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Determinado cidadão ajuizou ação popular em que pleiteava a invalidação de contrato celebrado por entidade federal, cujas cláusulas, alegadamente, eram nulas e lesivas ao erário.
Indeferida a tutela provisória pleiteada na petição inicial, e após a apresentação da contestação e da réplica, o feito prosseguiu rumo à fase da instrução probatória, finda a qual, após o oferecimento da manifestação do Ministério Público, o juiz da causa julgou improcedente o pedido, por entender que os fatos alegados pelo autor não haviam sido suficientemente comprovados.
Sem que qualquer interessado houvesse interposto recurso de apelação, a sentença transitou em julgado.
Pouco tempo depois, em diligência empreendida no âmbito da Controladoria-Geral da União, obtiveram-se elementos conclusivos acerca da invalidade e da lesividade do contrato questionado na ação popular, o que permitiu que outro cidadão ajuizasse uma segunda ação popular para obter a invalidação do contrato, com requerimento de tutela provisória para suspender a sua execução.
Quanto ao segundo processo, é correto afirmar que:
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Em razão de indícios de irregularidades cometidas pelo gestor Caio, foi instaurado processo de fiscalização pela Controladoria-Geral da União.
Entendendo que o seu direito à ampla defesa não estava sendo observado, Caio intentou demanda para obter a invalidação judicial do processo administrativo, requerendo, a título de tutela provisória, a sua suspensão.
Tomando contato com a petição inicial, o juiz reputou presentes os requisitos legais para a concessão da liminar, determinando a suspensão do processo administrativo.
Vindo a tomar conhecimento do fato, Tício, outro gestor cuja atuação estava sendo fiscalizada pela Controladoria-Geral da União em processo administrativo distinto, entendendo que o seu direito à ampla defesa também havia sido violado, pleiteou o ingresso no polo ativo no feito em que Caio figurava como demandante, além da extensão, em seu favor, da tutela provisória originalmente concedida. Observando que o mesmo vício no processo administrativo respectivo parecia configurado, o juiz da causa, após colher a manifestação de Caio a respeito do tema, admitiu o ingresso de Tício no feito, estendendo-lhe os efeitos da liminar e determinando a citação da parte ré.
Pode-se afirmar que essa decisão judicial está:
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Suponha que o preço de um determinado ativo no tempo t é dado pela seguinte fórmula !$ p_t = p_0\,exp( \mu\,t + \sigma \sqrt{t} Z) !$ onde exp é a função exponencial, μ e σ são constantes e Z tem a distribuição normal padrão (com média 0 e variância 1).
Para valores !$ p_0 = 100,\,\,\mu = 0,1\,\sigma = 0,5 !$, e denotando a função de distribuição acumulada da normal padrão por !$ \phi !$ , a probabilidade de pt > 50 para t=1 corresponde a:
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Em geral, a estrutura de uma demonstração contábil contém informações, em um nível de detalhamento relevante, para atingir os objetivos da demonstração.
Tendo em vista a ampliação da compreensão das demonstrações contábeis a seus diversos usuários, estas são complementadas por informações adicionais dispostas em notas explicativas.
O Balanço Orçamentário de uma entidade pública, ao final de um dado exercício, apresentou déficit orçamentário expressivo, decorrente do volume de despesas executadas significativamente superior às receitas arrecadadas. Esse fato, em princípio, pode representar uma irregularidade.
Uma informação que pode ser apresentada em nota explicativa pela entidade para auxiliar na análise e compreensão desse cenário se refere a:
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Em 31/12/X0, uma entidade apresentava o seguinte balanço patrimonial:
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Ativo Ativo Circulante 300.000 Caixa 300.000 Ativo Total 300.000 |
Passivo Passivo Circulante 100.000 Fornecedores 100.000 Patrimônio Líquido 200.000 PL Total 300.000 |
Em 01/01/X1, a entidade pagou dois anos de aluguel antecipado no valor de R$ 120.000.
O fato traz os seguintes efeitos nos indicadores de liquidez e de endividamento da entidade:
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- Análise de Demonstrações ContábeisEstrutura de Capital e SolvênciaIndicadores de Endividamento e Solvência
Em 31/12/X0, uma sociedade empresária apresentava o seguinte balanço patrimonial:
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Ativo Ativo Circulante 50.000 Caixa 50.000 Ativo Não Circulante 80.000 Imobilizado Terrenos 80.000 |
Patrimônio Líquido130.000 |
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Ativo Total 130.000 |
PL Total 130.000 |
Em 02/04/X1, a sociedade empresária comprou computadores para serem utilizados em seu negócio por R$ 24.000 à vista. A sociedade empresária esperava utilizar os computadores durante três anos e doá-los ao final desse prazo. Além disso, contraiu um empréstimo bancário com vencimento em dois anos no valor de R$ 50.000.
Em 31/12/X1, a sociedade empresária fez um teste de recuperabilidade de seus ativos. Foi constatado que os terrenos apresentavam valor justo líquido de despesas de venda de R$ 100.000 e valor em uso de R$ 70.000. Já os computadores tinham valor justo líquido de despesas de venda de R$ 15.000 e valor em uso de R$ 17.000. Ainda, a sociedade empresária incorreu e pagou juros sobre o empréstimo no valor total de R$ 2.000.
Em 31/12/X1, o grau de imobilização do patrimônio líquido da sociedade empresária correspondia ao seguinte percentual:
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Em 31/12/X0, a entidade A apresentava o seguinte balanço patrimonial:
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Ativo Circulante Caixa 10.000 Estoques 12.000 Ativo Não Circulante - Imobilizado Terreno 20.000 |
Passivo Circulante Fornecedores 8.000 Capital Social 34.000 |
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Total 42.000 |
Total 42.000 |
Em 02/01/X1, a entidade A fez uma cisão parcial, originando a entidade B.
Na data da cisão:
• o saldo do caixa foi dividido igualmente entre as duas entidades;
• a entidade A recebeu o saldo integral do estoque e a entidade B recebeu o terreno;
• a entidade B ficou responsável por toda a dívida com os fornecedores.
Em relação à análise vertical das duas entidades após a cisão, é correto afirmar que:
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Uma entidade apresentava os seguintes indicadores de liquidez em X0 e em X1:
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X0 X1 Liquidez Imediata 0,5 0,5 Liquidez Corrente 1,1 1,1 Liquidez Geral 1,4 0,7 |
O seguinte fato pode explicar a variação dos indicadores:
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Um desafio sempre presente para as organizações, públicas ou privadas, é promover uma evidenciação apropriada, que satisfaça os objetivos da elaboração e divulgação da informação contábil. Esse desafio se tornou mais evidente com o processo de convergência aos padrões internacionais de contabilidade no âmbito do setor público, com o esforço para que a contabilidade tenha mais compromisso com a essência e menos com a forma.
Nesse contexto, um agente de controle estava avaliando um relatório de prestação de contas de um ente público, no qual foram apresentadas informações de natureza patrimonial, orçamentária e fiscal. Durante a análise, o agente verificou que um edifício em construção, com 75% das obras concluídas, não fora incluído no balanço patrimonial do ente. Porém, notas explicativas traziam informações sobre a obra em andamento, incluindo o valor alocado à construção até o final do exercício financeiro em análise.
Diante dessa constatação e à luz dos procedimentos contábeis patrimoniais aplicáveis às entidades públicas, o agente de controle avalia que:
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A tabela a seguir apresenta a execução de despesas orçamentárias da União em diversos exercícios (2016 a 2020), fazendo, ainda, um comparativo com os estágios do ciclo orçamentário de 2021, que inclui o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) encaminhado pelo presidente da República, as consequentes alterações promovidas pelo Congresso Nacional (autógrafo) e, finalmente, a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) após os vetos ao projeto de lei e posteriores contingenciamentos efetuados, por meio de decreto, pelo chefe do Poder Executivo.
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Discricionárias por RP (identificador de resultado primário) |
2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | ||
| Realizado | PLOA | Autógrafo |
Após Decreto 10.686 e Veto (abr/21) |
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RP 2 Não decorrentes de emendas |
95,6 | 83,6 | 97,2 | 130,9 | 476,3 | 112,4 | 91,7 |
74,6 |
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RP 3 PAC |
42,0 | 29,3 | 27,3 | 26,8 | 5,9 | - | - | - |
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RP 6 Emendas individuais |
4,9 | 4,5 | 7,9 | 7,4 | 9,3 | - | 9,7 | 9,7 |
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RP 7 Emendas de bancada |
- | 0,8 | 2,2 | 2,7 | 5,1 | - | 7,3 | 7,3 |
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RP 8 Emendas de comissão |
- | - | - | - | 0,3 | - | 1,4 | - |
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RP 9 Emendas de relator-geral |
- | - | - | - | 7,0 | - | 29,0 |
18,6 |
| TOTAL | 142,5 | 118,2 | 134,5 | 167,8 | 503,8 | 112,4 | 139,1 |
110,1 |
Considerando os dados apresentados na tabela acima, é correto afirmar que:
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