2012. Em contato mais recente com a imprensa, nossa presidente transmitiu confiança, reiterando que nossa economia possa nos próximos anos crescer de 4,5% a 5%, enquanto as previsões para o ano que se encerra estão em torno de 3%.
O ministro da Fazenda, em entrevista a diferentes jornais, reiterou essa confiança no crescimento da economia e listou os fatores que em sua opinião são capazes de sustentá-lo. Entre eles, lembrou a elevação do salário mínimo no primeiro trimestre, que deve injetar cerca de R$47 bilhões na economia, fortalecendo ainda mais a convicção de que o mercado interno será o grande ativo a diferenciar a nossa economia dos países desenvolvidos.
Outros aspectos por ele lembrados foram o crédito interno, o câmbio mais favorável aos exportadores, taxa de juros decrescendo, o PAC2 e o Minha Casa Minha Vida. (....)
Roberto Teixeira da Costa, O Globo, 31-12-2011
“O ministro da Fazenda, em entrevista a diferentes jornais, reiterou essa confiança no crescimento da economia...”; o emprego do verbo sublinhado é possível porque ele:
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Ao olharmos os desafios que temos pela frente para o próximo ano, não podemos nos despreocupar com os desdobramentos da crise mundial e suas repercussões no nosso país.
Recentemente, em reunião de que participei com empresários, na presença de diferentes ministros da área econômica, pude perceber uma forte motivação de trabalho em equipe e uma visão unificada sobre o crescimento da economia para 2012. Em contato mais recente com a imprensa, nossa presidente transmitiu confiança, reiterando que nossa economia possa nos próximos anos crescer de 4,5% a 5%, enquanto as previsões para o ano que se encerra estão em torno de 3%.
O ministro da Fazenda, em entrevista a diferentes jornais, reiterou essa confiança no crescimento da economia e listou os fatores que em sua opinião são capazes de sustentá-lo. Entre eles, lembrou a elevação do salário mínimo no primeiro trimestre, que deve injetar cerca de R$47 bilhões na economia, fortalecendo ainda mais a convicção de que o mercado interno será o grande ativo a diferenciar a nossa economia dos países desenvolvidos.
Outros aspectos por ele lembrados foram o crédito interno, o câmbio mais favorável aos exportadores, taxa de juros decrescendo, o PAC2 e o Minha Casa Minha Vida. (....)
Roberto Teixeira da Costa, O Globo, 31-12-2011
“O ministro da Fazenda, em entrevista a diferentes jornais...”; isso quer dizer que o ministro da Fazenda:
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