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Foi publicada em 1935 e, para a sua realização, é necessário que o paciente esteja com o plano de Camper paralelo ao plano horizontal e os raios centrais do feixe de radiação tenham sua incidência num ponto localizado 1,27 cm a frente e 5,08 cm acima do meato acústico externo e dirigido no sentido da articulação temporomandibular ao lado oposto. Tal afirmação refere-se à técnica de
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Na técnica periapical da bissetriz, existem os ângulos horizontais indicados da maxila e mandíbula. Relacione os itens a seguir e indique a sequência correta, de acordo com a afirmação anterior.
(1) Molares inferiores
(2) Caninos superiores
(3) Incisivos superiores
(4) Pré-molares inferiores
( ) 70º a 80º.
( ) 80º a 90º.
( ) 60º a 75º.
( ) 0º a 0º.
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Texto I para a questão
Mundo sem sacolas
Em 1955 meu pai conseguiu realizar em Araraquara o projeto de sua vida, depois de ter trabalhado durante 35 anos na estrada de ferro, sem uma única falta. Chovesse, ventasse, estivesse doente, ele saía de manhã e ia para a Contadoria(b), escritório central. Uma imagem que guardo até hoje é a do velho Antonio de galocha, capa e guarda-chuva, chegando do trabalho, tomando banho e desfrutando uma gemada quente. Ao deixar a ferrovia, ele recebeu uma boa quantia, relativa à licença-prêmio(c), e com esse dinheiro abriu sua fábrica de sacos de papel, a primeira da cidade. Ele tinha percebido que nos armazéns (estava distante ainda o primeiro supermercado) e quitandas, os fregueses reclamavam da mercadoria embrulhada em jornal. Os donos respondiam: “Então, tragam suas sacolas, vou fazer o quê?”
A fábrica Brandão foi bem-sucedida. Começou na garagem de um médico tradicional, o doutor Aufiero (hoje pronto-socorro), cresceu, mudou para a Rua Cinco, a mais bela da cidade, com seus oitis que sofrem, constantemente, a ação impiedosa de podadores da prefeitura que os mutilam. Depois, outro pioneirismo, a fábrica se mudou para o bairro de Quitandinha (por que se chama assim? Influência do velho hotel de Petrópolis?), num tempo em que ninguém construía nada por ali. Meu pai acreditava nos sacos de papel(a) e tinha em mente, no futuro, criar sacolas com alças. “Um dia vão ser de plástico”, garantia. Porém o comércio reagia contrariamente à ideia, alegava custos.
Mais tarde, quando meu pai já tinha vendido a fábrica ao sócio (na altura dos seus 75, 76 anos), as mentalidades mudaram, chegaram os supermercados, adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo. Meu pai e seus sonhos envolvendo sacos de papel e sacolas de plástico me vieram à cabeça quando fui morar em Berlim. Passei a notar forte relação entre alemães e suas sacolas. Via amigos guardando cuidadosamente as sacolinhas sempre que chegavam de alguma compra. Até que fui apanhado desprevenido num supermercado. A caixa perguntou se eu queria sacola, disse que sim e ela me cobrou. Aprendi então que, sempre que a sacola não trazia publicidade, era vendida. Se trazia anúncio, era de graça. Alemão se recusa a ser objeto de merchandising e ainda pagar por isso (como essa gente que paga para usar camiseta de Coca-Cola, por exemplo). Porém, o que eu mais notava é que 9 entre 10 alemães andavam com sacola na mão. Feliz, considerei que tinha feito uma grande observação. Até o dia em que, aqui no Brasil, meu filho me olhou e perguntou: “Pai, por que o senhor está sempre com uma sacolinha na mão?”(d)
Era verdade. Mais do que isso. Não somente eu. Passei a observar as ruas, contar o número de pessoas que carregam sacolas, sacolinhas, sacoletas. Podia ver o que algumas continham: verduras, revistas, remédios, filmes de vídeo, livros, roupas, presentes, cosméticos (esta é uma das palavras mais feias da língua portuguesa). Portanto, não só na Alemanha, é no Brasil, no mundo. Somos todos sacoleiros. Universais. Pois não existem até os “sacolões” de frutas e verduras? Que tanta coisa temos a carregar? Eu já me senti estranho ao perceber que estava de mãos vazias. Quantas vezes não voltei a algum lugar para ver se tinha esquecido alguma coisa? Não tinha.
(...)
E me veio, subitamente, a imagem de que no mundo moderno é impossível viver sem a sacola. Mais do que necessidade, a sacola é o novo membro do corpo humano. No futuro, teremos uma raça humana diferente anatomicamente. As pessoas vão nascer com a sacola do lado, grudada ao ombro por uma alça, ou presa à cintura, uma raça prática.
(Brandão, Ignácio de Loyola, 1936.Coleção Melhores Crônicas – 1ª edição, Global Editora, São Paulo, 2004)
A frase que admite transposição para a voz passiva é
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Com relação às novas unidades de mensuração das radiações, indique verdadeiro (V) ou falso (F) e, em seguida, marque a opção com a sequência correta.
( ) O R (Rontgen) foi substituído pelo Coulomb-Kg.
( ) O rad foi readaptado para o Sievert-Sv.
( ) O rem foi substituído pelo Sivert-Sv.
( ) O rad foi readaptado para o Gray-Gy.
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É a radiação produzida quando elétrons acelerados são freados bruscamente contra um alvo ou anteparo.
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Utiliza o plano de Frankfurt paralelo ao plano horizontal e o ponto de entrada do feixe central da radiação deve estar situado a 2,54 cm acima do meato acústico externo. O feixe central de radiação deve ser dirigido para a articulação temporomandibular do lado oposto. Trata-se da técnica lateral transcranial de
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Texto I para a questão
Mundo sem sacolas
Em 1955 meu pai conseguiu realizar em Araraquara o projeto de sua vida, depois de ter trabalhado durante 35 anos na estrada de ferro, sem uma única falta. Chovesse, ventasse, estivesse doente, ele saía de manhã e ia para a Contadoria, escritório central. Uma imagem que guardo até hoje é a do velho Antonio de galocha, capa e guarda-chuva, chegando do trabalho, tomando banho e desfrutando uma gemada quente. Ao deixar a ferrovia, ele recebeu uma boa quantia, relativa à licença-prêmio, e com esse dinheiro abriu sua fábrica de sacos de papel, a primeira da cidade. Ele tinha percebido que nos armazéns (estava distante ainda o primeiro supermercado) e quitandas, os fregueses reclamavam da mercadoria embrulhada em jornal. Os donos respondiam: “Então, tragam suas sacolas, vou fazer o quê?”
A fábrica Brandão foi bem-sucedida. Começou na garagem de um médico tradicional, o doutor Aufiero (hoje pronto-socorro), cresceu, mudou para a Rua Cinco, a mais bela da cidade, com seus oitis que sofrem, constantemente, a ação impiedosa de podadores da prefeitura que os mutilam. Depois, outro pioneirismo, a fábrica se mudou para o bairro de Quitandinha (por que se chama assim? Influência do velho hotel de Petrópolis?), num tempo em que ninguém construía nada por ali. Meu pai acreditava nos sacos de papel e tinha em mente, no futuro, criar sacolas com alças. “Um dia vão ser de plástico”, garantia. Porém o comércio reagia contrariamente à ideia, alegava custos.
Mais tarde, quando meu pai já tinha vendido a fábrica ao sócio (na altura dos seus 75, 76 anos), as mentalidades mudaram, chegaram os supermercados, adotaram-se as sacolas, veio o plástico e hoje não há quem o dispense, em Araraquara, no Brasil e no mundo. Meu pai e seus sonhos envolvendo sacos de papel e sacolas de plástico me vieram à cabeça quando fui morar em Berlim. Passei a notar forte relação entre alemães e suas sacolas. Via amigos guardando cuidadosamente as sacolinhas sempre que chegavam de alguma compra. Até que fui apanhado desprevenido num supermercado. A caixa perguntou se eu queria sacola, disse que sim e ela me cobrou. Aprendi então que, sempre que a sacola não trazia publicidade, era vendida. Se trazia anúncio, era de graça. Alemão se recusa a ser objeto de merchandising e ainda pagar por isso (como essa gente que paga para usar camiseta de Coca-Cola, por exemplo). Porém, o que eu mais notava é que 9 entre 10 alemães andavam com sacola na mão. Feliz, considerei que tinha feito uma grande observação. Até o dia em que, aqui no Brasil, meu filho me olhou e perguntou: “Pai, por que o senhor está sempre com uma sacolinha na mão?”
Era verdade. Mais do que isso. Não somente eu. Passei a observar as ruas, contar o número de pessoas que carregam sacolas, sacolinhas, sacoletas. Podia ver o que algumas continham: verduras, revistas, remédios, filmes de vídeo, livros, roupas, presentes, cosméticos (esta é uma das palavras mais feias da língua portuguesa). Portanto, não só na Alemanha, é no Brasil, no mundo. Somos todos sacoleiros. Universais. Pois não existem até os “sacolões” de frutas e verduras? Que tanta coisa temos a carregar? Eu já me senti estranho ao perceber que estava de mãos vazias. Quantas vezes não voltei a algum lugar para ver se tinha esquecido alguma coisa? Não tinha.
(...)
E me veio, subitamente, a imagem de que no mundo moderno é impossível viver sem a sacola. Mais do que necessidade, a sacola é o novo membro do corpo humano. No futuro, teremos uma raça humana diferente anatomicamente. As pessoas vão nascer com a sacola do lado, grudada ao ombro por uma alça, ou presa à cintura, uma raça prática.
(Brandão, Ignácio de Loyola, 1936.Coleção Melhores Crônicas – 1ª edição, Global Editora, São Paulo, 2004)
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma em relação ao texto. A seguir, indique a opção com a sequência correta.
( ) Ao se referir ao pai como “velho Antonio” o autor deixa transparecer o carinho filial.
( ) A ideia de construir uma fábrica de sacolas se deu porque seu criador sentiu a necessidade do mercado.
( ) “Um dia vão ser de plástico”, garantia. A afirmação do pai é um vaticínio equivocado.
( ) Os alemães são intolerantes ao merchandising, a não ser que atuem como objeto do mesmo.
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Preencha a lacuna a seguir e marque a alternativa correta. Os aparelhos de alta potência magnética de são os mais empregados, pois permitem obter imagens de melhor qualidade, com tempos curtos de exame e menos evidenciação de artefatos de movimento, aquisição de cortes mais finos e melhor relação sinal-ruído.
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Informe se é falso (F) ou verdadeiro (V) o que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) A osteomielite supurativa aguda, radiograficamente, se caracteriza por alterações líticas difusas do tecido ósseo.
( ) A osteomielite supurativa crônica se caracteriza, radiograficamente, como uma lesão mista, radiolúcida-radiopaca, com bordos mal-definidos e opacidade difusa no interior.
( ) A osteomielite de Garré, radiograficamente, se apresenta como uma lesão radiopaca, geralmente difusa associada ao ápice de um primeiro molar inferior, com aspecto de raios de sol.
( ) A osteomielite esclerosante crônica focal apresenta, como característica radiográfica principal, sempre o aumento da densidade radiográfica do tecido ósseo.
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Preencha a lacuna a seguir e marque a alternativa correta.
O se apresenta como uma área radiopaca, de forma irregular e densidade dentária delimitada por uma delgada banda radiolúcida. Normalmente, relaciona-se com um dente não irrompido.
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