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Texto II para a questão
Sacolas plásticas na mira
Calcula-se que 14 bilhões de sacolinhas sejam distribuídas nos estabelecimentos comerciais do país a cada ano – para então serem descartadas pelos fregueses e se transformarem em um dos mais danosos elementos da poluição ambiental.
Antiecológicas da matéria-prima ao processo de produção, elas levam ainda centenas de anos para se degradar. Criam montanhas nos aterros sanitários, entopem córregos e transformam mares em lixões. Por isso, várias cidades estão abrindo guerra contra as sacolas plásticas e criando leis que limitam ou proíbem seu uso no comércio. No início de 2012, deve ser a vez de São Paulo, com regras que prometem mudar a rotina dos consumidores. Os detalhes da regulamentação serão definidos nos próximos meses. Mas, por enquanto, além de banir a venda e a distribuição dessas pestes, o texto da lei proíbe que fabricantes imprimam nelas frases sobre supostas vantagens ecológicas.
Isso porque existem embalagens feitas de materiais renováveis, como cana-de-açúcar e milho, que seriam, assim, mais sustentáveis. Mas ainda há informação escondida nas entrelinhas. “Matéria-prima renovável não é garantia de um produto biodegradável”, explica o engenheiro químico Helio Wiebeck, da Universidade de São Paulo.
Restringir o uso de sacolas plásticas tem impacto significativo no ambiente?
Sim, pois atualmente não há uso consciente nem descarte adequado desse tipo de embalagem. Embora fabricadas com material reciclável, estima-se que oito em cada dez sacolas plásticas sejam usadas como saco de lixo e, assim, tenham como destino os aterros sanitários. “Estimular o uso de embalagens duráveis é a principal vantagem dessas medidas, pois uma sociedade sustentável não pode se desenvolver com base em produtos descartáveis”, diz Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. Em Belo Horizonte, depois que a lei que restringe o uso das sacolas plásticas entrou em vigor, em abril deste ano, 75% dos consumidores passaram a levar ao supermercado suas próprias sacolas reutilizáveis.
(Veja – 01/06/2011 / com adaptações)
O texto apresenta várias informações a respeito do uso das sacolas plásticas dando ênfase a leis e regulamentações que LIMITAM, PROÍBEM e RESTRINGEM seu uso. Acerca dos vocábulos destacados anteriormente, marque a alternativa que completa as lacunas a seguir de acordo com o sentido de cada um apresentado no contexto.
As formas verbais LIMITAM e PROÍBEM possuem sentidos no texto. Limitar tem seu sentido equivalente a . Já exclui qualquer possibilidade de ocorrência da referida ação.
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Texto II para a questão
Sacolas plásticas na mira
Calcula-se que 14 bilhões de sacolinhas sejam distribuídas nos estabelecimentos comerciais do país a cada ano – para então serem descartadas pelos fregueses e se transformarem em um dos mais danosos elementos da poluição ambiental.
Antiecológicas da matéria-prima ao processo de produção, elas levam ainda centenas de anos para se degradar. Criam montanhas nos aterros sanitários, entopem córregos e transformam mares em lixões. Por isso, várias cidades estão abrindo guerra contra as sacolas plásticas e criando leis que limitam ou proíbem seu uso no comércio. No início de 2012, deve ser a vez de São Paulo, com regras que prometem mudar a rotina dos consumidores. Os detalhes da regulamentação serão definidos nos próximos meses. Mas, por enquanto, além de banir a venda e a distribuição dessas pestes, o texto da lei proíbe que fabricantes imprimam nelas frases sobre supostas vantagens ecológicas.
Isso porque existem embalagens feitas de materiais renováveis, como cana-de-açúcar e milho, que seriam, assim, mais sustentáveis. Mas ainda há informação escondida nas entrelinhas. “Matéria-prima renovável não é garantia de um produto biodegradável”, explica o engenheiro químico Helio Wiebeck, da Universidade de São Paulo.
Restringir o uso de sacolas plásticas tem impacto significativo no ambiente?
Sim, pois atualmente não há uso consciente nem descarte adequado desse tipo de embalagem. Embora fabricadas com material reciclável, estima-se que oito em cada dez sacolas plásticas sejam usadas como saco de lixo e, assim, tenham como destino os aterros sanitários. “Estimular o uso de embalagens duráveis é a principal vantagem dessas medidas, pois uma sociedade sustentável não pode se desenvolver com base em produtos descartáveis”, diz Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. Em Belo Horizonte, depois que a lei que restringe o uso das sacolas plásticas entrou em vigor, em abril deste ano, 75% dos consumidores passaram a levar ao supermercado suas próprias sacolas reutilizáveis.
(Veja – 01/06/2011 / com adaptações)
Associe as duas colunas, relacionando o vocábulo ao sentido do elemento em destaque que o compõe e, em seguida, marque a sequência correta desta classificação. (Alguns números não serão utilizados.)
(1) Oposição
(2) Anterioridade
(3) De si mesmo
(4) Vida
(5) Grande
(6) Ação conjunta
(7) Repetição
(8) Movimento através
( ) antiecológicas.
( ) biodegradável.
( ) supermercado.
( ) reutilizáveis.
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Segundo Brad Neville, em relação à classificação dos tumores odontogênicos, marque a alternativa que corresponda a um tumor de epitélio odontogênico.
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Entre os acessos cirúrgicos para a região da borda infraorbital, segundo Edward Ellis, qual deles apresenta o menor resultado estético?
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Texto I para a questão
Mundo sem sacolas
Em 1955 meu pai conseguiu realizar em Araraquara o projeto de sua vida, depois de ter trabalhado durante 35 anos na estrada de ferro, sem uma única falta. Chovesse, ventasse, estivesse doente, ele saía de manhã e ia para a Contadoria, escritório central. Uma imagem que guardo até hoje é a do velho Antonio de galocha, capa e guarda-chuva, chegando do trabalho, tomando banho e desfrutando uma gemada quente. Ao deixar a ferrovia, ele recebeu uma boa quantia, relativa à licença-prêmio, e com esse dinheiro abriu sua fábrica de sacos de papel, a primeira da cidade. Ele tinha percebido que nos armazéns (estava distante ainda o primeiro supermercado) e quitandas, os fregueses reclamavam da mercadoria embrulhada em jornal. Os donos respondiam: “Então, tragam suas sacolas, vou fazer o quê?”
A fábrica Brandão foi bem-sucedida. Começou na garagem de um médico tradicional, o doutor Aufiero (hoje pronto-socorro), cresceu, mudou para a Rua Cinco, a mais bela da cidade, com seus oitis que sofrem, constantemente, a ação impiedosa de podadores da prefeitura que os mutilam. Depois, outro pioneirismo, a fábrica se mudou para o bairro de Quitandinha (por que se chama assim? Influência do velho hotel de Petrópolis?), num tempo em que ninguém construía nada por ali. Meu pai acreditava nos sacos de papel e tinha em mente, no futuro, criar sacolas com alças. “Um dia vão ser de plástico”, garantia. Porém o comércio reagia contrariamente à ideia, alegava custos.
Mais tarde, quando meu pai já tinha vendido a fábrica ao sócio (na altura dos seus 75, 76 anos), as mentalidades mudaram, chegaram os supermercados, adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo. Meu pai e seus sonhos envolvendo sacos de papel e sacolas de plástico me vieram à cabeça quando fui morar em Berlim. Passei a notar forte relação entre alemães e suas sacolas. Via amigos guardando cuidadosamente as sacolinhas sempre que chegavam de alguma compra. Até que fui apanhado desprevenido num supermercado. A caixa perguntou se eu queria sacola, disse que sim e ela me cobrou. Aprendi então que, sempre que a sacola não trazia publicidade, era vendida. Se trazia anúncio, era de graça. Alemão se recusa a ser objeto de merchandising e ainda pagar por isso (como essa gente que paga para usar camiseta de Coca-Cola, por exemplo). Porém, o que eu mais notava é que 9 entre 10 alemães andavam com sacola na mão. Feliz, considerei que tinha feito uma grande observação. Até o dia em que, aqui no Brasil, meu filho me olhou e perguntou: “Pai, por que o senhor está sempre com uma sacolinha na mão?”
Era verdade. Mais do que isso. Não somente eu. Passei a observar as ruas, contar o número de pessoas que carregam sacolas, sacolinhas, sacoletas. Podia ver o que algumas continham: verduras, revistas, remédios, filmes de vídeo, livros, roupas, presentes, cosméticos (esta é uma das palavras mais feias da língua portuguesa). Portanto, não só na Alemanha, é no Brasil, no mundo. Somos todos sacoleiros. Universais. Pois não existem até os “sacolões” de frutas e verduras? Que tanta coisa temos a carregar? Eu já me senti estranho ao perceber que estava de mãos vazias. Quantas vezes não voltei a algum lugar para ver se tinha esquecido alguma coisa? Não tinha.
(...)
E me veio, subitamente, a imagem de que no mundo moderno é impossível viver sem a sacola. Mais do que necessidade, a sacola é o novo membro do corpo humano. No futuro, teremos uma raça humana diferente anatomicamente. As pessoas vão nascer com a sacola do lado, grudada ao ombro por uma alça, ou presa à cintura, uma raça prática.
(Brandão, Ignácio de Loyola, 1936.Coleção Melhores Crônicas – 1ª edição, Global Editora, São Paulo, 2004)
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da seguinte frase: “ alguns anos sacolas passaram a ser indispensáveis vida das pessoas.”
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A exposição gengival excessiva no sorriso pode ser causada por lábio superior curto, excesso vertical da maxila, coroas curtas dos incisivos e hipertrofia gengival. De acordo com essa afirmativa é correto afirmar que é aceitável
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Durante a inserção de um implante na região anterior de mandíbula, o cirurgião deve se preocupar em manter uma distância de no mínimo
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As fossetas labiais paramedianas podem ser componentes da Síndrome de
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A técnica anestésica que possui o maior índice de aspiração positiva é
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No que se refere às contraindicações locais e sistêmicas das extrações dentárias, analise:
I. Diabetes não-controlada, doença renal em estágio final com uremia intensa, angina pectoris instável e disritmias cardíacas graves constituem-se em algumas das contraindicações sistêmicas para as extrações dentárias.
II. Dentes cuja localização esteja no interior de tumores malignos não devem ser extraídos, em função da possibilidade de disseminação das células tumorais para outros sítios.
III. A gravidez pode ser considerada uma contraindicação relativa para as extrações dentárias, haja vista que, se possível, as exodontias apenas devem ser evitadas no segundo e terceiro semestres de gravidez.
IV. A inflamação do capuz pericoronário de um terceiro molar impactado constitui-se em uma contraindicação relativa às extrações dentárias, uma vez que as exodontias devem ser evitadas apenas nos casos de pericoronarite grave.
Estão corretas apenas as afirmativas
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